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    IOF da moeda estrangeira: Como funciona e qual o impacto no seu bolso

    16 de maio de 2019

    Entenda como a cobrança do IOF funciona e qual é o seu valor.

    Entenda como a cobrança do imposto funciona e qual é o seu valor.

    Quem costuma viajar ou fazer compras no exterior pode até não saber o que IOF significa, mas sabe o quanto o imposto pode impactar nas compras. Já os desavisados, podem levar o susto ao perceber a cobrança pela primeira vez na fatura. Afinal, o IOF pode variar de acordo com a natureza e também valor total da operação.

    A sigla é IOF – Imposto Sobre Operações Financeiras – e o seu próprio nome dá uma boa pista sobre o que enseja a sua arrecadação: operações financeiras. Contudo, nem todas as operações financeiras são fato gerador do IOF e essa é uma das pautas que este artigo vai abordar.

    Entenda a seguir o que é o IOF, quando o imposto é cobrado e qual é a sua alíquota.

    Quais os casos em que o IOF é cobrado?

    Agora que você já sabe que o IOF é um imposto e que ele incide sobre operações financeiras, é hora de saber exatamente que operações são essas. Veja a lista a seguir:

    • Compras pagas com o cartão de crédito, débito ou pré-pago no exterior;
    • Operações que envolvam câmbio no geral – compra e venda de papel moeda e transferências internacionais;
    • Contratação de serviços de crédito como empréstimo e cheque especial;
    • Contratação de seguros (seguro de carro, casa etc); e
    • Resgate de investimentos.

    Em todas essas operações financeiras haverá incidência do IOF e a alíquota muda de acordo com a natureza da operação como você verá a seguir. Por exemplo, a alíquota da compra de câmbio não é a mesma aplicada sobre as compras com cartão internacional e assim por diante.

    Qual é a alíquota do IOF?

    Veja algumas das alíquotas cobradas de acordo com a operação:

    • 6,38% sobre as compras pagas com o cartão de crédito e recargas de moeda estrangeira nos cartões pré-pagos;
    • 1,1% sobre a compra de papel moeda;
    • 1,1% sobre transferências internacionais entre contas de mesmo titular – 0,38% sobre as transferências internacionais para contas de terceiros;
    • Até 3% sobre o valor total da operação nos casos de contratação de serviços de crédito – empréstimo, cheque especial e financiamento;

    O IOF cobrado sobre o resgate de investimentos é regressivo. Ou seja, quanto mais tempo o dinheiro ficar intocado rendendo, menor também será a alíquota cobrada pelo imposto. Basta procurar no Google por “Tabela IOF regressivo”, depois em “Imagens” para visualizar.Nas operações onde há contratação de seguros (seguro de carro, casa etc) a alíquota pode variar de acordo com o tipo do seguro, mas o teto é de 25% – em alguns casos ela sequer é cobrada.

    Por que o IOF é cobrado?

    O Imposto Sobre Operações Financeiras foi implantado há muitos anos, em 1994, por Itamar Franco. Na época, o imposto passou a ser aplicado com o objetivo de regular o mercado financeiro, ou seja, estimular ou desestimular determinadas movimentações.

    Para que você entenda de forma mais didática como o IOF pode estimular ou não determinadas atividades é possível citar um exemplo real.

    Imagine que você decide aplicar certa quantia em um investimento e resgatar somente daqui a 5 anos. Contudo, passam-se dois meses e você lembra daquele dinheiro investido e pensa sobre como seria bom resgatá-lo para planejar uma festa de aniversário para um de seus filhos.

    Sendo assim você decide efetuar o resgate, mas antes de concluir a operação lê as letras miúdas e descobre que se resgatar valores antes do prazo, perderá uma boa parte do dinheiro, o que não acontece se o dinheiro permanecer lá. No final das contas, você desiste do resgate e prefere recorrer a outro dinheiro para organizar a festa.

    Voltando para o assunto deste artigo, o IOF tem o mesmo papel das taxas e impostos citados no exemplo: influenciar no comportamento de consumo das pessoas.

    Se o dólar cai e o consumo de produtos estrangeiros aumenta, é provável que haja queda da compra de produtos nacionais. Nesse sentido, aumentar a alíquota do IOF das operações de câmbio pode desestimular o consumo lá fora e aumentar dentro do país, o que ajuda a reequilibrar a economia.

    Como evitar o impacto do IOF na viagem internacional?

    Saindo um pouco da teoria, é interessante falar um pouco sobre como evitar que o IOF influencie no orçamento da viagem internacional. Afinal, já que o imposto é obrigatório e não há como fugir, o jeito é saber que estratégias adotar para evitar prejuízos no bolso. Veja:

    Evite o cartão de crédito no exterior

    Como a alíquota do IOF é cobrada sobre o valor total das compras feitas, quanto mais você gastar no cartão, maior será o imposto pago. Por isso, dê preferência aos meios de pagamento em que não há esse risco.

    Comprar moeda estrangeira com antecedência

    Outra dica é se programar e comprar dólar com antecedência. Afinal, dessa forma é possível pesquisar com calma e se prevenir quanto a alta da moeda, o que pode reduzir também o impacto do IOF no bolso.

    Fique de olho nas recargas

    Na hora de comprar saldo em moeda estrangeira para o seu cartão pré-pago internacional lembre-se que o IOF incide a cada recarga. Portanto, prefira adicionar uma grande quantia de saldo do que fazer várias recargas menores.

    Como você pôde perceber, entender como funciona o IOF é menos complicado do que parece. O segredo é estar sempre de olhos sempre abertos acompanhando as notícias sobre o imposto. Afinal, qualquer alteração pode influenciar diretamente nas estratégias que ajudam a reduzir o impacto da cobrança no bolso.

    Livraria

    Ebook gratuito: Bitcoin – A Moeda na Era Digital

    22 de agosto de 2017

    The Ascent of Money – A Financial History of the World (“A ascensão do dinheiro – Uma história financeira do mundo”, numa tradução livre)

    bitcoin-a-moeda-na-era-digital

    O bitcoin é uma moeda com a mesma utilidade do real ou do dólar, mas com algumas diferenças importantes:

    1. É uma moeda puramente digital;
    2. Não é emitida por nenhum governo (ainda…);
    3. Tem aceitação mais restrita.

    Seu valor é determinado livremente pela oferta e pela demanda. Mais recentemente o bitcoin ganhou notoriedade por sua incrível valorização. Desde a primeira transação com bitcoin que se tem notícia, realizada em 2010, a moeda já subiu mais de 100.000.000%.

    D9 e MinerWorld: suspeita de operar um esquema de pirâmide financeira

    Se você quer saber tudo sobre bitcoin, baixe agora gratuitamente o ebook de 123 páginas “Bitcoin – A Moeda na Era Digital”, escrito por Fernando Ulrich, um dos maiores especialistas do Brasil em criptomoedas.

    E-moeda é fraude?

    Baixe agora mesmo o E-book clicando aqui.

    E não deixe de ler:

    Livro – Crash!: Uma Breve História da Economia – Da Grécia Antiga ao Século XXI (Alexandre Versignassi)

    Até o próximo post.

    Geral

    Falar sobre dinheiro ainda é tabu

    16 de março de 2016

    Afinal de contas qual é o impacto do dinheiro na vida das pessoas? Qual a relação que o dinheiro tem com nossa sociedade, ou seja, com a confiança, a doação e a gratidão?

    O ser humano cria símbolos e significados em relação ao dinheiro e estes elementos impactam os pensamentos, os sentimentos e as ações.

    A conversa sobre grana vai além da falta de educação financeira e problemas como a falta ou descontrole com as finanças pessoais. Se faz necessário enxergar o dinheiro como mais um ingrediente das relações, e como tomar consciência do quanto ele influencia nas decisões e ganha diferentes contornos na nossa história.
    Não deixa para falar de dinheiro apenas quando ele acabar ou quando o seu casamento já estiver em ruínas devido à falta do mesmo. Muitos casais tem grande dificuldade sobre falar sobre o assunto, fato que o torna um verdadeiro tabu.

    Para ajudar na desmitificação do uso do dinheiro seria legal você conferir:

    Podcast: 78 – POR QUE FALAR DE DINHEIRO É TABU?

    Livro – Crash!: Uma Breve História da Economia – Da Grécia Antiga ao Século XXI
    Alexandre Versignassi

    GranaCast | O seu podcast em finanças!

    Até mais.

    Geral

    Remessas internacionais com Bitcoin

    14 de março de 2016

    Ao conferir os artigos abaixo será possível notar porque vale a pena fazer transferência internacional de valores com bitcoin (BTC) e como proceder com um baixo custo.

    Muitas pessoas precisam fazer remessar internacionais, como pais que tem filhos no exterior fazendo um intercâmbio ou faculdade, empresas que tenham empregados atuando no exterior, entre outras. Para quem não sabe as remessas internacionais nada mais são do que fundos envidados de um determinado país para outro.

    Atualmente o mercado de remessas tradicionais apresenta entraves, pois é preciso uma ampla rede de relacionamentos bancários em múltiplas jurisdições, o que faz com que a pessoa precise de tempo disponível, em alguns casos será necessário ir até o local. Os preços cobrados pelo serviço podem ter alguma variação, porém de uma forma geral costumam incluir o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), um percentual sobre o montante transferido, além de taxas administrativas. As formas mais usadas de remessas internacionais ainda são:

    – Ordem de pagamento;
    – Correios;
    – Casas de Câmbio.

    Hoje em dia também é possível fazer isto com transferências internacionais através do Bitcoin. Confira:

    Como o bitcoin pode ser usado para remessas internacionais – Bitcoin News Brasil
    bitcoinliew

    Transferência Internacional com Bitcoin

    Podcast – Ep 0009 – Bitcoin, Blinktrade, e porque sai do Brasil com Rodrigo Souza

    Até mais.