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    Geral

    A sopa de letrinhas dos indicadores econômicos

    6 de agosto de 2015

    Existem tantos termos no mercado financeiro como IPC, INPC, IPCA, IGPM, IGP-DI, IPA, INCC, etc., que acabam por formar uma grande sopa de letrinhas. Isto é bem diferente da que nos acostumamos a tomar nas noites de frio, enquanto crianças 🙂 .

    ideograma-crise-oportunidade

    Segue abaixo uma tentativa de desmistificar estes termos:

    Para a maioria dos jovens brasileiros inflação é assunto de história, mas, para a grande maioria dos trabalhadores que sofreu com o período de hiperinflação, que acometeu o Brasil durante toda a década de 80 e boa parte da de 90, o assunto é coisa séria e não tem a menor graça. O conceito: inflação é o processo generalizado e contínuo de aumento de preços. São 4 os principais movimentos inflacionários:

    – De demanda: ocorre quando há uma ampliação da liquidez no Mercado, sem que seja acompanhado pelo crescimento da produção (aumento da produtividade);

    – De custos: quando, apesar de estável a demanda, alguns insumos utilizados para produzir, em razão de sua escassez, pressionam o aumento dos custos e podem, por conseqüência, provocar o aumento dos preços de mercado;

    Inercial: causada pela cultura inflacionária, a exemplo do que ocorreu no Brasil nas décadas passadas. Nesse modelo, o grande vilão foi a “indexação”, que é o reajuste de preços com base nos processos de aumentos passados;

    – Estrutural (que complementa as outras 3 propostas):, pressupõe uma ineficiência nos serviços prestados por um governo, elevando custos de produção e, conseqüentemente, de preços. A ineficiência de infra-estrutura brasileira (estradas, portos e aeroportos), por exemplo, impõe custos maiores para se produzir. Em nosso país esse ônus é conhecido por “custo Brasil”.

    Inflação, portanto, é sinônimo de encrenca e, em razão disto, evitar a inflação vem sendo uma obsessão das equipes econômicas mundo afora, de tal sorte que o Banco Central do Brasil, a exemplo de outras economias, define metas inflacionárias para orientar sua política monetária. Na prática, isto significa que o BACEN pode movimentar a taxa básica de juros (atualmente em 14,75% a.a.) da economia, para conter a inflação:

    – pode promover o aumento os juros, se perceber risco de inflação. Com isso, as taxas na ponta do crédito (empréstimos) ficam mais altas desestimulando o consumo, o que ajuda a derrubar os preços:
    – a decisão por baixar os juros pode ser tomada quando se quer “incentivar” a economia ou aumentar o consumo, pois, ao contrario do exemplo anterior, taxas de empréstimos menores incentivam o consumidor a comprar. Consumidor ávido por comprar estimula o interesse por investir; investimentos demandam empregos; empregos geram renda; e a renda apóia a ampliação de consumo.

    A esse ciclo virtuoso, desejado pelo mundo capitalista, frente a capacidade de geração de riqueza (quanto mais consumo, mais impostos e, com eles, em tese, maiores benefícios sociais), é dado o nome de “eficiência econômica”.

    Se essa dinâmica afeta as nossas vidas, faz-se fundamental entender os critérios utilizados para determinar os principais índices de inflação existentes, pois, ao medirem os movimentos dos preços no passado recente, tais indicadores acabam gerando expectativa, para o bem e para o mal, quanto ao comportamento dos preços no futuro.

    Mas, por que tantos indicadores? Ora, se o processo de inflação no Brasil é resultado da cultura inflacionária consolidada ano após ano, nada mais natural que existam vários objetos (índices) de culto, de seus adoradores, nós brasileiros.

    Foi pensando nisto que fizemos uma sintética análise dos principais indicadores. São muitos os índices e instituições:

    IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – que divulga o INPC e IPCA;
    FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – divulga o IPC – FIPE;
    FGV – Fundação Getulio Vargas – responsável pelos IGPs (M, DI e 10), além do INCC, IPA e IPC.

    Entre todos os indicadores existentes, os dois principais, amplamente utilizados pelo mercado, são o IPCA, divulgado pelo IBGE, e o IGP-M, de responsabilidade da FGV. O IPCA normalmente é utilizado para indicar o impacto da variação de preços no salário do trabalhador, sendo, assim, o índice utilizado para correção de salários e, também, para a atualização de ativos (Imposto de Renda, demonstrações financeiras das empresas). Já o IGPM, composto por 60% da variação de preços no atacado, 30% do varejo e 10% da construção civil, tradicionalmente é utilizado em contratos privados, sendo responsável, então, pela variação de preços como alimentos, vestuário, transporte, aluguéis, energia, entre outros.

    IPCs (IPCA, IPCA-15 e INPC)

    O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor – Amplo) é o índice oficial de inflação do país, utilizado para orientar a política econômica. Foi criado em 1980 com o objetivo de corrigir as demonstrações financeiras das empresas. Considera em sua metodologia as famílias brasileiras com renda de até 8 salários mínimos, nas principais regiões metropolitanas do Brasil. Geralmente se assemelha com o IPC da FIPE – um dos indicadores mais antigos e tradicionais do custo de vida das famílias paulistanas, diferente no número de salários (até 20) e região (apenas São Paulo).

    O IPCA-15 se diferencia do IPCA no período de coleta – de 16 a 15 – e renda – até 40 salários mínimos.
    O INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) foi criado com o objetivo de orientar os reajustes de salários dos trabalhadores. Considera a variação de custos para pessoas que recebem até 8 salários mínimos, tendo seus dados retirados, também, das principais regiões metropolitanas do país.

    IGPs (IGP-DI, IGP-M e IGP-10)

    Os IGPs (Índices Gerais de Preços) são produzidos pela Fundação Getulio Vargas. Por serem índices acompanhados por uma instituição privada renomada, os IGPs acabam contrapondo/complementando o IPCA, apesar de metodologias e amostras diferentes.

    Os IGPs são compostos por:

    -60% do IPA (Índice de Preços no Atacado) – 18% agrícola (variação real das principais commodities agrícolas no período) e 42% indústria (extraído através de cotações realizadas junto às indústrias indicando sua pretensão de aumentar os preços no período). Quer dizer que 42% de um dos principais índices de inflação brasileiro é composto por uma cotação sobre “pretensão” de aumentar preços? É, parece que estamos começando a entender o tamanho da subjetividade, para não dizer da encrenca;
    -30% do IPC-FGV (Índice de Preço ao Consumidor) – com metodologia semelhante ao IPC da FIPE, indica a variação de preço dos principais produtos/serviços (veja tabela abaixo) consumidos pelos brasileiros com renda de até 33 salários mínimos, através de milhares de amostras colhidas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro;
    -10% do INCC (Índice Nacional da Construção Civil) – cerca de 5% para medir a variação dos materiais de construção (composto por coletas realizadas juntos às lojas de varejo de material de construção) e os outros 5% procura medir a variação no preço da mão-de-obra (medida que considera os aumentos de salários concedidos em dissídios coletivos); período de 1 a 30; apresenta, também, uma versão para o mercado, o INCC-M, com período de coleta de 20 a 21.

    Inicialmente, o principal IGP era o IGP-DI (Disponibilidade Interna), o qual, a exemplo do IPCA, procura medir a variação de sua cesta de produtos entre o primeiro e ultimo dia do mês, sendo divulgado, porém, apenas na segunda semana do mês seguinte a medição. Essa característica representava uma limitação importante para o mercado, fato que estimulou a solicitação da ANDIMA (Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro) da utilização de um novo índice que pudesse ser divulgado logo no início do mês. Assim surgiu o IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), o qual utiliza a mesma metodologia do IGP-DI e IGP-10, apenas com o período de medição diferente – de 21 a 20. Por ser a referência dos principais contratos financeiros do país, passou desde então a ser o principal indicador privado de inflação. O IGP-10 surgiu apenas para complementar a família de indicadores, medindo a variação no período de 11 a 10.

    A inflação está para uma sociedade, assim como a febre para o corpo humano.

    As duas sugerem alguma distorção importante que precisa ser combatida com inteligência. Assim como na dipirona, utilizada para reduzir a febre, o excessivo controle monetário, via taxa de juros/compulsório, pode enfraquecer a economia, reduzindo o interesse por investir, reduzindo emprego, renda e riqueza.

    O Brasil tem realizado importantes avanços com políticas monetárias e fiscais, que demonstram compromisso com os acordos assumidos e responsabilidade nos gastos realizados. Porém, o tão sonhado crescimento sustentado (equilíbrio entre o aumento contínuo da capacidade de consumir e produzir) ainda depende de investimentos, os quais só virão para o país quando tivermos um sistema jurídico confiável, com regras claras quanto aos direitos e deveres de governos, consumidores, trabalhadores e empresas.

    Assim, faz-se imprescindível o avanço nas reformas do sistema judiciário, político, da legislação trabalhista, tributária, fiscal e de recuperação de crédito (falências). Uma legislação que trate com seriedade os crimes contra o patrimônio, seja ele público ou privado, punindo o oportunismo e oferecendo a percepção de uma sociedade democrática que respeita os seus contratos.

    Só então, poderemos ver reais possibilidades de um crescimento continuado e organizado, no qual, certamente, inflação não deverá passar de uma teoria econômica relacionada ao passado das economias do futuro.
    Fonte de consulta: caieiraspress.com.br/economia.php?acao=ver&id=362

    Leia também:

    – Termos do mercado financeiro
    http://defendaseudinheiro.com.br/termos-do-mercado-financeiro

    dicionario-da-crise-subprime

    Até o próximo post.

    Geral

    Sobreviver na crise financeira

    24 de julho de 2015

    Em meio à crise financeira criada pelo nosso “desgoverno”, existem alguns passos para sobreviver em tempo de crise financeira. O Brasil tem sido abalado por sucessivas crises, afetados em parte pela crise econômica mundial e em outra parte, bem mais relevante, pela incompetência doméstica. Abaixo apresenta-se dicas que podem ajudá-lo a sobreviver em tempos difíceis, financeiramente falando:

    – Não gastar mais do que ganha:
    Normalmente este é o problema de muitas pessoas, as quais levadas por diversas situações acabam por gastar mais do que recebem, fato que acaba gerando um endividamento e se não for controlado, acaba atingindo proporções alarmantes.

    – Inovar:
    Nos momentos de crise ou dificuldades financeiras as pessoas costumam ficar mais criativas. O Albert Eistein dizia que “No meio da dificuldade encontra-se a oportunidade”, então vale a pena refletir o que sabe-se fazer bem, desta forma poderá de fato tirar proveito da situação adversa. Observe o que te cerca e identifique a oportunidade e escolha a momento certo para tomar uma atitude.

    – Identificar onde e como gasta a sua renda:
    Muitas vezes as pessoas dizem “não sei onde vai parar o meu dinheiro”. O uso do dinheiro eletrônico(cartões de crédito, cartões de débito, transferências bancárias, etc.) podem acabar gerando uma falta de controle nos gastos, fato que pode levar muitos ao endividamento.

    Para quem não tem muito controle, seria melhor usar dinheiro vivo ao invés do dinheiro eletrônico e se usar cartões, prefira o cartão de débito.
    Procure identificar os seus gastos e refletir se tais despesas fazem parte das suas despesas prioritárias e da sua família.

    – Listar as despesas e priorize as mais urgentes:
    Muita vezes as pessoas caem na discussão entre o que é prioritário e o que é urgente, afinal de contas, existem coisas que são urgentes, mas nem todas são prioritárias e assim por diante.
    Se faz necessário, de acordo com as suas necessidades, identificar aquelas mais importantes, sobretudo alimentação, saúde e educação.

    É bem sugestivo elaborar um lista semanal de compras de modo a evitar desperdícios e assim obter um aproveitamento melhor da sua renda.

    – Livrar-se do consumismo:
    Todo mundo deve ter algum parente, amigo, colega ou conhecido que tenha centenas de pares de sapatos e/ou roupas que não usam. Apesar disto, eles continuam comprando.

    Infelizmente, o consumismo e a influência da publicidade torna muitas pessoas em consumidores compulsivos, acabando por não distinguir quais bens ou serviços são mais importantes.
    O melhor seria identificar as coisas essenciais e as que não forem, revendê-las ou doar para quem precisa. Desta forma poderia identificar o tanto de supérfluo que possui ao observar que você tem muito mais do que precisa, logo não tem a menor necessidade de continuar consumindo de forma compulsiva.

    – Poupar sempre que possível:
    Toda vez que a sua situação financeira permitir, recomenda-se fazer uma caixa em face a futuras situações emergenciais.
    E, claro, se houver disponibilidade financeira, você fazer aplicações de maneira a rentabilizar o seu capital.

    Fonte de consulta:
    administradores.com.br/mobile/artigos/cotidiano/6-passos-para-sobreviver-em-tempo-de-crise-financeira/87185

    Veja também:

    Até o próximo post.

    Convidados

    Guest Post: Gerenciador Financeiro

    27 de fevereiro de 2015

    A organização financeira é um fator determinante para quem almeja sucesso e estabilidade financeira. Apesar de ser um grande diferencial das pessoas de sucesso, a organização financeira pode ter efeito oposto quando não é praticada. A falta de um controle financeiro adequado pode se tornar o principal inimigo das suas finanças, fazendo com que você se afunde em dívidas e empréstimos, prejudicando e muito sua saúde financeira e sua vida pessoal.

    Manter um controle minucioso de todas as despesas e receitas através das velhas e conhecidas planilhas de Excel, não é tarefa fácil pra ninguém, exige paciência e muita dedicação. Para nossa sorte, hoje em dia podemos contar com a ajuda de modernos softwares e aplicativos de gestão financeira, que tornam este trabalho muito mais fácil e prazeroso.

    Dentre diversos gerenciadores financeiros online disponíveis no mercado, podemos destacar o Meu Dinheiro, que já tem mais de 70.000 usuários e que se mostram muito satisfeitos com a sua utilização, como você pode ser comprovar clicando aqui e acessando a página de depoimentos do aplicativo.

    Com o Meu Dinheiro você pode controlar todas as suas contas a pagar e a receber, controlar os gastos de cartão de crédito, definir e controlar metas de orçamento e de economia, receber notificações de vencimento das suas contas, definir metas, gerar relatórios, importar lançamentos através de extratos bancários, tudo isto de forma fácil e intuitiva, permitindo que até mesmo as pessoas que possuem pouca ou nenhuma disciplina, consigam se organizar financeiramente. Vale apena destacar que além de ser um sistema web, o Meu Dinheiro possui apps para celulares e smartphones Android e IOS(Iphone), permitindo que seus usuários registrem facilmente até mesmo aquele cafezinho do dia dia.

    E uma coisa muito importante! O aplicativo dispõem de versão básica (para controle de até duas contas  correntes e restrição de acesso a alguma funcionalidades) inteiramente grátis e preços para versões completas a partir de R$0,16/dia. Dispõem ainda de um programa de indicação onde os usuários podem ganhar até 50 dias de utilização da versão completa por cada indicação de novo usuário.

    Em um comparativo muito interessante realizado pelo blog independente Novos CFP, o Meu Dinheiro foi o grande destaque, obtendo a maior nota entre seus concorrentes, você pode verificar este comparativo clicando aqui.
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    Então se você está procurando uma maneira fácil e rápida de manter suas contas em dia, traçando um caminho que visa realização de seus sonhos e dos seus objetivos financeiros, acesse e conheça o Meu Dinheiro, tenho certeza que você irá se surpreender.

    Link para o Meu Dinheiro: http://www.meudinheiroweb.com.br

    Agradeço a sua atenção e espero ter contribuído de alguma forma para que você tenha uma boa saúde financeira e muito sucesso pela frente.

    Grande abraço!

    Convidados

    Guest Post: Softwares Financeiros

    9 de agosto de 2014

    Encontramos no mercado atual muitas empresas que ainda utilizam planilhas do Excel para realizar todo controle financeiro, mas, o que poucas sabem, é que existem ótimos softwares e com preço bastante acessível para empresas de pequeno a grande porte. Além de facilitarem o trabalho, são bem mais completos e seguros.

    Planilhas do Excel precisam ser criadas do zero, suas linhas, fórmulas, é preciso separar contas a pagar de contas a receber, previsão de receitas, fluxo de caixa, e todas as outras funções, enquanto através dos softwares podemos ter todas as funções ligadas uma à outra, são muito mais simples de controlar e manusear, além de facilitarem o trabalho, o que é muito importante para uma empresa.

    Imagem de calculadora

    A maioria dos softwares são pagos, porém, encontramos também alguns que são gratuitos ou possuem versão trial por 30 dias para que o usuário possa aprovar ou não seu uso. Vale a pena pensar em investir, com eles é possível além de uma organização melhor, trazer ótimos resultados.

    Conforme as necessidades da empresa,  os softwares podem ser mais sofisticados e com funções mais avançadas. O que podemos concluir é que cada vez mais as empresas necessitam de um bom planejamento, e através dos softwares, você consegue obter informações que muitas vezes não são possíveis em planilhas do Excel, como despesas de cartão de crédito que podem ser controladas de perto, gerando relatórios mês a mês com as alterações mais relevantes que ocorreram, facilitando as análises para os próximos meses.

    Post por Cenize

    Até o próximo post.

    Geral

    Como usar o cartão de crédito

    25 de julho de 2014

    O cartão de crédito nos traz muitas vantagens por ser possível reduzir o tanto de dinheiro que a pessoa leva consigo, permitir o parcelamento de comprar de forma prática e confortável, costumam dar um prazo de até 40 dias para pagar sem juros, pode-se efetuar saques em dinheiro, comprar no exterior, comprar na internet, programas de milhagem, entre outras vantagens.
    O valor da anuidade do cartão pode variar conforme o banco onde foi emitido, sendo que muitas vezes é possível ter isenção desta taxa.
    Apesar de toda esta comodidade o consumidor deve tomar cuidado, pois o cartão de crédito pode ser também uma armadilha e comer boa parte da sua renda.

    Antes de escolher seu cartão tenha em mente o que você precisa. Ter um cartão internacional não é vantagem, se você não viaje com frequência. Neste cenário ele não passa de um serviço desnecessário que pode pesar no orçamento com o passar dos anos. Outro ponto a ressaltar é que não adianta ter vários cartões e não conseguir pagar todas as faturas. Se a pessoa só consegue pagar o mínimo do cartão é melhor ter apenas um.
    Prefira sempre pagar sem juros. Evite o crédito rotativo, pois no Brasil temos umas das taxas de juros mais altas do mundo. Procure sempre pagar o valor total da fatura no dia do vencimento. Desta forma evita pagar juros e mantém o nome limpo nos órgãos de proteção ao crédito.

    Se a pessoa não tiver muito controle e nem estiver interessado em programas de milhagem, em geral recomenda-se não usar cartões de crédito para pagamentos de baixo valor, como em lanchonetes, padarias, cinema, etc., dê preferência ao cartão nas compras de maior valor alto. Para compras de baixo valor seria melhor utilizar o cartão de débito ou mesmo dinheiro vivo.

    Procure não estourar o limite, já que só será possível usar o seu cartão de crédito novo à medida que for pagando a fatura mensal para eliminar débitos anteriores. Procure sempre pagar o máximo que puder da sua fatura, pois assim você terá 100% do seu crédito no próximo mês.

    Para quem não sabe, o crédito rotativo é aquele onde você recebe a fatura integral de suas despesas, porém paga somente uma parte. O saldo restante junto ao que você deixou de pagar virá no próximo boleto de cobrança. Ao usar este tipo de crédito rotativo você pagará juros e outros encargos financeiros em cima do saldo devedor das faturas anteriores.
    Fonte de consulta:
    extra.globo.com/noticias/economia/100-dias-de-economia/como-usar-cartao-de-credito-sem-se-endividar-5357030.html#ixzz38VIqpf4V

    Veja também:

    Até o próximo post.

    Livraria

    Dicas de livros – parte 5

    17 de março de 2014

    Vamos para a parte 5 desta de série de posts onde compartilharmos dicas de livros, apostilas, tutoriais, etc. para se estudar o mercado financeiro, bolsa de valores, investimentos, finanças pessoais, macroeconomia, contábeis e assuntos relacionados.

    1. Muito Além da Grande Muralha (Safely Home)
      Randy Alcorn
    2. Este livro nos dá uma visão sobre a economia, povo, política, religião, entre outras característica da China.
      Usa fatos reais, porém com nomes fictícios. O cunho do libro é cristão, mas vale a pena para quem for de outras religiões ou mesmo de nenhuma. Vale a leitura, só tem que ter paciência, pois é muito descritivo.

      Sinopse:

      Ben Fielding tinha tudo o que um homem almeja conquistar: cargo importante numa multinacional, prestígio, fama, bens, influência internacional, todas as coisas que o dinheiro podia comprar. Mas lhe faltava algo tremendamente importante. Li Quan quase não tinha bens. Apesar de ter estudado no exterior e sonhasse ser professor, o único emprego que conseguiu foi de chaveiro na cidade de Pushan, China. Não podia comprar muita coisa para o conforto de sua esposa e seu filho, mas possuía um bem muito mais precioso do que o ouro mais puro. Algo que Ben precisava descobrir. Quando esses dois homens – antigos colegas de faculdade – se reencontram, um desenrolar de situações extraordinárias começa a acontecer na vida deles. O choque entre as duas culturas, dois pensamentos opostos e sistemas de valores antagônicos irão influir tremendamente no futuro de ambos. Muito mais do que eles poderiam imaginar.

      Randy Alcorn deixa transparecer em sua obra uma profunda admiração e respeito pela cultura milenar chinesa, ao mesmo tempo em que levanta questões polêmicas e atuais: Por trás da economia crescente e do desenvolvimento como potência mundial, o que esse país repleto de mistério e beleza poderia escolher? Será que a imagem mostrada pela China ao mundo ocidental corresponde à realidade em que vive o povo chinês?

      Mais do que apenas ler uma história emocionamente e cheia de surpresas, você será desafiado a repensar sua vida, seus valores, seus objetivos. Podemos estar tão apegados às coisas desta vida que a nossa visão do Céu se encontra embaçada. Precisamos, portanto, nos esforçar para viver com os pés no presente mas com o coração voltado para a eternidade.
      editorabetania.com.br/produto/2969831/Muito-Alem-da-Grande-Muralha

    3. Onde está Deus quando chega a dor ?
      Philip Yancey
    4. Esta é uma indicação de livro que não é de mercado financeiro, mas cai muito bem para os traders tão envoltos com a dor das perdas!
      É de um autor norte-americano, e fala sobre a dádiva da dor, solidão, angústia, medo e outras coisas mais, tido por muitos como descartáveis, quando na verdade são perfeitamente partes da vida para nos dar oportunidade de alcançar o oposto de delas.
      Aliás, deixa bem claro que prazer e dor estão intimamente ligados.
      Vale a pena a leitura, tanto para quem é criacionista como quem é evolucionista, ou de qualquer outra corrente, seja cristão, não cristão, ateu, agnóstico, nem aí para religião, enfim, é um livraço para nós seres humanos cheios de questões na cabeça.

      Sinopse:

      Deus permite que um terremoto provoque a morte de milhares de inocentes? Ou será que ele assiste ao que acontece de longe? Muitas pessoas se questionam sobre esse assunto. Usando a Bíblia e sua experiência pessoal, o autor analisa a dor – física, emocional e espiritual – para explicar os porquês do sofrimento.
      livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=5035650

    5. Dica: Os 6 Melhores Livros para Operadores Iniciantes na Bolsa
      Leia aqui:
      http://www.senhormercado.com.br/top-6-os-melhores-livros-para-iniciantes
    6. Até o próximo post.

    Filmes

    Como começar um negócio sem dinheiro?

    3 de dezembro de 2013

    É possível? Será que dá para começar um negócio sem dinheiro?

    Maurício Galhardo, sócio da Praxis Business, diz que sim, isto é possível e explica o que fazer, neste vídeo para empreendedores. Existe a possibilidade de se começar um negócio sem dinheiro, porém, mais cedo ou mais tarde, a pequena empresa vai exigir um aporte de capital. Neste momento será importante saber onde buscar recursos para fazer o seu negócio dar certo. Confira:
    http://exame.abril.com.br/videos/dicas-para-empreendedores/da-para-comecar-um-negocio-sem-dinheiro

    Até o próximo post.