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    Empréstimos em Bancos ou Online? Saiba as diferenças

    2 de maio de 2017

    Hoje o Brasil ainda vive uma crise muito grande, nunca houve um percentual tão grande de empresas fechadas graças a nossa economia atual, somente em 2015 foram 1,8 milhões de empresas fechadas, de todos os tipos e setores.

    Milhões de brasileiros ficaram sem empregos e sem renda fixa, alguns ainda tentam sobreviver matando um leão por dia, mas sobrevivendo. Outros recorrem a empréstimos em cima de empréstimos para sobreviver, muitos nem sequer olham para a taxa de juros ou fazem algum estudo para o pagamento destes empréstimos, e acabam indo a falência, cedo ou tarde.

    E como todos sabem, junto da tecnologia dos últimos anos, vieram novas maneiras de se fazer empréstimos sem tanta burocracia ou com juros competitivos, estou aqui para mostrar as principais diferenças entre fazer um empréstimo em um banco convencional e em uma empresa de empréstimos totalmente online.

    Empréstimo Online é Seguro?

    Essa é a maior dúvida de todos, onde muitos evitam acionar empréstimos online pelo fato de não conhecerem tão bem este tipo de serviço. Mas se pesquisado cuidadosamente, poderemos ver que existem muitas empresas confiáveis que fazem empréstimos online. Se a empresa está vinculada a alguma matéria de imprensa confiável e tem seus dados como CNPJ em dia no Banco Central, não há motivos para desconfiança.

    Quais as Vantagens do Empréstimo Pessoal Online?

    Como empresas de empréstimo online não possuem agências ou muitos estabelecimentos físicos, o custo da operação cai, e muito, e essa é a maior vantagem que uma empresa online pode lhe oferecer, uma grande diferença nos juros. Além de toda praticidade e agilidade na hora de fazer um empréstimo.

    Comparação de Juros em Bancos e Online

    Neste site confiro os empréstimos online (que você poderá ver abaixo):

    Empresa Juros
    Lendico 2,40%
    Creditas 1,99%
    Meu Crédito 4%
    Trigg 1,77%
    FinanZero 9,90%

    Fonte: CoolFinance

    Empresa Juros
    Banco do Brasil 5,85%
    Bradesco 6,67%
    Caixa Econômica 6%
    Itaú 6,43%
    Safra 5,90%

    Fonte: ProconSP

    Comparando as tabelas, fica claro a diferença de no valor dos juros a serem pagos mensalmente.

    Imagine que eu preciso de um empréstimo de R$ 10.000. Se eu fizesse empréstimo pelo Banco do Brasil ao final de 12 meses pagaria por mês R$ 7.020 somente de juros, aproximadamente 70% a mais do que peguei emprestado. Se eu fizesse a mesma coisa pelo Lendico o valor total de juros ao longo de 12 meses seria de R$ 2.880. Deu para notar a diferença.

    Agora só cabe a você se planejar corretamente e ver quanto o seu bolso consegue pagar e em quanto tempo. Não esqueça: quanto mais rápido fizer o pagamento total, menor o valor ficará.

    empréstimos

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    Fraude em financiamentos da Caixa Econômica Federal

    19 de julho de 2016

    O Brasil sempre costuma ter fraudes no mercado imobiliário e hoje aproximadamente 140 policiais federais cumpriram na manhã de hoje 25 mandados de prisão – sendo 10 preventivas e 15 temporárias –, 28 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de condução coercitiva, no âmbito da Operação Ali Babá contra grupo que teria aplicados golpes na Caixa Econômica Federal e outras instituições financeiras. A ação da PF se concentra nas cidades baianas de Salvador, Feira de Santana, Seabra, Palmeiras, Monte Santo, Presidente Tancredo Neves e Remanso, todas na Bahia. Tiveram identificadas 19 empresas envolvidas no esquema, mas suspeita-se que esse número seja muito maior, segundo a PF. Só em 2013, os prejuízos superaram os R$ 10 milhões.

    fraudes-no-mercado-imobiliario

    O grupo que operava desde 2006 e agia por meio de empresas inidôneas, em nome de laranjas, sendo que com eles eram obtidos empréstimos vultosos junto a diversas agências bancárias, de vários bancos.

    “Após recebidos, os créditos jamais eram restituídos. O esquema também contava com pessoas especializadas no fornecimento de documentos falsos, que viabilizavam a constituição das empresas e a obtenção dos empréstimos fraudulentos”, aponta a Polícia Federal.

    Todos os envolvidos deverão responder por organização criminosa e estelionato, previstos, respectivamente, nos artigos 2º da Lei 12.850/2013 e 171 do Código Penal.
    diariodopoder.com.br/noticia.php?i=60460652010

    Até o próximo post.

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    Seu dinheiro: Alternativas ao Fies

    6 de maio de 2015

    Agora que o governo da Dilma 2.0 está secando o crédito do mercado, após anos de fartura e irresponsabilidade fiscal com sua política desenvolvimentista equivocada, o cidadão está sofrendo para buscar alternativas para pagar a faculdade.
    O financiamento estudantil oferecido por instituições podem ter taxas de até 28,68% ao ano.

    Na Exame saiu um artigo sobre alternativas para financiar o seu estudo. Veja a seguir:

    As alternativas ao Fies para financiar a faculdade
    http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/noticias/as-alternativas-ao-fies-para-financiar-a-faculdade

    Financiamento de estudo

    Até o próximo post.

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    Existe bolha imobiliária … ou não?

    18 de fevereiro de 2013

    Usando como mote para o tema do post a lógica do narrador esportivo Cléber Machado da Rede Globo, em um dos seus famosos bordões, onde faz uma análise, e no final conclui com “ou não”, o que deixa tudo que foi falado em “cima do muro”.

    Afinal de contas, existe bolha imobiliária em nosso país ou não?

    Este é um assunto bem chato de se discutir, pois muitos levam para o lado emocional, querem ganhar a discussão na marra, destruir os argumentos alheios com falácias e bravatas. Muito estão “estourando nossa bolha imobiliária” há 3 anos ou mais, após o último grande boom imobiliário que tivemos ocorrido depois de anos de estagnação no mercado imobiliário.

    O que os “anti-bolha imobiliária” tem a favor?
    Pode-se enumerar:

    • O crédito imobiliário no Brasil é muito baixo em relação ao PIB;
    • O nível de emprego no Brasil está em níveis recordes, o oposto de um cenário de bolha imobiliária, onde o desemprego é que bate recordes;
    • Excesso de valorização não é implicação de bolha imobiliária, do contrário, qualquer produto que valorizasse seria com certeza uma nova bolha, sem levar em conta outros fatores;
    • O Brasil ainda tem muita carência de moradias;
    • O Brasil ainda tem também muito estoque de terrenos e área úteis para construção, mesmo em grandes centros urbanos é possível encontrá-las;
    • Se preciso, importarão mão-de-obra para todas fases todas etapas de um empreendimento na construção civil. Logo, não se preocupam com falta de mão-de-obra.
    • O quadro no Brasil não tem hada haver com crise imobiliária dos EUA e Espanha ocorridos na história recente;
    • Supõe que o mercado pode estagnar, ter o valor dos imóveis corroídos pela inflação ao longo dos anos, mas cair drasticamente, dado o quadro acima, provavelmente não deve ocorrer.
      Talvez bolhas imobiliárias locais, como as que podem ocorrer após um grande boom imobiliário numa região onde haja a construção de uma grande usina hidrelétrica, onde não tinha nada ou muito pouco de construções, e a busca desenfreada por moradia pode levar a uma excessiva valorização. Após a construção terminada, muitos irão embora da região, e aí sim, os valores caíram drasticamente, pois não haveria mais aquele frenesi por busca de imóveis.
      Fenômeno parecido acontece com locais onde há exploração de ouro e pedras preciosas.
      Ambos são fenômenos locais, pontuais, e não afetariam o mercado imobiliário nacional.

    O que os “pró-bolha imobiliária” tem a favor?
    Enumera-se:

    • Os imóveis valorizaram demais nos últimos anos. Está insustentável a continuidade da valorização;
    • As pessoas não conseguirão pagar as prestações, principalmente as classes mais baixas da população, que contraíram crédito imobiliário para pagar em vários anos. Simples conjectura, também chamada de futurologia.
      Alegam que muita gente comprou imóvel financiado;
    • Falta de mão-de-obra;
    • Falta de terrenos nos grandes centros;
    • Excesso de lançamentos;
    • Algumas construtoras já quebraram. Se esqueceram que este é um processo normal ao longo dos anos, faz parte do capitalismo, empresas quebrarem e outras tomarem o seu lugar, é um ciclo natural.

    Existem mais argumentos para ambas as partes, porém, só saberemos se houve ou não estouro de bolha imobiliária no Brasil depois que ela ocorreu, no presente não é possível saber, apenas temos conjecturas.

    Após 5 anos de forte valorização seguidos, de 2005 a 2010, e passado mais 3 anos, já estamos em 2013, ninguém viu a bolha imobiliária estourar, ninguém viu o percentual de crédito imobiliário subir a níveis estratosféricos em relação ao PIB.
    O crédito imobiliário segue aquecido, com juros baixo e população com nível de emprego altíssimo, como nunca na história deste país, como diria o nosso saudoso ex-presidente Luís Ignácio Lula da Silva.

    E para quem gosta de um bom bate-boca sobre o assunto, discussão em alto nível, opiniões diversas no transcorrer dos anos pode ler o tópico de imóveis no fórum Infomoney.

    E para quem deseja ler apenas argumentos pró-bolha imobiliária, ela existe, ela está aí a pleno curso e vai estourar com toda certeza do mundo, ou seja, é um site enviesado para isto, acesse BOLHA IMOBILIÁRIA NO BRASIL.

    Enfim, fica a gosto do freguês, o que pensar, o que concluir e como se precaver para um cenário ou outro que julgue mais provável com base em suas próprias convicções.

    Até o próximo post.