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    5 erros de quem está começando a aplicar na Bolsa de Valores

    22 de maio de 2017

    Cometer erros especialmente quando ainda somos iniciantes no universo dos investimentos é bastante comum. Quando erramos, existem dois caminhos possíveis: aprender com o equívoco e evitar cometê-lo novamente ou persistir no erro.

    Quando o assunto é cuidar do seu dinheiro, insistir em algo que não traz uma resposta positiva não deve ser algo recorrente. Mais do que evitar errar, é preciso ter a humildade necessária para admitir esses erros. E, na Bolsa de Valores, essa premissa é ainda mais importante.

    Mesmo os investidores mais famosos, como Warren Buffett, já assumiram que cometeram enganos na hora de aplicar dinheiro na Bolsa. Entre os fatores que mais provocam falhas dos investidores no Mercado de Ações estão a falta de disciplina, a inexperiência e o excesso de confiança.

    Muitos já sabem que um deslize, por menor que pareça, pode ser o começo de um grande desastre. Por isso mesmo, confira agora os 5 erros mais comuns cometidos por investidores iniciantes.

    1. Não saber qual seu perfil de investimento

    Antes de começar a aprender como aplicar dinheiro na Bolsa de Valores, é importante saber qual seu perfil de investidor. Isso significa que você deve conversar com um profissional da área ou fazer um teste para saber quais tipos de investimentos se encaixam ao seu perfil.

    Se, por exemplo, você é mais conservador e não pretende resgatar o valor aplicado em pouco tempo, investir no longo prazo pode ser uma boa opção. Agora, você pode ser mais arrojado e estar disposto a investir em modalidades mais arriscadas para ter mais rentabilidade.

    2. Não ter uma estratégia bem definida

    Se você precisa ir a um lugar que nunca foi antes, a melhor ideia é olhar um mapa ou, nos dias de hoje, pedir ajuda a um aplicativo de localização. Afinal, sabendo onde você quer chegar, é mais difícil se perder.

    Por isso mesmo, traçar um plano estratégico é tão importante para um investidor. Coloque no papel quais são seus objetivos e quando pretende alcançá-los. Esse será o ponto de partida para você definir a estratégia mais adequada para seus investimentos.

    3. Não buscar apoio profissional

    Na hora de colocar a mão na massa e iniciar os investimentos, podem surgir diversas dúvidas sobre como e onde investir. Existe uma grande quantidade de informação sendo compartilhada na internet, mas nem tudo que se lê por aí tem qualidade.

    Por isso mesmo, se tiver algum questionamento ou sentir insegurança em tomar uma decisão por conta própria, o melhor a se fazer é solicitar auxílio a um profissional experiente. Não há demérito em contar com o suporte de uma pessoa que tem anos de experiência no mercado. Esse conhecimento, inclusive, pode ser um grande diferencial para que você consiga ter sucesso em suas aplicações.

    4. Não ter as emoções sob controle

    Outra situação para ficar de olho e não correr o risco de colocar tudo a perder é seu emocional. Em meio à dinâmica da Bolsa de Valores, pode ser muito difícil segurar o impulso de comprar ou vender uma ação que não está de acordo com seu planejamento estratégico.

    Até mesmo quem tem uma trajetória bem-sucedida investindo em ações, como George Soros, já admitiu ter cometido esse erro. A euforia e o desespero são emoções poderosas que podem te levar a tomar uma atitude totalmente impulsiva. Por isso mesmo, evidenciamos a importância de definir uma boa estratégia de investimento.

    5. Não fazer uso de ferramentas importantes

    Você já tentou fazer algo sem ter o instrumento necessário? Assim como construir uma casa ou consertar um carro, sem as ferramentas essenciais, realizar um bom trabalho torna-se impossível. Nas atividades referentes ao universo dos investimentos, como aplicar na Bolsa, é fundamental lançar mão das ferramentas corretas e usá-las da melhor maneira possível.

    Por isso mesmo, a análise fundamentalista, para examinar a perspectiva de uma ação no longo prazo, a análise técnica, para identificar as melhores oportunidades no curto prazo e o stop loss, para evitar perdas excessivas, são alguns recursos que você pode e deve usufruir.

    Agora que já sabe quais são os erros mais comuns dos investidores iniciantes, fica mais fácil aprender como aplicar dinheiro na Bolsa com mais segurança e eficácia. Faça desses erros um aprendizado constante para trilhar um caminho de sucesso nos investimentos.

    Stock trading monitor (black and white)

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    Pesquisa Anbima: Existem 5 jeitos de lidar com dinheiro

    11 de maio de 2017

    O mote principal da pesquisa conduzida pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) foi entender a trajetória das pessoas para compreender suas relações com o universo financeiro.

    Este estudo foi feito com mais de 400 pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife ao longo de quatro meses, sendo que identificou os cinco perfis mais comuns que explicam o relacionamento dos indivíduos com o dinheiro. Do total de pesquisados, 25 pessoas foram acompanhadas durante um dia inteiro para entender sua vida e suas relações. O mote principal foi entender a trajetória das pessoas para depois compreender suas relações com o universo financeiro.

    homem-no-financeiro

    “O relacionamento com dinheiro é apenas mais um desdobramento da vida das pessoas. Para saber porque poupamos pouco, temos que entender quem somos”, afirma Aquiles Mosca, presidente do Comitê de Educação de Investidores da Anbima.
    Os cinco perfis aparecem em todas as classes sociais.

    Veja abaixo cada um deles:

    Despreocupado

    São pessoas com especial prazer na fluidez dos acontecimentos da vida e nas possibilidades que ela pode trazer. Sua personalidade é muito ligada aos estímulos externos e às pessoas que o cercam. Isso faz com que o despreocupado não se planeje nem se comprometa muito seriamente com nada, pois exigiria um foco e um horizonte mais estreito – para conseguir algo seria necessário abrir mão de outras coisas.

    Por outro lado, as pessoas desse perfil são muito competentes em aproveitar as oportunidades que aparecem à sua frente. Não está atento ao que acontece com seu dinheiro e isso fatalmente será um problema na sua vida. Porém, quando está em situação difícil o despreocupado não se desespera: sempre dá um jeito de superar um desfalque financeiro, por exemplo, conseguindo algum dinheiro emprestado ou doado. A relação do despreocupado com o dinheiro é fugaz – assim como ele entra, sai.

    Camaleão

    É aquele que aceita as coisas como são, adapta-se ao mundo em vez de fazer sua vontade vencer. Muitas vezes sente-se oprimido pelas dificuldades e pelas poucas oportunidades que chegam até ele, mas segue levando a vida. Ao aceitar as situações sem muito ânimo de modificá-las, tem como consolo saber que, apesar das dificuldades, ele consegue realizar aquelas coisas que são realmente importantes para ele.

    O segredo do camaleão para viver relativamente bem com pouco é ter a sua realização pessoal naquilo que é mais cotidiano, natural, e que exige pouco esforço financeiro. Costuma valorizar os prazeres simples: se tem o suficiente para um chopp com os amigos no final de semana, está tudo bem.

    Entre esses prazeres estão também as coisas mais intangíveis, pouco relacionadas com dinheiro: festas em casa com amigos, atividades ligadas a experiências físicas e/ou intelectuais. Nunca tem dinheiro para qualquer necessidade ou desejo extra, mas ele lida bem com os limites e, em vez de contorná-los, simplesmente adapta-se a eles.

    O dinheiro é algo bastante fugaz na sua vida, passa por ele rapidamente e logo é destinado a pagamentos de dívidas. Mas ele é criterioso: para ele todo dinheiro é dinheiro e o pouco rende “muito” na sua mão.

    Construtor

    O mais disciplinado dos perfis, o construtor gosta de ter sempre o controle da situação. Não se arrisca, prefere se sentir seguro em todas as situações. Ele desenvolve uma relação interessante com os limites que encontra pela vida, não se intimidando nunca por eles. Mas isso não significa que ele chega a desafiá-los; simplesmente batalha muito para realizar o que quer e acaba conseguindo, mas sempre pouco a pouco, com parcimônia.

    Costuma ter humildade e a persistência envolvida em suas realizações é o que confere valor a elas. Conquistar algo sem esforço não está nos seus planos, pois nesse caso ele seria privado de grande parte do prazer da conquista. Portanto, para o construtor, o esforço é parte intrínseca do valor do dinheiro, algo que imprime ainda mais importância à soma acumulada.

    O construtor tem muito orgulho de sua capacidade de organização e acaba sendo aquele a quem todos recorrem financeiramente. As pessoas com esse perfil dispensam grandes estratégias e ferramentas financeiras, pois cuidam do dinheiro dia após dia, em pequenas quantidades, mas de forma consistente.

    Sonhador

    Como o nome já diz, é movido por sonhos. Ele é impulsionado por uma grande força narcísica: uma ideia ou um plano que ele pensou e que acredita que lhe trará reconhecimento de todos à sua volta quando realizado. Tem uma mente inquieta, está sempre pensando em uma nova oportunidade de investir em algo, empreender, e é muito ligado nas oportunidades.

    Para este perfil o significado e o prazer proporcionado pelas coisas que faz – investimentos em negócios ou em si mesmo, como cursos, aquisições, etc – são muito importantes. Seus sonhos são sempre construídos em cima de valores e fortes crenças pessoais e por isso o sonhador é resiliente – mesmo quando seus planos não saem como esperado ele permanece orgulhoso, otimista e acreditando no futuro.

    O excesso de confiança no sonhador alimenta a ideia de que o universo conspira a seu favor, fazendo com que ele se comporte impulsivamente e “se jogue”. Para ele “qualquer quantia não é dinheiro” e muitas vezes perde oportunidade de construir uma poupança por acreditar que é inútil se preocupar com os pequenos valores que circulam no dia a dia.

    Planejador

    São pessoas pragmáticas, que vivem plenamente na realidade e sabem lidar bem com ela, o que faz deles indivíduos muito competentes no que se propõe a realizar. O planejador não se assusta nem se irrita com limitações, muito pelo contrário. Movido por desafios, consegue realizar o que deseja, apesar das limitações impostas pela vida, contornando ou ultrapassando aquilo que encontra pelo caminho.

    Ele é muito seguro de sua capacidade de organização e realização e confia na sua alta racionalidade. As metas são fundamentais para este perfil. O planejador costuma estipular para si mesmo objetivos a serem cumpridos em um tempo determinado e frequentemente isso o estimula a seguir em frente e crescer.

    Independentemente de sua classe social, o planejador é, em geral, alguém muito bem-sucedido em seu negócio, investimento ou trabalho. Quando sua renda é maior ele tende a saber mais sobre mercado financeiro e utiliza esses serviços para fazer o seu dinheiro crescer.

    Até mais.

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    Os 3 maiores erros de quem investe no Tesouro Direto

    8 de maio de 2017

    Investimentos em ascensão: Tesouro Direto bate recorde de inscritos

    Conheça os 3 maiores erros de quem investe no Tesouro Direto

    Investimento é considerado seguro e de baixo custo, mas é preciso atenção para não correr risco de perder parte do rendimento

    O Tesouro Direto é um investimento geralmente muito recomendado para investidores com perfil mais conservador. Os títulos são vistos como os ativos mais seguros do mercado, por serem emitidos pelo governo e serem garantidos pelo Tesouro Nacional, e ainda têm baixo custo, não exigem conhecimento elevado sobre investimentos e têm valor mínimo de aplicação de apenas R$ 30.
    Embora seja uma alternativa mais simples e segura em relação à renda variável, e mesmo ante outros tipos de investimentos em renda fixa, é preciso ter atenção para evitar erros comuns de quem investe em Tesouro Direto e, eventualmente, a redução nos investimentos.

    Especialistas listaram para o portal InfoMoney alguns dos principais erros de quem investe no Tesouro Direto:

    1) Não checar as taxas

    As taxas cobradas para investir no Tesouro Direto costumam ser bem menores do que aquelas observadas em outros tipos de investimentos, mas nem por isso merecem menos atenção. Não basta só olhar a taxa do título que está pagando. Tem custos embutidos e eles merecem atenção para não drenar os retornos.

    A BM&FBovespa cobra 0,30% ao ano de taxa de custódia sobre o valor dos títulos e a instituição financeira escolhida para intermediar os investimentos também pode cobrar uma taxa de administração. O site do Tesouro Direto disponibiliza aqui uma lista com as taxas cobradas pelas instituições autorizadas a fazer essa intermediação.

    Alguns impostos também incidem sobre o Tesouro Direto, como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em aplicações com período inferior a 30 dias e o Imposto de Renda, com alíquota de 22,5% do lucro para rendimentos antes de 180 dias, 20% para 181 a 360 dias, 17,5% para 361 a 720 dias e 15% para investimentos de mais de 721 dias.

    2) Trocar de títulos com frequência

    É importante que o investidor acompanhe o desempenho dos títulos e, em alguns casos, pode valer a pena vender antes do vencimento. No entanto, é preciso acompanhar o mercado e as expectativas para a economia, como juros e inflação, para fazer bom negócio, sem esquecer da alíquota do imposto de renda que, como observado acima, é maior em prazos mais curtos.

    É complicado ficar trocando de títulos frequentemente, ainda mais para quem não está por dentro do mercado financeiro e pode perder movimentos importantes da economia.

    3) Resgatar o título antes do vencimento

    Esse é o erro mais comum de quem investe no Tesouro Direto:
    – Quando você resgata o dinheiro antes do vencimento, pode se dar bem ou pode se dar muito mal. Tudo vai depender do que acontecerá com a taxa de juros.

    Embora o investidor não tenha a intenção inicial de retirar os aportes prematuramente, acontecimentos inesperados podem levá-lo a precisar do dinheiro antes do vencimento.

    Por isso, é importante conhecer as características de cada título antes da compra. No Tesouro IPCA+ esse risco de perdas na retirada antecipada é potencializado. Já o Tesouro Selic simplesmente vai incorporando os juros diários.

    O título atrelado à Selic é o mais conservador e, se houver o risco de resgate antecipado não planejado, esse é o papel mais indicado. O título pré-fixado é indicado quando a taxa de juros está alta e há expectativa de queda futura. Os títulos IPCA+ são pós fixados com uma taxa mais a inflação do período e são indicados quando há expectativa de alta da inflação para proteger o patrimônio da desvalorização pela inflação e para aposentadoria.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/6440359/conheca-maiores-erros-quem-investe-tesouro-direto

    Vale a pena comprar uma fatia de título do Tesouro Direto por mês?

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    Guia sobre Investimentos em Renda Fixa

    25 de abril de 2017

    Neste e-book gratuito, Guia sobre Investimentos em Renda Fixa, você vai aprender quais são as melhores aplicações financeiras em renda fixa do Brasil e descobrir que há diversas oportunidades para investir fora do banco que são extremamente seguras e muito mais rentáveis.

    ebook-renda-fixa

    Segue o conteúdo deste e-book:

    – Introdução;
    – CDB;
    – CRI e CRA;
    – Debêntures;
    – LC;
    – LCI e LCA;
    – Letras Financeiras;
    – Poupança;
    – Tesouro Direto;
    – Considerações Finais.

    E-book renda fixa, download aqui.

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    JG Administração de Recursos: CVM suspende oferta de fundos de investimento sem autorização e impõe multa

    12 de abril de 2017

    CVM suspende JG Administração de Recursos

    Tais fundos ofertados não estavam registrados na CVM!

    A Comissão de Valores Mobiliários fez um alerta nesta quarta-feira (12) sobre a atuação irregular no mercado financeiro da JG Administração de Recursos e de seus sócios Lincoln Rodrigues Castello Branco e Igor Moniz de Aragão Tramontano. Nenhum deles tinha autorização prévia para atuar e os fundos ofertados não estavam registrados na CVM.

    A CVM explicou que nenhum deles está autorizado a exercer a atividade de administração de carteiras e distribuição de valores mobiliários e decidiu pela suspensão da oferta de investimentos em cotas de fundos ofertados pela empresa. Também deve ser interrompida a veiculação nacional de qualquer oferta dos serviços.

    Se não cumprirem a determinação, os sócios da JG Administração terão que pagar multa diária, e individual, de R$ 5.000.

    Confira a seguir os fundos que a JG Administração ofertava:

    – Evolution I FIP Fundo de Investimento em Participações

    – Evolution II FIP Fundo de Investimento em Participações

    – Winnwer FIPE – Fundo de Investimento em Participações

    infomoney.com.br/onde-investir/fundos-de-investimento/noticia/6352637/cvm-suspende-oferta-fundos-investimento-sem-autorizacao-impoe-multa

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    Aposentada aos 28 conta como guardava 70% de sua renda

    11 de março de 2017

    Leia também:

    Segredos para juntar uma bolada

    Coisas para se fazer imediatamente se você quer viver de renda

    Renda extra

    Em uma entrevista realizada no Business Insider (A woman who retired at 28 with $2 million in the bank explains how she saved 70% of her income in New York City) ela acabou contando alguns dos aspectos mais relevantes para que ela conseguisse o feito. No caso dela, um emprego lucrativo (US$ 100 mil anuais) foi essencial para chegar onde chegou, mas as dicas de economia, conforme disse ao site, valem para todos os perfis de pessoas.

    Woman New York City skyline - New York is notorious for its exorbitant prices — but it's still possible to save. (Livingston is not pictured.)

    Mesmo ela vivendo em Nova York, onde os custos de vida são altos, JP Livingston conseguiu se aposentar aos 28 anos com US$ 2 milhões no banco. Durante o tempo em que trabalhava na indústria financeira, ela conseguia guardar 70% de sua renda – isso transformou-se em 60% do dinheiro com que parou de trabalhar, sendo o restante rendimento de investimentos.

    Confira um passo a passo dividido pela jovem investidora:

    1) Identifique suas maiores despesas e corte quanto for possível

    No caso de JP, ela optou por um apartamento mais humilde do que sua renda conseguiria pagar, o que possibilitou que investisse uma quantia maior todo mês.

    2) Compre usado

    A aposentada comprou mobília usada para seu apartamento. De acordo com ela, normalmente as coisas à venda têm menos de um ano de uso – é só escolher bem.

    3) Aproveite as opções da cidade

    Com um apartamento pequeno, JP tinha necessidade de sair de casa para encontrar os amigos. Isso não significa que gastasse muito dinheiro a cada noite de lazer: grandes cidades oferecem opções agradáveis e mais baratas.

    4) Use o conceito de custo por hora

    A cada compra que realizasse, a jovem olhava para o preço e contabilizava a quantas horas de trabalho ele equivaleria. Só então definia se valia a pena gastar.

    Até mais.

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    Mulheres se destacam na hora de empreender

    10 de março de 2017

    Mulheres se destacam na hora de empreender

    O século XXI trouxe consigo muitas conquistas. As mulheres estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho. Ocupam cargos de confiança, lideram grandes equipes e ocupam altos cargos em organizações renomadas.

    Elas também estão cada vez mais confiantes para explorar o mundo dos negócios. O empreendedorismo, tão em voga hoje em dia, tem sido mais um espaço que as mulheres estão conquistando.

    Mulheres no mercado de startups

    Aos poucos as mulheres têm conquistado também o mundo das startups. Elas aparecem como fundadoras e investidoras. Segundo pesquisa da Catalyst, afirmou que a startup que têm uma mulher como fundadora tem 50% de chance a mais de dar certo.

    Um exemplo muito conhecido no Brasil é a startup Love Mondays. O que muita gente não sabe é que ela foi fundada por uma mulher, a brasileira Luciana Caletti. A startup possui uma plataforma onde os funcionários podem avaliar a empresa que trabalham de forma anônima, divulgar seu salário e deixar seus comentários.

    Atualmente, a plataforma serve de fonte de pesquisa para muitas pessoas que querem saber a opinão dos atuais e dos ex-funcionários de uma organização.

    Outra startup que deu certo foi a Casar Casar, também fundada por uma brasileira, Tatiana Goldstein, que ajuda na organização de casamentos em todo o país.

    Número de mulheres empreendedoras é expressivo

    Mas não é só nas startups que elas estão presentes. Segundo dados divulgados pelo Sebrae, 52% dos novos empreendedores com menos de três anos e meio de atividade são mulheres. Além disso, as mulheres são maioria nessa área em quatro das cinco regiões brasileiras.

    A atuação feminina apesar de expressiva em algumas áreas, em outras ainda tem muito o que melhorar. A proporção de mulheres brasileiras em altos cargos corporativos no ano passado era de apenas 24%.

    No ranking mundial de participação feminina em cargos sênior, o Brasil não está bem colocado. Em relação aos países com menor igualdade de oportunidade, nós estamos em sétimo lugar. O país com a pior colocação da lista é o Japão, com apenas 7% de participação feminina em altos cargos, seguido por Alemanha, Índia e Argentina.

    Desigualdade salarial

    O Brasil não tem motivos para se orgulhar quando o assunto é igualdade salarial entre homens e mulheres. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirmou que as mulheres recebem em média 76% do salário dos homens para desempenhar as mesmas tarefas.

    Mas não é só no Brasil que as mulheres relatam essa desigualdade. A grande lutadora de UFC, Ronda Rousey, ganha apenas um terço do que um campeão do UFC só que da categoria masculina recebe.

    Outro exemplo é o da famosa atriz de Hollywood, Meryl Streep, recordista de indicações ao Oscar. Ela ganha menos da metade do que os atores mais bem pagos do ramo. Além de ganharem menos, as mulheres também costumam trabalhar mais que os homens.

    Segundo levantamento do IBGE, elas se dedicam duas vezes mais nas tarefas domésticas do que os homens. Dessa forma, elas acabam trabalhando 5 horas a mais que eles, somando as atividades fora e dentro de casa.

    O mundo dos investimentos também é delas

    Além de estarem se tornando grandes empreendedoras, as mulheres também têm se destacado no mundo dos investimentos.

    Com atuação cada dia maior na Bolsa de Valores, as mulheres possuem características muito importantes para quem quer obter sucesso na área. Existem alguns traços presentes no perfil feminino que ajudam muito na hora de escolher onde e como fazer aplicações.

    Características como a noção de risco aguçada, habilidade de montar um planejamento e o fato de ter os pés no chão, contribuem para que as mulheres façam escolhas inteligentes.

    Realizar lucros através de bons investimentos pode ajudar as mulheres a alcançarem sua liberdade financeira. Dando espaço para que ela trabalhe com o que gosta, sem preocupações com o salário que vai cair na conta no fim do mês ou servindo como um complemento de renda.

    Seja qual for o motivo que leve a mulher a empreender ou investir, o importante é encontrar um caminho com o qual ela se identifique. Afinal, sua jornada precisa fazer sentido. Nesse sentido, inspirar-se em exemplos de mulheres poderosas no mundo das finanças é um bom começo para que elas se sintam mais confiantes para trilhar um caminho de sucesso.

    Convidados, Livraria

    Tony Robbins revela os 4 principais passos para ficar rico

    9 de março de 2017

    Leia também:

    Conselhos de milionários para inspirar e mudar rumos vida financeira

    Sinais que você está rico, mesmo que não se sinta assim

    Tony Robbins, é um investidor multimilionário e um dos nomes mais influentes no mercado de coach de carreiras. Tal investidor também é autor do best-seller “Money: Master the Game”, ainda sem tradução para o português, em que revela os detalhes e formas mais importantes de se gerenciar dinheiro e riquezas.
    Faz pouco tempo que ele lançou o livro “Unshakeable”, onde, além de compartilhar outras lições de administração e investimentos, ele também mostra os principais passos que as pessoas devem seguir para conseguir acumular riqueza.

    Want to Get Rich? Tony Robbins Lays It Out in 7 Simple Steps

    O portal Inc. através do artigo “Want to Get Rich? Tony Robbins Lays It Out in 7 Simple Steps” juntou alguns dos principais pontos que o investidor escritor aborda em seu livro.

    Veja a seguir:

    1) Entre no jogo

    Um dos principais erros que as pessoas cometem ao investir é não investir da forma correta, seja por medo dos riscos que correrá ou também por acreditar que é uma tarefa que requer muita responsabilidade. O conselho de Robbins para quem está nessa situação é para ser ambicioso: “Você não quer ter um celular da Apple, você quer ser dono da própria Apple”, é como as pessoas devem pensar.

    2) Não perca dinheiro

    Apesar de parecer uma dica óbvia, é sempre importante pensar em maneiras de reduzir os riscos que existem. O investidor aconselha, neste caso, que as pessoas sempre pensem em maneiras de reduzir os riscos que correm, seja de investimentos ou de gastos inesperados.

    3) Segurança financeira é uma prioridade

    Ter “segurança financeira” significa conseguir bancar despesas básicas, como transporte, alimentação, aluguel, entre outras, com o dinheiro que seus investimentos renderam.

    4) Independência financeira também deve ser um objetivo

    Conseguir manter seu padrão de vida somente com os rendimentos de seus investimentos, sem trabalhar, é do que consiste independência financeira. Para Robbins, isso deve ser considerado um objetivo.

    Geral

    Investimentos Alternativos

    17 de fevereiro de 2017

    Seguem algumas elucidações sobre investimentos alternativos, ou seja, possibilidades além da tradicional poupança, renda fixa(CDB, CDI, LCI, LCA, FII, CRI, Fundos), bolsa de valores, fundos multimercado, dólar, ouro, imóveis, entre outros muito conhecidos do grande público.

    1) Franquias
    “Procurei franquias na feira ABF, mas acho que o “prêmio” deveria ser bem maior do que meu retorno desejado mínimo (um fundo multimercado que paga acima de 15%aa).

    Desde pequeno sempre trabalhei com sites que geram renda “quase que passiva”. Gosto muito, pois em poucas áreas existem essas oportunidades. Comecei quando era difícil monetizar sites (antes de links patrocinados e programa de afiliados de e-commerce), e vendia anúncio boca-a-boca.

    Trabalho com isso há 8 anos (comecei cedo), e 90% da minha renda foi internet. E acredito em aposentadoria Web.

    Os bilionários estão cada vez mais jovens e a maioria relacionada com a internet. No Brasil ainda é difícil fazer funcionar muitos modelos de negócios bilionários lá de fora, especialmente relacionado com a colaboração (Web 2.0), mas alguma hora iremos amadurecer…

    Abraços”

    2) Web
    “Fala, por eu ser da área de informática, eu tb. já tive pensamentos e tentativas empreendoras relativa a tal mercado de informática (programas desktops e sites), mas os modelos de sociedade que me proporam e clientes “mãos-de-vaca” acabaram me deixando de fora do “game” 🙂 :), eheheh.
    Já fiz alguns sites simples, de graça e apenas para instituições sem fins lucrativo(igreja e grupo missionário) relativo à instituições que eu fazia parte ou amigo meu.
    Única coisa que ganhei algum por um tempo pequeno foram aulas particulares, este sim, eu acho mais descomplicado e fácil de administrar, pois na maioria dos casos num se precisa de um sócio, claro, enqto. num se cresce muito.

    Coisa que já pensei talvez ser viável, mas num sei se é, é criação de animais para hobby, sei lá, ter um criadouro de cachorros, gatos, coelhos, pássaros, etc…., enfim, animais que tenham mais saída no mercado de PetShops, mas como administrar isto, num sei se é fácil, pois num tenho formação nesta área, embora tenha afinidade grande com animais devido ao hobby desde criancinhaaaaaa :):) , hehhehe, então acabaria gastando uma bela grana com consultoria para me auxiliar para fazer algo consistente, ou partiria para “escola de bate-cabeça”, ou seja, fazer as coisas “na raça”, e aí, as chances de sucesso em teoria seriam menores.

    Outra coisa que minha esposa acha que “bombaria” seria organização de buffets, pois como todos sabemos este setor cresce cada dia mais com a sede do brasileiro por festas e mais festas de todos os tipos possíveis e imagináveis, claro a questão do planejamento citada no caso acima tb. pesa 😀 !

    Abç e obrigado pela participação.”

    3) Réplica sobre investir em Web
    “Ótimo tópico, parabéns.

    Permita-me colocar minha opinião com relação a seu post. E desculpas por discordar de quase tudo… :). Há vários problemas que eu vejo com esses negócios que você citou (montagem de sites, aulas particulares, animais, buffets):

    A) Não considero que sejam “investimentos alternativos”. Hoje em dia, para se ter sucesso num negócio no mercado competitivo que estamos, recomenda-se dedicação integral. Convenhamos, nenhuma dessas quatro alternativas é uma “idéia nova” e todas já têm mercados estabelecidos, principalmente nas grandes cidades. Ter um negócio destes, em meu ponto de vista, não é um “investimento”, e sim uma “atividade principal”.

    B) O negócio de aulas particulares é “trabalho de formiguinha”, muito trabalho para pouco retorno. A não ser que você seja um professor “famoso” (desses de cursinho, ou que tenha dado aulas em escolas de ponta por algum tempo), precisa camelar muito para ganhar pouco.

    C) O negócio de animais tem um risco razoável embutido, sendo os principais o risco de doenças e o fato que seu produto tem “data de validade”. É muito mais fácil vender filhotes do que animais já adultos. Se por acaso você tem uma grande ninhada em um período de crise, seus produtos vão “micar”. Mesmo que a crise seja rápida, ao sair dela os bichinhos já estarão grandinhos, e terão dado uma bela despesa com alimentação, saúde etc. Além disso, há que se considerar que há muito modismo neste mercado, e os bichinhos que são muito procurados hoje podem não o ser amanhã.

    D) O negócio de buffet é concorridíssimo e, em geral, as pessoas que os contratam estão mais preocupadas com preço do que qualquer outra coisa. Margens baixas, risco alto, stress grande (se algo falha no seu serviço, você pode estar acabando com o “momento especial” de alguém).

    E) Montagem de sites, então, é mais concorrido ainda, pois qualquer zé-mané hoje pode se autodenominar “webdesigner”. Os clientes que realmente tem grana para fazer um site de respeito vão procurar as grandes empresas já estabelecidas. Os que têm menos grana vão ou (a) contratar o mais barato, ou (b) pedir para o afilhado do primo, que manja tudo de informática.

    Em suma… eu não entraria em nenhum destes negócios. :)”

    4) Tréplica sobre investir em Web
    “Eu entendo seu ponto de vista, mas vejo internet como investimento sim. Tenho site com renda passiva com conteúdo gerado pelo usuário, que me dá fluxo de caixa positivo todo mês e também trabalhei com site de notícias com jornalistas escrevendo para mim e gerando fluxo de caixa positivo. Isso para mim é investimento de tempo e dinheiro, gerando mais dinheiro.

    Vejo a Web como:
    dinheiro + idéia = dinheiro

    Acho que vocô estava citando desenvolvimento de sites para outros e isso sim eu nao considero investimento. A maior parte da minha renda ate agora foram com sites proprios, utilizando outras pessoas e ideias próprias, isso eu considero investimento.

    Agora quando eu faco sites para outros, isso sim é “atividade principal”.”

    5) Quadrúplica sobre investir em Web
    “É isso mesmo, eu estava falando da criação de sites para outros, como comentado acima. Se você consegue ter um site próprio com renda passiva, excelente! Parabéns! Isso sim é investimento alternativo e inteligente (um pouco de esforço, renda constante).

    Cara, pra ser sincero, há anos que penso em dezenas de negócios alternativos próprios, e até hoje não encontrei nenhum cuja relação risco X retorno tenha considerado atrativa. Acho que o melhor investimento do meu (pouco) tempo livre é estudo, estudo, estudo sobre o mercado de capitais… 🙂

    E quanto a deixar alguém de confiança tomando conta… putz, nem a pau. 🙂

    6) Outra opinião sobre investir em Franquias:
    “Olá,

    Bem, aqui vão meus dois cents!

    Também sou profissional de informática e atuo na profissão.
    Atualmente invisto e estudo muito o mercado de renda variável, usando a AT (Análise Técnica) para tal e ir aumentando o capital.

    Penso em um dia não trabalhar mais com a informática e como uma outra fonte de renda investir em um negócio que seria uma franquia.

    Acho as franquias uma forma de investimento interessante, dependendo do ponto e da franquia, te traz retornos muito bons!

    E claro, além dessa, continuar investindo na renda variável com mais tempo para estudos e aperfeiçoamentos!”

    7) Réplica: outra opinião sobre investir em Franquias:
    “Com a queda dos juros, resolvi sacar tesouro e estava com um, dinheiro sem ter onde aplicar. Cheguei a pesquisar franquias na feira ABF, mas achei o risco vs retorno pouco atrativo, já que quando você prede o negócio o capital inicial inteiro praticamente evapora.

    Eu só entraria no ramo de franquias se existisse a chance de ter retorno de pelos menos 20% sobre o investimento, pois temos que considerar que não é uma renda passiva (e alguns belos fundos multimercado conseguem renda passiva acima de 15%).

    Resumindo, eu desisti. Procurei no ramo de cosméticos, pois tinha um ponto comercial familiar disponível e com região sem concorrência, mas a ideia de virar comerciante e usar meu tempo para isso me desanimou,

    Abraços”

    8) Tréplica: outra opinião sobre investir em Franquias:
    “O esquema de franquias é muito bom, só tem 2 gigantes problemas.

    A) Encontrar um ponto com boa relação custo beneficio. (Essa é a parte mais complicada, já que ponto dentro shopping precisa de muita grana inicial pra começar.)

    B) Alem do ponto precisa saber da cultura das pessoas da região ou próximas. Já vi algumas franquias fracassarem não por ser ruim, mas por estar em um lugar com baixa aceitação da marca/produto.”

    9) Investir em Estacionamentos:
    Outras idéias:

    – Estacionamento em grandes metrópoles, mas acho que teria que comprar de alguém que já tenha algum e esteja em dificuldade financeira, pois faltam terrenos livres para tal e os preços são exorbitantes……

    – Agência de empregadas domésticas, por que eu por exemplo tenho uma grande dificuldade de conseguir empregada doméstica, assim como vejo amigos, colegas e conhecidos passarem pela mesma dificuldade.

    Enfim, alguém opina ?? Já tentou isto ou conhece alguém que tenha tido sucesso ?? É “fria” ????

    Grato.

    10) Réplica: Investir em Estacionamentos:
    “Já vi gente comentando que estacionamento é uma forma de gerar um caixa enquanto o terreno não se valoriza. Ou seja, é apenas um ganha pão a mais para quem espera uma valorização do terreno, não um objetivo para quem compra.

    Agora, não conheço ninguém próximo que tenha e que invista nisso, só ouvi por aí esse comentário.”
    fonte de consulta: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=12&t=11524

    11) Investir em vinhos:
    Fundo de investimento em vinhos: uma adega que dá lucro

    O artista Vik Muniz e seu autorretrato feito com lixo na mostra Vik no MAM-RJ em 2009

    12) Investir em obras de arte:
    7 pontos-chaves sobre o investimento em obras de arte
    Orientações de especialistas servem tanto para quem pensa em lucrar com arte quanto para quem deseja comprar obras para apreciação pessoal

    Para outras ideias e discussões sobre investimentos alternativos, clique aqui.

    Até o próximo post.

    Geral

    Clube de Investimentos

    16 de fevereiro de 2017

    Para aqueles que se interessarem pelo assunto, segue o arquivo com explicações da BM&FBOVESPA para download: Regulamento de Clube de Investimento. Este arquivo que nada mais é do que um documento PDF que contém o regulamento para se abrir um clube de investimento ligado a nossa bolsa de valores.

    O clube de investimento possui vantagens e desvantagens:

    Vantagem 1: o IR só é pago no resgate das cotas. Além de eliminar toda a complicação de calcular IR por operação todos os meses, há ainda uma outra vantagem embutida: você pode continuar aplicando a grana que seria usada para pagar IR, o que significa que no final você terá mais dinheiro.

    clube-de-investimento

    Veja a simulação a seguir: Um investimento inicial de R$100.000, em que se obteve um rendimento bruto de 10% por dois meses seguidos.

    Um investidor individual no primeiro mês teria um lucro de R$10.000 e teria que pagar $1.500 de IR, sobrando R$108.500. No segundo mês, seu lucro seria de $10.850 e teria que pagar R$1.627 de IR (Imposto de Renda). No final dos dois meses, portanto, teria R$117.723.

    Um clube de investimentos terminaria o primeiro mês com R$110.000. No segundo mês, o rendimento de 10% seria sobre esse total, portanto terminaria o segundo mês com $121.000. Ao sacar o dinheiro ao final do segundo mês, o cotista teria tido um lucro total de $21.000, tendo que pagar 15% disso de IR, ou $3.150. Ainda sobraria $117.850, mais do que o investidor individual. No longo prazo, faz uma boa diferença.

    Vantagem 2: Os clubes de investimento podem fazer as mesmas operações que um investidor individual, incluindo VC, travas, futuros, mini contratos. A única exigência é que 67% de seu patrimônio esteja em média aplicado em ações. O “em média” é o segredo, pois permite que temporariamente o clube permaneça líquido, como logo após ser exercido em opções.

    Vantagem 3: A corretora administradora do clube calcula e publica a rentabilidade diária, baseada nos preços de fechamento de seus ativos no dia anterior. É uma pequena vantagem, mas para um operador de taxa como eu, é legal ver sua cota subindo um pouquinho dia a dia, conforme o indicador (grega) theta vai comendo suas opções.

    Desvantagem 1: As corretoras cobram uma taxa de administração alta para manter os clubes. A média é de cerca de 3% a.a. sobre o patrimônio líquido médio.

    Desvantagem 2: Nenhum cotista pode ter mais do que 40% (não 50%, como foi dito acima) do total de cotas do clube. Isso é justamente para evitar “clubes de uma pessoa só”: primeiro, essas pessoas deveriam ter ingressos suficientes para justificar essa grana extra em seu nome, caso contrário podem ter problemas com o Fisco. Segundo, imagine o que aconteceria num caso de desastre, tipo morte ou invalidez deste “clube de uma pessoa só” (investidor único que opere dinheiro de várias pessoas de modo informal).

    Desvantagem 3: A maioria das corretoras exigem um investimento inicial muito alto para abrir um clube de investimentos (em geral maior do que R$ 200.000,00). Algumas poucas o fazem para capitais menores.
    fonte de consulta: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?p=835787#p835787

    Outras considerações sobre clube de investimentos:

    – Para investimentos de prazo inferior a 5 anos, o investimento individual é mais vantajoso que o clube de investimento;
    – Para prazos superiores a 5 anos, o clube passa a ser mais vantajoso que o investimento individual;
    – A vantagem do clube sobre o investimento individual aumenta de forma exponencial a partir dos 5 anos.

    Em outras palavras, o efeito benéfico dos juros compostos sobre a parcela não paga de imposto de renda, só passa a ter efeito considerável após 5 anos.
    fonte de consulta: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?p=944819#p944819

    Leia também:

    Fazer investimento para terceiros