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    Convidados

    Os principais problemas com bancos e como solucioná-los

    23 de novembro de 2017

    Dicas para evitar armadilhas ao investir por meio de bancos

    As instituições bancárias são o segundo setor mais reclamado em 2017, segundo a Proteste

    Os problemas entre bancos e consumidores costumam se estender em um debate longo e cansativo para ambos os lados. Entretanto, as instituições bancárias também são obrigadas seguir o Código de Defesa do Consumidor pela relação de consumo estabelecida, destaca a Proteste.
    Segundo a associação de defesa dos consumidores, os serviços bancários são o segundo mais reclamados em 2017, superando empresas de telecomunicações.

    Empréstimos em Bancos ou Online? Saiba as diferenças

    Diante deste cenário, a Proteste selecionou os 11 principais problemas bancários e orienta sobre quem é responsável por eles e como proceder para solucioná-los. Veja:

    1) Clonagem de cartão

    A responsabilidade do banco é integral, pois esse tipo de fraude se caracteriza por falha na segurança da instituição.
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    2) Extravio do cartão

    O cliente não pode ser responsabilizado por compras realizadas antes do recebimento de um cartão, que só pode ser utilizado quando o desbloqueio é feito pelo próprio cliente.

    Um cartão enviado via correspondência por uma instituição bancária deve estar sempre bloqueado. Em caso de extravio, seu uso indevido é de inteira responsabilidade do banco, uma vez que o cliente não o recebeu e não o desbloqueou.

    3) Cartão furtado

    Se um cartão furtado for utilizado antes da comunicação do fato, em regra, a instituição financeira não tem responsabilidade, pois cabe ao cliente bloquear o cartão imediatamente e comunicar o furto à polícia.

    Com cartões sem chip, são necessárias a assinatura e a apresentação de documento. Nesse caso, a administradora pode ser responsabilizada por falha de segurança, mesmo que a negligência de não exigir documentação tenha sido do estabelecimento onde a compra indevida foi feita.

    Agora, com ou sem chip, se o cartão for usado após a comunicação do furto, a culpa é da instituição financeira. Nesse caso, o usuário pode requerer na Justiça o cancelamento das compras, eventuais juros cobrados e até mesmo indenização por danos morais, caso tenha seu nome negativado em decorrência do episódio.

    4) Sequestro relâmpago

    Os bancos não têm responsabilidade quando correntistas são roubados fora da agência bancária e obrigados a divulgar as senhas de seus cartões, mesmo que sob ameaça.

    A Justiça entende que não há relação entre a instituição e o dano sofrido pelo cliente, uma vez que apenas a segurança dentro dos estabelecimentos pode ser atribuída à empresa. Do lado de fora, a responsabilidade é do Estado.

    5) Diminuição do limite sem aviso

    A Justiça considera abusiva a redução unilateral de limite de crédito por parte dos bancos sem a prévia comunicação ao correntista. Ao liberar um crédito para o seu cliente, o banco estabelece uma relação de confiança, acreditando que o valor será pago em dia. Da mesma forma, por se tratar de uma via de mão dupla, o usuário deposita sua confiança na instituição e não pode ser pego de surpresa. A quebra dessa confiança configura danos morais e é passível de indenização.

    6) Abertura de conta por estelionatários

    Fraudes praticadas por terceiros – como abertura de conta corrente, contratação de empréstimos e envio do nome do consumidor para cadastros restritivos – são de inteira responsabilidade dos bancos, que respondem pelo dano causado aos seus clientes.

    Como esse tipo de ação de estelionatários depende da apresentação de documentos falsos, as instituições devem assumir os riscos – que estão ligados à própria atividade do banco – de verificar a veracidade da documentação.

    7) Encerramento de conta

    A manutenção de uma conta corrente autoriza os bancos a cobrarem determinados valores mensais. Esse tipo de cobrança está dentro da lei. No entanto, os bancos não podem cobrar tarifas de contas que estejam paradas por mais de seis meses seguidos.

    A partir do 7º mês, a conta já é considerada inativa e esse tipo de cobrança é ilegal. O correntista, no entanto, precisa ficar atento e, caso não deseje mais manter a conta, deve encerrá-la para evitar o acúmulo de uma pequena dívida referente às taxas.

    8) Transferência indevida

    A aplicação indevida de dinheiro em fundo de investimento, sem a expressa autorização do cliente, é passível de um pedido de indenização, uma vez que configura um abalo à honra do usuário.

    O Código de Defesa do Consumidor é claro ao decretar que o consumidor tem o direito fundamental de receber informação clara e precisa de tudo o que acontece na relação de consumo em que está envolvido. Em operações como essa, se o correntista tiver algum prejuízo, o valor da indenização pode ser ainda maior.

    9) Venda casada

    Independentemente do tipo de negócio de uma empresa, o artifício da venda casada é ilegal e fere frontalmente o que rege o Código de Defesa do Consumidor, ou seja, o Código não permite que um fornecedor condicione a venda de um produto ou serviço por outro.

    Promoções e vantagens para que o consumidor realize uma segunda compra, no entanto, são práticas aceitáveis. Portanto, um banco não pode, por exemplo, negar a liberação de um empréstimo simplesmente porque o cliente se recusou a fazer um seguro ou um título de capitalização.

    Caso se sinta coagido e aceite esse tipo de condição por medo de ter seu crédito negado, o consumidor, mediante a apresentação de provas, pode pedir na Justiça o cancelamento do contrato e a devolução dos valores pagos.

    10) Contratação de débito automático

    Quando uma pessoa autoriza um débito automático em sua conta corrente, a responsabilidade pela quitação da cobrança recai sobre o banco, que assume o compromisso de repassar os valores para o credor. Nesse tipo de operação, a instituição financeira passa a fazer parte da cadeia de fornecedores de serviço. Se essa cadeia for quebrada pelo banco, o correntista não terá culpa alguma.

    Porém, uma vez que o débito automático é uma relação entre cliente e banco, numa eventual cobrança da dívida por parte do credor, o consumidor precisa correr atrás e cobrar que a instituição financeira se responsabilize pela falha na prestação do serviço.

    11) Envio de cartão sem solicitação

    É proibido pelo Código de Defesa do Consumidor enviar ao consumidor produtos ou serviços não solicitados, uma determinação reforçada pelo Superior Tribunal de Justiça. Portanto, o simples envio de um cartão de crédito sem prévia e expressa solicitação, ainda que o consumidor não tenha sido incluído no SPC ou no Serasa, é considerada uma prática abusiva.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Dicas para evitar armadilhas ao investir por meio de bancos

    24 de agosto de 2017

    Dicas para se planejar e ter as contas em dia

    O educador financeiro André Bona aponta quatro cuidados, bastante práticos, para ajudar esse investidor a evitar ciladas e tomar decisões corretas.

    Investimentos: o investimento ideal dependerá da realidade de vida de cada pessoa

    Para fazer o dinheiro render não basta buscar ajuda de uma corretora ou de um assessor financeiro.

    Na realidade é necessário ter muita atenção e tomar alguns cuidados ao investir por meio de bancos e corretoras de valores.

    “É preciso estar alerta para não cair em armadilhas que, em vez de levar o aplicador a obter a rentabilidade desejada, poderão fazer com que ele deixe de ganhar um rendimento maior, que seria possível em outro ativo, mais adequado ao seu perfil, ou até levar prejuízo, caso não entenda o funcionamento da aplicação realizada”, destaca Bona.

    O especialista aponta quatro cuidados, bastante práticos, para ajudar esse investidor a evitar ciladas e tomar decisões corretas para chegar ao melhor resultado em suas aplicações.

    Confira:

    1. Bancos e corretoras trabalham com comissões

    Lojas de departamentos, que trabalham com as mais variadas mercadorias, de roupas a eletrodomésticos, ganham com a lucratividade dos produtos e, dependendo da loja, os vendedores também podem ganhar comissões, que podem variar de acordo com o produto ou marca vendida ao consumidor.

    No mercado financeiro, a lógica é semelhante, embora nem sempre os investidores tenham noção disso.

    As instituições bancárias e corretoras vendem produtos, como CDBs, LCIs, LCAs, entre outros, e ganham comissões sobre a comercialização das aplicações, as quais geralmente são emitidas por bancos, no caso da renda fixa.

    Em princípio, não haveria problema nesse modelo de negócio. Mas é preciso estar alerta ao jogo de interesses que pode existir nas indicações para os clientes.

    Por exemplo, nem sempre a recomendação de compra do gerente do banco é a mais adequada para as necessidades do correntista, embora seja para o profissional, que ganha comissão ou cumpre a meta interna visando beneficiar a empresa.

    De forma semelhante, a atuação de uma corretora pode esconder interesses da própria entidade. Nesse caso, quando os analistas recomendam a compra de determinado ativo, pode ocorrer de receberem comissões sobre a venda de tal produto.

    Além disso, em eventuais ofertas de ‘taxas zero’, possivelmente estão embutidas comissões, logo, pode haver um desconto na rentabilidade sem que o cliente final tenha consciência dessa tática.

    Portanto, seja em bancos ou corretoras, o investidor deve estar atento para não assumir riscos desnecessários e não adquirir ativos que não trarão benefícios para ele.

    É importante perguntar, de forma clara e objetiva, para o gerente do banco ou assessor de investimento, de que forma e em qual percentual ele é remunerado sobre cada produto.

    2. Publicidade pode distorcer análises

    Um investimento novo, complexo, feito especialmente para os mais sofisticados, com promessa de uma grande rentabilidade, pode atrair investidores distraídos.

    Às vezes, os menos atentos ou gananciosos demais podem cair no chamado “canto da sereia”. Sem embasamento para tomar decisões e sem comparar os diferentes tipos de investimentos existentes no mercado, o investidor pode facilmente se deixar enganar por uma “embalagem” bem montada e, com isso, ter prejuízos financeiros.

    Na hora de elaborar uma carteira de ativos, é indispensável que o investidor leve em conta a razão e não a emoção.

    Por vezes, ao desejar demais determinado produto financeiro, a pessoa passa a enxergar somente os pontos que considera positivos da aplicação e, com isso, deixa de realizar um gerenciamento de risco eficiente.

    3. Cuidados ao investir sem educação financeira

    Quando se trata da gestão do dinheiro, qualquer erro pode representar prejuízos enormes. Ainda assim, não fazer nada, deixando, por exemplo, uma quantia parada na conta corrente, também pode levar a perdas devido à inflação.

    Uma saída para aumentar o patrimônio, sem deixar de lado os cuidados ao investir, é obter conhecimentos específicos por meio da educação financeira, fazendo cursos, participando de palestras e lendo notícias sobre o assunto.

    Com um nível satisfatório de conhecimento financeiro, o investidor entende, por exemplo, que não existe receita pronta quando se trata de recomendações de compra e de venda.

    Na verdade, o investimento ideal dependerá da realidade de vida de cada pessoa.

    Assim, o perfil de tolerância a risco do indivíduo, os objetivos e as necessidades dele é que irão determinar a escolha do melhor tipo de aplicação.

    4. Atenção aos mecanismos de proteção

    Bancos e corretoras são instituições passíveis de falência, portanto, é preciso ter alguns cuidados ao investir neles. Não adianta ter uma promessa de uma rentabilidade grandiosa se, na hora do resgate do valor aplicado, não houver dinheiro para sacar.

    Embora tanto os bancos como as corretoras estejam sob fiscalização de entidades governamentais, como o Banco Central do Brasil (BCB) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o próprio investidor deve ficar atento a mecanismos de proteção dos ativos.

    Quem aplica em instituições bancárias, por exemplo, pode contar com uma espécie de seguro, proporcionado pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

    Com esse fundo, há uma garantia de reembolso de até R$ 250 mil, por CPF, em caso de falência do banco. Já em relação às corretoras, o investidor deve ter cuidado para não deixar o dinheiro parado na conta existente nessa entidade — ela deve ser usada apenas para transações temporárias.

    É preciso estar consciente de que se a corretora vier a falir, mas o investidor já tiver comprado o ativo, as chances de conseguir o dinheiro de volta são maiores, dentro dos limites previamente estabelecidos para cada caso.

    Em uma situação assim, a pessoa só precisa transferir a custódia dos ativos para uma nova corretora.

    Contudo, se houver dinheiro parado em sua conta na corretora falida, há, sim, o risco de perda desses recursos.

    Parte importante dos rendimentos de uma aplicação não depende do banco ou da corretora, mas dos cuidados ao investir.

    Quando o investidor busca primeiro a educação financeira, para depois procurar investimentos que se encaixem na sua realidade e perfil, as chances de grandes retornos no longo prazo são maiores.

    Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Arena do Pavini.

    Até o próximo post.

    Convidados

    Empréstimos em Bancos ou Online? Saiba as diferenças

    2 de maio de 2017

    Hoje o Brasil ainda vive uma crise muito grande, nunca houve um percentual tão grande de empresas fechadas graças a nossa economia atual, somente em 2015 foram 1,8 milhões de empresas fechadas, de todos os tipos e setores.

    Milhões de brasileiros ficaram sem empregos e sem renda fixa, alguns ainda tentam sobreviver matando um leão por dia, mas sobrevivendo. Outros recorrem a empréstimos em cima de empréstimos para sobreviver, muitos nem sequer olham para a taxa de juros ou fazem algum estudo para o pagamento destes empréstimos, e acabam indo a falência, cedo ou tarde.

    E como todos sabem, junto da tecnologia dos últimos anos, vieram novas maneiras de se fazer empréstimos sem tanta burocracia ou com juros competitivos, estou aqui para mostrar as principais diferenças entre fazer um empréstimo em um banco convencional e em uma empresa de empréstimos totalmente online.

    Empréstimo Online é Seguro?

    Essa é a maior dúvida de todos, onde muitos evitam acionar empréstimos online pelo fato de não conhecerem tão bem este tipo de serviço. Mas se pesquisado cuidadosamente, poderemos ver que existem muitas empresas confiáveis que fazem empréstimos online. Se a empresa está vinculada a alguma matéria de imprensa confiável e tem seus dados como CNPJ em dia no Banco Central, não há motivos para desconfiança.

    Quais as Vantagens do Empréstimo Pessoal Online?

    Como empresas de empréstimo online não possuem agências ou muitos estabelecimentos físicos, o custo da operação cai, e muito, e essa é a maior vantagem que uma empresa online pode lhe oferecer, uma grande diferença nos juros. Além de toda praticidade e agilidade na hora de fazer um empréstimo.

    Comparação de Juros em Bancos e Online

    Neste site confiro os empréstimos online (que você poderá ver abaixo):

    Empresa Juros
    Lendico 2,40%
    Creditas 1,99%
    Meu Crédito 4%
    Trigg 1,77%
    FinanZero 9,90%

    Fonte: CoolFinance

    Empresa Juros
    Banco do Brasil 5,85%
    Bradesco 6,67%
    Caixa Econômica 6%
    Itaú 6,43%
    Safra 5,90%

    Fonte: ProconSP

    Comparando as tabelas, fica claro a diferença de no valor dos juros a serem pagos mensalmente.

    Imagine que eu preciso de um empréstimo de R$ 10.000. Se eu fizesse empréstimo pelo Banco do Brasil ao final de 12 meses pagaria por mês R$ 7.020 somente de juros, aproximadamente 70% a mais do que peguei emprestado. Se eu fizesse a mesma coisa pelo Lendico o valor total de juros ao longo de 12 meses seria de R$ 2.880. Deu para notar a diferença.

    Agora só cabe a você se planejar corretamente e ver quanto o seu bolso consegue pagar e em quanto tempo. Não esqueça: quanto mais rápido fizer o pagamento total, menor o valor ficará.

    empréstimos

    Convidados

    Corretora Advalor é alvo de buscas

    28 de março de 2017

    Como escolher uma corretora de valores?

    E aí, vai desbancarizar?

    28 mar, 2017 07h13 – Atualizada em 13h15
    Corretora é alvo de buscas em nova fase da Operação Lava Jato…

    ……

    polícia federal - 39ª fase da Lava Jato

    Nessa nova fase, a Polícia prendeu o ex-gerente da área de Engenharia da Petrobras Roberto Gonçalves por suspeita de recebimento de propina em contratos da estatal, inclusive com pagamentos de valores milionários em contas no exterior. De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, Gonçalves substituiu Pedro Barusco na gerência de Engenharia da Petrobras e passou a receber as propinas no lugar do antecessor, que é um dos delatores da operação.
    Em apenas um conta em nome de Gonçalves na Suíça, foram identificados depósitos de 3 milhões de dólares que teriam sido pagos pelo departamento de propina da Odebrecht, segundo os investigadores.

    Além da prisão do ex-gerente da estatal, que foi detido em Roraima, a 39ª fase da Lava Jato também cumpriu mandados de busca e apreensão na corretora Advalor, suspeita de auxiliar na lavagem de dinheiro e também no pagamento de propinas. Registros do BC mostram que a corretora teve o capital reforçado em mais de 120% quando Miguel Julio Lopes foi nomeado para a diretoria da casa. Lopes foi citado pela força-tarefa como suposto responsável por fazer remessas ao exterior para abastecer contas ligadas aos esquemas de corrupção. O delegado Dante Pegoraro afirmou hoje que pode ter havido ausência de controle do BC em não identificar as operações ilícitas pela corretora.
    fonte: http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/6280829/corretora-alvo-buscas-nova-fase-operacao-lava-jato-gerente-petrobras

    Convidados

    Fintechs: a revolução dos empréstimos no Brasil

    3 de março de 2017

    Fintech é um termo originário da junção de finanças com tecnologia. Sendo assim, fintech passou a ser toda empresa que oferece serviços financeiros que se diferenciam pelas facilidades oferecidas pela tecnologia através da internet.

    São startups que criam inovações na área, oferecendo opções de conta corrente, cartões de débito e crédito, empréstimos pessoais e corporativos, pagamentos, investimentos, seguros, entre outros. As fintechs transformaram-se é uma forma mais rápida, barata e transparente de lidar com o dinheiro.

    Se nos basearmos especificamente no caso da obtenção de crédito online, perceberemos que existem alguns diferenciais em relação ao mesmo serviço oferecido pelas instituições bancárias tradicionais. E esse será o assunto a ser discutido a seguir.

    Fintechs: a revolução dos empréstimos no Brasil

    Fintechs: a diferença de crédito online em relação aos bancos

    Com base nas fintechs, podemos destacar a praticidade e a agilidade de se conseguir um crédito sem nem precisar sair de casa, utilizando apenas seu computador. Essa facilidade de resolver essa questão pode vir acompanhada ainda de juros mais baixos.

    Parece bom demais para ser verdade? Pois saibam que a evolução do mercado, ditada pela internet, tem se desenhado totalmente a nosso favor. E vem colocando os tradicionais bancos em uma situação de necessidade de mudança para acompanharem esse novo cenário.

    Vejamos alguns exemplos mais comuns do crédito online:

    Cartão de crédito

    Hoje já podemos solicitar um cartão de crédito online sem estarmos ligados a banco algum. É o caso do Nubank, a fintech brasileira de maior sucesso do momento. Você pode solicitar um cartão de crédito Nubank e escolher o limite que gostaria de possuir. E sem cobrança de anuidade ou tarifas.

    Todo o processo de solicitação é feito pelo seu smartphone. Depois de aprovado, você receberá seu cartão em casa e acompanhará toda sua movimentação através de um aplicativo. Assim que um compra for efetuada, o aplicativo te avisará o valor e o local onde o cartão foi utilizado. O cliente poderá acompanhar toda fatura a qualquer momento.

    O aplicativo te avisará quando deverá pagar a fatura, assim como os valores já programados para as seguintes. O Nubank te enviará, ainda, um email com o extrato e o boleto da fatura a vencer. Quer mais? A taxa de juros cobrada está abaixo do mercado.

    O Nubank tem seu lucro através de uma taxa chamada interchange. A cada compra realizada com o cartão, de bandeira Mastercard, o lojista paga uma taxa de cerca de 5%. Parte dessa taxa é revertida ao Nubank. Sem contar que a empresa possui uma estrutura enxuta e mais barata.

    Empréstimo Pessoal

    Após a chegada das fintechs, solicitar um empréstimo pessoal através da internet virou realidade. Todo o processo, que inclui simulação, análise de crédito e a assinatura do contrato, podem ser feitos online e com respostas na hora. E sem a necessidade de ter algo para colocar em garantia.

    Além da economia de tempo, de não precisar conversar com o gerente de um banco e sem a necessidade de assinar toda aquela papelada, os juros de sites de empréstimo online costumam oferecer ainda taxas de juros mais baixas que das instituições bancárias.

    Sites como o Geru, Lendico e JustBank oferecem juros baixos, mas não aceitam negativados. Já o Simplic e o Moneyman aceitam negativados, mas possuem juros altos e costumam emprestar pequenos valores.

    Empresas como a Juros Baixos, por exemplo, atuam como comparadores de empréstimos, auxiliando na missão de achar o empréstimos mais barato entre as fintechs de crédito online e os bancos.

    Empréstimo para autônomo

    As fintechs chegaram para ajudar também os autônomos que tem dificuldade de conseguir um empréstimo bancário. Elas conectam pessoas físicas dispostas a emprestarem valores para terceiros em troca de pagamento com juros em um modelo conhecido como peer-to-peer (de igual para igual).

    As taxas de juros costumam ser mais baixas pela menor presença de intermediários. A startup Biva foi uma das primeiras a oferecer essa alternativa no Brasil. A Nexoos é outra plataforma desse segmento.

    Como a Biva não é um banco, todas as transações são realizadas através de instituições financeiras parceiras, entre elas a Sorocred, autorizadas pelo Banco Central a realizar esse tipo de atividade.

    O empreendedor costuma pagar taxas mensais de 1,5% a 4% com a possibilidade de pagar em até 24 meses o empréstimo (de R$2 mil a R$50 mil). E os investidores tem retorno de até 25% ao ano. E a taxa de inadimplência é menor também. Mais um ponto positivo para os investidores.

    Cuidado com os golpes

    Golpes também existem nesse ramo. Empresas que solicitam depósitos adiantados, taxas de cartório ou qualquer outra taxa adiantada estão aplicando um golpe. Esse expediente contradiz com a proposta das fintechs de que o cliente nunca vai pagar algo adiantado.

    Outro cuidado é não dar suas informações pessoais para empresas fraudulentas. Não aceite ofertas de empréstimo de sites falsos. Há cibercriminosos atrás destas informações para futuros golpes financeiros.

    A dica é pesquisar bastante antes de fechar um contrato. Verifique se o endereço do site é real, se a empresa possui um CNPJ válido e se ela está vinculada a algum banco no Banco Central. Pesquise, também, sua reputação em sites especializados.

    Além disso, não se esqueça de comparar as taxas de juros antes de pegar um empréstimo.

    Caso você já tenha utilizado algum desses serviços, deixe aqui seus comentários contando sobre os resultados obtidos. Você ficou satisfeito com o serviço de alguma fintech?

    Geral

    Como renegociar as dívidas com o banco

    11 de janeiro de 2017

    Organizando as dívidas de maneira inteligente

    O endividado precisa se preparar antes de tentar um acordo. Conhecer seus direitos e saber qual a melhor forma de obter vantagens na conversa.

    Fim das Dívidas, Início da Liberdade Financeira

    Na renegociação de dívidas vale muito a pena pesquisar condições em outros banco. Trocar dívidas com juros maiores por juros menores.

    Todo começo de ano costuma ser um incentivo a mais para se livrar de dívidas como forma de começar o novo ciclo com o pé direito.

    Em um cenário ainda incerto sobre a recuperação da economia, especialistas recomendam a quem perdeu recentemente parte da renda familiar ou está inadimplente a buscar um acordo com os credores o quanto antes, evitando que a dívida vire uma bola de neve no futuro.

    Confira abaixo como obter uma boa negociação com o banco e conheça os seus direitos na hora de aceitar um acordo:

    Proponha um valor que você possa pagar

    De nada adianta negociar o valor da dívida, mas acabar aceitando uma proposta do banco que você não terá condições de pagar.

    O primeiro passo para fazer um bom negócio, portanto, é colocar no papel a renda mensal, já descontando os impostos e benefícios, e subtraindo desse valor os gastos essenciais, como os relacionados à casa, à alimentação e à saúde.

    Depois de fazer as contas, o consumidor deve cortar ao máximo as despesas supérfluas. O saldo que restou é o que deve ser proposto como pagamento mensal da dívida ao banco.

    Eventual renda extra, como o 13º salário, pode ser utilizada para abater o valor da dívida. Nesse caso, o consumidor pode pedir desconto por causa do pagamento antecipado das parcelas.

    Verifique se há a cobrança de taxas abusivas

    Antes de renegociar a dívida, verifique se o contrato do financiamento não contém irregularidades, como taxas de juros muito acima das praticadas pelo mercado. As taxas médias cobradas pelos bancos em cada modalidade de empréstimo podem ser consultadas no site do Banco Central.

    De acordo com Ronaldo Gotlib, advogado especializado em direito do devedor, neste caso a lei está do lado do consumidor. “Mesmo que o banco alegue que o consumidor tinha conhecimento da taxa no momento da assinatura do contrato,  ele pode alegar que não pesquisou como deveria em um momento de desespero, ou assinou o contrato sem entender qual era o valor.”

    O advogado ressalta que os juros de empréstimos mais caros, como os cobrados no cartão credito e cheque especial, que giram ao redor de 15% ao mês, podem ser sempre contestados na Justiça, ainda que estejam dentro da média do mercado. “Neste caso, o CDC protege o consumidor ao entender que estas taxas causam prejuízo considerável”.

    Caso haja alguma irregularidade, a pessoa deve denunciá-la aos órgãos de defesa do consumidor e ao Banco Central e utilizar isso como argumento na busca por um acordo com o banco. Dessa forma, será possível melhorar as condições do pagamento do débito.

    Pesquise as condições oferecidas por outros bancos

    É possível portar a dívida para outra instituição financeira que ofereça condições melhores de pagamento. Ao pesquisar taxas de juros, prazos e benefícios oferecidos por outros bancos é possível pressionar o credor para que sejam oferecidas condições semelhantes.

    Caso o acordo não avance, o consumidor deve efetivamente levar a dívida para outra instituição financeira. “A dica é ficar atento se as condições são, de fato, mais vantajosas ou se o novo banco apenas estendeu o prazo da dívida para fazê-la caber no bolso”, diz Gotlib.

    homem faz contas
    exame.abril.com.br/seu-dinheiro/como-renegociar-suas-dividas-com-o-banco

    Até mais.

    Geral

    Gráficos explicam por que os bancos lucram tanto

    17 de agosto de 2016

    Se você está revoltado com os juros estratosféricos, confira estes dois gráficos do estudo abaixo que explicam por que os bancos lucram tanto:

    gráfico de concentração bancária - 1

    gráfico de concentração bancária - 2

    Fonte: Banco Central do Brasil.
    Dados disponíveis em:
    https://www3.bcb.gov.br/informes/relatorios.
    * Outros contabiliza a soma dos demais bancos.

    A concentração bancária tem seus danos e não adianta reclamar do spread!
    Das 1.012 instituições financeiras que declararam que tinham pelo menos R$1 real de depósitos em março/2016, os 10 primeiros da lista, ou 1% dos bancos têm 85,8% de todos os depósitos realizados! Só os quatro primeiros da lista: Banco do Brasil, Caixa, Itaú e Bradesco tem juntos 68,7% do total. Por isso, antes de reclamar do spread abusivo, reclame da concentração bancária. Os danos da falta de concorrência são conhecidos, e extremamente danosos à economia.

    Confira mais detalhes no artigo do Terraço Econômico:

    http://www.infomoney.com.br/blogs/economia-e-politica/terraco-economico/post/5446641/concentracao-bancaria-seus-danos-nao-reclame-spread

    Até mais.

    Geral

    Oi afundou na bolsa após pedido de recuperação judicial

    21 de junho de 2016

    Confira o mico que hoje despencou forte na BM&FBOVESPA, são 79 minutos de espera antes da “explosão” de R$ 10,6 bilhões da Oi! O mercado de renda variável brasileiro viveu um pouco mais de uma hora de de tensão nesta terça-feira (21) marcada pela repercussão do pedido de recuperação judicial da Oi (OIBR3; OIBR4). Os papéis da companhia ficaram “congelados” mais 19 minutos em leilão de abertura na bolsa.

    Veja a reação em imagens ao pedido de recuperação judicial da Oi:

    – Gráfico de 5 minutos da OI PN:

    Os 79 minutos de espera antes da

    – Gráfico de 5 minutos do BB:

    BBAS3 despenca na bolsa de valores
    infomoney.com.br/oi/noticia/5198867/minutos-espera-antes-explosao-bilhoes-bolsa-hoje
    O fim está próximo…

    R.I.P. Oi

    Geral

    JHSF3 de queridinha do mercado às páginas policiais.

    3 de junho de 2016

    Em pensar que a JHSF já teve suas ações cotadas em valores em acima dos atuais, agora está perto dos centavinhos e corre o risco de precisar de agrupamento para continuar sendo listada em bolsa de valores.

    Seria mais uma vítima e causadora da bolha imobiliária no Brasil devido à força que tiveram para alavancar o crédito junto com muitas outras construtoras, incorporadoras, bancos, lobistas e políticos, fato que levou uma manada de incautos em número gigante a se endividar fortemente pensando que eram classe média, que o país tinha emprego pleno, que os preços iriam valorizar para sempre e nunca ficariam desempregada para precisar devolver o imóvel, a casa e outros bens de consumo de alto valor para os bancos?

    Gráfico de JHSF3

    “Pimentel cobrou R$ 5 milhões em propina do grupo JHSF” – 02/06/2916 16:57

    Geral

    Ação do Bradesco cai mais de 7% após indiciamento de Luiz Carlos Trabuco no âmbito da Operação Zelotes

    31 de maio de 2016

    Conforme matéria do Infomoney, PF pede indiciamento de presidente do Bradesco.
    Papéis do banco chegaram a cair 7,33% após a notícia do indiciamento de Luiz Carlos Trabuco no âmbito da Operação Zelotes.

    Veja imagem que mostra a derrocada das ações:

    Aos pobres comprados em BBDC4 ou BBDC3 sem stop e sem estratégia, o defensor do dinheiro deixa a seguinte pergunta para reflexão:

    Investir em ações de banco é certeza de ganhar dinheiro?

    Até mais.