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    Livraria

    Dica de livros para quem quer aprender a analisar o mercado de ações

    17 de maio de 2018

    warren-buffett - alguns livros essenciais para entender melhor de análise de ações

    A leitura sempre é recomendado para todas as profissões, pois aprender mais sobre seu campo de atuação sempre ajuda sua carreira a evoluir. Não é diferente para o analista de ações (equity research). Abaixo está elencado alguns livros essenciais para entender melhor o mundo da análise de ações:

    Como se transformar em um investidor e operador de sucesso, de Alexander Elder

    É um livro que trata das estratégias da Análise Técnica, ajudando o leitor a descobrir suas características boas e os pontos a melhorar como operador, antes de arriscar o seu dinheiro nos mercados.

    Faça fortuna com ações, antes que seja tarde, de Décio Bazin

    O livro é uma referência para quem quer saber mais sobre o investimento na Bolsa de Valores. O autor mostra como usar o método “cash-yield” para compor uma carteira de aplicações variáveis.

    – Valuation: como avaliar as empresas e escolher as melhores ações, de Aswath Damodaram

    Livro acadêmico que alia teoria às práticas, mesclando os fundamentos sobre finanças, aos conceitos desenvolvidos e consagrados pelo professor Damodaram, como o próprio termo Valuation.

    Investindo em Ações no Longo Prazo – A Bíblia do Mercado de Ações para o Investidor de Longo Prazo
    Jeremy Siegel

    É um guia do mercado de ações para quem deseja aprender profundamente sobre o tema.

    – Se afastando da manada, de André Moraes

    É um livro que explica como montar estratégias completas para investir no mercado de ações. Contempla todas as fases de negociação de mercado, desde a escolha das ações para operar, tempo gráfico, passando pela análise, até chegar no melhor ponto de saída das operações.

    O Investidor Inteligente, Benjamin Graham

    O livro traz os principais conceitos da análise fundamentalista ensinando a desenvolver estratégias de longo prazo.

    – Análise Técnica Aplicada, de Márcio Noronha

    O livro é como se fosse uma enciclopédia sobre Análise Técnica, é bem explicativo e traz as principais teorias sobre o assunto.

    Até mais.

    Convidados

    Os 10 Maiores Erros que Você Pode Cometer Como um Investidor e Como Evitar Essas Armadilhas

    23 de outubro de 2017

    maiores-erros-investidor-guest-post

    É normal cometermos diversos erros durante a nossa jornada.

    Às vezes erramos na escolha da carreira, da(o) namorada(o), do restaurante, do hotel, da companhia aérea, do horário…

    Jamais vamos conseguir nos tornar imunes ao erro.

    E nem deveríamos querer isso!

    Afinal, é o erro (calculado) que nos permite aprender e evoluir em todos os aspectos da vida.

    Porém, não é necessário cometer todos os erros para aprender o que precisamos para os investimentos.

    Sim, acredite: você não precisa passar por um grande revés financeiro para alcançar a sua independência financeira.

    Diversas armadilhas podem ser evitadas no meio do caminho.

    Como autor do blog Clube do Valor, eu me sinto na obrigação de alertá-lo sobre esses erros e como evita-los em sua jornada.

    Sem papas na língua, vou falar sobre os 10 maiores erros que os investidores cometem e como evitar essas armadilhas.

    Se você é um iniciante nesse meio, com certeza vai encontrar dicas preciosas que vão tornar o seu caminho muito, mas MUITO mais fácil.

    Agora se você é um investidor experiente, pode ficar contente ao perceber a quantidade de erros que você evitou ou triste ao ver os que você cometeu.

    Mas não desanime!

    Como eu disse, são os erros que nos ajudam a aprender e a ser uma pessoa – e um investidor – melhor.

    1. Falta de conhecimento sobre investimentos

    O erro número 1 não poderia ser outro.

    O pecado mais grave dos investidores é a falta de conhecimento, um problema gravíssimo que pode afetar principalmente os iniciantes.

    No começo de qualquer empreitada, é normal separar um tempo para se preparar.

    Estudar e conhecer muito bem o tipo de investimento são passos essenciais para assegurar um risco menor para qualquer aplicação.

    Porém, parece que algumas pessoas simplesmente pulam a parte teórica e partem para a prática sem o mínimo de conhecimento.

    Isso é loucura!

    Antes de embarcar em um navio, procure saber todos os detalhes a respeito dele.

    Saiba se ele não vai afundar na primeira tempestade ou se as pessoas que estão subindo nele são realmente de confiança.

    O mundo dos investimentos não é um playground onde você pode entrar e fazer o que você quiser.

    Se fizer isso, com certeza perderá dinheiro.

    Sem conhecimento, você poderá até mesmo cair em outras armadilhas que ainda serão listadas neste artigo.

    E como se livrar do risco de cometer esse erro?

    Simples: estude!

    Se você for investir em ações, leia mais sobre como investir na bolsa de valores e como fazer uma boa análise de ações.

    Se você for investir em renda fixa, entenda primeiramente o que é a taxa CDI e como escolher um bom ativo de renda fixa.

    Além de artigos em blogs, os livros também são uma excelente fonte de conhecimento para o aprendizado.

    Portanto, não há desculpa para aqueles que acabam sofrendo pela falta e conhecimento em investimentos.

    A fonte está aí, basta apenas você beber dela.

    2. Não acreditar que você pode investir bem por conta própria

    Na contramão daqueles que acabam investindo naquilo que não conhecem, há outros que pecam por nunca tentar, mesmo possuindo o conhecimento necessário.

    O medo geralmente é o responsável por isso.

    Esse é um dos sentimentos mais paralisantes que existe.

    Quando você está tomando pelo medo, mesmo tendo plena certeza sobre o que fazer, é provável que não faça nada.

    É nessa hora que você deixa o dinheiro desvalorizando na poupança, sendo corroído pela inflação.

    Ou pior: parado na sua conta corrente pronto para ser gasto.

    A partir do momento que você obtiver conhecimento sobre determinado tema e se sentir confiante para agir, faça-o imediatamente.

    Não espere o sentimento de insegurança tomar conta de você.

    Tenha plena consciência de que você não precisa do gerente do seu banco para ter sucesso nos investimentos.

    E não se deixe enganar por mentiras que são constantemente repetidas por aqueles que não investem.

    No vídeo abaixo eu falo sobre uma das maiores falácias do mundo dos investimentos (e como não cair nela).

    https://www.youtube.com/watch?v=-7impbp3Jvo

    3. Agir de acordo com a manada

    O cenário é clássico: os noticiários informam que determinada empresa está ganhando destaque e muitos estão comprando suas ações.

    O que os “investidores” fazem nesse momento?

    Entram no mercado de ações e compram papéis dessa empresa.

    E o que acontece em seguida?

    Muitos se decepcionam e acabam reforçando aquela mentira que eu combati no vídeo acima.

    Sim, isso infelizmente acontece.

    E alguns chegam a perder uma boa grana nessa brincadeira – que de engraçada não tem nada.

    E qual foi o erro dessas pessoas?

    Agir conforme a manada.

    Ou seja, fazer o que todos estavam fazendo.

    Quando esses “investidores” compraram as ações dessa empresa em destaque, os papéis já estavam muito caros.

    Dizemos que as ações já estavam precificadas.

    O mesmo pode acontecer na hora da venda.

    Ao observar que muitos estão saindo de determinada ação, investidores despreparados (e desesperados) acabam vendendo seus papéis na baixa.

    Por quê?

    Simplesmente porque todos também estão fazendo isso.

    Mal sabem que essa pode ser uma boa oportunidade para comprar ativos a um preço acessível.

    É mais um caso do sentimento de medo afetando a tomada de decisões.

    A dica é: não siga a boiada.

    Estude e tenha consciência das suas ações no mundo dos investimentos.

    4. Falta de disciplina

    Disciplina, ou autocontrole, são essenciais para você alcançar seus objetivos financeiros.

    E não somente objetivos financeiros, é claro.

    Muitas outras metas só podem ser alcançadas com muita disciplina.

    E acredite: esse também é um dos maiores erros dos investidores.

    A falta de comprometimento com um plano de ação pode colocar todo o planejamento por água abaixo.

    Eu concordo que essa não é uma habilidade tão fácil de desenvolver.

    Separar uma quantia definida do orçamento, estudar e realizar os investimentos conforme o planejado pode ser bem difícil.

    Porém, sem isso, é difícil avançar nesse universo.

    A disciplina pode se revelar até mesmo em hábitos simples.

    Por isso, destaco a importância de anotar todos os seus gastos, outra prática que exige bastante comprometimento e disciplina.

    Assim você pode se tornar mais consciente de todo o dinheiro que entra e que sai do seu orçamento.

    Falando em orçamento, já conferiu o meu artigo sobre Orçamento Familiar?

    Esse é outro bom exemplo de autocontrole aplicado, o que é ainda mais difícil pois envolvendo o comprometimento de outras pessoas.

    5. Acreditar em uma “fórmula mágica” para ficar rico

    A este ponto você já deve estar ciente: não existe fórmula mágica para ficar rico.

    Existem sim alternativas melhores e piores para alcançar esse objetivo.

    Existe até mesmo aquele que eu considero o melhor investimento de todos (é sério!).

    Porém, ainda é preciso se esforçar para alcançar a independência financeira.

    Nada vem de graça.

    Como diria o famoso economista Milton Friedman, “there is no free lunch” ou, em tradução livre, “não existe almoço grátis”.

    Essa frase definitivamente traduz muito bem a desafio de muitas pessoas que procuram a chamada fórmula mágica.

    Aprenda cedo: não existe atalhos para chegar onde você precisa.

    Não existe almoço grátis. Para ter sucesso, você precisa se esforçar e, eventualmente, fazer sacrifícios.

    6. Não considerar o horizonte de longo prazo

    As pessoas são imediatistas.

    Todos nós queremos as coisas para ontem.

    Porém, o maior aliado de um investidor é aquele que muitos consideram um adversário: o tempo.

    Você pode ainda não ter entendido isso, mas a maioria dos produtos de investimento são ferramentas de construção de riqueza no longo prazo.

    Poucas são as alternativas que podem torná-lo rico da noite para o dia.

    E, como muitos provavelmente já sabem, quanto maior o retorno, maior é o risco também.

    Portanto, sempre planeje seus investimentos considerando um horizonte de longo prazo.

    Isso vai ajudar a alinhar suas expectativas e diminuir as frustrações ao longo do tempo.

    Mas nada te impede de organizar metas para o curto e médio prazo também.

    Essa é uma boa forma de alinhar as expectativas das pessoas envolvidas no seu planejamento.

    Assim todos sabem quando seus objetivos serão alcançados.

    Desde que, é claro, o cronograma seja mantido com muita disciplina.

    Com o tempo você irá perceber que se planejar para o longo prazo faz todo o sentido.

    É lá na frente que você vai se programar para usufruir da riqueza que você está construindo agora.

    Tenha paciência e a magia dos juros compostos trabalhar a seu favor.

    7. Confundir investimento com especulação

    Essa também é clássica.

    E tem tudo a ver com a falácia que eu desmenti no vídeo do tópico nº 2.

    Eu até já falei sobre isso em um artigo – Especulação Financeira: Tudo Que Você Precisa Saber Para Não Confundir Com “Investimento” e Não Perder Dinheiro – e o vídeo abaixo.

    Aliás, recomendo fortemente que você leia e assista a esses dois materiais.

    Aqui eu peço licença para trazer a definição de especulação da boca daquele que é considerado o maior investidor de todos os tempos, Warren Buffett:

    “Uma operação de investimento é aquela que, após análise profunda, promete a segurança do principal e um retorno adequado. As operações que não atendem a essas condições são especulativas.”

    Existem basicamente três diferenças principais entre o investidor e o especulador:

    • Os especuladores não estão interessados em manter seus ativos por um longo período. Eles focam no curto prazo, ou seja, não consideram um horizonte de longo prazo.
    • Os especuladores têm como motivação principal o potencial de lucro, nem que isso signifique arriscar todo o capital empregado.
    • Os especuladores adquirem algum ativo simplesmente apostando que ele irá se valorizar porque alguém pagará mais caro. Eles nem sempre realizam uma “análise profunda”, tampouco enxergam empresas por trás de ações, imóveis por trás de fundos imobiliários, e aí por diante.

    Lembrando que a especulação não é necessariamente uma coisa ruim.

    Para o mercado financeiro, ela é ótima.

    Afinal, são os especuladores que dão liquidez à economia.

    É graças a eles que você consegue comprar ações, fundos imobiliários, imóveis… sempre há pessoas dispostas a vender.

    E elas geralmente são especuladores.

    Portanto, embora o termo tenha recebido uma conotação muito negativa com o passar do tempo, é possível enxergar a especulação como algo importante para a economia.

    Só não seja você o especulador!

    https://www.youtube.com/watch?v=RZdXyN_5kMM

    8. Excesso de confiança

    Depois que você adquire conhecimento, acredita ser capaz de realizar bons investimentos por conta própria e está comprometido com o seu planejamento, um perigo grande pode surgir: você mesmo.

    Ou melhor, o seu excesso de confiança.

    À medida que aprendemos mais sobre determinado assunto, é normal começarmos a “negligenciar” os cuidados relacionados a sua prática.

    Quer um bom exemplo?

    A condução, ou seja, a habilidade de dirigir.

    Se você já possui carteira de motorista há alguns anos, deve se lembrar da insegurança que sentimos no momento em que estamos aprendendo a dirigir.

    Tomamos todos os cuidados possíveis para que tudo esteja acontecendo exatamente como o previsto.

    Dirigimos com as duas mãos no volante, ligamos a seta antes de fazermos uma conversão, paramos completamente o carro nos cruzamentos…

    Porém, depois de alguns anos (ou até mesmo meses) dirigindo, logo vem os vícios da direção.

    Pilotamos com apenas uma mão no volante, falamos ao celular enquanto dirigimos, não sinalizamos mais antes de conversões e praticamente não paramos o carro em cruzamentos.

    Tudo isso por causa do excesso de confiança que desenvolvemos com o tempo.

    O resultado?

    Muitos acidentes bobos acontecem, causando feridas e até levando vidas no processo.

    O excesso de confiança no mundo dos investimentos pode até não trazer um fim tão trágico assim.

    Mas ainda assim pode prejudicar bastante os investidores, que correm o risco de perder todo o dinheiro se não souberem administrar bem os riscos e entender a hora certa de tomar cada decisão.

    Não deixe o excesso de confiança atrapalhar seus investimentos.

    Não permite que os “vícios dos investimentos” tornem você um mal motorista nessa estrada.

    9. Não considerar os riscos

    Quando eu falo de risco, uma das primeiras coisas que vem a minha mente é o perfil de investidor.

    Você por acaso já descobriu o seu?

    Você sabe se é um investidor conservador, moderado ou agressivo?

    Nem é preciso mencionar a importância de levar em conta os riscos na hora de realizar seus investimentos.

    É por isso que eu apenas quero que você assista a esse vídeo abaixo.

    Essa é a melhor resposta a respeito desse tema.

    https://www.youtube.com/watch?v=ff31CkpcFp0

    10. Falta de conhecimento próprio

    Depois de passar por todos esses erros dos investidores, vamos abordar aquele que eu considero o mais grave: a falta de conhecimento próprio.

    Você por acaso tem um objetivo definido?

    Há uma meta a ser alcançada?

    Sem essas definições, qual é o sentido de continuar realizando seus investimentos?

    Você precisa parar e refletir o motivo que o está levando a buscar maiores ganhos, a vencer na corrida dos investimentos e a deixar a preguiça para trás.

    Se você não conhece o que o motiva a sair todos os dias da cama, como você espera continuar fazendo isso todos os dias?

    Não entre no famigerado piloto automático.

    Conheça a si mesmo.

    Saiba os seus limites.

    A sua capacidade de suportar o risco.

    O quão disciplinado (ou indisciplinado) você pode ser.

    Tenha consciência dos conhecimentos que você adquiriu.

    Enfim… faça uma autoanálise e desenvolva o seu conhecimento próprio.

    Somente assim você vai evitar os maiores erros dos investidores.

    CONCLUSÃO

    Eu sei.

    Este não foi um artigo fácil de ler.

    É praticamente um tapa na cara daqueles que estão tentando constantemente mudar sua forma de viver e encarar os investimentos.

    É normal.

    Todos nós passamos por isso todos os dias!

    É preciso se reinventar, e é por isso que eu trouxe essa lista com os 10 maiores erros que os investidores cometem.

    Resumindo, tenha em mente o que você deve evitar:

    1. Falta de conhecimento sobre investimentos
    2. Não acreditar que você pode investir bem por conta própria
    3. Agir de acordo com a manada
    4. Falta de disciplina
    5. Acreditar em uma “fórmula mágica” para ficar rico
    6. Não considerar o horizonte de longo prazo
    7. Confundir investimento com especulação
    8. Excesso de confiança
    9. Não considerar os riscos
    10. Falta de conhecimento próprio

    Você tem conseguido fugir desses erros no seu dia-a-dia?

    O quão difícil é para você superar as amarras impostas por alguns desses pontos?

    Compartilhe comigo a sua experiência!

    Vou ficar muito contente em ouvir a sua história e poder compartilhar um pouco da minha.

    Espero que você tenha gostado deste artigo!

    Forte abraço,

    Ramiro Gomes Ferreira

    Convidados

    5 atitudes para se tornar um investidor de sucesso

    27 de setembro de 2017

    Quem nunca ouviu falar de Bill Gates ou de Jorge Paulo Lemann provavelmente não vive neste planeta. Estes são dois nomes fortes no empreendedorismo e que até hoje inspiram pessoas mundo afora.

    Além de serem ótimos nos negócios, os dois empresários têm outra característica em comum: são investidores. Bill Gates costuma investir em novas empresas do ramo da tecnologia e também de cunho social. Lemann, por sua vez, é sócio de grandes empresas do ramo de alimentos e bebidas.

    Você pode estar imaginando que é difícil chegar ao patamar que eles chegaram. Mas saiba que, mesmo se não conseguir se tornar famoso em diversos países, você pode aprender muito com estes e vários outros investidores bem-sucedidos.

    Quer saber como valorizar ainda mais o capital que tem aplicado? Veja a seguir 5 atitudes importantes para se tornar um investidor de sucesso.

    1) Continue aprendendo

    Ninguém nasce sabendo. Mark Zuckerberg, por exemplo, não poderia imaginar que chegaria onde chegou. É claro que, para se tornar um dos homens mais ricos do mundo, ele traçou objetivos e se manteve focado até atingi-los.

    Mas para chegar lá ele precisou aprender bastante. Essa é a primeira dica: aprender e continuar aprendendo. A humildade de reconhecer que é possível absorver constantemente novas ideias e conceitos é essencial para ter sucesso nos investimentos.

    Além de entender como o mercado funciona, você precisa se manter informado sobre o que ocorre no Brasil e no mundo. Novidades podem surgir e você deve estar sempre a par do que está acontecendo.

     2) Seja disciplinado

    Quando falamos de investimentos, outra atitude fundamental é manter as emoções no lugar. É compreensível que perder dinheiro é uma situação ruim, mas é melhor abrir mão de algumas dezenas do que perder tudo de uma vez, concorda?

    Por isso, não faça nada por impulso. Pare, pense e defina uma estratégia de investimentos. Além do seu perfil e seus objetivos, essa estratégia também deve abranger métodos para proteger seu dinheiro.

    Dessa forma, caso algo não vá de acordo com as suas expectativas, esses métodos poderão minimizar as perdas. A disciplina, nesse caso, é prioridade. Afinal, você só conseguirá atingir a meta que delimitou se manter o foco e não fugir do plano traçado.

    3) Não abra mão da segurança

    Como falamos agora pouco, a segurança do seu capital deve ser levada à sério. Existem investimentos que oferecem riscos maiores, como é o caso da Bolsa de Valores. No entanto, quem já investe há um bom tempo neste mercado conhece boas técnicas para suavizar as possíveis perdas.

    Para evitar cair em armadilhas, a orientação é fazer bom uso de métodos e ferramentas, como o stop loss e o manejo de risco. Você vai ver que sua atitude será fundamental para decidir se sua perda será menor, ou seja, mais fácil de ser revertida, ou se seu capital irá reduzir drasticamente devido a uma irresponsabilidade.

    Outra dica importante sobre esse tópico: é muito importante aprender com os erros. Quando se é iniciante, principalmente, é compreensível falhar. O que não é positivo é cometer sempre os mesmo erros.

    Quando o assunto é segurança, enganar-se novamente pelo mesmo motivo pode custar caro para o seu bolso. Por isso, conheça a fundo cada investimento que for fazer e lance mão de boas estratégias para proteger seu dinheiro.

    4) Vá além da teoria

    Você não se torna um médico apenas lendo livros focados em tratamentos para diversas doenças. Nem abrirá uma oficina mecânica somente após ver vídeos online ensinando como trocar um pneu. A teoria é importante, mas só funcionará 100% aliada à prática.

    No universo dos investimentos, a ideia é a mesma. Você só se tornará um bom investidor se souber investir na prática. Sabe a máxima: “só se aprende fazendo”? Ela é bastante verdadeira.

    Como dissemos logo ali em cima, aprender a dinâmica do mercado é muito relevante. No entanto, esse conhecimento não será de muita utilidade se você não souber usá-lo a favor das suas finanças.

    Dominar a teoria é, de fato, um passo muito importante rumo a uma vida financeira mais saudável. Contudo, também é imprescindível colocar tudo que aprendeu e continua aprendendo em prática. Você só saberá onde e qual o melhor momento para investir se praticar e adquirir experiência.

    5) Não tenha vergonha de pedir ajuda

    Quando você está começando algo novo ou já tem certa experiência, mas surgiu uma dúvida, é importante saber a quem recorrer. Se você sente uma dor, procura logo um médico. Ou se seu computador para de funcionar, você logo chama a assistência técnica.

    Por que, então, não utilizar os conhecimentos de quem entende de investimentos quando precisa tomar uma decisão financeira importante? Não estamos dizendo que você deve depender de um profissional para dar cada passo, mas contar com o auxílio de uma pessoa qualificada em momentos decisivos pode fazer muita diferença.

    Por isso, não tenha vergonha de pedir ajuda a um especialista no mercado. E o mais importante: confie em quem sabe de fato o que está fazendo. Seguir as dicas de um primo ou amigo que não tem anos de experiência no mercado financeiro pode custar mais caro do que imagina.

    Já deu para perceber que não importa se você vai investir 100 mil reais ou 5 mil reais, não é? As atitudes que listamos neste artigo são comuns a bons investidores de diferentes perfis e bolsos.

    Portanto, reavalie como você tem investido até então e comece a aprimorar suas ações para se tornar também um investidor de sucesso.

    investidor-de-sucesso

    Convidados

    Mulheres se destacam na hora de empreender

    10 de março de 2017

    Mulheres se destacam na hora de empreender

    O século XXI trouxe consigo muitas conquistas. As mulheres estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho. Ocupam cargos de confiança, lideram grandes equipes e ocupam altos cargos em organizações renomadas.

    Elas também estão cada vez mais confiantes para explorar o mundo dos negócios. O empreendedorismo, tão em voga hoje em dia, tem sido mais um espaço que as mulheres estão conquistando.

    Mulheres no mercado de startups

    Aos poucos as mulheres têm conquistado também o mundo das startups. Elas aparecem como fundadoras e investidoras. Segundo pesquisa da Catalyst, afirmou que a startup que têm uma mulher como fundadora tem 50% de chance a mais de dar certo.

    Um exemplo muito conhecido no Brasil é a startup Love Mondays. O que muita gente não sabe é que ela foi fundada por uma mulher, a brasileira Luciana Caletti. A startup possui uma plataforma onde os funcionários podem avaliar a empresa que trabalham de forma anônima, divulgar seu salário e deixar seus comentários.

    Atualmente, a plataforma serve de fonte de pesquisa para muitas pessoas que querem saber a opinão dos atuais e dos ex-funcionários de uma organização.

    Outra startup que deu certo foi a Casar Casar, também fundada por uma brasileira, Tatiana Goldstein, que ajuda na organização de casamentos em todo o país.

    Número de mulheres empreendedoras é expressivo

    Mas não é só nas startups que elas estão presentes. Segundo dados divulgados pelo Sebrae, 52% dos novos empreendedores com menos de três anos e meio de atividade são mulheres. Além disso, as mulheres são maioria nessa área em quatro das cinco regiões brasileiras.

    A atuação feminina apesar de expressiva em algumas áreas, em outras ainda tem muito o que melhorar. A proporção de mulheres brasileiras em altos cargos corporativos no ano passado era de apenas 24%.

    No ranking mundial de participação feminina em cargos sênior, o Brasil não está bem colocado. Em relação aos países com menor igualdade de oportunidade, nós estamos em sétimo lugar. O país com a pior colocação da lista é o Japão, com apenas 7% de participação feminina em altos cargos, seguido por Alemanha, Índia e Argentina.

    Desigualdade salarial

    O Brasil não tem motivos para se orgulhar quando o assunto é igualdade salarial entre homens e mulheres. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirmou que as mulheres recebem em média 76% do salário dos homens para desempenhar as mesmas tarefas.

    Mas não é só no Brasil que as mulheres relatam essa desigualdade. A grande lutadora de UFC, Ronda Rousey, ganha apenas um terço do que um campeão do UFC só que da categoria masculina recebe.

    Outro exemplo é o da famosa atriz de Hollywood, Meryl Streep, recordista de indicações ao Oscar. Ela ganha menos da metade do que os atores mais bem pagos do ramo. Além de ganharem menos, as mulheres também costumam trabalhar mais que os homens.

    Segundo levantamento do IBGE, elas se dedicam duas vezes mais nas tarefas domésticas do que os homens. Dessa forma, elas acabam trabalhando 5 horas a mais que eles, somando as atividades fora e dentro de casa.

    O mundo dos investimentos também é delas

    Além de estarem se tornando grandes empreendedoras, as mulheres também têm se destacado no mundo dos investimentos.

    Com atuação cada dia maior na Bolsa de Valores, as mulheres possuem características muito importantes para quem quer obter sucesso na área. Existem alguns traços presentes no perfil feminino que ajudam muito na hora de escolher onde e como fazer aplicações.

    Características como a noção de risco aguçada, habilidade de montar um planejamento e o fato de ter os pés no chão, contribuem para que as mulheres façam escolhas inteligentes.

    Realizar lucros através de bons investimentos pode ajudar as mulheres a alcançarem sua liberdade financeira. Dando espaço para que ela trabalhe com o que gosta, sem preocupações com o salário que vai cair na conta no fim do mês ou servindo como um complemento de renda.

    Seja qual for o motivo que leve a mulher a empreender ou investir, o importante é encontrar um caminho com o qual ela se identifique. Afinal, sua jornada precisa fazer sentido. Nesse sentido, inspirar-se em exemplos de mulheres poderosas no mundo das finanças é um bom começo para que elas se sintam mais confiantes para trilhar um caminho de sucesso.

    Convidados, Livraria

    Tony Robbins revela os 4 principais passos para ficar rico

    9 de março de 2017

    Leia também:

    Conselhos de milionários para inspirar e mudar rumos vida financeira

    Sinais que você está rico, mesmo que não se sinta assim

    Tony Robbins, é um investidor multimilionário e um dos nomes mais influentes no mercado de coach de carreiras. Tal investidor também é autor do best-seller “Money: Master the Game”, ainda sem tradução para o português, em que revela os detalhes e formas mais importantes de se gerenciar dinheiro e riquezas.
    Faz pouco tempo que ele lançou o livro “Unshakeable”, onde, além de compartilhar outras lições de administração e investimentos, ele também mostra os principais passos que as pessoas devem seguir para conseguir acumular riqueza.

    Want to Get Rich? Tony Robbins Lays It Out in 7 Simple Steps

    O portal Inc. através do artigo “Want to Get Rich? Tony Robbins Lays It Out in 7 Simple Steps” juntou alguns dos principais pontos que o investidor escritor aborda em seu livro.

    Veja a seguir:

    1) Entre no jogo

    Um dos principais erros que as pessoas cometem ao investir é não investir da forma correta, seja por medo dos riscos que correrá ou também por acreditar que é uma tarefa que requer muita responsabilidade. O conselho de Robbins para quem está nessa situação é para ser ambicioso: “Você não quer ter um celular da Apple, você quer ser dono da própria Apple”, é como as pessoas devem pensar.

    2) Não perca dinheiro

    Apesar de parecer uma dica óbvia, é sempre importante pensar em maneiras de reduzir os riscos que existem. O investidor aconselha, neste caso, que as pessoas sempre pensem em maneiras de reduzir os riscos que correm, seja de investimentos ou de gastos inesperados.

    3) Segurança financeira é uma prioridade

    Ter “segurança financeira” significa conseguir bancar despesas básicas, como transporte, alimentação, aluguel, entre outras, com o dinheiro que seus investimentos renderam.

    4) Independência financeira também deve ser um objetivo

    Conseguir manter seu padrão de vida somente com os rendimentos de seus investimentos, sem trabalhar, é do que consiste independência financeira. Para Robbins, isso deve ser considerado um objetivo.

    Geral

    Erro dos jovens na hora de investir

    12 de setembro de 2016

    Para planejadora financeira e colunista do site Business Insider, Tanza Loudenback, é importante que as pessoas estabeleçam suas próprias metas. O que pode ser uma das melhores decisões tomados enquanto a pessoa é jovem seria começar a poupar e investir o quanto antes e com mais frequência possível. Tudo isto graças ao “milagre” dos juros compostos, o qual fará com que consiga fazer seu dinheiro render muito mais ao começar a poupar desde cedo.

    No entanto, muitas pessoas se perguntam quanto deveriam poupar. De acordo com a planejadora financeira Mary Beth Storjohann, fundadora da empresa de planejamento financeiro Workable Wealth, não há uma quantidade exata.

    “Poupar realmente depende de suas metas e do estilo de vida que você tem agora e do estilo de vida que você almeja para seu futuro”, comenta a planejadora financeira. Ela não gosta de estabelecer números para as pessoas, mas calcula algumas linhas gerais para começar. “Se você está na casa dos 20, tente poupar ao menos 10% de sua receita líquida. Se está nos 30, tente investir pelo menos 15%”.

    Storjohann disse que a geração Y, em particular, comete o erro de achar que deve estar no mesmo ponto, financeiramente, que outras pessoas da mesma idade. Ela conta que clientes costumam perguntar como estão financeiramente em comparação com outros clientes dela ou outras pessoas que ela tem conversado.

    Ela comenta que, especificamente em relação aos mais jovens, há muita ansiedade e stress em relação a dinheiro e isso acontece especialmente por conta das mídias sociais e a forma como nos comparamos uns com os outros.

    O conselho dela é que essas pessoas busquem um planejador financeiro que ajude a organizar suas finanças e que você consiga entender como investir de acordo com suas metas, seja ela se aposentar rico ou largar o trabalho para viajar o mundo. O grande erro é perder tempo se preocupando com as finanças dos outros e não com a própria. É importante que você faça seus investimentos focado em suas necessidades e não na dos outros.

    Texto original em inglês:
    A financial planner shares a big misconception 20-somethings have about saving money

    planejamento-financeiro-de-jovens

    Veja também:

    Conquistas financeiras para os jovens

    Até mais.

    Convidados, Filmes

    4 personagens de filmes que todo investidor deve conhecer

    22 de agosto de 2016

    A arte imita a vida e é por isso que conseguimos encontrar em representações artísticas várias associações com o mundo real. No cinema, por exemplo, isso acontece com muita frequência. Tanto é que já estamos acostumados a assistir inúmeras hipérboles do nosso cotidiano.

    Em se tratando de investimentos na Bolsa de Valores, temos uma grande gama de produtos cinematográficos retratando esse universo. Para aqueles investidores que também são grandes apreciadores da sétima arte, construímos uma lista de 4 personagens inseridos no mercado de ações que todo investidor deve conhecer:

    Michael Burry – A Grande Aposta (2015)

    Interpretado por Christian Bale, o personagem Michael Burry é um gestor de fundos que decide investir o dinheiro que coordena apostando que o mercado imobiliário iria quebrar. O filme, que é inspirado em fatos reais, explicita todo o processo que Michael passou desde o momento que decidiu apostar na crise imobiliária, até quando, de fato, ela ocorreu.

    O personagem questiona a segurança do mercado imobiliário e inicia uma investigação para entender a situação das hipotecas presentes nos títulos que os bancos vendiam na época. Dessa forma, ele descobre que o mercado era vendido como estável e seguro, enquanto esses títulos estavam misturados com créditos de alto risco.

    Com isso, ele fez uma aposta: criou os derivativos de crédito dessas hipotecas, o que valia como um se fosse um seguro de inadimplência dos créditos concedidos. Assim, enquanto as pessoas não estavam conseguindo pagar suas hipotecas, ele ganhava dinheiro do banco que concedeu o empréstimo. Portanto, Burry conseguiu antecipar a bolha imobiliária por meio de uma apurada observação do mercado, e conseguiu realizar estrondosos lucros a partir disso.

    Seth Bregman – O Dia Antes do Fim (2011)

    Seth Bregman é um corretor júnior, que trabalha em um grande banco de investimentos em Wall Street. Quando o banco em questão está em apuros e precisando fazer um corte drástico de pessoal, Seth vê seu chefe, Eric Dale, sendo demitido.

    Eric por sua vez, estava trabalhando em um importante arquivo, e consegue entregá-lo em pendrive, minutos antes de deixar o prédio de vez, para Peter, que é amigo de Seth.

    A partir disso, eles descobrem que o arquivo se trata de uma análise de volatilidade da empresa, apontando que o limite de risco havia sido ultrapassado, indicando que a  instituição estava muito próxima da falência. Eles convocam, então, uma reunião de emergência com diversas personalidades importantes da empresa, dentre elas seu dono.

    As decisões que vieram depois disso foram pautadas no entendimento de que a bolha estava prestes a explodir. E, enquanto os executivos tentam pensar em um plano de ação para controlar os danos, durante as 36 horas “antes do fim”  Seth tenta descobrir quanto cada um dos presentes na reunião ganha anualmente. O enredo do filme nos leva a uma reflexão acerca da saturação do mercado com papéis podres, o que acabou lesando o sistema financeiro.

    Jordan Belfort – O Lobo de Wall Street (2013)

    É impossível falar de mercado financeiro no cinema sem citar Jordan Belfort. O personagem, interpretado por Leonardo DiCaprio, que inicia sua jornada em uma grande corretora, mas que após a chamada “segunda-feira negra” se vê sem trabalho em Wall Street.

    Procurando por alternativas para se manter, ele acaba aceitando um emprego para negociar papéis de menor valor, que não estão na bolsa de valores.

    Depois dessa experiência, Belfort acaba decidindo abrir sua própria empresa, Stratton Oakmont, em parceria com um amigo. Em pouco tempo, a dupla consegue tornar a empresa bilionária. A partir daí, o personagem começa a entrar para uma vida de luxo e drogas, financiando grandes eventos particulares, se relacionando com prostitutas e fazendo extravagâncias.

    Contudo, dentro de sua empresa, Belfort conseguia lucrar quantias estratosféricas em questão de segundos, mas nem sempre seguia preceitos éticos e legais. Por isso, sua empresa começa a ser alvo de uma grande investigação e o filme retrata Jordan tentando fugir da situação para preservar seu dinheiro de alguma forma.

    Gordon Gekko – Wall Street (1987)

    investimentos-personagens-filmes-Gordon-Gekko

    Provavelmente você já conhece Gordon Gekko ou alguma de suas famosas frases. Retratado tanto no filme Wall Street, quanto em Wall Street: o Dinheiro Nunca Dorme, Gekko é um milionário cético e ganancioso, que faria qualquer coisa por dinheiro. O magnata, responsável por imortalizar a frase “A ganância é boa”, se tornou um símbolo de falta de escrúpulos no mercado financeiro.

    O primeiro filme, retrata um jovem corretor, Buddy Fox, que idolatra Gordon e sonha em conhecê-lo. Ao passo que Fox vai adquirindo o estilo de vida que tanto admirava e percebendo o alto preço da sua ascensão social, nós espectadores temos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre Gordon Gekko.

    Apesar de caricatos, as características identificadas nesses personagens estão presentes no mercado financeiro. Desses filmes é possível tirar lições, como a  importância de se manter centrado para conseguir cuidar do seu dinheiro e não se deixar levar pelas circunstâncias.

    E você, já conhecia esses personagens? Tem outras indicações para a lista? Mande sua sugestão nos comentários!

    Geral

    Questão para reflexão: Hinode é pirâmide financeira?

    26 de abril de 2016

    APENAS UMA QUESTÃO PARA REFLEXÃO com base na liberdade de expressão * e estudos de outros sites os quais são referenciados no transcorrer deste post:

    – Afinal de contas, Hinode é mais um esquema de pirâmide igual tantos outros que surgiram na história recente da internet brasileira?

    *Liberdade de expressão é o direito de qualquer indivíduo manifestar, livremente, opiniões, ideias e pensamentos pessoais sem medo de retaliação ou censura por parte do governo ou de outros membros da sociedade. É um conceito fundamental nas democracias modernas nas quais a censura não tem respaldo moral.

    Conferir também http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm

    Com o número de pessoas desinformadas e desempregadas no mercado, as pirâmides financeiras não param de crescer, claro que para isto elas precisam disfarçar, fingir que tem um bom produto ou que são um MMN (Marketing Multinível). Alguns relatos de lesados pela Hinode no Reclame Aqui são de arrepiar, como um ao informar que só pelo fato de “para iniciar, vamos localizar o seu patrocinador”. Algo que já demonstra que o sistema é uma pirâmide e o pior, a ganância dos incautos que caem nela, a maioria são pessoas “desprovidas de recursos”, isto implica em ser enganadas pelos que se acham mais espertos.

    Além disto ocorre muita falta de “produtos” e tantas outras reclamações. Infelizmente esse é o nosso Brasil. Finaliza o usuário no Reclame Aqui.

    Em uma História comum em várias empresas de MMN o blog Diga não a Hinode descreve uma boa historinha de um ex-consultor da Herbalife, a qual se aplica a outras empresas, como a Hinode, a qual usam esse modelo de fazer com que o “consultor” acredite que vai ficar rico. Acordem: o que sustenta a Hinode são os consultores, pagando para se ativar e pagando para frequentar eventos!

    No portal Gazeta Online através do artigo Lista de pirâmides não para de crescer também é listado a Hinode e um outro tanto de empresas que servem de exemplo para demonstrar a internet como um terreno fértil para o alastramento das pirâmides financeiras. A maioria usa a roupagem do marketing multinível para mascarar o golpe, esses negócios têm feito milhões de adeptos e provocado prejuízos ainda incalculáveis à economia nacional. A situação é tão preocupante que o governo federal deve tomar, em breve, medidas severas para combater os fraudadores e impedir que novas propostas perigosas nasçam e façam ainda mais vítimas.

    Não deixem de conferir, pois são muitos negócios de “marketing multinível” que prometem lucro alto:

    Lista de pirâmides não para de crescer

    estelionato-artigo-171

    Até mais e não seja o incauto da vez!!!

    Livraria

    Momentos em que sua mente erra em relação ao dinheiro

    12 de dezembro de 2015

    O ser humano está o tempo todo tomando decisões e para isto o cérebro acaba criando atalhos mentais para economizar esforço ou ter respostas mais rápidas na hora de realizar as escolhas. O resultado de tais decisões, advindas de truques mentais, pode ter impacto negativo sobre os investimentos. Com base nisto a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou um material (pequeno e-book) esclarecedor sobre os erros mais comuns provocados por esses atalhos mentais, que inclui também dicas sobre como evitá-los:
    – Série CVM Comportamental – Volume 1: Vieses do Investidor.

    Tal o conteúdo foi elaborado com base em conceitos de finanças comportamentais, vertente da psicologia econômica que estuda as emoções, as quaise estão por trás das decisões financeiras. Nos termos das finanças comportamentais, os atalhos mentais que nos fazem cometer erros financeiros são chamados de vieses comportamentais.

    Confira abaixo alguns dos principais vieses que levam os investidores a cometer gafes com o dinheiro, segundo a Série CVM Comportamental:

    Ter poucas referências ao investir

    A mente tende a considerar como verdadeiras referências que possuímos sobre determinados assuntos, ainda que elas sejam insuficientes.

    Se um investimento aparece ligado a palavras como “pechincha”, por exemplo, é mais provável que o investidor avalie o investimento como vantajoso do que outro que costuma ser considerado “caro”.

    A explicação para esse fenômeno é que a mente necessita de referências para basear seus julgamentos, mesmo que essas referências não sejam as mais adequadas

    Um investidor que compra uma ação por determinado valor e se recusa a vendê-la por um custo menor é um exemplo típico desse fenômeno. A justificativa para não realizar a venda é a crença de que foi pago um valor justo pelo bem ou aplicação. Mas esse pensamento, se questionado a fundo, pode não ser verdadeiro.

    O que fazer: Verifique se suas referências têm fundamentos e evite tomar decisões financeiras de última hora. Na falta de indicações racionais, a mente apela para informações disponíveis, mas que nem sempre são confiáveis.

    Homem lamenta erro

    Ter medo de perder dinheiro

    Este truque da mente consiste em atribuir maior importância às perdas do que aos ganhos. Uma das justificativas para isso é que, como a dor da perda tende a ser sentida com maior intensidade do que o prazer da conquista, ficamos com a impressão de que a perda é mais relevante.

    O fenômeno, conhecido como aversão ao risco, pode levar o investidor a se manter em uma aplicação de baixa rentabilidade pelo medo de arriscar. Ou, pelo contrário, pode levá-lo a sair de uma aplicação promissora de forma precipitada pelo temor de perder os rendimentos que já foram acumulados.

    O que fazer: Estabeleça limites aceitáveis para eventuais prejuízos e questione periodicamente se vale a pena continuar investindo na aplicação. Em caso negativo, pode ser melhor retirar o dinheiro e buscar recuperar o prejuízo aplicando os recursos em algo mais rentável.
    Evite também monitorar frequentemente os rendimentos das aplicações, principalmente as de longo prazo. Isso pode ajudar a diminuir a ansiedade de resgatar o dinheiro por conta de perdas que poderiam ser facilmente recuperadas no futuro.

    Basear-se no histórico de ganhos do investimento

    Um erro frequente de investidores é calcular a probabilidade de retorno de determinada aplicação com base em seus desempenhos passados.

    Por exemplo, uma ação que tenha se valorizado por diversas vezes consecutivas pode levar o investidor a pensar que ela poderá passar a cair, mesmo que não haja uma razão racional para que isso aconteça, e vice-versa.

    O que fazer: Leve a sério o alerta de que ganhos passados não representam garantia de rentabilidade futura e baseie suas decisões de investimento em informações confiáveis.

    Ficar agarrado a convicções

    Outra peça que sua mente pode pregar é a priorização de informações que confirmam suas convicções e o descarte de dados que que desafiam nossas crenças. Esse é o viés de confirmação.

    Filtrar o que é verdadeiro dentre duas informações opostas exige esforço. Como o caminho mais curto (e fácil) é continuar acreditando nas nossas próprias crenças, muitas vezes nosso cérebro nos induz a isso.

    Como consequência, se o investidor acredita que uma aplicação é vantajosa, ao fazer uma pesquisa sobre esse investimento ele pode reunir apenas informações que validem sua tese, e pode acabar descartando notícias e dados que indiquem que a aplicação pode não ser tão boa assim (veja os 7 erros mais evitados pelos ricos ao investir).

    O que fazer: Pesquise com calma, compare informações de diversas fontes e busque discutir com outras pessoas os motivos que embasam ou desestimulam a decisão. Faça também um esforço adicional para encontrar pontos de vista contrários aos seus.

    Deixar-se levar por emoções

    A dificuldade de nos colocarmos em outros estados emocionais em um momento de estresse tem impacto negativo sobre nossas decisões de investimentos.

    Por exemplo, um investidor que tenha estabelecido um limite de 10% para perdas pode mudar de estratégia e resgatar todo o investimento ao verificar que a aplicação está registrando prejuízo, mesmo que a perda esteja dentro do limite inicialmente planejado.

    O que fazer: A melhor forma de não se deixar levar pelo calor do momento é programar de maneira automática aplicações e resgate de recursos em fundos ou ordens de compra e venda de ações, sempre respeitando critérios definidos previamente.

    Também pode ser uma boa saída estabelecer uma periodicidade mínima para acompanhar a rentabilidade dos investimentos, evitando acompanhar o rendimento em um período curto de tempo e de grandes oscilações.

    Ter excesso de autoconfiança

    Um investidor bem-sucedido em suas aplicações financeiras corre o risco de confiar demais em sua capacidade. Assim, ele pode passar a desconsiderar outros fatores que talvez tenham sido mais importantes para o sucesso dos investimentos do que o seu próprio desempenho.

    Acreditar em uma habilidade de controle de riscos acima da média pode levar o investidor a tomar mais risco de forma inconsciente. Isso acontece porque o viés da autoconfiança excessiva te leva a acreditar que outras pessoas podem ter prejuízos ou entrar em investimentos furados, mas isso jamais aconteceria com você.

    O que fazer: É sempre recomendável questionar a própria competência e discutir estratégias de investimentos com especialistas. Ainda que você tenha obtido bons lucros em uma aplicação, é sempre importante se prevenir contra perdas diversificando os investimentos.
    fonte: exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/6-momentos-em-que-sua-mente-erra-feio-em-relacao-ao-dinheiro

    Até mais.

    Convidados

    Como sua família investe? Veja como identificar o perfil de cada um

    30 de novembro de 2015

    A família brasileira ganhou um novo perfil nos últimos tempos , ou melhor, rompeu com muitos perfis e padrões e ganhou novos integrantes, os avós são mais participativos e dispostos. A mulher está fora de casa durante todo o dia, mas  a casa não está fora dela, bem como ela contribui em torno de 40% com a renda familiar, segundo pesquisa do IBGE de outubro de 2014.

    O homem não é mais o único provedor da renda familiar e em diversos casos, os casais optam por não ter filhos. Muita coisa mudou, mas as despesas e gastos ficaram e estão cada vez maiores. Planejamento financeiro é importante, assim como educação financeira. Mas é preciso ir além e buscar formas de ampliar o rendimento sem contrair dívidas e de maneira bem estruturada. Com isso o orçamento consegue aquela folga, os sonhos em stand-by podem ser realizados e bens adquiridos.

    Quando todos os membros da família contribuem de alguma forma com a renda e possuem hábitos saudáveis quanto ao próprio capital se torna mais fácil a prosperidade individual e coletiva da família.

    NA CASA DA MÁRCIA É ASSIM. E COMO ANDA SEU PLANEJAMENTO?
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    Cada família tem suas dificuldades, alegrias e seu orçamento. Conheça a família da Márcia e quais as dicas para que eles prosperem com as finanças.

    Márcia (A mãe) – Márcia é decoradora e tem 35 anos de idade. Ela se divide entre seus projetos e a pequena loja de doces que comanda ao lado da irmã, Cristina. A loja é pequena mas auxilia na complementação da renda. As irmãs ainda não pensaram em uma forma de tornar o empreendimento escalável e replicável. Ana sempre se preocupou com o futuro dos dois filhos, Artur (10 anos) e Bárbara (6 anos). Há anos têm guardado dinheiro para os estudos dos filhos e outras despesas relacionadas a eles. E faz tempo que ela espera a tão sonhada viagem para a Europa, que ainda não coube no orçamento depois do nascimento da caçula Bárbara.

    Carlos (O pai) – Carlos tem 38 anos e é bem competitivo. Há dez anos ele trabalha como gerente comercial em uma seguradora. Carlos já abriu pequenos negócios que não deram certo, mas ele nunca desanimou e sempre está atrás de uma novidade, alguma nova oportunidade que pareça lucrativa. Gosta de proporcionar conforto à mulher e aos filhos, bem como sonha em trocar o carro, que não acomoda toda a família como antes dos pequenos nascerem. Carlos tem vontade de investir na Bolsa de Valores mas sem experiência, prefere não arriscar.

    Antônio (O avô) – Antônio, de 69 anos mora com o casal e com as crianças. Ele é aposentado e tem um depósito de material de construção que pretende fechar em breve, depois que começou a comprar e vender ações. O avô de Artur e Bárbara vive discutindo com o filho, depois que decidiu ir além da poupança e ampliar os rendimentos. Durante os anos, ele foi muito econômico e se  precaveu com um bom capital que ganhou com o depósito e o aluguel do antigo apartamento que morava com Ângela, sua falecida esposa.

    PERFIS DE INVESTIMENTO: DESCUBRA QUAL O SEU E DA SUA FAMÍLIA
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    PERFIL CONSERVADOR

    Como Márcia sempre foi mais econômica e conservadora decidiu procurar opções de investimento que lhe dessem maior segurança e, ao mesmo tempo, proporcionassem um bom rendimento para o dinheiro que guardou para os filhos e para a sua tão sonhada viagem. Dessa forma, ela dividiu o seu capital em algumas partes e a partir de cada objetivo optou por um investimento diferente.

    Para a educação dos filhos optou por uma opção de investimento do CDB, que possui maior prazo de carência e lhe ofereceria maior rentabilidade. Neste investimento ela deixaria o seu capital aplicado por 5 anos e no final desse tempo iria retirar o capital com dinheiro suficiente para pagar o ensino dos filhos.

    Para a sua viagem Márcia optou pelo título público (Tesouro direto – LFT) – um investimento que proporciona liquidez diária, ou seja, ela pode resgatar o capital investido a qualquer momento, sem que haja grande prejuízo a sua rentabilidade. Outro benefício do LFT é ter sua rentabilidade atrelada à taxa SELIC. Assim, mesmo com a alta taxa de juros, ela pode ter bons lucros.

    PERFIL MODERADO

    Como Carlos sempre está atrás de uma novidade e de oportunidades de rentabilizar o seu dinheiro, ficou extremamente curioso ao saber por um colega de trabalho que existia um portal na internet que fornecia aos clientes diversas oportunidades de investimento no mercado financeiro. Como teve experiências negativas com antigos negócios, ele optou por diversificar seus investimentos pelas operações de longo prazo com parte do seu capital e a outra parte, aplicou em títulos de renda fixa – LCI (que é isento de imposto de renda) e CDB (que pode ser utilizado como margem de garantia na Bolsa de Valores, onde ele começou a realizar  pequenas operações de curto prazo). Carlos vai aproveitar os pequenos investimentos na Bolsa para trocar o carro da família, já que as possibilidades de ganho são altas e valeria a pena correr o risco do investimento.

    PERFIL AGRESSIVO

    Quem diria, o mais velho seria o investidor mais agressivo. Antônio contrariou as recomendações do filho e resolveu ir além da poupança e investir na Bolsa de Valores. Como ele ganhou maior tempo para outras atividades, desde que aposentou, encontrou no mercado financeiro uma excelente oportunidade de rentabilizar o dinheiro acumulado durante a vida. Ele realiza investimentos tanto em ações, quanto no Mercado Futuro através de day-trade e curto prazo.

    Idade não interfere, ou define se será feito um bom ou mau investimento, o que define é o quão paciente, persistente e disciplinado você será. Defina o capital a ser investido, o prazo de investimento, conheça suas limitações e escolha o melhor investimento para o seu perfil. Assim, você e sua família terão sucesso com as finanças.

    Renata Cota – Equipe Toro Radar