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    O verdadeiro motivo que mantém mulheres longe dos investimentos

    9 de março de 2018

    Menos acesso a renda significa menos disponibilidade para aplicar; mas existem outras nuances

    Fayga Czerniakowski Delbem é gestora de investimento, tirou o certificado CFA, entre os mais difíceis da categoria mundialmente, diretamente após se formar na faculdade e completou um mestrado em Economia e Finanças pela FGV que a garantiu o prêmio Prêmio CFA society Brazil de Inovação Financeira pela monografia “Impacto do benefício fiscal no apreçamento das debêntures de infraestrutura”. Isabela Guarino é economista-chefe da XP Gestão, parte do grupo XP, detentor da maior corretora de investimentos do Brasil. Graduada e mestre pela PUC, trabalha desde cedo na área que mais a encanta: economia pura.
    Em comum, ambas têm o que pouquíssimas mulheres, no Brasil e no mundo, dividem: uma carreira dentro do universo dos investimentos e, até mesmo, uma carteira de investimentos para chamar de “minha”. As duas também sabem os motivos que as mantêm como exceções – e as potenciais soluções.

    Dados mais recentes do Tesouro brasileiro mostram que apenas 25,2% das pessoas que investem em Tesouro Direto atualmente são mulheres. Na bolsa de valores, a B3, o número é ainda menor: 11,08%. Segundo o IBGE, a população feminina é maior que a masculina no país, quase 52%.Os motivos que levam a essa discrepância não são segredo, embora ainda sejam tabu: mulheres ainda possuem menos acesso ao dinheiro que os homens.

    Segundo pesquisa da Catho publicada em 2 de março, os salários de mulheres chegam a ser 38% menores ocupando exatamente as mesmas funções que colegas homens. Mulheres com o mesmo nível de escolaridade podem receber até 43,5% a menos – e, em todos os níveis de escolaridade pesquisados, o salário das pessoas do gênero masculino são maiores. Resumidamente: investe mais quem tem maior disponibilidade de recursos. Mas não só.

    “A mulher demorou mais para entrar no mercado de trabalho, então ainda tem menos acesso ao dinheiro”, aponta Isabela. Ela acredita que, a partir do momento que as mulheres passem a receber salários mais altos e ocupar mais cargos no topo da hierarquia, investir melhor deve ser um caminho natural.

    Fayga, por sua vez, vislumbra outros agravantes. “Acho que somos a segunda ou a terceira geração de mulheres trabalhando. Nossas avós não trabalhavam”, concorda com Isabela, mas complementa: “trabalhando com investimentos e olhando as pesquisas a gente vê que mulheres associam riqueza a segurança, e homens a sucesso e poder. Acho que esse é um comportamento cultural, onde a mulher é um pouco mais insegura que o homem”.

    Essa insegurança pode impedir o desprendimento necessário para aplicar o dinheiro em produtos mais rentáveis ou de mais longo prazo – ou apenas atrasar esses investimentos. “Elas estudam muito mais antes de investir de fato”.

    Por outro lado, a ausência de profissionais mulheres em empresas de investimento também pode afastar. “A maioria dos gestores no mercado são homens. Talvez uma forma de estimular [a participação feminina] seria colocar uma interação mais equilibrada. Mulher oferecendo produto para outra mulher, identificação gera fidelização”, associa.

    Otimismo

    Apesar de parecer uma realidade distante, a participação relevante da mulher no universo do investimento é uma esperança compartilhada pelas duas profissionais da área. Isabela acredita que, cada vez mais, a única coisa que separa mulheres de cargos em bancos e corretoras é o interesse pela área. “Nunca senti preconceito, sempre me vi em um ambiente em que me sinto confortável”, diz.

    Para Fayga, o passado e o presente estão começando a escrever um futuro mais equilibrado. “Em 10 anos, o número de mulheres na bolsa passou de 16% para mais de 20%”, exemplifica. “Quando a gente olha número de empresas administradas por mulheres, e percebe que estão gerando mais resultado e mais emprego, isso também contribui”, diz a CFA, relembrando pesquisas que demonstram resultados, inclusive financeiros, para empresas com quadros de liderança mais diversos.

    De uma coisa, ambas estão seguras: não há porque temer um investimento acompanhado por profissionais confiáveis. “O importante é ter ajuda para identificar seu perfil e aplicar”, dizem. “Seja homem ou mulher.
    fonte de consulta: infomoney.com.br/minhas-financas/planeje-suas-financas/noticia/7324215/verdadeiro-motivo-que-mantem-mulheres-longe-dos-investimentos-segundo-profissionais

    Até mais.

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    Kenneth Rogoff: Bitcoin tem mais chance de cair para US$ 100 do que disparar para US$ 100 mil

    6 de março de 2018

    A decade from now, bitcoin is more likely to be $100 than $100,000, Harvard economist says

    Se você tirar a possibilidade de lavagem de dinheiro e evasão fiscal, seus usos reais como um veículo de transação são muito pequenos

    Diante de uma evolução ainda pequena em sua utilização como meio de pagamento, a expectativa para uma alta do Bitcoin não é tão grande entre alguns analistas. É o caso do professor e economista da Universidade de Harvard, Kenneth Rogoff, que vê muito mais chances da moeda digital cair do que subir nos próximos anos.
    Para ele, a probabilidade do preço do bitcoin cair para US$ 100 é maior do que a criptomoeda saltar para US$ 100 mil na próxima década. “Eu acho que o bitcoin valerá apenas uma pequena fração do que vale hoje se olharmos para daqui 10 anos … Eu veria US$ 100 como sendo muito mais provável que US$ 100.000”, disse Rogoff ao programa da CNBC Squawk Box.

    “Basicamente, se você tirar a possibilidade de lavagem de dinheiro e evasão fiscal, seus usos reais como um veículo de transação são muito pequenos”, disse o ex-economista-chefe do FMI (Fundo Monetário Internacional). Apesar destas associações, o presidente do Blockchain Intelligence Group, Shone Anstey, já afirmou que em 2016 apenas 20% das transações foram ilegais, um resultado que deve ter caído mais no ano passado.

    Rogoff disse que uma regulação do governo daria um começo na queda do preço do bitcoin, embora ele acredite que vá levar um tempo para que seja desenvolvido um quadro global de regulação. “Realmente precisa ser uma regulamentação global. Mesmo que os Estados Unidos se caíam e a China também, mas o Japão não, as pessoas ainda poderão lavar dinheiro no Japão”, disse ele.

    O Bitcoin é negociado em torno de US$ 11.100 nesta terça-feira (6), uma queda de 4% nas últimas 24 horas após esboçar uma alta mais forte nos últimos dias. Neste momento, a moeda digital acumula perdas de 16% este ano, tendo caído de um recorde de mais de US$ 20 mil em dezembro do ano passado.

    Veja também:

    Nouriel Roubini: O bitcoin e outras criptomoedas representam a mãe de todas as bolhas

    Até o próximo post.

    Convidados

    Pesquisa: principal meta dos brasileiros para 2018 é juntar dinheiro

    8 de janeiro de 2018

    a maior parte dos entrevistados deve evitar o uso do cartão de crédito, organizar as contas da casa e aumentar a renda fazendo trabalhos extras

    Conheça os melhores investimentos financeiros para 2018

    Os brasileiros chegaram ao fim de 2017 com a sensação de que o auge da recessão mais grave enfrentada pelo país já ficou para trás. Diante disso, mais da metade dos brasileiros (54%) está mais otimista com o cenário econômico deste ano e 58% acreditam que a sua vida financeira também será melhor, segundo pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas).
    Entre as principais metas financeiras dos brasileiros para este ano estão juntar dinheiro (45%) e sair do vermelho (27%). Porém, em uma nota que vai de 1 a 10, onde 1 é muito ruim e 10 é muito bom, a expectativa para a economia brasileira para 2018 é de 5,7 e a da vida financeira pessoal é de 6,7.

    Entre os que acham que a situação da economia vai piorar (13%), as principais consequências serão ter de evitar gastos com coisas desnecessárias para guardar dinheiro (54%), comprar menos (45%) e ficará mais difícil de economizar e fazer reserva financeira (41%). Já 19% acreditam que o cenário econômico em 2018 será igual a 2017.

    Como medida para superar os problemas decorrentes da crise econômica em 2018, a maior parte dos entrevistados deve evitar o uso do cartão de crédito (26%), organizar as contas da casa (25%) e aumentar a renda fazendo trabalhos extras (22%).

    De acordo com o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, a insegurança de parte significativa dos brasileiros é resultado de uma combinação de fatores.

    “De um lado, o cenário de incerteza em relação a eleição presidencial que se aproxima, com alto grau de imprevisibilidade e que também afeta a percepção do mercado; do outro, a lentidão do país para superar os obstáculos que impedem a retomada da atividade econômica, situação agravada pelos níveis de desemprego ainda elevados”, afirma Pellizzaro.

    “Fica a impressão de que a qualquer momento é possível ter de enfrentar uma demissão, por exemplo. Isso só vai mudar a médio prazo, à medida que as pessoas forem sentindo a melhora dos indicadores econômicos no dia a dia”, acrescenta.

    Em 2018, apesar dos problemas econômicos do país, 38% não gostariam de abrir mão de fazer uma reserva financeira, 29% não querem abrir mão dos planos de celular e internet e 23% do plano de saúde. Segundo os entrevistados, os principais fatores que podem influenciar o aumento do seu consumo neste ano são os preços dos produtos (47%), as promoções (40%) e a melhora na economia (32%).

    Ainda pensando na vida financeira, 44% dos brasileiros pretendem fazer alguma reserva, 14% querem financiar uma casa própria e 12% pretendem financiar um automóvel.

    Entre os principais temores para 2018 estão possíveis problemas de saúde (40%), ser vítima de violência ou assalto (32%) e não conseguir pagar as dívidas (31%).

    A corrupção foi lembrada, sendo para 86% dos brasileiros, o problema mais importante do País a ser resolvido em 2018, seguida pela crise econômica (61%), a violência (58%), saúde (47%), educação (41%), e o desemprego (37%).

    Até o próximo post.

    Convidados

    Maus hábitos financeiros para eliminar em 2018

    28 de dezembro de 2017

    Um passo a passo para começar 2018 com mais dinheiro

    Para ter mais realizações em 2018, é importante eliminar alguns hábitos que tendem a levar ao descontrole, endividamento e inadimplência

    O período de festas de fim de ano é marcado por, além das comidas e encontros familiares, revisão de realizações passadas e listas de resoluções para o ano que se inicia. Mas não basta deixar os tópicos no papel. Para ter mais realizações, menos dívidas e uma vida financeira mais organizada e tranquila em 2018, é importante eliminar alguns hábitos que tendem a levar ao descontrole, endividamento e inadimplência.
    Reinaldo Domingos, doutor e mestre em educação financeira e presidente da Abefin (Associação Brasileira de Educadores Financeiros) fez uma lista com 10 maus hábitos financeiros que você deve eliminar em 2018 para organizar suas finanças e separar uma parte da renda para investimentos. Veja:

    1) Falta de planejamento

    As pessoas não sabem para onde vai seu dinheiro, não possuem controle. As pessoas não se dão conta que o descontrole financeiro não acontece nos grandes gastos, mas sim nos pequenos. Para evitar que isso ocorra, o correto é o preenchimento de uma caderneta diária de todos os gastos e realizar uma planilha mensal por três meses, conhecendo os seus verdadeiros números.

    2) Comprar por impulso

    Algumas perguntas devem ser feitas antes de fazer uma compra, como: estou comprando por necessidade real ou movido(a) por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima? Se não comprar isso hoje, o que acontecerá? Tenho dinheiro para comprar à vista? Se comprar a prazo, terei o valor das parcelas? O acúmulo de parcelas colocará em risco a realização dos sonhos que priorizei com a família? Também é importante pesquisar o melhor preço em pelo menos três lojas diferentes, entre físicas e virtuais, para pagar menos e conseguir descontos.

    3) Ter o hábito de parcelar

    Este é um hábito cultural do brasileiro, por isso, ao agir dessa maneira, as pessoas não percebem que estão se endividando. Para piorar, muitas vezes, o consumidor se esquece de colocar esses valores no orçamento, o que pode comprometer seriamente as finanças. Caso seja fundamental parcelar, deverá constar no orçamento mensal da pessoa, que sempre que receber seus rendimentos separará parte do valor para pagar essa dívida. Também é interessante ter uma poupança paralela, para que, em caso de imprevistos, tenha como arcar com esses valores.

    4) Pagar sem questionar

    Todo produto ou serviço é cobrado com larga margem de lucro, portanto, é sempre válido pedir descontos, especialmente se estiver pagando à vista. Muitos têm vergonha ou receio, mas negociar valores deve se tornar um hábito em 2018, pois é preciso aprender a valorizar o dinheiro. É importante também sempre rever os pacotes que contrata, como de TV a cabo, internet e planos de celular, pois é comum que haja itens pagos que não são utilizados. É interessante estar sempre de olho na concorrência, pois muitas vezes há pacotes mais completos e mais baratos.

    5) Abusar do crédito fácil

    Buscar ferramentas de crédito fácil, como empréstimos, crediários, financiamentos, limite do cheque especial e pagar o mínimo de cartão de crédito são formas comuns de endividamento. O mercado oferece milhares de produtos de fácil acesso, contudo, os juros cobrados são abusivos e fazem com que a inadimplência se torne alta. A solução é evitar esses meios, buscando se educar financeiramente e mudando o comportamento errôneo em relação a lida com o dinheiro. No caso de cartão de crédito, o ideal é ter só um e, em caso de descontrole, até mesmo eliminar. Também é interessante não ter limite de cheque especial.

    6) Não pensar no futuro

    Muitos não têm o hábito de se preparar para o futuro mas, especialmente agora com as mudanças na aposentadoria pelo INSS, é importante rever essa atitude. O primeiro passo é pensar no padrão de vida que deseja ter após se aposentar, lembrando que mesmo tendo trabalhado a vida toda com carteira assinada, contribuindo para o INSS, a quantia recebida dificilmente será suficiente. Muitos brasileiros se aposentam e precisam continuar trabalhando ou dependem da ajuda financeira de parentes. Lembre que o quanto antes você pensar em seu futuro, mais fácil será para poupar dinheiro e atingir a quantia desejada.

    7) Só poupar se sobrar

    Muitos brasileiros não conseguem poupar dinheiro porque deixam para fazer isso apenas se sobrar no final do mês. Portanto, em 2018, é imprescindível começar a praticar um orçamento financeiro diferente, que priorize os sonhos e não as despesas. Ao invés de fazer Ganhos (-) Gastos = Lucro/Prejuízo, faça Ganhos (-) Sonhos (-) Gastos. Dessa forma, a poupança para os sonhos será a prioridade e os gastos serão readequados, mudando o padrão de vida em beneficio da conquista dos sonhos da família. Apesar de ser muito importante, a realização dos sonhos tende a ser deixada em segundo plano; isso precisa mudar, começando pelas atitudes. Não adianta agir da mesma maneira sempre, esperando ter um ano diferente.

    8) Não sonhar

    Não ter planos para o futuro e, consequentemente, poupanças para conquistá-los, leva ao consumismo de forma pouco pensada. Vejo que a grande maioria abandonou o hábito de sonhar. Para sair deste problema, é recomendável fazer um exercício simples: refletir sobre o que se quer em curto prazo (nos próximos doze meses), no médio (entre um e dez anos) e no longo prazo (a partir de dez anos). Tendo isso estabelecido, deve cotar os valores e destinar parte de seu dinheiro para esse fim. Com os sonhos sempre em mente, será muito mais difícil cair nas armadilhas do consumismo e do crédito fácil.

    9) Buscar status social

    Acreditar que consumir é importante para ser aceito socialmente faz com que as pessoas comprem sem ter condições. Isso porque acreditam que possuir alguma coisa é o que fará a diferença para os outros, e não o que ela realmente é. O consumo dessa maneira irá apenas suprir a dificuldade de relacionamento interpessoal. A solução para esta questão é ter objetivos claros e perceber que é muito mais importante ter conteúdo do que ter produto.

    10) Sucumbir ao marketing e à publicidade

    Estar suscetível às ações de marketing e publicidade faz com que as pessoas comprem o que não precisam ou mesmo não têm condições. Isso acontece diariamente por falta de orientação. O caminho para evitar esse problema é buscar conscientização para abandonar o hábito de comprar por impulso, especialmente quando estiver com as emoções alteradas, triste, com baixa autoestima ou com bastante empolgação.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Um passo a passo para começar 2018 com mais dinheiro

    21 de dezembro de 2017

    cofre-porquinho-na-praia - Dinheiro: Faça uma lista de planos para 2018 e organize seu orçamento para realizá-los

    Para quem deseja vender o imóvel rápido e sem perder muito dinheiro

    Se faz necessário organizar a bagunça da sua vida financeira para colocar em prática todos os planos feitos para 2018. Neste post é possível ver como fazer isso.

    Começar academia, viajar para o exterior, entrar para o curso de inglês. Início de ano é sempre aquele momento para tomar fôlego e refazer planos, mas, no fundo, todos eles dependem de um só: organizar a bagunça da vida financeira.

    Especialistas são unânimes: para realizar metas, é preciso saber onde você está. Quanto você tem de reserva financeira? Quais são suas dívidas? Quanto ganha e gasta todo mês?

    Por outro lado, as metas são o pano de fundo do orçamento. “Não adianta anotar seus gastos ou levantar preços e não fazer nada com aquilo. Defina o que você quer da sua vida para elaborar um orçamento. Saiba para onde está caminhando”, aconselha a educadora financeira e psicanalista Cássia D´Aquino.

    A seguir, confira um passo a passo simples para organizar de vez suas finanças e começar 2018 pronto para ter mais dinheiro e realizar seus planos:

    1 – Levante todas as receitas

    Parece óbvio, mas muita gente não sabe exatamente quanto ganha. Isso porque leva em conta o salário bruto, não o salário líquido – aquele que efetivamente pinga na conta, do qual já foram descontados Imposto de Renda, INSS e outras contribuições.

    Levante seu salário líquido e outros rendimentos, como aluguel e pagamentos de trabalhos freelancers. Vale lembrar que o limite do cheque especial e do cartão de crédito não são uma extensão da renda.

    “O cheque especial induz as pessoas ao erro. Se for preciso, reduza seu limite”, sugere o sócio do aplicativo GuiaBolso, Thiago Alvarez. Liste também os bens que você tem.

    2 – Levante todos os gastos

    Observe os gastos que você teve no período dos últimos três meses para checar quais contas estão sempre ali e ter uma ideia de quanto você costuma gastar com despesas variáveis. Pode facilitar ter os extratos bancários e as faturas do cartão de crédito em mãos.

    Liste também todas as dívidas, incluindo as parcelas do cartão de crédito e de financiamentos. “Não tem problema começar 2018 com dívidas boas, como a parcela do financiamento do carro. A preocupação tem que ser com as dívidas que você acha que não vai conseguir pagar”, explica Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

    3 – Precifique seus objetivos

    Sem metas, a tentação de fazer qualquer coisa com o dinheiro é maior. Por isso, defina planos de curto, médio e longo prazo e pesquise quanto custam esses objetivos. Para isso, uma dose de autoconhecimento será necessária.

    “Faça um esforço para fazer planos para além de 2018, se não, você nunca vai conseguir construir nada na sua vida”, orienta a planejadora financeira Lavínia Martins, diretora da Associação Brasileira de Planejadores Financeiros (Planejar).

    Se você tem dívidas, quitá-las deve ser sua prioridade. Comece pelas dívidas de serviços como água e gás, que podem ser cortados por falta de pagamento. Depois, é a vez de quitar os empréstimos com as maiores taxas de juros, como crédito para negativado, crédito rotativo e cheque especial.

    4 – Determine quanto guardar por mês

    Só depois de precificar sonhos, será possível visualizar o tamanho da reserva que você precisa construir. Se você está no zero a zero e não tem nenhum dinheiro guardado, comece a formar uma reserva de emergência.

    O ideal é guardar um valor equivalente a entre três e seis meses de renda, mas não se paralise por isso. Esse é o ponto ideal onde você deve chegar, não o ponto de saída.

    Depois, você poderá se planejar para juntar dinheiro para a aposentadoria e para realizar os planos feitos para 2018.

    5 – Corte despesas

    Há quem diga que os maiores vilões das despesas são os pequenos gastos, como o cafezinho pós-almoço ou o chocolatinho de sobremesa. Outros planejadores financeiros dizem que o problema está nos gastos fixos, como as assinaturas de TV a cabo e celular. Cada um saberá onde o sapato aperta.

    6 – Organize pagamentos e investimentos

    Defina como pagará seus gastos e crie uma estratégia para usar o cartão de crédito – pode ser usá-lo somente para compras eventuais parceladas, até um limite de 10% da sua renda mensal, por exemplo.

    Coloque seus pagamentos no débito automático, em uma data alinhada ao pagamento do salário, e automatize seus investimentos.

    7 – Mantenha esses hábitos por todo o ano

    Essa é a parte mais difícil. Monitore seu orçamento e, se necessário, refaça planos durante o ano. Respeite sua meta de gastos e não abandone suas finanças.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Para quem deseja vender o imóvel rápido e sem perder muito dinheiro

    20 de dezembro de 2017

    Para quem deseja vender o imóvel rápido e sem perder muito dinheiro

    Vender um imóvel não é uma tarefa fácil. A dificuldade é maior ainda para quem precisa se desfazer do apartamento ou da casa rapidamente, mas não quer baixar muito o preço.

    O portal UOL entrevistou Lucas Vargas (CEO do Grupo Zap Viva Real), Hilton Baptista (diretor da Rede Imobiliária Secovi) e José Augusto Viana Neto (presidente do Creci-SP).

    Confira a seguir 5 dicas que ajudam a acelerar a venda do imóvel:

    – Defina um preço justo
    Nada de determinar um valor sem antes pesquisar como estão os preços no mercado.

    “Tem que ser realista. Pode acontecer de haver dois apartamentos idênticos, e um valer 30% a mais do que o outro, pois um é mais alto e com vista boa, e o outro fica no primeiro andar com vista para a garagem. Há itens que podem depreciar o imóvel, e é preciso ter consciência disso”, diz Viana Neto.

    O valor sentimental do imóvel também não pode interferir no preço, diz ele. Se tiver dificuldade para avaliar o valor do próprio imóvel, ele recomenda contratar um corretor para cuidar dessa tarefa.

    Dá para pedir mais do que vale? “Tem gente que coloca o preço acima do que quer para poder negociar. No meu ponto de vista, o preço que deverá ser pedido é o preço que deverá ser praticado”, diz Viana Neto.

    Baptista concorda. “Não adianta definir um preço 20% maior e, depois, dar desconto. Quando a pessoa procurar e filtrar o tipo de imóvel por preço, o seu vai ficar de fora. Pode cobrar um pouquinho a mais, mas nem tanto. Se tiver um imóvel mais barato no mesmo prédio que o seu, o outro é o que vai ser visitado.”

    – Capriche no anúncio
    Com preços definidos, é hora de investir nos anúncios. “Anúncios bem estruturados, organizados, com informações claras e até com vídeo tendem a gerar mais contatos”, afirma Vargas. Ele diz que a quantidade de fotos ideal para um anúncio depende do tamanho do imóvel. Em geral, é preciso ter, no mínimo, 15 fotos, com imagens não só do imóvel em si, mas também das áreas comuns.

    Baptista diz que, na hora de procurar um imóvel, 80% das pesquisas são feitas pela internet. “Ali começa o filtro. A dica é anunciar em portais conhecidos e colocá-lo em destaque para que ele consiga ser visto até, no máximo, a terceira página.”

    – Evite reformas
    Se for preciso fazer uma reforma, Viana Neto aconselha a ser honesto com o comprador. “É preciso deixar o imóvel apresentável, mas, se tiver algum reparo para fazer, fale para o cliente. A pessoa que comprar substitui de acordo com o gosto dela. Qualquer reparo induz a fazer outro reparo, e isso pode até atrapalhar.”

    Baptista diz, porém, que um imóvel mais bem conservado tem mais chances de ser vendido rapidamente. “Há proprietários que deixam o imóvel em condições péssimas e dizem que darão desconto depois. Sempre a primeira impressão é a que fica. Se estiver bem conservado, é melhor para comercializar mais rapidamente.”

    Prepare-se para receber a visita
    Não adiantar ter um anúncio organizado, um valor de imóvel aceitável e, quando o potencial comprador chegar ao imóvel, a casa estar bagunçada. “Quando o corretor leva o cliente para visitar a casa, ela tem que estar apresentável. Imagina chegar no banheiro e ter roupa pendurada? Isso dificulta a venda”, diz Baptista.

    Viana Neto afirma que é comum acontecer de o comprador chegar no imóvel e ter alguém dormindo, usando o banheiro ou fritando alguma coisa na cozinha, por exemplo. “A pessoa entra e já fica com vontade de sair. Tem que arrumar a casa, fazer uma higienização e abrir as janelas para ventilar e iluminar o local. O que está fora do lugar chama mais atenção do que o que está arrumado.”

    Se o imóvel estiver vazio, a dica do especialista é deixá-lo sempre limpo e chegar um tempo antes da visita para abrir as janelas.

    Vargas afirma que muitos vendedores estão apostando também no chamado “home staging”, que é uma técnica de reorganizar a casa para incentivar a compra. “O ideal é despersonalizar a casa para que a pessoa consiga se enxergar no imóvel. Decorações mais neutras facilitam o encantamento na visita. Então, é melhor evitar, no dia da visita, fotos ou decoração de time de futebol, por exemplo.”

    Ela afirma que outras técnicas, como espelhos e iluminação para ampliar os cômodos, também causam boa impressão. “Além disso, cheiro de flores, de café coado no bule ou até de um bolo sendo assado dão uma sensação de casa mesmo”, diz Vargas.

    – Deixe os documentos prontos
    Para Viana Neto, é importante ter em mãos alguns documentos na hora da visita. “Quando a documentação está em dia, há mais confiança. Imagina você chegar no imóvel e o proprietário mostra todos os documentos, como declaração do condomínio dizendo que está tudo certo, certidões de registro do imóvel, de débitos federais e municipais, de protesto e de IPTU. Tudo isso passa confiança.”

    Vargas concorda. “O vendedor precisa garantir que o imóvel está desimpedido. Isso facilita o processo e a conclusão da compra. Pode acontecer, por exemplo, de um casal se separar e não formalizar isso na matrícula do imóvel. Se não tiver, o novo contrato não vai ser registrado.”
    fonte de consulta: economia.uol.com.br/financas-pessoais/noticias/redacao/2017/12/17/quer-vender-o-imovel-rapido-e-sem-perder-muito-dinheiro-veja-5-dicas.htm

    Até o próximo post.

    Convidados

    Escolhas financeiras que se tornarão arrependimentos eternos

    14 de dezembro de 2017

    Erros muito comuns e que podem parecer simples, mas têm graves consequências

    As más escolhas financeiras podem ser passageiras ou assombrar seu planejamento pelo resto dos tempos. O site Business Insider consultou especialistas para apontar 5 erros que, quando cometidos, serão lembrados para sempre.

    Veja a seguir:

    1) Ignorar o mercado

    Apenas 3% dos brasileiros adultos investem na bolsa de valores, de acordo com pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O investimento mais popular no Brasil é, com muita folga, a Poupança, com 61%.

    Para os especialistas consultados pelo BI, em vez de temer perder seu dinheiro, as pessoas deveriam se preocupar com a potencial fortuna que a bolsa pode trazer. Um portfólio balanceado, com o tempo, trará rendimentos positivos quase invariavelmente.

    2) Não ter um fundo de emergência

    Emergências acontecem, é impossível fugir disso. Ignorar os potenciais problemas, como carro quebrado, problemas médicos ou quaisquer outros, pode ser absolutamente desastroso. Por isso, é essencial manter sempre um fundo de emergências bem recheado disponível. Especialistas sugerem manter guardado dinheiro suficiente para manter seus gastos por três a seis meses.

    3) Postergar o pagamento de dívidas

    Ignorar dívidas, de empréstimos a hipotecas, só fará com que elas fiquem cada vez piores. Quando for necessário escolher, o ideal é quitar as maiores, com juros mais pesados, em primeiro lugar.

    4) Não pedir aumento

    Segundo pesquisas realizadas nos EUA, deixar de solicitar um aumento, principalmente no início da carreira, pode custar US$ 1 milhão durante toda a vida de uma pessoa. Entenda o valor do seu trabalho e, quando sentir que é a hora, não deixe de dizer.

    5) Gastar muito

    Pode parecer óbvio, mas gastar demais ainda é um problema que assola a maioria das pessoas. Quem gasta tudo o que ganha não consegue seguir a maioria das outras dicas aqui descritas – e é extremamente comum que as pessoas gastem ainda mais do que recebem mensalmente. Sempre reserve parte do seu salário antes de começar a gastar – e não apenas o que “sobrar”.
    fonte: 10 Decisions You Would Regret For The Rest Of Your Life

    Até mais.

    Convidados

    Pessoa de 28 anos ganha mais de $ 100.000 por mês, blogando e viajando em tempo integral

    8 de dezembro de 2017

    Michelle Schroeder-Gardner regularly earns over $100,000 a month blogging

    Uma Jovem de 28 anos ganha US$ 100 mil por mês com blog de finanças, o qual tinha como objetivo monitorar as finanças da jovem, para que pudesse pagar os empréstimos estudantis.

    Depois de obter dois diplomas de graduação e um mestrado em finanças, Michelle Schroeder-Gardner acumulou uma dívida de empréstimos estudantis de US$ 38 mil, cerca de R$ 123 mil. No entanto, ela conseguiu pagar tudo em apenas sete meses, graças a uma estratégia chave: ela mudou seu foco para os ganhos.
    “Ganhei o máximo de dinheiro que eu consegui fora do meu trabalho principal”, explicou Schroeder-Gardner à CNBC. Na época, ela tinha uma renda de US$ 4.200 ao mês, cerca de R$ 13.500, como analista financeira. Ela percebeu potencial com um blog que criou na graduação, mas nunca tinha pensado em monetizar. “A melhor coisa que fiz foi manter uma renda por meio do meu blog”, afirma.

    Chamado Making Sense of Cents e criado em 2011, o blog tinha como objetivo monitorar as finanças da jovem, para que pudesse pagar os empréstimos estudantis e parar de ser dependente de cada pagamento para seguir.

    “Demorou cerca de seis meses para alcançar os primeiros US$ 100 no blog. Mas uma vez que eu percebi que poderia ganhar dinheiro com isso, cresceu muito rapidamente”, explica a jovem de 28 anos.

    “Qualquer tempo extra que eu tinha era dedicado para o crescimento do meu blog. Eu acordei cedo nas manhãs, dormi muito tarde e várias noites, usei pausas de almoço em meu dia de trabalho, e até usei meus dias de férias para focar no blog”, explica.

    O tempo e o esforço valeram a pena: em 2013, dois anos depois do projeto inicial, o blog já rendia um adicional para o orçamento de US$ 10 mil por mês. A renda extra não só permitiu que ela pagasse seus empréstimos, mas que também abandonasse seu emprego como analista financeira.

    Ela tem dedicado seu tempo integral para o blog desde outubro de 2013, quando deixou seu trabalho. Em 2016, o negócio rendeu US$ 1 milhão. Hoje, ela ganha regularmente cerca de US$ 100 mil por mês.

    Na prática, o blog dá conselhos e dicas de como administrar as finanças e atingir a independência financeira. O negócio possui três fontes principais de receita:

    1) O marketing de anunciantes, de onde a maior parte do rendimento vem, cerca de US$ 50 mil por mês;

    2) O curso de marketing financeiro, no qual ela ensina as pessoas a ganhar dinheiro online, o qual gera entre US$ 40 mil e US$ 50 mil por mês;

    3) Publicidade, incluindo anúncios publicitários patrocinados com empresas e publicidade gráfica, que rende entre US$ 12 mil e US$ 23 mil por mês.

    Se você está pagando uma dívida ou buscando a independência financeira o mais rápido possível, ela aconselha que você “deve sempre achar uma forma de ganhar mais dinheiro do que está ganhando no momento”. Apesar de seu sucesso financeiro, ela e seu marido Wes, que também largou seuu cargo em 2013, vivem de forma modesta, sem luxos. “Nós poupamos e investimos mais de 85% do que ganhamos a cada mês”, conta.

    Eles venderam sua casa em Missouri, EUA, em 2015, e agora viajam pelo país em tempo integral em seu trailer. Em um dia típico, o casal trabalha por uma hora ou duas na parte da manhã, e mais algumas horas de trabalho à noite.
    fonte de consulta: This 28-year-old earns over $100,000 a month blogging and traveling full-time

    Até o próximo post.

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    [BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Empresa arrecada R$ 1,2 bilhão de entusiastas em moedas digitais e desaparece

    21 de novembro de 2017

    Como evitar cair no golpe da moeda virtual

    startup Confido - Golpe de bitcoin

    A Promessa da startup era a criação de um app de pagamento e encomendas, porém depois de arrecadar US$ 374.000 (R$ 1,2 bilhão) de investidores, a suposta startup Confido desapareceu com o dinheiro na semana passada. A promessa da empresa era a criação de um app de pagamentos e rastreio de encomendas.
    De acordo com o Motherboard, o sumiço da página e redes sociais da empresa se deu imediatamente após a arrecadação do dinheiro através de um ICO (initial coin offer). A promessa aos investidores era que as criptomoedas investidas se valorizariam com o tempo e haveria retorno certo assim que o aplicativo fosse lançado.. Outra vez uma leva de incautos foram enganados devido a ganância desmensura pelo lucro fácil.

    Até mesmo o perfil no LinkedIn do suposto fundador da empresa, Joost van Doorn, foi deletado. Antes de desaparecer de vez, o empreendedor publicou uma mensagem dizendo que a empresa passava por um problema legal “causado por um contrato que assinamos”, e não se sabia se haveria como superar essa questão.

    Todas as pessoas que investiram na criptomoeda promovida pela empresa ficaram sem notícias a respeito de seus retornos desde então. Ao que tudo indica, portanto, a promessa do aplicativo não passou de um golpe.

    Até a próxima fraude coin!!!

    Geral

    Business Insider: Hábitos financeiros aos 30 anos

    15 de novembro de 2017

    I'm a financial planner — here are the best 7 pieces of advice I can give you about money in your 30s
    Este período da vida costuma ser marcado por grandes transições e merece dedicação especial às finanças.

    A sua vida pode ficar um pouco mais complicada aos 30 anos, período no qual é geralmente caracterizado por mudanças nos âmbitos pessoal e profissional. Seja começando um novo negócio, dando um grande passo na carreira, se casando, é importante ficar atento às finanças para evitar gastos desnecessários.
    Pensando nisso, o planejador financeiro Eric Roberge escreveu para o Business Insider, alguns dos hábitos que devem ser valorizados nesta idade.

    Confira a seguir:

    1) Viver com menos do que ganha

    Um dos conselhos mais difundidos por planejadores financeiros é: viva com menos do que ganha. Ele é um bom lugar para começar, mas não é o suficiente se você quer aumentar sua riqueza substancialmente.

    Se você ganha US$ 5 mil e gasta US$ 4.999, teoricamente está vivendo com menos do que ganha e provavelmente não está afundado em dívidas, porém, se o que você busca é riqueza, você precisa viver com muito menos do que ganha.

    Quando maior a diferença entre o que você ganha e o que você gasta, mais rápido você consegue alcançar seus objetivos financeiros – caso você poupe e invista as “sobras” de seu balanço orçamentário.

    2) Foque na porcentagem do dinheiro economizado, e não na quantia em si

    Calcular quanto é preciso economizar para alcançar um objetivo financeiro pode ser difícil. Por isso, focar na porcentagem da economia ao invés da quantia em si, permite que você ajuste os valores a serem poupados de acordo com a sua renda. Desta forma, se você for promovido ou mudar de emprego, por exemplo, você consegue adequar a porcentagem a ser economizada ao novo salário, garantindo que você poupe na mesma proporção.

    3) Gaste parte do seu tempo acompanhando e revisando seus gastos e investimentos

    De acordo com Roberge, o dinheiro tende a ir embora quando falhamos em prestar atenção nele. “Preste atenção no seu dinheiro e gaste parte do seu tempo o revisando e o avaliando. Se você não fizer isso, você nunca saberá se está indo na direção certa. É como fazer uma trilha sem bússola”.

    O planejador financeiro recomenda a revisão mensal das finanças, o que, segundo ele, faz com que a pessoa preste mais atenção em seus hábitos de consumo e comportamentos que podem afetar o patrimônio.

    4) Não gaste mais, gaste melhor

    Tenha cuidado com os seus gastos e evite comprar ”só porque os outros têm”. Roberge explica que muitas pessoas pensam que comprar mais garante mais felicidade, o que está errado. Segundo ele a felicidade vem das coisas que realmente importam, e quando a pessoa decide gastar dinheiro como “todo mundo”, ela começa a ter problemas financeiros.

    “Quanto mais você pensar antes de comprar, mais intencional você será com o seu dinheiro. E quanto mais você alinhar os seus gastos com o que você valoriza, mais feliz você será com as suas compras”, diz.

    5) Não apenas diversifique o seu porfólio, diversifique seus investimentos

    Ao investir, é importante não colocar todos os ovos em uma mesma cesta, de forma a garantir boas rentabilidades em diferentes setores da economia. Além disso, investir para a aposentadoria é fundamental, pois serve como uma garantia de que você terá dinheiro no futuro. Esse investimento, porém, não deve ser vista como um investimento para aumentar o seu patrimônio.

    O planejador financeiro explica que o lugar certo para investir – além da aposentadoria – varia de acordo com os objetivos de cada um. Algumas opções, segundo ele, são ações, renda fixa, mercado imobiliário e a criação de diferentes fontes de renda.
    fonte de consulta: businessinsider.com/best-money-advice-millennials-financial-planner-2017-11/#1-live-well-below-your-means-1