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    Convidados

    Objetivos financeiros que você deve ter em mente aos 40 anos

    19 de setembro de 2017

    7 things you should start thinking about doing with your money once you hit 40

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    Aos 40 anos, as primeiras dificuldades financeiras provavelmente já passaram.

    A década dos 40 anos pode ser a melhor da sua vida. As primeiras dificuldades provavelmente já passaram, com trabalho estabilizado e casa quitada, filhos um pouco maiores. Nesta fase pode ser mais fácil administrar a vida financeira – se você soube se organizar no passado.
    Se fez escolhas financeiras inteligentes quando você tinha 20 ou 30 anos, você está realmente começando a colher os benefícios. Claro que você pode ter tido filhos mais tarde, por exemplo, e nessa fase está arcando com mais custos. Ou talvez simplesmente não pense muito sobre sua vida financeira.

    Todos os tipos de problemas podem descarrilar suas finanças – e mesmo aquilo que você acha que está organizado agora pode se complicar no longo prazo. Mas, independentemente de como você organiza sua vida financeira, é essencial fazer certos movimentos na década dos 40 anos.

    O Business Insider elencou 4 objetivos financeiros que você deve pensar aos 40, depois de conversar com alguns especialistas.

    Confira a seguir:

    1 – Poupar para a aposentadoria

    Em tese, ao chegar na década dos 40, a aposentadoria já deveria estar encaminhada com a contribuição feita pelo INSS ou via previdência privada. Mas atualmente em meio à crise que o país enfrenta reservar uma quantia para o futuro pode não ser fácil, ainda mais se você não teve esse hábito quando mais novo.

    Nessa fase, você pode ter preocupações como estar ajudando seus pais idosos e/ou pagando a faculdade de seus filhos. Mas é essencial colocar sua própria máscara de oxigênio financeira primeiro. “Se você está financiando as necessidades de sua família antes das suas, você está simplesmente lançando um problema financeiro para mais para frente”, diz Emily Guy Birken, autora de quatro livros sobre aposentadoria.

    Pense assim: se você não pode guardar dinheiro agora, porque conseguiria poupar mais tarde? Tentar recuperar o atraso em seus 50 ou 60 anos será ainda mais difícil e talvez impossível, especialmente porque você não sabe quanto tempo você poderá trabalhar.

    O conselho então é, se você ainda não prepara para o futuro e guarda um dinheiro pensando na aposentadoria ou em uma melhor qualidade de vida lá na frente, faça disso um novo objetivo.

    2 – Controlar os gastos

    Fique atento sobre seus gastos. Essa não é uma dica apenas para quando você alcançar os 40, mas nessa fase é especialmente importante ter um orçamento organizado. Isso irá ajudá-lo a financiar a aposentadoria, ficar fora das dívidas e criar economias. Confira algumas dicas:

    Acompanhe seus gastos. Se você não sabe o destino do seu dinheiro agora, não pode direcioná-lo para onde seja mais útil e renda mais. Use um lápis e papel ou um software de orçamentação grátis ou ainda uma planilha do Excell. Você pode ficar surpreso ou assustado ao ver quanto de dinheiro você gasta em coisas como fast food ou downloads de músicas, por exemplo. Monitore seu extrato bancário, o cartão de crédito e as contas de serviços públicos caso haja erros de cobrança, como água e luz. De novo, você já deveria ter esse hábito, mas ainda há tempo de melhorar e organizar seu orçamento.

    Construa um orçamento realista. Direcione seu dinheiro primeiro para necessidades de custos fixos como alimentos, contas de água, luz e dívidas mensais. Certifique-se de fazer um “fundo de aposentadoria” umas das prioridades. Depois reserve parte de seu dinheiro para alguns desejos, como sair para jantar e ainda é necessário poupar uma parte para uma possível emergência como despesas médicas ou uma demissão inesperada.

    Questione cada compra que for fazer. É uma necessidade ou um desejo? Você já tem algo que faça algo parecido ou que tenha a mesma função? Se você realmente precisar do item, procure formas de pagar menos. Muito rapidamente, se tornará um hábito que vai facilitar seu controle financeiro.

    Tudo isso é sobre sua vida no futuro e uma boa qualidade de vida. No melhor cenário: sabendo para onde seu dinheiro está indo, organizar seu orçamento e pagar suas dívidas, você terá um dinheiro extra para poupar para a aposentadoria, ou investir.

    3 – Construir um fundo de emergência

    Todo mundo corre o risco de se deparar com um gasto inesperado, como uma demissão, ou gastos médicos. Por isso, é essencial ter uma quantidade de dinheiro reservada apenas para emergências. Se você não possui, crie um. Embora você já deveria ter uma reserva desse tipo, não é tarde.

    Segundo especialistas em finanças pessoais, o ideal é ter uma quantidade guardada equivalente a seu salário acumulado de quatro a seis meses. Por mais que pareça difícil poupar essa quantia, comece guardando pouco e depois conforme for organizando seu orçamento aumente a quantia que será reservada para isso.

    Conforme o que já foi mencionado, obter o controle de seus gastos e ter um orçamento organizado deve liberar algum dinheiro.

    4 – Pagar todas as suas dívidas de consumo

    A dívida é um custo. Todo o dinheiro que você paga em juros poderia estar sendo direcionado para seus objetivos financeiros. Claro que algumas dívidas como prestações de aluguel, ou de parcelas para quitar o imóvel, ou um carro, são válidas, por se tornarem uma necessidade, muitas vezes, mas outras de consumo, como excesso de compras no cartão de crédito podem ser evitadas.

    Depois de monitorar seus gastos e criar um orçamento, crie um plano de pagamento da dívida que funcione para você – para garantir que pagará todas. Aos 40 anos, ter muitas dívidas está longe do ideal. É uma fase em que você deve estar se planejando para viajar mais, e ter uma qualidade de vida boa no futuro.
    Se organize da forma que preferir para pagar sua dívidas, mas não continue pagando juros de despesas que poderiam ser evitadas.

    Leia também:

    Coisas invisíveis que fazem você gastar dinheiro sem perceber

    Até mais.

    Convidados

    Coisas invisíveis que fazem você gastar dinheiro sem perceber

    18 de setembro de 2017

    Inflação do estilo de vida

    As pessoas mandam menos no próprio cérebro do que imagina-se quando toma decisões financeiras – e a economia comportamental está aí para provar –, mas é a busca pela racionalidade que o torna mais satisfeito com suas escolhas de consumo. Conhecer como o seu cérebro funciona pode fazer com que você use melhor o dinheiro a seu favor.

    Para driblá-lo, o segredo é investir em tempo para planejar as compras e a rotina financeira. A seguir, especialistas explicam dez mecanismos invisíveis que fazem você gastar mais sem perceber.

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    Você manda menos no seu cérebro do que imagina. Aprenda a controlá-lo para tomar decisões financeiras melhores!

    1 – Um produto pior na prateleira

    Se há somente duas opções de produto à venda – uma pior e mais barata e outra melhor e mais cara –, é mais provável que você escolha a mais em conta. No entanto, se há três alternativas na prateleira – uma pior, uma média e uma melhor –,  você tende a escolher a intermediária.

    “Inserir uma opção piorada nos faz alterar nossas opções de compra. É uma distração que nos faz gastar mais na opção intermediária”, explica o pesquisador Renato Azevedo, professor do curso de Introdução à Economia Comportamental da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

    2 – Muitas opções de produtos

    Quando há muitas opções parecidas de um mesmo produto, fica mais difícil comparar preços. Você tende a pagar mais pelo produto que se diferencia nos detalhes, como o mais colorido ou o que está na altura dos olhos, e a consumir sem refletir.

    “Nosso cérebro tem muita dificuldade de processar decisões complexas. Buscamos soluções mais simples, como comprar o primeiro item que aparece. Porém, soluções menos complexas não são boas decisões”, explica a especialista em economia do consumo Cristina Helena Pinto de Mello, professora do mestrado profissional em comportamento do consumidor e pró-reitora de pesquisa acadêmica da ESPM.

    Por outro lado, muitas opções também podem fazer você comprar menos. “Você fica confuso e não leva nada porque não sabe qual escolher”, explica a psicanalista Vera Rita de Mello Ferreira, doutora em psicologia econômica e professora da B3 Educação.

    3 – Um produto que você já comprou outra vez

    Você tende a basear suas decisões de compras com base em decisões que você já tomou no passado. Assim, está mais disposto a pagar mais caro por um produto pela conveniência da decisão anterior.

    4 – Número altos na sua vida

    Um estudo clássico da economia comportamental realizado pelos pesquisadores norte-americanos Dan Ariely, George Lowenstein e Drazen Prelec, publicado pela Universidade de Oxford em 2003, mostrou que você é influenciado até mesmo por números aleatórios.

    “Pagamos mais por produtos quando estamos acostumados a pensar em números altos, comparados com números baixos”, explica Azevedo. Números altos podem ser desde o seu RG ou CPF até a sua renda média ou a das pessoas à sua volta, por exemplo.

    Esse fenômeno se chama ancoragem. “Você inconscientemente tem relações de valores que o levam a tomar uma decisão”, explica Cristina Helena.

    5 – Decisões de outras pessoas

    É mais provável que você escolha um restaurante mais caro que tem fila de espera do que um estabelecimento mais barato que está vazio. É o chamado “efeito manada”. Outro exemplo é quando você paga pela inscrição e pelo kit de uma corrida de rua, em vez de correr sozinho, pela motivação de se unir a outras pessoas.

    “O ser humano é um animal social. Aprendemos na infância pelo exemplo e, em qualquer situação, olhamos em volta para ver o que os outros fazem”, diz Vera Rita. Isso significa que andar com pessoas que gastam muito vai fazer com que você poupe menos, e vice-versa.

    6 – Venda casada

    Quando você precisa informar que não quer determinado produto ou serviço extra ao adquirido e a venda casada é automática, você tende a aceitá-la. É mais fácil do que marcar que você não quer o segundo item.

    É o que acontece, por exemplo, quando você contrata um seguro atrelado a uma conta sem perceber, ou quando contrata sem querer os canais extras da televisão por assinatura. Essa prática é proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, mas é comum.

    “Você prefere pagar do que encarar a burocracia para cancelar. A oferta não é transparente e induz a gastar mais”, explica Azevedo.

    7 – Cartão de crédito

    Cartão de crédito ou fichas em um cassino, por exemplo, não são exatamente invisíveis, mas você gasta mais quando não visualiza o dinheiro em espécie.

    “Todos nós somos dotados de um mecanismo automático de aversão à perda. Quando você vê a perda, tende a parar de comprar”, diz Cristina Helena. No caso do cartão, ela recomenda colar lembretes no plástico ou instalar aplicativos que alertam sobre os gastos no celular.

    8 – Preço por R$ 1,99 em vez de R$ 2

    A forma como a informação sobre um produto é apresentada faz toda a diferença nos seus gastos. A dura verdade é que você gosta de se enganar, como todo consumidor.

    “Um e pouco parece melhor do que dois. Você gasta mais quando tem a ilusão de que é pouco. O marketing não é o único vilão, pois queremos ser iludidos”, explica Vera Rita.

    9 – Estresse emocional

    Não é indicado sair para fazer compras quando você está muito cansado ou estressado. “Com qualquer tipo de pressão que possa gerar um esgotamento psíquico que impede você de dar o seu melhor, especialmente quando lida com dinheiro”, diz Vera Rita.

    Da mesma forma, não é recomendado vender coisas quando você está triste, pois é provável que você coloque o preço lá embaixo. “Sua única motivação nessas horas é mudar o estado de espírito, seja comprando algo novo ou se livrando de algo que você já tem”, explica a psicanalista.

    10 – Tumulto na loja

    Se a loja está muito cheia,  você tende a não pensar e a gastar mais do que pode, sem comparar preços. O mesmo efeito acontece quando você está com pressa.
    fonte de consulta: exame.abril.com.br/seu-dinheiro/10-coisas-invisiveis-que-fazem-voce-gastar-mais-sem-perceber

    Leia também:

    Inflação Pessoal

    Até o próximo post.

    Convidados

    Saiba Como Poupar Dinheiro (a Melhor Forma de o “Ganhar”)

    15 de agosto de 2017

    Muitos de nós quando precisamos de mais dinheiro, quer seja por necessidade imediata ou apenas para ir acumulando fortuna e assim poder viver de forma mais despreocupada no futuro, pensamos logo em como ganhar mais dinheiro.

    No entanto ganhar mais dinheiro pode ser uma tarefa um pouco complicada e definitivamente que irá envolver mais trabalho, passando a maioria das vezes por descobrir uma outra forma de renda, quer seja através da criação de um negócio, investindo, etc…

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    O que provavelmente não pensou é que se bem feito, você pode conseguir poupar em diversas coisas de forma bem fácil que vão acabar por lhe “dar a ganhar” o mesmo dinheiro que você ia conseguir através do seu pequeno negócio, mas sem o risco e trabalho que o envolve.

    Pronto para ver algumas dessas dicas? Vamos lá então.

    Compras (de Supermercado ou Outras)

    É já um assunto muito falado (compras no supermercado) mas existe motivo para isso… Esta é a nossa maior despesa durante toda a nossa vida e que vamos ter sempre de tê-la.

    A alimentação é algo vital para as pessoas, mas muitas acabam por exagerar ou cair nas estratégias de marketing das marcas para gastarem mais do que necessitam.

    Existem diversas dicas, mas as mais valiosas e simples são:

    • Aproveite coupons, descontos, encartes, folhetos, promoções, etc… MAS apenas compre o que precisa e não por impulso apenas porque tem um bom desconto;
    • Faça uma lista e vá somando o valor das compras para ir vendo o quanto realmente esta a gastar;
    • Antes de fazer uma grande compra, investigue as alternativas e os diversos preços para assim conseguir o melhor negócio possível;

    Não Atrase nas Contas

    Outro desperdício de dinheiro que muitas pessoas acabam por fazer por diversas razões é falhar o pagamento de uma fatura qualquer e depois acabar por pagar multas e juros desnecessários.

    É por esse motivo que você deve saber sempre como consultar as suas contas online, desde a fatura da luz, conta da água, etc… Assim nunca vai correr o risco de falhar um pagamento de algo por uma greve nos Correios ou porque foi de viagem.

    Comprar em 2ª Mão

    Muitas pessoas ainda veem com desconfiança este tipo de compra, mas se for bem analisada, você pode estar a poupar muito dinheiro.

    Uma loja tem sempre que garantir lucro no produto, pagar impostos, etc… E tudo isso irá aumentar o valor do que você vai comprar.

    Se alguém esta a vender no OLX algo que está praticamente novo, comprou há uns meses e agora você tem a oportunidade de pagar apenas metade do preço de loja, porque não aproveitar?

    Não vai ser 100% das vezes que vai fazer um bom negócio, mas até coisa de loja tem vezes que se estraga bem rápido…

    Pedir Emprestado

    Aqui não estou a falar tanto de dinheiro, mas sim algo que você precise.

    Eu falei acima que você deve comprar apenas aquilo que precisa, mas se vai ser algo que só vai precisar agora e provavelmente nunca mais irá usar ou mesmo muito raramente, porque não pedir emprestado a um amigo ou vizinho?

    Não precisa de ir comprar uma escada para ir no telhado quando o seu vizinho tem uma e não vai sair prejudicado em nada por empresta-la 10 minutos… e você acabou de poupar centenas de reais numa.

    Ê então, já ficou a saber algumas dicas de como poupar dinheiro e assim “ganhar” mais algum no final de cada mês?

     

    Geral

    Business Insider: Os piores erros financeiros que você pode cometer aos 30

    28 de julho de 2017

    erros financeiros

    É possível aprender com erros passados, mas é preciso estar atento

    É muito comum nos arrependermos de algumas atitudes, principalmente quando falamos em dinheiro. “Não deveria ter comprado isso”, “poderia ter investido naquilo”, são alguns pensamentos frequentes. Mas é apenas depois de muito tempo experimentando, errando e crescendo que podemos ver com mais transparência o que poderia ter sido evitado.
    Pensando nisso, o Business Insider conversou com alguns especialistas financeiros e organizou uma lista com os piores erros financeiros que você pode cometer aos 30 anos.

    Confira:

    1- Não falar sobre dinheiro quando você está prestes a se casar

    Falar sobre dinheiro não é fácil nem divertido, mas é crucial quando seu relacionamento começa a ficar mais sério. Segundo Michael Egan, assessor de investimentos na Egan, Berger & Weiner, LCC, conversar com seu (sua) parceiro (a) sobre finanças pessoais, padrões de consumo e planos financeiros é crucial. Ele explica que a maioria dos casais espera muito para conversar sobre o tema e muitos deles nem chega a tocar no assunto. “Quando chega a hora de discutir sobre finanças, o casal já está muito comprometido e o emocional fala mais alto, o que faz com que eles ignorem as principais diferenças financeiras”, diz.

    É fundamental que a conversa aconteça, e quanto mais rápido, melhor. De acordo com Brandon Moss, assessor e VP na United Capital, primeiro é preciso entender o contexto financeiro de seu (sua) parceiro (a), o que permite que você entenda como ele (a) toma suas decisões financeiras. Depois você pode partir para o tema: finanças separadas ou conjuntas? Se vocês concordarem em juntar as finanças, então é preciso que concordem em como gastar o dinheiro.

    2- Gastar todas as suas economias no casamento

    Muitas pessoas estão gastando quantias absurdas em casamentos. Segundo Egan, a média do valor gasto em cerimônias de casamento nos EUA é US$ 35.329 , cerca de R$ 110 mil. A recomendação do especialista é organizar uma cerimônia menor e usar o dinheiro extra para dar entrada em uma casa, por exemplo. “Organizar um casamento por menos de US$ 5 mil é possível se você estipular orçamentos”, diz. Por outro lado, essa opção é pessoal. Se um grande casamento é seu sonho, comece a economizar antes.

    3- Exagerar no valor gasto em automóveis

    Outro gasto que é visto pelos especialistas como perigoso é com automóveis. “As pessoas ficam rapidamente entediadas com seus carros. Elas sempre querem um carro novo e por isso estão sempre enroladas com parcelas a pagar”, diz. Egan. “O carro, porém, é um ativo rapidamente desvalorizado. Você não quer gastar muito dinheiro em algo que vai valer quase nada após alguns anos”, completa.

    A recomendação do especialista é trocar o veículo a cada 10 anos, para que o consumidor consiga quitar o valor em cinco anos, e levar outros cinco economizando para o próximo. Além disso, ele recomenda a compra de um carro usado, “o que vai ajudar a economizar uma quantia considerável”.

    4- Gastar tudo no primeiro filho

    Geralmente o primeiro filho é aquele que recebe mais roupas, brinquedos e acessórios, visto que os novos pais tendem a exagerar na compra de produtos – muitos de marca – para o mais novo membro da família. É preciso, porém, ficar atento aos valores e tomar cuidado para não queimar todas as suas economias nos primeiros anos da criança, já que gastos inesperados podem surgir a qualquer hora.

    5- Trabalhar pensando no curto prazo

    Segundo Moss, aos 30 você está mais propício a receber seu maior salário, então é importante que você se prepare para essa fase da vida. “Você não vai querer ficar escolhendo empregos só pelo dinheiro nesse momento”, explica. “Você vai querer encontrar aquele emprego que irá preparar você para ganhar muito dinheiro no final dos 30 anos e no começo dos 40”, explica.

    6- Assumir que você terá dinheiro no futuro

    Apesar do otimismo ser considerado uma boa qualidade, um excesso dela pode ser perigoso, principalmente quando relacionada a dinheiro. “As pessoas tendem a assumir que estarão ganhado muito dinheiro quando chegarem aos 40, e utilizam isso para justificar o consumismo no presente”, diz Egan.

    “A regra deve ser a de viver com aquilo que é necessário”, diz. E completa: “Se você não tem dinheiro para comprar um carro novo, então compre um usado. Economizar primeiro deve ser a sua mentalidade: junte para a aposentadoria primeiro e depois gaste com o que mais precisar. O que as pessoas costumam fazer é o oposto, pensando que precisam de muitas coisas novas. Pague primeiro o seu futuro e torne o seu presente financeiramente seguro”.

    Até o próximo post.

    Geral

    Coisas que você deve fazer com a vida financeira aos 20 anos para aproveitar os 30

    21 de julho de 2017

    Entre acabar a faculdade e entrar para o mercado de trabalho você precisará desenvolver alguns hábitos financeiros sólidos

    A fase dos 20 anos será uma das melhores na sua vida e também é um dos melhores momentos para colocar as finanças em ordem. Entre acabar a faculdade, entrar para o mercado de trabalho, se especializar, viajar e começar uma família, você precisará desenvolver alguns hábitos financeiros sólidos para administrar seu dinheiro e direcioná-lo a curto e longo prazo, a fim de atingir suas metas.

    11 things to do in your 20s to become a millionaire by 30
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    É essencial pensar e monitorar suas finanças nessa fase. Se você está chegando perto dos 30 anos, confira alguns hábitos que pode considerar adotar, segundo o Business Insider:

    Evite dívidas de cartão de crédito

    As dívidas podem impedir que você faça muitas coisas com o seu dinheiro, especialmente as de cartão de crédito, considerando os juros altos. Se organize para manter suas contas sempre em dia, porque mais cedo ou mais tarde você terá que pagar. É importante que você não acumule dívidas. Depois de se formar na faculdade e se estabilizar no trabalho, sua renda provavelmente aumentará, o que pode incentivar você comprar mais do que precisa e o crédito nessa hora vai parecer a melhor solução.

    Os cartões de crédito são uma boa pedida quando usados corretamente. Se você vai usar um cartão de crédito, utilize um total abaixo de 30% do seu limite e pague sempre a fatura em seu valor total para não pagar juros e manter uma vida financeira saudável. Se perder o controle, a dívida pode ficar muito cara.

    Crie um fundo de emergência

    Despesas inesperadas vão inevitavelmente aparecer, desde um desemprego até gastos médicos. Então é importante reservar um fundo de emergência para esses gastos não previstos. Quanto você deve guardar vai depender das suas preferências e situação financeira, mas garanta uma quantia que possa ajudar você em um momento fortuito.

    Comece a guardar dinheiro para aposentadoria

    Quanto antes você puder guardar dinheiro para a aposentadoria melhor. Você não precisa colocar quantias exorbitantes, o que você conseguir adaptar ao seu orçamento já vale. Quanto mais tempo seu dinheiro estiver destinado a aposentadoria, mais tempo ele irá render e você terá a chance de se aposentar confortavelmente. Por mais que pareça longe, você precisa se planejar para o futuro.

    Você pode investir a longo prazo por meio de uma aplicação na renda fixa, por exemplo, e retirar a quantia quando se aposentar ou começar a pagar uma previdência privada. Busque a opção que melhor se encaixa com seu orçamento e condições atuais.

    Viva dentro do seu orçamento

    Apesar de parecer um conselho simples, pode ser difícil colocá-lo em prática. Gastar tudo o que você recebe, não é prudente. É hábito ruim, porque gastar toda sua receita com despesas dispensáveis impede que você aproveite e colha os frutos do seu trabalho. Defina metas financeiras claras e priorize suas despesas em torno delas. Você vai perceber que viver abaixo de seu orçamento aos 20 anos é muito mais fácil do que durante seus 30. Então adote hábitos financeiros e um estilo de vida adequado à sua receita desde o início.

    Defina metas a longo prazo para seu dinheiro

    As metas financeiras a longo prazos são importantes. Elas ajudam a definir os objetivos qu você precisa cumprir no curto prazo para chegar ao resultado final. Na década dos 20 anos, é importante descobrir o que você realmente quer da vida e como usar o dinheiro como uma ferramenta para alcançar seu objetivo.

    Claro que suas metas podem e provavelmente vão mudar ao longo do tempo, mas estabelecendo objetivos realistas e expectativas para o seu futuro, você poderá gastar mais conscientemente ano após ano, ajustando suas metas conforme sua vida for mudando.

    Saiba gastar com consciência

    Gaste seu dinheiro com coisas que você valoriza e acha que valem a pena. É preciso saber equilibrar seus gastos, administrar a vida financeira não é uma tarefa fácil, e você vai cometer alguns erros ao longo do caminho. E a partir desses erros você vai se adaptando e melhorando a forma de monitorar suas finanças. E gastar com consciência é uma das questões chaves de uma vida financeira de sucesso. Mas claro que tudo tem limites, se você gasta dinheiro com algo que faz você feliz, mesmo sendo um pouco mais caro, não precisa necessariamente cortar esse item do orçamento – desde que possa pagar.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Veja um dos melhores métodos para o planejamento financeiro de sucesso

    3 de julho de 2017

    Organizando suas contas de forma fácil e simples com FLUCA – Gerenciador Financeiro Online

    Conheça um dos melhores métodos para o planejamento financeiro de sucesso que nada mais é do que o desenvolvimento de planilhas. Elas podem se tornar um grande aliado para economizar e ganhar mais dinheiro.

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    Quem deseja se tornar um investidor de sucesso, antes de mais nada é preciso saber como utilizar o seu dinheiro de modo mais eficiente. Muitas pessoas não percebem, mas é possível economizar milhares de reais por ano apenas ao repensar os gastos com itens que nem sempre são essenciais para alcançar os seus objetivos e aplicar esse dinheiro do melhor modo.

    Especialistas em finanças pessoais costumam destacar dois pontos essenciais para manter uma vida financeira mais saudável: estabelecer objetivos de curto, médio e longo prazo e montar um controle do seu orçamento com o auxílio de planilhas.

    As planilhas são importantes para garantir que você estará no caminho certo para alcançar suas metas, mas Fernando Navarro, consultor e instrutor em TI especializado no pacote Microsoft Office, alerta para um dos principais erros que as pessoas cometem: “muita gente usa o Excel apenas como uma grande tabela, como se fosse um bloco de anotações, então acaba subutilizando a ferramenta, que é rica em recursos de cálculos, análise de dados e relatórios com gráficos”.

    Algumas das principais funcionalidades que o Excel oferece é a possibilidade de automatizar os cálculos por meio de fórmulas e a criação de gráficos para facilitar a visualização, permitindo gerar relatórios completos e intuitivos, em que o usuário apenas insere os novos valores e tudo é feito de modo automático. “Montar uma planilha tem a finalidade de organizar os números da vida pessoal e profissional, criando um acesso rápido e de fácil manutenção”, explica Navarro.

    Para conferir a lista completa de cursos, clique aqui.

    Nas aulas, Fernando Navarro ensina desde as etapas mais básicas do programa até a usar ferramentas de análises de dados, criação de tabelas dinâmicas, macros, gráficos, acompanhamento de metas e muito mais. Ao dominar essas ferramentas, é possível criar um controle fácil e rápido do seu planejamento financeiro como um todo, colocando gastos e receitas em um mesmo ambiente de fácil visualização.

    O Excel ainda permite criar simuladores com diferentes finalidades. É possível construir um modelo em que você compare a rentabilidade de dois investimentos diferentes ao longo do tempo, ou calcular o quanto um financiamento ou um pagamento impactará suas contas, entre outras funcionalidades. “A ideia é que você consiga responder perguntas como: se isso acontecer, qual será o resultado na minha vida financeira?”, diz Navarro.

    Planilha para gerenciamento de risco na bolsa de valores

    Até o próximo post.

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    Seu Dinheiro: 10 dicas de ouro para quem quer ter dinheiro

    23 de junho de 2017

    Antes de alguém pensar em ficar rico, se faz necessário preciso organizar-se financeiramente para conseguir pelo menos fechar o mês no azul. Neste post será possível ver dicas de como fazer isso. Quem consegue se organizar financeiramente sabe que é possível pelo menos fechar o mês no azul. É um processo difícil para muitas pessoas, mas está longe de ser impossível.

    Os 10 direitos do consumidor que você provavelmente não conhece

    Saiba o que fazer para deixar o descontrole financeiro para trás

    A maioria das pessoas peca na falta de planejamento: escolhem a data errada de vencimento das contas, fazem dívidas parceladas ou compram bens de alto valor em um momento ruim. E aí, se desesperam quando veem que já atingiram determinada idade e não possuem patrimônio. Perdeu o controle do orçamento? Saiba com o Just Online o que é consolidação de dívidas e como ela ajuda na organização financeira Patrocinado 

    Mas, calma, para tudo há uma solução. A Exame separou 10 vídeos de finanças pessoais que dão dicas de ouro para quem quer deixar o descontrole financeiro para trás e ter dinheiro.  Confira.

    1) Como escolher a melhor data de vencimento das contas?

    2) O que eu preciso fazer para renegociar minhas dívidas?

    3) Não tenho patrimônio. O que será dos meus filhos?

    4) Vou me casar. Como ficam minhas finanças?

    5) Como investir com o salário de um estagiário?

    6) Vale a pena reinvestir os lucros da minha aplicação?

    7) Compro uma casa ou invisto no Tesouro Direto?

    8) Devo me desesperar se não financiei um imóvel até os 30 anos?

    9) Qual a melhor forma de me planejar para comprar um carro?

    10) Quando vale a pena parcelar a compra?

    fonte de consulta: exame.abril.com.br/seu-dinheiro/10-dicas-de-ouro-para-quem-quer-ter-dinheiro

    Até o próximo post.

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    Vantagens de Trabalhar numa Grande Empresa

    19 de junho de 2017

    Trabalhar para uma grande empresa é algo que traz bastantes vantagens normalmente para si como trabalhador.

    Se já experimentou trabalhar numa grande e numa pequena empresa certamente conhece muitas diferenças e experienciou as particularidades de cada uma delas.

    Aqui vamos lhe falar de quais são as vantagens principalmente, mas também abordar algumas desvantagens de trabalhar neste tipo de corporação.

    Está pronto para ficar a saber mais sobre o assunto? Vamos lá então…

    Carreira e Progressão

    Numa empresa é normal você ter mais espaço de progressão na carreira como deve imaginar, visto existirem centenas ou milhares de trabalhadores, tendo diversos níveis de responsabilidades.

    Tendo isso em conta, a progressão de vendedor para gestor por exemplo é uma realidade em muitas empresas, dependendo de si e do seu trabalho.

    E mesmo que isso não aconteça, ganhar experiência numa empresa de renome do mercado, como por exemplo trabalhar na Ambev (no ramo alimentar) ou na SBT (em televisão e multimédia)…

    Menos Responsabilização

    Numa empresa pequena, como são muito poucas pessoas, cada vez que alguém se esquece de algo, se atrasa a fazer alguma coisa, erra, etc… isso acaba por ser bastante notado e facilmente sabem quem foi.

    Numa empresa grande, com tantas “partes” é normal os erros acontecerem de vez em quando e você como trabalhador muitas vezes não é tão responsabilizado pelos mesmos (a menos que seja grave) até porque fica difícil perceber a origem e quem o fez.

    Pode ser uma vantagem para alguns e para outros não, mas alivia algum stress e pressão de errar.

    Mais Vantagens

    Empresas grandes gostam de manter os seus trabalhadores e assim ser o mais eficientes possível do que estar sempre a trocar e ter de todos os dias formar alguém novo para a posição.

    E é por isso que muitas vezes até oferecerem benefícios que nem todos os lugares oferecem, e isso é bastante bom.

    Tanto pode ser em forma monetária com melhor salário, algum tipo de subsidio, parcerias com outras empresas que lhe dão certos descontos, etc…

    Há que avaliar isso também e certamente é uma mais valia para as pessoas que trabalham em lugares assim.

    Relacionamento com os Outros

    Numa empresa pequena se não gostar de algum outro colega de trabalho ou tiverem algum tipo de problema entre vocês, isso poderá se tornar um autêntico inferno durante todos os dias.

    Enquanto numa grande, com tantos trabalhadores, claro que sempre será um pouco desconfortável, mas você muitas vezes nem tem que interagir assim tanto apenas com aquela pessoa.

    Assim fica bem mais fácil manter um clima de trabalho com menos stresses e confusões e tentar estar de bom humor e satisfeito com o ambiente de trabalho, algo essencial e por vezes até melhor que ter um rendimento maior, mas trabalhar num mau ambiente.

    Possíveis Desvantagens…

    Ser reconhecido vai ser mais difícil para você, porque muitas vezes as tarefas são feitas em equipe e você é apenas uma parte dela.

    Mesmo fazendo tudo bem e um ótimo trabalho, fica difícil se destacar.

    Outra pode ser o fato de ser associado ao serviço dessa empresa de forma errada, como por exemplo trabalhar para uma operadora como a Oi, a qual recebe bastantes reclamações pela sua central de atendimento como qualquer outra.

    E no final as pessoas que tiveram alguma má experiência pensarem o mesmo de si. Pode não parecer fazer sentido, mas é algo que acontece ás vezes.

    E então, o que achou do artigo? Concorda com todas as coisas que foram ditas? Tem a sua experiência pessoal para partilhar?

    Deixa a sua resposta às ultimas perguntas nos comentários, obrigado.

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    Geral

    Erros financeiros que quase todos cometem entre 20 e 30 anos

    12 de abril de 2017

    Planeje desde cedo para ter segurança ao longo da vida.

    erros financeiros dos jovens

    A financial adviser shares 8 money mistakes to avoid in your 20s and 30s

    A juventude é o melhor momento para começar a organizar a vida financeira: nunca é cedo demais para se preocupar com o futuro. Ao mesmo tempo, é difícil discernir desde cedo como lidar melhor com as finanças.

    Embora os tempos de início de carreira sejam ideais para explorar e descobrir novas experiências, é preciso lembrar de poupar e planejar o restante da vida. O consultor da Investopedia Brad Sherman publicou no Business Insider os maiores erros que pessoas cometem entre os 20 e os 30 anos:

    1 – Não ter um orçamento

    Os primeiros salários dão a sensação única de patrimônio que lhe pertence. Por isso, boa parte das pessoas cai na tentação de simplesmente gastar esse dinheiro em tudo pelo que se interessa, sem planejar onde. Ter um orçamento prévio no momento de fazer compras ajuda a gastar com o que for melhor e mais necessário.

    2 – Postergar pagamentos

    Para o especialista, pessoas jovens tendem a usar cartões de crédito da maneira errada: sem pesar custos futuros ou calcular os pagamentos dos meses seguintes. “Use seu cartão de crédito como uma maneira inteligente de rastrear seus gastos, mas não gaste mais do que realmente tem”, escreve o especialista.

    3 – Esquecer do fundo de emergência

    Viver no limite é sempre prejudicial. “É difícil imaginar a necessidade de um fundo de emergência quando se é jovem, mas você nunca sabe o que o futuro pode trazer”, alerta Brad. Mantenha sempre uma parcela do seu salário guardada e investida.

    4 – Ignorar pagamento

    Ainda que seja importante gostar do que faz, o consultor acredita ser um erro pensar em prazer antes de considerar o pagamento. Se o salário for baixo, mas o escritório tiver pipoca e um ambiente amigável, ainda é importante reconsiderar a posição para uma que remunere seu trabalho de acordo com o que você merece.

    5 – Não ter metas

    Guardar dinheiro é mais fácil quando se estabelece desde o início uma meta. Para o jovem, é importante ter noção de onde se quer estar em 10, 15, 20 anos, para ter um incentivo maior.

    Até o próximo post.

    Convidados, Livraria

    Tony Robbins revela os 4 principais passos para ficar rico

    9 de março de 2017

    Leia também:

    Conselhos de milionários para inspirar e mudar rumos vida financeira

    Sinais que você está rico, mesmo que não se sinta assim

    Tony Robbins, é um investidor multimilionário e um dos nomes mais influentes no mercado de coach de carreiras. Tal investidor também é autor do best-seller “Money: Master the Game”, ainda sem tradução para o português, em que revela os detalhes e formas mais importantes de se gerenciar dinheiro e riquezas.
    Faz pouco tempo que ele lançou o livro “Unshakeable”, onde, além de compartilhar outras lições de administração e investimentos, ele também mostra os principais passos que as pessoas devem seguir para conseguir acumular riqueza.

    Want to Get Rich? Tony Robbins Lays It Out in 7 Simple Steps

    O portal Inc. através do artigo “Want to Get Rich? Tony Robbins Lays It Out in 7 Simple Steps” juntou alguns dos principais pontos que o investidor escritor aborda em seu livro.

    Veja a seguir:

    1) Entre no jogo

    Um dos principais erros que as pessoas cometem ao investir é não investir da forma correta, seja por medo dos riscos que correrá ou também por acreditar que é uma tarefa que requer muita responsabilidade. O conselho de Robbins para quem está nessa situação é para ser ambicioso: “Você não quer ter um celular da Apple, você quer ser dono da própria Apple”, é como as pessoas devem pensar.

    2) Não perca dinheiro

    Apesar de parecer uma dica óbvia, é sempre importante pensar em maneiras de reduzir os riscos que existem. O investidor aconselha, neste caso, que as pessoas sempre pensem em maneiras de reduzir os riscos que correm, seja de investimentos ou de gastos inesperados.

    3) Segurança financeira é uma prioridade

    Ter “segurança financeira” significa conseguir bancar despesas básicas, como transporte, alimentação, aluguel, entre outras, com o dinheiro que seus investimentos renderam.

    4) Independência financeira também deve ser um objetivo

    Conseguir manter seu padrão de vida somente com os rendimentos de seus investimentos, sem trabalhar, é do que consiste independência financeira. Para Robbins, isso deve ser considerado um objetivo.