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    Como uma millenial pagou $68.600,00 de dívidas em 3 anos

    13 de junho de 2018

    Ela viveu um tempo sem nem lembrar que tinha uma dívida - e sofreu as consequências - Guen Garrido became debt free in March 2018 and celebrated by popping a large balloon filled with confetti
    Here’s how one millennial paid off $68,600 in just over 3 years

    Muitas pessoas já tiveram algum momento de muita dívida, no qual foi preciso tomar as rédeas da vida financeira para se reorganizar e não se afundar em dívidas. A jovem americana Guen Garrido passou por uma situação parecida, e conseguiu se superar. Ao ser entrevistada ao CNBC Make It, a jovem falou como quitou uma dívida de US$ 68.600, cerca de R$ 255 mil, em três anos e três meses.
    Depois de se formar em psicologia na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) em 2007, Guen Garrido tinha US$ 40 mil, cerca de R$ 148 mil, em dívidas estudantis. “Naquela época, era o que dava para fazer para conseguir terminar a faculdade“, explica.

    Ela considerou fazer uma faculdade menos reconhecida pelo preço, mas o fato de ter entrado na UCLA foi um grande passo, considerando que foi a primeira pessoa da minha família a ir para a faculdade. Então ela pensava: “Faça o que for preciso e quando tiver um emprego você paga a dívida”. Porém pagá-la não foi fácil quanto ela tinha imaginado.

    Ela era professora para crianças da pré-escola e ganhava apenas US$ 13 por hora, cerca de R$ 48, o que não era suficiente para pagar as contas. Então, deixou sua dívida em segundo plano. “Por um tempo, eu estava vivendo como se a minha dívida não estivesse lá. Parecia normal estar devendo muito dinheiro”, conta.

    E assim ela seguiu até 2013, quando alguns eventos da vida a fizeram enfrentar sua dívida. Depois de terminar um relacionamento de cinco anos, ela saiu do apartamento que dividia com o namorado e se viu “tendo que descobrir as coisas por conta própria”, diz. Mais tarde naquele mesmo ano, seu pai foi diagnosticado com câncer. “Essa notícia me derrubou. Foi quando percebi que não podia ajudar meu pai com o tratamento porque eu estava afundada em dívidas”, lamenta.

    Com o passar do tempo, aquela dívida da faculdade aumentou. Até o final de 2014, ela devia cerca de R$ 255 mil, graças a um financiamento de carro, alguns empréstimos pessoais e dívidas de cartão de crédito. Mas hoje ela estpa livre de dívidas.

    Como ela conseguiu a façanha?

    Buscou conhecimento

    A primeira coisa que a jovem fez foi começar a estudar sobre finanças pessoais com livros, podcasts, artigos e até vídeos no YouTube. Ela começou lendo um livro chamado “The Total Money Makeover” (Reformulação total do dinheiro), de Dave Ramsey, que a ajudou a elaborar seu plano para sair do vermelho. Mas seu recurso favorito era o YouTube. “Todo dia eu selecionava vídeos para ouvir discursos motivacionais sobre dinheiro ou qualquer coisa sobre investimentos, empréstimos e crédito”, diz. Começou a pagar a dívida no início de 2015.

    Durante os estudos ela aprendeu sobre o refinanciamento de empréstimos estudantis, uma estratégia que podia ajudá-la no momento. Ela refinanciou US$ 20 mil da sua dívida estudantil com uma empresa online de finanças pessoais especializada na modalidade, que permite diminuição de juros de uma dívida. Com isso, ela conseguiu reduzir a taxa de juros de 10% para 6%.

    Elaborou um plano

    Depois de ler o livro de Ramsey, a jovem passou a adotar o “método da bola de neve” para pagar tudo. Com essa estratégia, você prioriza seus menores débitos, independentemente da taxa de juros. Para Garrido, isso significava começar com US$ 50, cerca de R$ 180, que ela devia a loja de departamentos americana Target.

    A ideia é que ao pagar as contas mais baratas, você seja estimulado pela sensação de ver as dívidas desaparecerem. É como se estivesse rachando a bola de neve em pequenos pedaços para que aos poucos o impacto dela diminua, e isso vai ajudá-lo a ficar animado com o processo. E assim seguiu, depois de pagar as dívidas dos cartões de crédito, ela focou nos empréstimos pessoais e, finalmente, ela enfrentou sua maior dívida: o empréstimo estudantil pagando o quanto podia por mês.

    Ela definiu uma meta e acompanhou seu progresso

    Uma parte fundamental do plano de Garrido era estabelecer uma data final como meta para acabar com seus débitos. “Eu acho que muitas pessoas pensam que nunca serão livres de dívidas, então nem tentam sair. Mas depois que você define algumas metas para pagar, você começa a pensar: ‘Ok, eu posso fazer isso'”, explica.

    Para acompanhar seu progresso, ela criou uma planilha do Excel que não apenas permitia que ela registrasse suas receitas e despesas, mas também dizia como sua data prevista mudaria se aumentasse seus pagamentos de dívidas em um determinado valor a cada mês. “Isso me motivou a encontrar maneiras de vencer essa data”, acrescenta Garrido, que acabou pagando sua dívida nove meses antes do previsto.

    Ela acumulou uma renda extra

    Em 2015, Garrido já tinha deixado o trabalho como professora e começou uma nova fase em um emprego como analista de dados em uma universidade online e passou a ganhar mais que antes. Mas ainda não era uma renda suficiente, então ela começou a trabalhar com aplicativos de compartilhamento de caronas como o Uber.

    “Eu fiz isso praticamente cinco noites por semana. Depois que eu saía do trabalho, eu me dava um tempo para relaxar em casa e então pegava o carro e ia fazer algumas horas de Uber – inclusive cheguei a trabalhar nos fins de semana”, conta.

    Ela trabalhou com os apps de carona o ano de 2015 inteiro e conseguiu acumular US$ 10 mil na época, cerca de R$ 37 mil. Essa quantia foi direcionada quase completamente para a dívida. “Não tenha vergonha se você tiver que fazer um trabalho paralelo. Eu tive esse sentimento em um certo momento, mas valeu a pena”, comenta.

    Além disso, qualquer outra quantia que entrava em sua conta, ela usava para abater a dívida. “Eu não melhorei meu estilo de vida. Se eu tivesse um dinheiro para comprar algo de Natal, eu usava para pagar a dívida. E os impostos também – a restituição sempre ia direto para o que eu estava devendo”.

    Limitou seus gastos a US$ 300

    Além de gerar mais renda, Garrido diminuiu nos gastos. Ela começou diminuindo os preços em certos custos fixos. “Liguei para minha companhia de seguros de automóveis e negociei. Olhei para minha conta de telefone e descobri que estava em um plano antigo que custava mais do que o atual. Percebi que você precisa se atualizar sobre essas coisas e ver se há algo novo que possa lhe poupar dinheiro”, conta. Dessa maneira, ela foi reduzindo custos fixos onde viu que era possível.

    Em seguida, ela focou em reduzir as despesas do dia a dia. “Eu defini que só tinha US$ 300 por mês para fazer tudo tirando os custos fixos. Mercado, gás, sair para comer e entretenimento”, conta Garrido. Para garantir que ficasse dentro de seu orçamento, ela abriu uma conta bancária separada com apenas um cartão de débito e transferia US$ 300 para essa conta. Uma vez que ela passasse desse valor, ela não podia gastar mais até que seu próximo salário caísse.

    Enquanto Garrido estava gastando significativamente menos do que estava acostumada, não sentia que estava passando por dificuldades. Pelo contrário, via sua situação de gastar o limite que se impôs como quisesse. “Eu enxergava como espécie de dieta, que você poderia comer o que bem entendesse com uma certa quantidade de calorias”.

    Sua disciplina valeu a pena. Ao longo dos três anos e três meses, ela pagou uma média de US$ 1.800, cerca de R$ 6.600, por mês da dívida. Seu menor pagamento mensal foi de US$ 859, cerca de R$ 3.170, e o maior foi de US$ 3.418, cerca de R$ 12.600. “Esse valor mais alto foi no fim do ano, quando recebi um bônus da empresa. Usei o dinheiro e quase todo meu salário para pagar mais uma parte da dívida”, explica.

    A última parcela foi paga em março deste ano e, claro, ela fez questão de comemorar. Tirou o dia de folga do trabalho, fez uma massagem e depois comprou uma balão preto gigante e encheu de confete verde. Ela pintou a palavra “dívida” em prata e estourou o balão para festejar o fim desse ciclo difícil.

    Hoje, aos 32 anos, ela continua trabalhando como analista de dados e está oficialmente livre de dívidas, mas seus hábitos de consumo não mudaram muito. “Agora, eu me dou US $ 350 por salário para gastar”, diz ela.

    O dinheiro que era direcionado para sua dívida agora está focado em diferentes metas de poupança. Hoje, suas prioridades são: construir um fundo de emergência de US$ 10 mil e economizar para seu próximo casamento. Além disso, já pensa em metas de longo prazo, como comprar uma casa e economizar para a aposentadoria. “Mesmo que eu esteja livre da dívida, ainda há muito para se trabalhar”, diz Garrido.

    Leia também:

    5 coisas que você deve fazer se quiser sair rapidamente da dívida

    Até mais.

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    Erros financeiros para evitar aos 40 anos

    2 de março de 2018

    couple relaxing beach summer - casal relaxando em uma praia no verão
    9 money mistakes to avoid in your 40s

    Enquanto aos 20 estamos focados em construir nossa base financeira e criar bons hábitos, aos 30 estamos prestes a ter grandes mudanças de vida como construir uma carreira, casar, ter filhos etc.
    Já aos 40, há muito a ser feito para proteger o patrimônio e garantir a segurança financeira da família antes de começar a pensar na aposentadoria. É o que explica a planejadora financeira Sophia Bera.

    Pensando nisso, ela listou para o Business Insider algumas atitudes que devem ser evitadas nesta fase da vida e que podem prejudicar o sucesso financeiro. O InfoMoney selecionou seis delas:

    1) Comprar uma casa maior que o seu orçamento

    Com a família crescendo, aquele imóvel pequeno que antes era o suficiente, hoje já não serve mais. É tentador buscar por um lugar maior, com mais espaço e até em um bairro melhor. Mas isso significa que o valor do imóvel será maior, assim como o custo de manutenção e os impostos.

    Cuidado, porém, para não comprar um imóvel maior do que pode bancar. A casa própria não é um dos melhores investimentos, então você deve ser realista e honesto com o seu orçamento e evitar gastar todas as suas economias na nova casa.

    2) Gastar mais do que o necessário com as crianças

    Uma forma fácil – e rápida – de gastar dinheiro é destinar seu patrimônio aos filhos: escola, atividades extracurriculares, passeios escolares, brinquedos, acampamentos etc.

    É difícil dizer não para tudo o que seus filhos querem, e você quer oferecer o melhor – não só porque ama seus filhos, como porque os pais dos coleguinhas também são seus amigos, e você quer se encaixar.

    Porém, é preciso estabelecer um orçamento para não sair no prejuízo. Esse é um bom momento para você reavaliar o patrimônio e ensinar as crianças a darem valor ao dinheiro. Dessa forma, a família toda irá gastar dinheiro e tempo em coisas que realmente importam para cada um, ao invés de comparar cada nova aquisição com as demais famílias do grupo.

    3) Não juntar dinheiro para a aposentadoria porque está poupando para a faculdade

    A planejadora financeira conta que muitos pais tendem a priorizar o ensino dos filhos em detrimento da própria aposentadoria. “É natural colocar o bem de seus filhos na frente do seu. Porém, a realidade é que seus filhos podem pegar dinheiro emprestado para pagar a faculdade, mas você não pode pegar dinheiro emprestado para a sua aposentadoria”, afirma.

    Sophia explica que ao fazer isso, você está preparando seus filhos para tomarem conta de você quando ficar mais velho, justo quando eles terão seus próprios filhos para cuidar. E isso pode ser um grande problema no futuro. “O melhor a se fazer é se preparar primeiro para a aposentadoria e depois, juntar dinheiro para o estudo de seus filhos”, diz.

    4) Não ter um fundo de emergência grande o suficiente

    Os US$ 1 mil que você guardou quando tinha 22 anos pode ter sido o suficiente, mas naquela época era só você e agora você tem uma família. A probabilidade de despesas inesperadas é alta. Com isso, a quantia que você poupa também deve ser.

    Quando você é jovem e perde o emprego, você consegue se manter por alguns meses voltando para a casa dos seus pais, por exemplo. Imagine agora perder o emprego quando você já tem que pagar o aluguel, tem dois carros na garagem, dívida da pós-graduação e três filhos.

    Evite essa dor de cabeça guardando de 3 a 6 meses de gastos no seu fundo de emergência e invista o resto em investimentos de alta liquidez que permitam o resgate a qualquer momento – para caso haja eventualidades.

    5) Não aproveitar os benefícios do cartão de credito

    Se você usa o cartão de crédito de forma consciente, ou seja, sabe o seu limite e consegue pagar as contas inteiras todos os meses, você pode estar perdendo se não tiver um cartão de crédito que ofereça benefícios.

    Uma família maior significa gastos maiores, então faça essas despesas trabalharem a seu favor. Cartões com recompensas podem dar o benefício de cashback ou pontos, os quais você pode usar para viajar, por exemplo.

    6) Não conversar com seus pais sobre as finanças deles

    Assim como é importante para você administrar suas finanças, de forma a beneficiar seus filhos, é essencial que você fale com seus pais sobre as finanças deles.

    Os mais velhos são normalmente mais vulneráveis a problemas financeiros, porque eles acreditam que, por já terem feito isso por anos, sabem fazer de “olhos fechados”. Mas isso não significa necessariamente que eles entendem o planejamento financeiro moderno.

    Alguns pais demoram muito tempo para avisar os filhos que não têm dinheiro suficiente para a aposentadoria ou então, que precisam dos filhos para se sustentarem. “Eu trabalho com clientes que ajudam seus pais financeiramente, mas é preciso um planejamento e orçamento para que consigam fazer isso sem prejudicar seus objetivos”, conta a planejadora financeira.

    Até mais.

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    Como renegociar as dívidas com o banco

    11 de janeiro de 2017

    Organizando as dívidas de maneira inteligente

    O endividado precisa se preparar antes de tentar um acordo. Conhecer seus direitos e saber qual a melhor forma de obter vantagens na conversa.

    Fim das Dívidas, Início da Liberdade Financeira

    Na renegociação de dívidas vale muito a pena pesquisar condições em outros banco. Trocar dívidas com juros maiores por juros menores.

    Todo começo de ano costuma ser um incentivo a mais para se livrar de dívidas como forma de começar o novo ciclo com o pé direito.

    Em um cenário ainda incerto sobre a recuperação da economia, especialistas recomendam a quem perdeu recentemente parte da renda familiar ou está inadimplente a buscar um acordo com os credores o quanto antes, evitando que a dívida vire uma bola de neve no futuro.

    Confira abaixo como obter uma boa negociação com o banco e conheça os seus direitos na hora de aceitar um acordo:

    Proponha um valor que você possa pagar

    De nada adianta negociar o valor da dívida, mas acabar aceitando uma proposta do banco que você não terá condições de pagar.

    O primeiro passo para fazer um bom negócio, portanto, é colocar no papel a renda mensal, já descontando os impostos e benefícios, e subtraindo desse valor os gastos essenciais, como os relacionados à casa, à alimentação e à saúde.

    Depois de fazer as contas, o consumidor deve cortar ao máximo as despesas supérfluas. O saldo que restou é o que deve ser proposto como pagamento mensal da dívida ao banco.

    Eventual renda extra, como o 13º salário, pode ser utilizada para abater o valor da dívida. Nesse caso, o consumidor pode pedir desconto por causa do pagamento antecipado das parcelas.

    Verifique se há a cobrança de taxas abusivas

    Antes de renegociar a dívida, verifique se o contrato do financiamento não contém irregularidades, como taxas de juros muito acima das praticadas pelo mercado. As taxas médias cobradas pelos bancos em cada modalidade de empréstimo podem ser consultadas no site do Banco Central.

    De acordo com Ronaldo Gotlib, advogado especializado em direito do devedor, neste caso a lei está do lado do consumidor. “Mesmo que o banco alegue que o consumidor tinha conhecimento da taxa no momento da assinatura do contrato,  ele pode alegar que não pesquisou como deveria em um momento de desespero, ou assinou o contrato sem entender qual era o valor.”

    O advogado ressalta que os juros de empréstimos mais caros, como os cobrados no cartão credito e cheque especial, que giram ao redor de 15% ao mês, podem ser sempre contestados na Justiça, ainda que estejam dentro da média do mercado. “Neste caso, o CDC protege o consumidor ao entender que estas taxas causam prejuízo considerável”.

    Caso haja alguma irregularidade, a pessoa deve denunciá-la aos órgãos de defesa do consumidor e ao Banco Central e utilizar isso como argumento na busca por um acordo com o banco. Dessa forma, será possível melhorar as condições do pagamento do débito.

    Pesquise as condições oferecidas por outros bancos

    É possível portar a dívida para outra instituição financeira que ofereça condições melhores de pagamento. Ao pesquisar taxas de juros, prazos e benefícios oferecidos por outros bancos é possível pressionar o credor para que sejam oferecidas condições semelhantes.

    Caso o acordo não avance, o consumidor deve efetivamente levar a dívida para outra instituição financeira. “A dica é ficar atento se as condições são, de fato, mais vantajosas ou se o novo banco apenas estendeu o prazo da dívida para fazê-la caber no bolso”, diz Gotlib.

    homem faz contas
    exame.abril.com.br/seu-dinheiro/como-renegociar-suas-dividas-com-o-banco

    Até mais.

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    6 coisas que as pessoas fracassadas fazem na virada do ano

    2 de janeiro de 2017

    6 things unsuccessful people do in the New Year, post do Business Insider, relata através de especialistas, 6 coisas que as pessoas fracassadas fazem na virada do ano. Eles comentam os maiores erros que são cometidos nesta época de renovação.

    fireworks new year eve celebration

    Toda vez que vira o ano, para muitos, é um período de recomeço e de abocanhar oportunidades. Normalmente, espera-se melhorias para o ano seguinte, porém elas não vêm sem que se assuma uma posição ativa que as garanta.
    Confira abaixo quais são os maiores erros que as pessoas cometem na virada do ano e que podem levar ao fracasso por mais 365 dias:

    1) Ignorar conquistas

    Relembrar o que foi conquistado ao longo do ano é essencial para saber os caminhos que devem ser traçados no período seguinte, de acordo com Ryan Kahn, coach de carreira e criador do curso “Como Ser Contratado”.

    2) Esquecer de estabelecer metas

    Para o especialista, é importante pensar em metas de longo prazo e os passos que devem ser tomados ao longo do ano enquanto ele ainda não começou. Prepare-se para o sucesso.

    3) Deixar coisas inacabadas

    Pessoas fracassadas costumam deixar que o trabalho vire o ano junto com elas. O especialista afirma que é importante que o tempo das festas seja livre de preocupações.

    4) Manter-se conectado

    Sempre que conseguir evitar olhar a caixa de entrada do e-mail, faça isso, diz o coach.

    5) Negligenciar contatos

    Cultivar a rede profissional é importante mesmo neste período. “As festas são desculpas perfeitas para enviar cartões ou falar com pessoas com quem não tem tanto contato quanto gostaria”, diz Ryan.

    6) Deixar de agradecer

    A gratidão é essencial para a obtenção de sucesso e felicidade. “Reconheça como as outras pessoas o ajudaram ao longo do ano”, diz o coach. “Faça com que elas saibam que você aprecia o esforço”.

    Até mais e viva 2017!!!

    Filmes

    Waffle Street – filme 2015

    1 de janeiro de 2017

    Excelente filme que tem o mercado financeiro como pano de fundo. Alguém que dedicou a vida inteira para isto, mas acaba tomando uma rasteira do destino e tendo que dar a volta por cima, começando bem por baixo, não só uma questão financeira, mas sim dar sentido a própria vida.

    Na telinha do seu #Netflix. Super recomendo.

    waffle-street-movie-poster

    Resenha:

    A Netflix sempre esconde alguns filmes muito bons no meio de vários outros que eu chamo de filmes “bomba” e por essa razão, pode ser que Waffle Street (2015) passe desapercebido ou pareça um filme “meia-boca” e acabe não sendo a sua escolha.

    Pois bem, não cometa esse erro!

    Com um casting de atores pouco conhecidos, onde a estrela mais brilhante é o Danny Glover, o filme é baseado no livro “Waffle Street: The Confession and Rehabilitation of a Financier”, que conta a reviravolta na vida de Jimmy Adams (James Lafertty, de One Tree Hill) que passou de financista brilhante de Wall Street para o emprego de garçom de uma franquia de waffles.

    Além de se tratar de uma história real, o filme foi dirigido de forma leve e engraçadíssima nos inspira de muitas maneiras, principalmente trazendo a situação de Jimmy, demitido, hipotecado, com um bebê à caminho e uma vida toda para rever e readaptar!

    Um filme para quem não desanima, ou até para quem precisa de uma dose de ânimo, pois o protagonista é a positividade em pessoa! Sem contar com a equipe de novos colegas de trabalho que são no mínimo autênticos.

    Um filme imperdível que tem tudo que a gente gosta, história feliz, de superação, waffles e bacon!
    serializando.com.br/reviews/waffle-street-uma-deliciosa-inspiracao

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    Como sair do fundo do poço financeiramente?

    24 de maio de 2016

    Devido a forte crise financeira que assola o país há vários anos, muitas pessoas tem quebrado e precisam lidar com o fracasso financeiro.

    Hoje em dia é bem comum lermos e ouvirmos relatos de pessoas com graves problemas financeiros, a maioria advém de escolhas erradas feitas em momentos de bonança na economia, por exemplo, compra do carro ou imóvel através de financiamento muito longo ou parcelamento excessivo das compras, as quais são exemplos clássicos de decisões tomadas quando tudo está bem no orçamento doméstico.

    O problema é que as emergências acontecem para qualquer um. Perda do emprego, um problema de saúde, forte crise financeira de um país e situações inesperadas podem mudar drasticamente a situação das suas finanças, principalmente quando não existe o mínimo de planejamento.

    Outra coisa é a falta de compromisso com a mudança. A maior parte das pessoas pede ajuda contando sobre os problemas e como chegaram ao fundo do poço, porém quando explica-se que só é possível contornar a situação com algum sacrifício e muita dedicação, quase ninguém segue o que se propõe.

    Não é fácil conviver com alguém colocando o dedo na ferida, fato que leva muitas pessoas a não admitir que são incompetente na gestão das próprias finanças. O primeiro passo é perceber que o grande responsável pelo momento delicado é quem tomou as decisões erradas, aquele que ao invés de guardar dinheiro decidiu gastar mais do que ganhava: Você.

    O site Dinheirama listou 5 atitudes para livrar-se das dívidas e sair do vermelho. Confira:

    1. Não utilize o cartão de crédito por algum tempo
    2. Muita gente lida com o cartão de crédito como se o crédito fosse sinônimo de dinheiro grátis. Quando enfrentamos uma realidade de dívida crescente, a facilidade de compra da ferramenta pode ser uma tentação difícil de lidar.

      Hoje, com as facilidades de comprar pela internet, a ideia de deixar o cartão em casa já não é tão eficaz, então o melhor é abandonar o seu uso por algum tempo, para não colocar tudo a perder em um momento de descontrole.

      O crédito oferecido através do cartão possui a mais alta taxa de juros cobrada do consumidor, em muitos casos atingindo mais de 200% ao ano. Isso significa que uma dívida não paga nesta modalidade pode dobrar em pouco mais de 6 meses. Se você não sabe lidar com o crédito, melhor não usá-lo.

    3. Abandone o cheque especial
    4. Muita gente ainda usa o cheque especial (especial para quem? Clique e descubra) como complemento de renda, sacando ou fazendo pagamentos considerando o limite extra da conta como se fosse seu próprio dinheiro.

      Cabe lembrar que, assim como o cartão de crédito, os juros dessa modalidade de crédito são bem altos. Ao liberar a linha de crédito, o banco quer que você a utilize e passe a pagar juros, taxas e tarifas por isso – o crédito é liberado automaticamente quando você fica sem saldo e passar a usar o limite.

      Se estiver pendurado no cheque especial, tome rapidamente um empréstimo mais barato (consignado ou CDC, por exemplo), cubra o cheque especial e ajuste seu orçamento para não precisar mais usá-lo. Ah, sim, e peça para o gerente do banco retirar esse limite ou deixá-lo o menor possível.

    5. Seja mais organizado e disciplinado
    6. A maior parte dos endividados apresenta características bem interessantes: não se percebe o hábito de anotar as receitas e despesas e, quando começa a fazê-lo, não tem a disciplina necessária para tornar essa atividade um hábito.

      Contabilidade mental é um convite ao erro. Ao confiar decisões importantes apenas nas lembranças, abre-se uma porta para o consumo por impulso e sem limites. A importância dos registros e da disciplina para mantê-los atualizados é simples: a qualquer momento você pode consultar sua real situação financeira.

      Se você procura opções de controle financeiro, aqui no Dinheirama temos diversas opções de planilhas que você pode baixar gratuitamente (clique aqui para baixar). Se você gosta das facilidades da internet, também pode recorrer às ferramentas: nós oferecemos também gratuitamente o Dinheirama Online (clique aqui para conhecer a ferramenta).

      Atente para o fato de que planilhas e sistemas são ferramentas. Ou seja, mais importante do que como controlar (que ferramenta usar) é sua disposição em fazê-lo, com disciplina, organização e interesse.

    7. Crie o hábito de ler mais sobre finanças
    8. É normal que em momentos de dificuldades existe um interesse maior por determinados assuntos. Aproveite a situação para transformar esse interesse genuíno pelo tema em um novo hábito.

      Ao reconhecer o problema financeiro, é provável que você procure, seja em livros ou na Internet, dicas e sugestões para lidar com a questão. Por que não agir assim mesmo quando não existirem dívidas? Por que não manter uma leitura diária sobre o tema para entender melhor sobre nossa economia e como aproveitar para investir melhor, por exemplo?

      Hoje no Brasil temos grande autores que fazem um excelente trabalho pelos temas relacionados à educação financeira, investimentos e economia. Na internet, você vai encontrar muito conteúdo gratuito de qualidade. Valorize também os livros, que são resultado de um trabalho de pesquisa e edição.

      A leitura é um dos hábitos dos investidores de sucesso!.

    9. Tenha sempre objetivos em mente
    10. Quanto estamos endividados ou passando por problemas familiares, é comum perdermos o foco. Parece que boa parte do que tentamos fazer simplesmente não dá certo. Nesse momento, vale a dica simples de “manter os pés no chão” e fixar-se em objetivos claros.

      Se você está trabalhando para acabar com suas dívidas que estão fora de controle, não faz muito sentido separar uma parte do dinheiro para investir. Não agora. Muito cuidado com as falsas oportunidades: resista sempre à tentação das ofertas mirabolantes de enriquecimento que aparecerão nessa hora (leia mais sobre isso clicando aqui).

      Com objetivos definidos e respeitados, suas ações durante a crise terão caráter temporário e serão pautadas pelo que você quer e precisa fazer. Isso dá tranquilidade para não se deixar levar pelas ofertas e pela pressão dos outros (a expectativa social pode ser fatal nessas horas).

      Muito importante: não se esqueça de envolver sua família nos problemas e também nas soluções necessárias para alcançar os objetivos traçados, afinal momentos de dificuldades são mais facilmente superados com a ajuda de todos.
      Fonte de consulta: dinheirama.com/blog/2014/06/20/5-atitudes-livrar-se-dividas-sair-do-vermelho

    dinheirama-livrar-se-dividas-sair-vermelho

    Até o próximo post.

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    Quer acabar falido?

    19 de maio de 2016

    Confira atitudes muito comuns que acabam com a sua vida financeira como o descontrole com gastos e maus investimentos, os quais são o cerne dos principais problemas financeiros de muitas pessoas.

    Tomar conta das finanças pessoais é super importante para buscar os objetivos de longo prazo, como comprar uma casa, fazer uma faculdade ou se preparar para a aposentadoria, por exemplo. No entando, muitas pessoas não fazem isso. Vejam quais são os erros mais comuns que podem prejudicar o planejamento financeiro de qualquer um:

    – Não manter as contas sob planejamento:

    “Se você não tem uma organização de suas receitas e despesas ao longo do mês, assim como a categorização de cada uma dificilmente irá ter sucesso em sua vida financeira. O motivo é simples, você não sabe para onde seu dinheiro está indo. Se você não sabe, não consegue identificar itens do orçamento que estão ‘sangrando’ com suas finanças e dificilmente conseguiria ajustá-lo”, relata Aldo Pessagno, sócio da Manhattan Investimentos.

    – Usar o cartão de crédito sem critério:

    “Sem dúvida os cartões de crédito são uma ótima alternativa de pagamento, quando usados com inteligência. O problema é que se você não tiver disciplina, poderá entrar numa bola de neve que será bem difícil de sair, pois estará pagando um dos juros mais altos do mercado, é comum ver taxas de mais de 420% ao ano, além de pagar uma bela anuidade na maioria das vezes. É um grande erro fazer apenas o pagamento mínimo da fatura”, comenta Aderson Gegler, assessor de investimentos da Moinhos Investimentos.

    – Achar que a poupança é um bom investimento:

    “Todo brasileiro sabe que a caderneta de poupança é um investimento seguro. E pelo nosso histórico recente, as pessoas ficam com medo de procurar investimentos mais rentáveis devido a medos adquiridos. A razão que faz da poupança um investimento seguro é o FGC, o Fundo Garantidor de Crédito, que também faz outros investimentos muito mais rentáveis, tão seguros quanto. A poupança tem perdido sistematicamente para a inflação nos últimos meses. Isto quer dizer que a cada mês que passa, o poupador não conseguiria mais comprar a mesma coisa que compraria no mês anterior com o dinheiro lá investido”, atesta Aderson Gegler.

    – Poupar só quando sobra dinheiro:

    Um erro muito comum das pessoas na hora de lidar com suas finanças é poupar seu dinheiro só quando sobra algum no final do mês. Carollyne Mariano, sócia da Atlas Invest, explica que é importante que a reserva mensal seja descontada do salário antes dos gastos mensais. Dessa forma, com a poupança já garantida, a pessoa não fica tentada a usar esse dinheiro em outros gastos que não são necessários.

    – Investir mal:
    Além da poupança, que é um investimento com baixa rentabilidade em relação a outras aplicações financeiras, outro erro muito comum dos investidores é não diversificar suas aplicações. “Deixar todos os ovos na mesma cesta é muito nocivo, especialmente ao longo d tempo”, comenta Carollyne Mariano.

    – Manter aplicações enquanto está endividado no cartão ou cheque especial:

    “É muito comum as pessoas manterem aplicações em investimentos como a poupança, concomitantemente com dívidas no cheque especial e cartão de crédito. Ou seja, são mantidos investimentos que rendem 8% ao ano, enquanto suas dividas estão gerando juros de 450% ao ano. Em suma, quem faz isso está tomando emprestado um dinheiro a 450% ao ano para aplicar a 8%. Como essa conta vai fechar?”, questiona Aldo Pessagno.

    – Achar que é cedo demais para pensar em aposentadoria:

    “Ninguém acredita que a aposentadoria do INSS sozinha seja capaz de manter o padrão de vida que se tinha antes. É um assunto muito sério e achar que podemos pensar nisso há dez ou quinze anos antes da data planejada é um erro grave que pode comprometer a tranquilidade da família no momento que o aposentado mais precisará dela. Você já deve ter ouvido falar que o fator tempo é importantíssimo na rentabilidade dos investimentos e isso é justamente por causa dos juros compostos”, alerta Aderson.


    infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/4991478/quer-acabar-falido-veja-atitudes-muito-comuns-que-detonam-sua

    Veja também:

    Como lidar com o fracasso financeiro

    Até mais.

    Geral

    Mentiras que você conta quando está no vermelho e deve parar agora

    28 de abril de 2016

    Todo mundo deve saber que um mentiroso profissional é aquele que consegue convencer a si próprio da mentira que conta, como alguns mentirosos históricos, caso do Adolph Hitler, “ex-presidenti sem dedo” e por aí vai…Uma colunista do portal Business Insider (Tracie Forbes), a qual teve uma dívida de US$ 37 mil, listou várias mentiras que contava para si mesma quando estava no vermelho.

    Ao passo em que ela se encontrava nessa situação, acabou caindo em várias mentiras que contava para si própria com o intuido de lidar melhor com tal problema. O site InfoMoney traduziu 7 mentiras que você conta quando está no vermelho e deve parar agora. No artigo em inglês da Business Insider eram 10 ao todo.

    10 lies I used to tell myself when I was $37,000 in debt

    1. Eu não sou bom com dinheiro

      Essa simplesmente não é uma boa desculpa. A internet tem centenas de milhares de recursos disponíveis para você aprender sobre dinheiro. Se você não sabe fazer um orçamento, pode procurar online. Se está confuso sobre como fazer um plano para se livrar das dívidas, também há como buscar na internet. A informação está a apenas alguns toques, você só precisa encontrar.

    2. Eu mereço gastar meu dinheiro

      A colunista diz que concorda com isso, mas que você deve gastar o seu dinheiro e não um dinheiro que não tem. Se você está sem dinheiro no banco para comprar algo, tenha cuidado para usar o cartão de crédito. Ele pode proporcionar um momento feliz, mas como você se sentirá pagando por aquela roupa daqui a seis meses?

    3. Todo mundo tem alguma dívida

      Não, nem todo mundo. Muitas pessoas não têm dívida alguma, nem financiamento imobiliário. A colunista repete uma frase que sempre fala para seus filhos: Se todo mundo estiver pulando de uma ponte, você pularia também?”. É claro que não, mas é assim que muitos veem a questão do endividamento.

    4. Vou começar a me organizar mês que vem

      Está esperando o que? É como se fosse uma dieta: as pessoas geralmente dizem que vão começar na segunda-feira, mas daí aparecem com uma desculpa para adiar uma semana. Antes que você note, seis meses se passaram e, junto com eles, vários quilos apareceram. Comece hoje. O quanto antes você começar, melhor.

    5. Uma emergência nos deixa endividados

      Algumas vezes, emergências acontecem, você pode perder seu emprego, ou ter um gasto alto que não era previsto. No entanto, dizer que você ficou endividado para pagar isso não é uma emergência, é apenas mau planejamento. É importante ter um fundo de emergência de verdade e se planejar para as coisas que podem acontecer.

    6. Eu não estou tão endividado

      Não importa o tamanho da sua dívida, se pequena ou imensa, você tem que tomar passos para eliminar suas pendências e mudar a maneira como você pensa o quanto antes. É melhor resolver um problema cedo do que esperar as contas se acumularem como uma bola de neve.

    7. Eu só preciso fazer mais dinheiro

      Se você vive acima do seu padrão, como que mais dinheiro poderia ajudar? As chances são de que você vai simplesmente seguir vivendo acima do orçamento. Mais dinheiro não garante não ter dívida, basta ver a quantidade de celebridades que já faliram, mesmo fazendo milhões. Não é porque você tem mais que saberá gerenciar o que tem.

    Leia mais sobre falência e falidos clicando aqui!

    Como lidar com o fracasso financeiro

    Geral

    MMN Speed Dólar é golpe?

    24 de fevereiro de 2016

    Depois do “grande sucesso das arapucas” Telexfree, BBOM, Priples, Multi Click Brasil, System Global, Frutos da Terra Brasil, Infinity Line, FR Promotora, entre outras “pérolas” para se ganhar dinheiro “honestamente” com Ponzi Scheme na Internet, será que surgiu mais um golpe?

    Logotipo do speed dólar

    Ah, para quem não sabe, MMN é Marketing Multi Nível. A melhor forma para explicá-lo é aquela do chá de placebo, oops, brincadeira, Herbalife, ou seja, por mais que muitos duvidem da sua eficácia, os vendedores deste produto e a sua rede de vendedores tem algo a entregar, além deles próprios também serem consumidores e buscarem ser exemplos da eficácia que o seu consumo tenha.

    Tudo que precisa crescer exponencialmente para alimentar aqueles que foram os últimos a entrar no esquema, sem venda de produto ou serviço algum, apenas arrecadação de dinheiro e indicação de novos incautos, com certeza é uma pirâmide. Mais cedo ou mais tarde vai ruir.

    A conferir…

    Vale a pena comentar que em tempos de crise financeira como a que os últimos desgovernos deste país tem nos proporcionado, o número de golpistas tende a aumentar na mesma proporção do desespero dos brasileiros que ficaram desempregadas, perderam seus negócios e estão aflitas na busca de novas fontes de renda, fato que os leva a desligar o bit do discernimento, tornando-se incautos e vítimas fáceis para os charlatães, aqueles que não tem dó de raspar o tacho, ou seja, levar aquilo do que sobrou no seu bolso, além da sua dignidade, até mesmo sanidade, pois dependo do golpe que a pessoa toma e das circunstâncias em que ocorre, tal pessoa nunca mais se recupera. Vai de retro Satanás.

    Até mais.

    Off

    Piada do dia: Sérios problemas financeiros

    19 de fevereiro de 2016

    Com sérios problemas financeiros, um Pernambucano vendeu sua jumenta por R$ 100,00 a um Baiano que concordou em receber o animal somente no dia seguinte. No dia combinado o Pernambucano chegou e disse:

    – Compadre, cê me desculpa, mas a jumenta morreu.

    BA – Morreu?

    PE – Morreu!

    BA – Então devolve o dinheiro

    PE – Ihhh… já gastei.

    BA – Então me traz a jumenta morta.

    PE – Mas o que vc vai fazê com uma jumenta morta?

    BA – Vou rifá.

    PE – A jumenta morta? Quem vai querer?

    BA – É só eu não falar que ela morreu, ué!

    Um mês depois os dois se encontram e o Pernambucano que vendeu a jumenta pergunta:

    — Ô cumpadi, e a jumenta morta?

    Baiano – Rifei. Vendi 500 bilhetes a 2 real cada. Faturei 998 real.

    PE – Eita! E ninguém reclamou?

    BA – Só o homem que ganhou.

    PE – E o que vc fez?

    BA – Devolvi os 2 real pra ele!

    Baiano é outro nível.

    Shrek-e-o-Burro-Shrek-Forever-After

    Veja também:

    Piada do dia: Exemplos de capitalismo

    Até o próximo post.