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    Multimoney: Corretora de câmbio é alvo de investigação de lavagem de dinheiro e crimes financeiros

    28 de junho de 2018

    Justiça brasileira bloqueia R$ 300 milhões de envolvidos em esquema de pirâmide Minerworld
    Multimoney: A corretora atuava no Sistema Financeiro Nacional como uma organização criminosa de natureza empresarial

    A PF (Polícia Federal) deflagrou nesta quinta-feira (28) a Operação Line Up, com o objetivo de investigar uma corretora de câmbio estabelecida para a prática de crimes financeiros e lavagem de dinheiro. Conforme a Polícia Federal, a corretora atuava no Sistema Financeiro Nacional (SFN) como uma organização criminosa de natureza empresarial.

    Como mudar de corretora?

    Foram cumpridos, por 60 policiais federais, 14 mandados de busca e apreensão, sendo cinco em São Paulo (SP) e nove entre as cidades de Itajaí, Balneário Camboriú e Blumenau, todas em Santa Catarina, além de dois mandados de prisão preventiva em desfavor dos diretores da instituição financeira, todos expedidos pela 1ª Vara Federal de Florianópolis/SC.

    Os nomes das pessoas e empresas envolvidas não foram divulgados, porém um jornal da região de Blumenau divulgou que policiais federais foram à casa de câmbio Multimoney nesta manhã.
    https://omunicipioblumenau.com.br/casa-de-cambio-e-pagamentos-djs-internacionais-sao-alvos-da-policia-federal-em-sc/

    A investigação teve início em 2013, quando a Polícia Federal investigava possível evasão de divisas realizada através de pagamentos a DJs de renome internacional que vinham atuar em Santa Catarina, com contratos subfaturados.

    A partir daí, a investigação chegou a uma corretora de câmbio que fazia parte do mesmo grupo econômico da empresa de eventos, sendo possível identificar indícios de gestão fraudulenta de instituição financeira nas seguintes ações:

    – Burlar os limites da posição cambial;
    – Movimentar moeda estrangeira de forma paralela e, após apreensão de valores, maquiar as operações;
    – Fracionar operações de câmbio para burlar os limites de valores a serem negociados;
    – Registrar operações sem a documentação suporte, fraudando a fiscalização;
    – Transferir moeda entre unidades sem identificar corretamente o destinatário;
    – Atuar no mercado paralelo de câmbio, fraudando as autorizações impostas pelo Banco Central;
    – Deixar de analisar e/ou identificar os clientes para fraudar os controles de prevenção à lavagem de dinheiro;
    – Usar documentos ideologicamente falsos para recuperar valores apreendidos;
    – Receber e realizar depósitos em espécie, vedado para operações de câmbio.

    A Polícia Federal descobriu também que foram realizadas 155 operações de câmbio com utilização dos nomes de 111 pessoas que já estavam mortas no momento do negócio, bem como pagamentos de terceiros no exterior que não eram os reais exportadores das mercadorias, inclusive mediante contratações feitas por empresas investigadas na Operação Lava Jato e ligadas a doleiro já condenado na referida operação.

    As atividades foram identificadas e registradas pelo COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) em sete relatórios, em que foi apontado um total de mais de R$ 2 bilhões em movimentações atípicas.

    Também há fortes indícios de que representantes da corretora de câmbio tentaram obstruir as investigações mediante contato com um servidor público, a fim de serem instruídos sobre como reaver os valores apreendidos na investigação.

    As condutas criminais apuradas até o momento são gestão fraudulenta de instituição financeira, fraude contábil em instituição financeira, fraude cambial, lavagem de dinheiro, formação de organização criminosa e obstrução de investigação contra o crime organizado.
    fonte de consulta: Casa de câmbio e pagamentos a DJs internacionais são alvos da Polícia Federal em SC

    Leia também:

    Twitter tenta resolver fraude com moedas virtuais

    Até mais.

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    Sinais que você está diante de um golpe de pirâmide com Bitcoin

    18 de setembro de 2017

    Recentemente surgiu uma “mineradora” de Bitcoin nas nuvens que prometia lucros de 20% ao mês com a mineração de Bitcoin. O investimento mínimo era de 500 dólares (2 mil reais). Várias pessoas ficaram no prejuízo e nunca mais irão ver seu dinheiro de volta.

    piramide

    Vale ressaltar que Bitcoin é a moeda ideal para estelionatários aplicarem golpes de pirâmide, pois governo nenhum pode congelar sua conta e é muito fácil de ir tirar férias no caribe com o dinheiro das vitimas de um golpe desses. A única maneira de se proteger de golpes é tendo informações corretas e honestas sobre o Bitcoin, por isso a existência desse canal. Então fiquem atentos, pois abaixo são listados 5 sinais para você ter certeza (ou pelo menos desconfiar) que está diante de um golpe de pirâmide com Bitcoin e não entrar nessa roubada:

    1) A empresa oferece lucros acima de 5% ao mês.

    Uma empresa de mineração jamais poderá oferecer mais de 5% de lucro em mineração com Bitcoin. Isto porque a mineração não é tão lucrativa quanto às pessoas costumam fantasiar. Existem muitos custos por trás da atividade, tais como energia, funcionários, servidores, etc. Eu já cheguei a escutar que supostas empresas de mineração estavam oferecendo 30% de lucro, o que é um completo absurdo! E mesmo se a empresa oferecer lucros abaixo de 5% isto não isenta a mesma de ser um golpe de pirâmide com uma vida mais longa.

    2) A empresa usa marketing multinível no processo de mineração

    A empresa que deu o calote nos seus investidores ontem cobrava uma taxa de adesão de 100 dólares para entrar na matriz multinível. Não existe lógica nenhuma cobrar um taxa de adesão para poder começar a minerar, esse foi o motivo que me fez desistir da Bitknock (site fora do ar!). Vamos pensar um pouco. Se a atividade de mineração Bitcoin é por si só lucrativa, porque eu preciso pagar uma taxa de adesão para poder convidar meus amigos para o negócio?  Não faz sentido nenhum, não é mesmo?

    golpe de piramede3) A empresa não deposita diretamente na sua carteira o resultado da mineração

    Empresas serias de mineração pedem o endereço da sua carteira para depositar diretamente e diariamente a sua parte da mineração. Na empresa que deu o calote ontem em seus investidores você tinha que acumular uma quantidade mínima para retirada dos seus Bitcoin. E você tinha ainda que fazer o processo de retirar os seus Bitcoin manualmente para sua carteira. Ou seja, a empresa estava dificultando a retirada dos seus fundos.

    4) A empresa tem menos de 1 ano de funcionamento

    Oferece lucros de mais de 10% ao mês e tem menos de 1 ano de vida é batata! Saia fora que é uma mineradora golpe de pirâmide em Bitcoin.  A matemática é simples! Quanto maior a margem de lucro a empresa oferece aos seus investidores menor será o tempo de vida da mesma no mercado. Se a empresa oferece uma margem de lucro alta o tempo de vida dela será curto, pois os golpistas terão que sumir com o site e os vestígios do negócio quando a base da pirâmide parar de crescer. Resumindo, se a empresa oferece um lucro de 10%, isto significa na prática que ela pode ficar durante 10 meses te pagando com seu próprio dinheiro! Só então, depois destes 10 meses, que ela começa a usar dinheiro de outros investidores para te pagar. É mais ou menos neste ponto que os golpistas costumam dar o calote em todos os investidores.

    5) A empresa usa piscinas de mineração.

    Essas empresas golpistas costumam usar piscinas de mineração de grande volume para disfarçar a pirâmide financeira. Quando é uma mineradora séria, que está há vários anos no mercado, ela é a própria piscina de mineração! Uma boa dica é você visitar os canais oficiais destas empresas no youtube.com atrás de palestras dos seus fundadores e vídeo das máquinas de mineração funcionando. Você precisa encontrar um vídeo com um galpão repleto de máquinas funcionando uma do lado da outra, que o barulho das ventoinhas resfriando os processadores chega até ser ensurdecedor! Na prática, são destas salas gigantes que vem todo Bitcoin minerado no mundo.

    Deixo aqui também mais uma reflexão neste artigo. O ser humano é muito imprevisível, a ganancia pode fazer as pessoas perderem a moral. Então, mesmo projeto sérios de mineração como a Genisis Mining (lançada em fevereiro de 2014) e que oferece contratos vitalícios de poder de mineração. Mesmo essas empresas em determinado momento pode se deixar contaminar pela ganancia e começar a fraudar seus investidores.

    Dos 21 milhões do Bitcoin que poderão existir em circulação no mundo mais de 70% já foi minerado e tem dono! Acho que a moeda está indo para uma nova fase. Penso que o melhor jeito para se conseguir Bitcoin agora seja oferecendo um produto ou serviço. Somente assim o Bitcoin irá cumprir seu real proposito de ser uma moeda de troca livre de bancos centrais.

    O número de sites que passam golpes em Bitcoin são enormes. Segue no link a lista negra com milhares de sites que já aplicaram em Bitcoin no mundo.
    http://www.badbitcoin.org/thebadlist/#BTC

    Não se deixem atrair por investimentos com grandes taxas de retorno. Nada de valor nessa vida vem fácil.
    fonte de consulta: mercadolivrebtc.wordpress.com/2016/02/05/5-sinais-que-voce-esta-diante-de-um-golpes-de-piramide-com-bitcoin

    Confira também:

    Ebook gratuito: Bitcoin – A Moeda na Era Digital

    Até o próximo post.

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    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Moeda rival da bitcoin passou de US$ 319 para 10 centavos em segundos com ordem de venda multimilionária

    22 de junho de 2017

    D9 e MinerWorld: suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira

    Este caso aconteceu na última quarta-feira com a moeda digital ethereum, gerando revoltas e alegrias no mercado de divisas virtuais!!

    MMN Speed Dólar é golpe?

    Em meio ao interesse crescente dos investidores pelas divisas digitais, uma situação um tanto bizarra aconteceu na última quarta-feira com uma das principais moedas do meio. A moeda virtual (rival da bitcoin) Ethereum, que vinha em um forte movimento de alta nos últimos meses, viu seu valor evaporar de US$ 319 para 10 centavos em cerca de um segundo na bolsa GDAX, em meio a uma ordem de venda multimilionária. As informações são da CNBC.

    Defenda o seu Bitcoin – A verdadeira história do MercadoBitcoin

    Durante o “quase crash” da moeda, Adam White, vice-presidente da GDAX, postou no blog da bolsa que negocia as moedas, descrevendo a operação. De acordo com ele, a ordem de venda do mercado de milhões de dólares resultou em uma série de pedidos que passaram de US$ 317,81 para US$ 224,48. À medida que o preço continuou a cair, 800 ordens de stop loss foram acionadas, fazendo com que a moeda negociasse abaixo dos dez centavos.

    A operação de stop loss é utilizada para limitar as perdas dos investidores, ocorrendo através de uma ordem de venda que é disparada automaticamente quando o ativo atinge o preço escolhido pelo investidor como o mínimo que ele está disposto a perder.

    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Moeda rival da bitcoin passou de US$ 319 para 10 centavos em segundos com ordem de venda multimilionária

    Em meio ao acontecimento, muitos nas redes sociais criticaram a GDAX e alegaram algum tipo de atividade ilegal para que esse movimento brusco acontecesse, o que foi negado pela bolsa digital.

    “Nossas investigações preliminares não mostram indícios de erros ou ataques. Compreendemos que este evento pode ser frustrante para nossos clientes”, disse White em mensagem. “Continuamos a realizar uma investigação aprofundada e manteremos os clientes atualizados sobre as ações resultantes”.

    White também observou que esses negócios são finais e não serão revertidos. Em meio à extrema variação, a bolsa digital interrompeu temporariamente a negociação da moeda na quarta-feira.

    As operações voltaram ao normal pouco depois e, na manhã desta quinta-feira, de acordo com as cotações fornecidas pela GDAX, a moeda era negociada na casa dos US$ 324.

    Os operadores de ethereum ficaram indignados com o caso, culpando o GDAX por não ter controles adequados e acusando quem colocou a ordem de venda de manipulação do mercado.

    A experiência foi realmente dolorosa para muitos – mas também foi positiva para outros, diz a CNBC. A reportagem cita que, no fórum de negociação StockTwits, o usuário John DeMasie publicou a imagem de uma tela contendo o histórico comercial durante a forte queda da moeda. Ele apontou que uma pessoa tinha um pedido para compra de pouco mais de 3.800 ethereum. Teoricamente, essa pessoa teria gastado US $ 380 para comprar essas moedas e, quando o preço voltou para acima de US$ 300, ela teria “angariado” US$ 1 milhão. Contudo, a CNBC não conseguiu confirmar a captura de tela publicada pelo usuário do fórum.

    A moeda Ethereum ganhou destaque nos últimos meses e atraiu a atenção inclusive dos gigantes das finanças e tecnologia, como o JPMorgan Chase, a Microsoft e a IBM, ao utilizar um tipo de blockchain diferente do utilizado no bitcoin. O que tinha atraído investidores é o uso desta tecnologia nos chamados aplicativos de contratos inteligentes. Um contrato inteligente é um programa de computador que pode executar automaticamente os termos de um contrato quando certas condições são atendidas, reduzindo o envolvimento humano para concluir um negócio. O Barclays, por exemplo, usa esta tecnologia para negociar derivativos.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/6725109/moeda-rival-bitcoin-passou-319-para-centavos-segundos-com-ordem

    Até o próximo post.

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    Dicas para a repatriação segura de recursos não declarados

    25 de maio de 2017

    Porque o dólar turismo é mais caro que o dólar comercial?

    2 dicas para a repatriação segura de recursos não declarados: Rodrigo Del Barrio, diretor de Tesouraria do Banco Confidence, dá dicas para não correr o risco de cair na “malha fina” da Receita Federal.

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    O Senado aprovou em março a reabertura do prazo para regularização de ativos não declarados enviados ao exterior, popularmente chamada de repatriação. O prazo vai até 31 de julho, mas quem aderir ao programa deve se preparar com antecedência para evitar erros que possam levar à exclusão do programa e até implicar em responsabilidade penal.
    Rodrigo Del Barrio, diretor de Tesouraria do Banco Confidence, dá duas dicas para não correr o risco de cair na “malha fina” da Receita Federal.

    A maior ameaça à valorização do Bitcoin

    1) Contrate um advogado

    Embora o preenchimento dos dados da repatriação no site da Receita Federal seja simples, a chance de escolher alguma opção errada é “muito grande”, segundo Del Barrio. “O advogado vai dizer a melhor forma de fazer a repatriação, vai entender o caso e a origem do recurso. Lembrando que tem que ser um dinheiro lícito”, afirma.

    2) Especialista em câmbio

    O declarante é responsável pelas informações enviadas, mas é necessário uma banco ou corretora de câmbio para assumir a parte cambial do processo. “O banco tem que fazer uma análise para ver se o que foi declarado é compatível com o que está sendo trazido para o país”, afirma Del Barrio, destacando a importância de procurar uma casa que ofereça segurança e não explore nos preços das taxas cobradas.

    Diante do processo cuidadoso para evitar erros, esperar até os últimos dias do prazo não é uma atitude positiva para quem deseja regular o seu capital. Fernando Bergallo, diretor de câmbio da FB Capital, explica que, devido às investigações políticas, os bancos realizam uma checagem rigorosa do dinheiro e alguns documentos podem demorar para serem aprovados.

    “A ordem de pagamento pode não chegar a tempo, pois os bancos demoram até 10 dias para processar o documento. Após a Lava Jato está ocorrendo uma checagem depois das delações, pois os bancos estão querendo saber se estas quantias são ilegais ou não”, diz Bergallo.

    Vale lembrar que não é preciso trazer todo o montante declarado para o Brasil. Bergallo afirma que a maior parte de seus clientes não repatriará o dinheiro. “Eles acreditam que é melhor estar em consonância com a legislação, porém, ainda acreditam que deixar os recursos em outros países ainda é mais seguro”.

    Na primeira fase da repatriação, no ano passado, foram declarados US$ 170 bilhões e US$ 56,4 bilhões foram recolhidos em multas. “Foi realmente bastante coisa, mas para a segunda fase a nossa expectativa é bem menor”, diz Del Barrio. O imposto de renda cobrado na segunda fase é de 15% do valor dos recursos sonegados e a multa é de 20,25%.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/minhas-financas/impostos/noticia/6554461/dicas-para-repatriacao-segura-recursos-nao-declarados

    Até o próximo post.

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    Porque o dólar turismo é mais caro que o dólar comercial?

    17 de março de 2017

    Ao comprar moedas estrangeiras, muitas pessoas se perguntam o porquê das diferentes cotações entre o câmbio turismo e o câmbio comercial, afinal, uma cotação é mais baixa que a outra. A BeeCâmbio, correspondente cambial online atuante em mais de 40 cidades brasileiras, apresenta o porquê dessa diferença e explica porque isso acontece.

    Primeiramente, é interessante ter um conceito econômico definido. O câmbio em um país pode ser flutuante ou fixo. Isso significa que, quando flutuante, a cotação varia de acordo com a oferta e demanda da moeda estrangeira, ou seja, o valor de uma moeda local em relação as outras é determinado pelo mercado. Já quando o câmbio é fixo, a taxa cambial de uma moeda está fixa a outra moeda. Por exemplo, o Banco Central do Brasil determina que USD 1,00 sempre será R$ 3,00. Para manter o padrão estabelecido, o BC obrigatoriamente comprará ou venderá dólares no mercado brasileiro a fim de manter essa taxa cambial estável.

    Diante dessa definição, e do conhecimento de que ambas têm relação direta com a cotação do câmbio em um país, segue explicação do porque o dólar comercial e o dólar turismo têm taxas variadas de cotação.

    Câmbio Comercial

    O câmbio comercial é uma taxa de referência no mercado. O valor estipulado é utilizado nas importações e exportações de bens e serviços brasileiros com o mundo, tanto na hora de pagar quanto de receber; quando bancos compram ou vendem moedas estrangeiras. Em outras palavras, pode-se dizer que é quando não existe troca de papel moeda entre os envolvidos. O câmbio acaba sendo mais baixo uma vez que os valores trocados são muito altos.

    Câmbio Turismo

    O câmbio turismo nada mais é do que uma terminologia utilizada para compra de moedas estrangeiras com qualquer finalidade que não as mencionadas no câmbio comercial.  Ou seja, é o valor que qualquer pessoa paga para comprar moedas a fim de viajar, comprar algum produto no exterior, imóveis e etc.  Sua cotação tem como base o câmbio comercial, porém, acaba sendo mais cara, uma vez que conta com todos os custos envolvidos na operação, desde a importação do papel moeda até chegar nas casas de câmbio.

    Câmbio comercial = Câmbio turismo

    +Impostos
    +Custos de importação
    +Custos de segurança
    +Custos administrativos
    +Custos de logística
    +Custo da instituição intermediadora
    +Custo do Estoque de Moeda Estrangeira que deixa de render os juros brasileiros

    No câmbio turismo, as moedas mais exóticas têm um valor ainda mais alto em relação ao câmbio comercial. Isso acontece porque o risco de manter em estoque a moeda exótica é alto e por isso são compradas em menores quantidades, o que faz com que o preço também aumente.

    cambio-turismo-comercial

     

     

    Geral

    A maior ameaça à valorização do Bitcoin

    9 de março de 2017

    Leia também:

    Defenda o seu Bitcoin – A verdadeira história do MercadoBitcoin

    Guest Post: Cupons de descontos e cash back

    Bitcoin rumo ao pó, a bolha do bitcoin vai explodir

    O Bitcoin está de olho na SEC, porém o maior inimigo pode estar no seu próprio sistema, já que usuários regulares estão aguardando cada vez mais tempo para que suas transações sejam confirmadas, fato que traz um grande problema.

    Esta será uma semana decisiva para o bitcoin já que a SEC (Securities and Exchange Commission) tomará uma importante decisão sobre o primeiro ETF da moeda digital, e analistas temem que uma rejeição da proposta poderá levar a uma forte queda dos preços – que recentemente atingiram novos níveis recordes.
    Mas, alguns especialistas afirmam que a maior ameaça à valorização do bitcoin não tem relação com o governo dos Estados Unidos, mas sim dentro do próprio sistema da moeda. Isso porque ainda existe uma grande dificuldade quando o assunto é processamento rápido e eficiente das operações, um processo conhecido como “escalabilidade”.

    Em entrevista ao MarketWatch, o analista de blockchain da ARK Invest, Chris Burniske, afirma que, embora a limitada capacidade de processamento do bitcoin provavelmente não irá prejudicar a negociação de um fundo negociado em bolsa, isso pode, por outro lado, levar usuários frustrados a migrar para um dos rivais da moeda.
    Com isso, os participantes de mercado autorizados e que lidam com a negociação dos preços associada a este futuro fundo provavelmente liquidarão a maioria dessas transações através de uma rede secundária, que ajudaria a limitar o estresse sobre o blockchain.

    O blockchain, considerado a inovação mais revolucionária associada ao bitcoin, requer que cada usuário que executa o software da moeda confirme de forma independente cada transação de bitcoin, protegendo a rede de ser manipulada por hackers.

    Mesmo assim, este é um grande problema. De acordo com MarketWatch, os usuários regulares estão aguardando cada vez mais tempo para que suas transações sejam confirmadas. O tempo médio de confirmação no dia 3 de fevereiro foi de quase oito horas, embora seja normalmente mais próximo de 90 minutos.

    Neste cenário, onde transações menores exigem taxas proporcionalmente maiores e muitas vezes levam mais tempo para serem processadas, a moeda começa a enfrentar problemas para ser usada para seu principal propósito: pagamentos. Segundo Burniske, os usuários poderiam ficar frustrados e deixar a rede em favor de uma das inúmeras outras moedas digitais.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/mercados/bitcoin/noticia/6217537/bitcoin-esta-olho-sec-mas-maior-inimigo-pode-estar-seu

    Até mais.

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    4 motivos que explicam a queda do dólar

    31 de janeiro de 2017

    Para quem acredita ou quer saber se a queda do dólar veio para ficar com o “Trumpismo” em ação lá pelas bandas dos EUA com efeito cascata pelo resto do mundo, vale a pena conferir:

    queda do dólar

    O diretor de câmbio da Wagner Investimentos, José Faria Júnior, destaca como primeiro fator para a forte queda da moeda o movimento iniciado ainda na sexta-feira com a divulgação de um PIB (Produto Interno Bruto) mais fraco que o esperado nos Estados Unidos. A maior economia do mundo cresceu 1,9% no quarto trimestre de 2016, contra expectativa de 2,2%. Com isso, começam a aumentar as chances do Federal Reserve não conseguir fazer as três altas de juros previstas para este ano.

    Dólar rumo a R$ 2,80 ?

    Mas é um segundo fator que leva o dólar a ter um movimento contrário no Brasil em relação ao resto do mundo: expectativas por captações. Na última semana, a Embraer captou US$ 750 milhões, com o volume total captado chegando a US$ 5,95 bilhões. Analistas já esperam por novas captações por parte da Braskem, Cemig, Vale e Gerdau, o que ajuda na entrada de dólares no país e derruba a cotação.

    Aliado a isso, o Banco Central deu continuidade a rolagem dos swaps que venciam em fevereiro, com o último lote de 14 mil contratos colocados para leilão nesta segunda. Com isso, a autoridade monetária rolou todos os US$ 6,4 bilhões que venciam em fevereiro. Para Faria, esta agenda de captações e os leilões do BC são dois fortes fatores que pressionam a cotação do dólar contra o real.

    Por fim, o quarto motivo é a “briga” mensal dos investidores para a formação da Ptax, que aumenta a volatilidade da moeda todo fim de mês. A Ptax será definida nesta terça-feira (31) e será a taxa usada para a liquidação de contratos de derivativos cambiais que vencem no primeiro dia de fevereiro, por conta disso, comprados e vendidos tentam levar o dólar para um patamar mais favorável para eles, o que costuma trazer volatilidade para o dólar.

    Para Faria, após o dólar romper os R$ 3,15 no fim da última semana, o mercado fica de olho no teste dos R$ 3,10. “A expectativa de recuperação do dólar por aqui na manhã de quinta-feira passada não se materializou. Recomendamos o início das vendas a partir do R$ 3,18, sendo que a chance de ver a moeda acima de R$ 3,20 agora se reduziu muito”, explica.
    infomoney.com.br/mercados/cambio/noticia/6077957/motivos-que-explicam-queda-dolar-para-mesmo-dia-negativo-bolsa

    Até mais.

    Geral

    Dólar rumo a R$ 2,80 ?

    24 de agosto de 2016

    Já temos no mercado alguns profetas prevendo que o dólar vá para R$ 2,80 no curto prazo. Enfim, é o que diz economista do ranking do BC. A moeda norte-americana pode recuar forte após impeachment se o Temer mostrar força no Congresso, porém deve se recuperar para R$ 3,10 até o final do ano. Confira análise completa:

    23/08/16 – 15h06 – Dólar tem espaço para buscar R$ 2,80, diz melhor economista do ranking do BC
    dólar rumo ao pó

    Veja também:

    Previsões e analistas de economia

    Profetas do mercado financeiro

    Até mais.

    Geral

    Bovespa tem o melhor semestre desde 2009 e dólar despenca!

    30 de junho de 2016

    O Ibovespa termina este primeiro semestre de 2016 em alta diante de perspectivas positivas para ativos de risco graças aos BCs dos países desenvolvidos.
    Viva o BrExit!

    Hoje o Ibovespa fechou em alta de 1,03% a 51.527 pontos, terminando o primeiro semestre de 2016 com ganhos de 18,85%, o melhor desempenho semestral do índice desde os primeiros seis meses de 2009, quando subiu 37%.

    Veja também:

    O mercado não perdoa: Libra na mínima de 31 anos com votação por saída da UE

    Ibovespa tem seu melhor semestre desde 2009 e dólar cai 18,6%; confira mais 9 ativos
    Ibovespa tem seu melhor semestre desde 2009 e dólar cai 18,6%; confira mais 9 ativos

    Como eu faço para investir na bolsa de valores?

    Até mais.

    Geral

    Michel fortalece o Real: Dólar desaba e fecha em R$3,36, menor nível em quase 1 ano

    8 de junho de 2016

    Além do interino ser muito mais político e competente do que a deposta, parece que o mesmo também tem sorte, forte característica daquele que se dizia o cara.

    Hoje o dólar despencou mais de mais de 2% e encerrou o dia abaixo de R$ 3,40 pela primeira vez em quase um ano nesta quarta-feira. A moeda americana recuou 2,29%, a R$ 3,3697 na venda, menor nível de fechamento desde 29 de julho de 2015 (R$ 3,3293) e acumula queda de 6,72 em junho/2016. Este ano o dólar já perdeu 14,65 por cento.

    O dólar futuro cedia cerca de 2,15% no fim da tarde.

    Dólar desaba e fecha em R$3,36, menor nível em quase 1 ano
    exame.abril.com.br/mercados/noticias/dolar-desaba-e-fecha-em-r-3-36-menor-nivel-em-quase-1-ano

    Até o próximo post.