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    Dicas para se aposentar sem dívidas

    23 de maio de 2018

    Kevin O'Leary: Here's the age by which you should have your debt paid off

    Existem vários profissionais que estão em início de carreira a aposentadoria que lhes parece estar longe demais a aposentadoria, porém quem deseja se aposentar aos 60 anos precisa começar a poupar e investir desde cedo, economizando e diminuindo as dívidas desnecessárias. Pelo menos é o que pensa Kevin O’Leary, autor de livros de finanças pessoais, além de ser um investidor que participa do Shark Tank, programa da rede de televisão americana ABC.

    “As pessoas de hoje não gastam tempo suficiente pensando no futuro e no que precisam economizar quando envelhecem”, diz O’Leary ao CNBC. “É mais fácil ganhar dinheiro quando você é mais jovem. A chave principal para liberdade financeira é poupar”, diz O’Leary. Isso porque seus gastos, responsabilidades e probabilidade de assumir dívidas só aumentam à medida que você envelhece.

    “Pense. Você vai para a faculdade, portanto terá dívidas universitárias. Então, você encontra alguém, se casa, compra uma casa, mais dívidas. Você tem filhos, mais dívidas e assim por diante”, diz O’Leary.

    Por isso ele orienta que o planejamento comece desde cedo. O empresário milionário crava uma idade para você ter quitado suas grandes dívidas, como os financiamentos: “45 anos”, diz O’Leary.

    “Eu digo que 45 anos é o ponto de virada porque penso em termos de carreira: a maioria das carreiras começa no início dos 20 anos e termina em meados dos 60”, diz O’Leary. “Então, quando você tem 45 anos de idade, o jogo está mais da metade do tempo final, e é melhor você ficar sem dívida, porque você vai usar o resto do tempo nesse jogo para acumular capital”, explica.

    Para planejar a aposentadoria e pagar as dívidas, O’Leary deu algumas dicas:

    Economize e invista a longo prazo

    “Sempre pergunte a si mesmo quando estiver comprando algo: eu realmente preciso disso? Isso é algo que eu tenho que ter? Na maioria das vezes a resposta é não. Então não compre”, sugere O’Leary. “Em vez disso, invista o dinheiro”.

    Monitorar seus gastos pode ajudá-lo a evitar a dívida de cartão de crédito, que cobra juros muito altos – se você não conseguir pagar a fatura sua vida financeira vira uma verdadeira bagunça. E, por outro lado, usar esse dinheiro (antes usado em compras por impulso) para investir você vai “ganhar dinheiro dormindo”, explica o investidor.

    Tenha uma estratégia mensal para quitar as dívidas

    Se você já está em dívida, comprometa-se com um método para pagá-la. O empresários recomenda uma estratégia chamada snowball (bola de neve), que foi popularizada por Dave Ramsey, autor de “The Total Money Makeover”, (“A reforma do dinheiro”, em tradução livre).

    Primeiro, escreva em um papel todas as suas dívidas da menor para a maior. Concentre-se na menor dívida e canalize o máximo de dinheiro possível para pagar a dívida (enquanto paga o saldo mínimo sobre as outras). Então, quando a menor dívida for paga, passe para a segunda menor dívida e assim por diante. O benefício desta estratégia é a motivação de ver as dívidas desaparecerem uma de cada vez.

    Outros especialistas recomendam o método da avalanche, que consiste em listar as taxas de juros da sua dívida e concentre-se em pagar a dívida com a maior taxa – como a do cartão de crédito. Essa estratégia pode ajudar você a economizar, minimizando o quanto você gasta em pagamentos de juros ao longo do tempo.
    fonte de consulta: Kevin O’Leary: Here’s the age when you should have your debt paid off

    Veja também:

    Shark Tank: Grandes empresários e apresentadores compartilham suas visões sobre o mercado de criptomoedas

    Até mais.

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    Homem que se aposentou aos 37 conta como largou o luxo para economizar acima de 50% da renda

    31 de outubro de 2017

    Quando Chris Reining decidiu se aposentar, ele tinha uma carreira bem-sucedida e estava trabalhando com o que sempre sonhou, tecnologia da informação.

    Chris Reining se aposentou com 38 anos
    38-year-old retired millionaire shares his No. 1 saving tip

    Chris Reining conseguiu o que muitas pessoas desejam: uma aposentadoria antecipada. Ele se aposentou aos 37 anos, mas teve que abrir mão de seu estilo de vida.
    Quando decidiu se aposentar, sua carreira estava indo muito bem e ele estava trabalhando com o que sempre sonhou, tecnologia da informação. Tinha um bom salário, e um estilo de vida de luxo.

    “Quando eu tinha meus 20 e poucos anos, eu comprei um apartamento, uma BMW e comprava coisas na Whole Foods [uma rede de alimentos saudáveis] todas as semanas”, contou ao CNBC. “Eu estava vivendo um estilo de vida muito bom. Mas comecei a ficar um pouco desiludido com essa vida de trabalho-casa-trabalho e a correria diária”.

    Reining queria ter a liberdade de fazer o que eu quisesse quando eu quisesse. Quando se deu conta disso, começou a mudar seus hábitos. “Eu não tinha liberdade dentro do escritório, não dava para passar mais 30 anos daquele jeito”, afirma.

    Ele adotou uma medida radical. Definiu a meta de economizar 54% de sua renda e se concentrou em aumentar seus fluxos de receita. Para atingir o objetivo, começou a fazer investimentos e cortou os pequenos gastos diários, como jantares caros, café da manhã fora de casa, além de diminuir a fatura do cartão de crédito. Aos 35 anos conseguiu poupar US$ 1 milhão. Dois anos depois, Reining se aposentou oficialmente.

    Segundo o americano, a chave para poupar mais da metade de sua renda é começar com pequenas mudanças. “Eu sei que existem algumas pessoas que dizem que você não deve se preocupar com o café de US$ 5. Mas quanto mais eu penso sobre isso, compreendo que cortar o café de todo dia foi uma boa forma de começar a economizar. Se você tentar mudar de casa, vender os carros e fazer outras mudanças drásticas, vai ser muito estressante e pode não dar o resultado que você espera”, afirma. “É preciso começar com calma, não precisa juntar dinheiro de forma meteórica, eu mesmo demorei cerca de 4 anos mais ou menos. É importante fazer um bom planejamento”, explica.

    Depois de cortar o café de toda manhã, Reining parou de almoçar fora todo dia. Em seguida, começou a cortar despesas maiores, como os US$ 1 mil por mês que gastava com passeios de jatinho. Ele abandonou o estilo de vida de luxo para conseguir se aposentar antes e ter uma qualidade de vida melhor.

    “As pequenas mudanças levam você a fazer as grandes mudanças”, diz Reining. “Hoje em dia eu voltei a tomar aquele café de US$ 5 e realmente não é grande coisa, mas acho que foi muito importante fazer o esforço de economizar esse dinheiro para chegar onde estou hoje”, diz.

    Até mais.

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    Casal se aposentou em seus 30 anos, agora está viajando o tempo inteiro

    27 de outubro de 2017

    Um casal norte-americano, Steve e Courtney Adcock, conseguiu o algo desejado por muitos que é se aposentar antes do previsto, ele aos 36 anos e ela aos 34 anos, porém nem sempre foram econômicos. “Durante meus 20 e poucos anos, eu era apenas mais um. Queria bons carros, casas grandes e coisas caras”, afirma Steve em seu blog, Think Save Retire (“Pense, poupe e se aposente”, numa tradução livre). “Ganhei muito dinheiro, mas eu economizava pouco. Era o meu erro”.

    Em 2014, um ano após o casamento, ele e a esposa decidiram dobrar suas economias para se aposentar mais cedo. “Começamos a pensar que poderíamos usar boa parte dessa renda dupla para poupar mais, investir e nos aposentarmos mais cedo do que o previsto, em vez de gastar tudo agora e continuar trabalhando apenas para manter esse estilo de vida“, afirmou Steve ao site CNBC.

    O casal Steve e Courtney Adcock se aposentou bem cedo, ele aos 36 anos e ela aos 34 anos, mas nem sempre foram econômicos

    A renda conjunta do casal era suficiente para viver bem, mas eles administravam a vida financeira muito mal. Ele afirma que “é mais fácil se aposentar mais cedo com base em um alto nível de poupança do que um alto nível de renda”. Isso porque, segundo ele, “quanto mais temos, mais queremos e quanto mais queremos, mais gastamos. O ciclo é perverso, e é quase eterno”, afirma.

    Steve acredita que a chave para conseguir se aposentar de forma antecipada é o estilo de vida que você adota. “Quando se trata de aposentadoria, não é sobre quanto você ganha. Você consegue se aposentar se tiver uma renda alta, mas ganhar muito dinheiro não é a receita para o sucesso. O estilo de vida que leva e o que vai levar depois de parar de trabalhar que vão determinar uma vida financeira de sucesso”.

    Após um esforço em conjunto e certas mudanças de hábitos, que incluem um estilo de vida mais rentável, reduzindo despesas diárias e a venda dos carros, em dezembro de 2016, Steve largou sua carreira em tecnologia da informação (TI) e Courtney deixou seu emprego também em TI em abril deste ano.

    O casal que morava em Tucson, no Arizona, vendeu a casa e comprou um trailer para viajar pelo país. Considerando essa trajetória de sucesso, o casal revelou ao site algumas dicas do que fizeram para conseguir se aposentar mais cedo. Confira:

    Descubra o quanto vai gastar na aposentadoria

    “A primeira coisa que tivemos que fazer foi dar uma olhada no quanto iríamos gastar na aposentadoria”, diz Steve. É um primeiro passo comum entre as pessoas que se aposentam mais cedo que o normal. Se você vai parar de trabalhar mais jovem, precisa ter em mente quanto vai gastar. É preciso pensar no longo prazo e sobre o estilo de vida que você quer e estimar como seus gastos mudarão.

    Steve e Courtney usaram a “regra de 4%” para determinar quão grande teria que ser a poupança do casal para se aposentarem mais cedo. A regra diz que você pode usar com segurança 4% da quantia guardada por ano para conseguir viver bem durante a aposentadoria.

    Por exemplo, se você quer viver durante sua fase de aposentado com R$ 90 mil por ano, é preciso dividir esse valor por 0,04 (4%), que vai dar R$ 2.250.000. Esse valor final é o que você precisa ter no banco para se aposentar com segurança e sem ficar no vermelho.

    Por precaução, o casal planejaram gastar cerca de 3% do que tinham a cada ano. Então dividiram a quantia que pretendiam ter por ano por 0,03 (3%), para garantir que iriam ter dinheiro durante os próximos anos. A partir disso, sabiam o quanto precisavam economizar para poder se aposentar. Mudaram, então, os hábitos e se começaram a se adaptar a uma nova realidade.

    Monitore suas despesas e reduza seus gastos

    Uma vez que o casal tinha ideia de quanto precisaria guardar, fez grandes cortes em seus gastos. Eles começaram a monitorar todas as suas compras em uma planilha do Excel.

    “Fazendo isso a gente sabia exatamente quanto gastávamos e com o que”, escreve Steve. “Saber para onde o nosso dinheiro vai é fundamental para maximizar nossas economias e identificar onde provavelmente poderíamos reduzir”.

    E reduziram muito. “Nós cortamos tudo o que não achamos necessário”. Isso incluiu o maior hobby de Steve: jantar fora. “Nós só saímos para comer uma ou duas vezes por mês, e eu adoro sair para comer”, diz ele. “Mas sempre pensava: esse gasto vale o que poderíamos estar poupando? Isso tornou muito fácil dizer não a certas coisas. No final do dia eu concluía: ‘não gosto de restaurantes suficientes para trabalhar nos próximos 30 anos da minha vida’”, diz Steve.

    Diminua ainda mais os gastos

    Além de eliminar jantares em restaurantes e outras despesas diárias desnecessárias, o casal reduziu grandes custos. Para começar, venderam sua casa com piscina para comprar um trailer, onde atualmente moram desde abril de 2016.

    As economias foram drásticas. Eles também venderam os carros, o sedã Chevrolet Corvette e a picape Honda Ridgeline. O casal agora gasta cerca de US$ 30 mil por ano, cerca de R$ 97.500. Suas maiores despesas mensais são agora diesel para abastecer o trailer e cuidados com a saúde, que custam US$ 250 por pessoa por mês.

    Economize uma quantia considerável da sua renda

    Graças a redução de despesas do dia-a-dia e a redução mais radical com custos maiores, o casal conseguiu poupar cerca de 70% da renda conjunta, que deu uma quantia média de US$ 200 mil por ano. “Nós guardamos cerca de dois terços da renda de Courtney, investimos o restante e vivemos com cerca de 50% da minha”, conta Steve. Quando o casal conseguiu juntar um bom dinheiro, mantiveram uma bom rendimento porque aprenderam administrar bem a vida financeira e se adaptaram ao novo etilo de vida.

    Faça investimentos

    Eles não apenas pouparam muito dinheiro, mas também colocaram o dinheiro para trabalhar. “Apenas poupar não vai fazer com que você fique rico”, afirma Steve. “Esse é definitivamente um bom começo, mas para ficar rico é preciso investir esse dinheiro”. Parte do salário da Courtney, era direcionado exclusivamente para uma carteira de investimentos.

    Segundo Steve, é preciso se concentrar no “prêmio” da aposentadoria: a qualidade de vida e a possibilidade de viajar ou fazer qualquer coisa que quiser. Os esforços para conseguir se aposentar mais cedo são grandes, mas valem a pena. Crie um estilo de vida que reduz suas despesas e maximize suas economias. Em seguida, coloque suas economias extras para funcionar e ganhar mais dinheiro.

    Até mais.

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    Business Insider: Tenho 27 anos e poupei $ 200,000 – aqui estão os melhores conselhos que posso dar sobre o dinheiro

    4 de outubro de 2017

    I’m 27 and I’ve saved $200,000 – here are the 7 best pieces of advice I can give you about money
    man suit wealth

    O sonho de muitos profissionais é conseguir poupar dinheiro para se aposentar cedo, viajar ou ter uma vida mais confortável. Esse é o objetivo do “The Money Wizard” (“O Mago do Dinheiro”, em tradução livre) – nome de seu blog sobre finanças e de seu pseudônimo porque prefere não revelar seu sobrenome verdadeiro. Com 27 anos, ele conseguiu poupar US$ 200 mil, cerca de R$ 630 mil, economizando e fazendo investimentos.
    “Com esforço consigo poupar 60% do meu salário e estou planejando ter um portfólio de US$ 750 mil para me aposentar aos 37 anos. O Plano B é continuar guardando até 40 anos e o plano C é me aposentar uma década mais cedo do que a idade de aposentadoria “normal”, em torno de 50. Até agora, estou dentro do meu cronograma no plano A”, explica.

    A façanha de poupar muito dinheiro foi e está sendo alcançada porque ele teve essa consciência desde cedo. Aos 16 anos, o jovem morador do Texas, nos Estados Unidos, começou a juntar dinheiro. Ele tinha um trabalho braçal no campo para ajudar a família. “Eu trabalhava muito, mas teve um dia que foi especial. Era dia de pagamento e depois de meses, eu conseguiria juntar exatos US$ 500 [cerca de R$ 1.570] na minha conta bancária”, contou ao Business Insider.

    A ideia do jovem era aumentar esse valor ainda mais para poder começar a investir no mercado de ações. E dois anos depois ele atingiu esse objetivo. Com 18 anos já investia na bolsa de valores e começou a juntar ainda mais dinheiro. Ele, então, saiu do emprego no campo e começou a trabalhar em uma empresa pequena do mercado financeiro como analista. Mais um tempo se passou, foi aprendendo a investir e conseguiu manter uma quantia cada vez maior guardada. “Aos 25 anos, eu tinha US$ 100 mil, e aos 26, US$ 150 mil. E hoje, com 27 anos, economizei quase US$ 200 mil [cerca de R$ 630 mil]”, conta.

    Você pode pensar que ele é um gênio do mercado de ações ou um verdadeiro prodígio da área, mas ele nega. Segundo o blogueiro, seus investimentos em ações não deram um grande retorno em comparação com o mercado na época, e seu salário não era muito maior do que a renda média na sua cidade. “Na realidade, eu sou um cara normal com um trabalho decente, que teve a sorte de tropeçar em algumas dicas de dinheiro no início da carreira”, define. Hoje ele continua trabalhando no mercado financeiro e administra seu blog.

    O “Mago do dinheiro” selecionou algumas dicas sobre dinheiro que ele aprendeu durante essa jornada financeira.

    Confira a seguir:

    1) Escolha bem a sua carreira

    Fazer uma faculdade pode acarretar muitos custos, mas o jovem concorda com o bilionário Warren Buffett sobre a graduação: “o melhor investimento que você pode fazer é em você mesmo”.

    “Essa é a chave. Você precisa enxergar a faculdade como ela é: uma negociação de 4 anos para comprar uma carreira”, afirma. Segundo ele, é importante analisar o valor desse diploma. “Na hora de decidir qual curso você irá fazer avalie se você gosta e quais são as perspectivas financeiras dessa carreira. Alguns pagam bem, outros … nem tanto. Pesquise estatísticas salariais, converse com pessoas da área e participe de feiras de carreira”.

    Especialista em finanças e economia, o jovem encontrou um emprego rapidamente como analista financeiro, mesmo quando o mercado de trabalho estava instável. “Espero que o meu diploma estrategicamente escolhido continue a construir uma base para uma vida de ganhos”, afirma.

    2) Evite dívidas

    Uma vez que você está fora da faculdade e no caminho para ganhar dinheiro, o próximo passo é evitar a armadilha da dívida. “Simplificando: é impossível construir riqueza se você estiver pagando dívidas todos os meses, sejam de empréstimos ou de cartão de crédito”, explica. Tentar construir riqueza pagando juros é remar contra a correnteza. “Para evitar dívidas, comprei meu carro sem empréstimo, e apesar de usar cartões de crédito para ganhar as milhas de recompensa, nunca paguei um centavo de juro”, diz.

    3) Decida se seus gastos estão realmente fazendo você feliz

    Segundo o blogueiro, você sempre deve avaliar onde você coloca seu dinheiro. Por exemplo, uma casa com vários quartos faz sua vida mais feliz, ou só dá mais trabalho para cuidar e administrar?

    “Quando se trata do que você faz com o seu dinheiro, você está calculando os benefícios potenciais, ou está apenas seguindo o que seus amigos, a sociedade e a publicidade estão dizendo para você fazer?”, questiona.

    Ele diz isso porque escolheu morar em um apartamento bem simples para economizar dinheiro. E fez o mesmo com o carro, comprou um usado para não perder dinheiro. “Eu entendi que minha viagem seria a mesma com um carro de US$ 30 mil ou US$ 13 mil, então optei por gastar menos”, afirma.

    Você precisa saber quais são os gastos que podem ser cortados e quais valem a pena investir um pouco mais – se vão trazer mais conforto ou felicidade. Ou ainda, saber quais custo devem ser cortados – mesmo que seja um esforço – para alcançar algum objetivo financeiro mais para frente.

    4) Evite um estilo de vida caro

    À medida que vamos evoluindo na carreira é fácil querer gastar mais dinheiro com você mesmo. É difcil manter a disciplina fincanceira quando você tem mais dinheiro à sua disposição.

    Mas manter um estilo de vida caro pode ser um ciclo vicioso e só atrapalha a possibilidade de construir riqueza. É importante valorizar seus gastos: qual a vantagem em levar um estilo de vida luxuoso se você não tem um fundo de emergência ou nenhum dinheiro investido?

    “Em vez disso, reconheça que sua vida já é boa o suficiente e se mantenha firme poupando dinheiro. Se você quer um futuro saudável financeiramente é preciso administrar seu dinheiro desde já”, aconselha o blogueiro.

    5) A riqueza é construída através de consistência

    Depois de nem começar, um dos erros de investimento mais comuns que as pessoas cometem é investir de forma agressiva, segundo o blogueiro. “É um erro compreensível começar assim. Nossas mentes não são projetadas para entender intuitivamente o poder do juros compostos, e aí queremos começar ganhando muito dinhero rapidamente. É preciso ter paciência e aprender a investir”, afirma.

    Como resultado, muitos investidores iniciantes acham que a única maneira de se enriquecer é assumir riscos enormes. Eles fazem apostas ousadas no mercado de ações e ficam frustrados quando perdem dinheiro.

    “Quando olho para o meu caminho até agora, fico impressionado com algo simples. Eu não ganhei dinheiro com nenhuma estratégia ousada. Nem cheguei perto. Eu não criei uma empresa extremamente lucrativa, nem enriqueci rapidamente. Eu faço investimentos mais seguros. Eu optei por consistência. Meus investimentos rendem uma quantia menor, mas não perco dinheiro”, explica.

    Veja também:

    Os passos para ganhar mais dinheiro, de acordo com um milionário autodidata

    Até mais.

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    Quanto poupar por mês para aposentar milionário?

    29 de agosto de 2017

    A quantia pode ser inferior a R$ 300 se a pessoa começar desde cedo.

    Quanto poupar por mês para aposentar milionário?

    Ter uma conta milionária é, sem dúvida, o sonho de muitas pessoas. Seja para viver de renda e largar o emprego, viajar ou só curtir a vida. Melhor ainda seria se aposentar com uma conta bancária dessas, principalmente por se tratar de um período em que as pessoas já trabalharam e querem descansar em grande estilo. A pergunta, porém, é como fazer para conseguir isso?

    Segundo matéria do Infomoney dá para saber quanto e onde aplicar para atingir esta meta, isto é, quanto mais tempo a pessoa tiver até a data da aposentadoria, menos ela terá que poupar por mês – graças à ajuda dos juros compostos. Para isso foi elaborado uma tabela com os prazos de 45, 25 e 15 anos até a aposentadoria, a economia mensal necessária para alcançar o milhão e a taxa real de 7% a.a. e de 5% a.a.

    Além disso, por ser impossível prever a inflação daqui a 45 anos, foi calculado os valores de forma que o poder de compra seja mantido, ou seja, desconsiderando os efeitos da inflação. Desta forma, os valores da tabela consideram somente a taxa de retorno real, ou seja, o cenário em que R$ 1 milhão daqui a 45, 25 ou 15 anos equivale ao mesmo R$ 1 milhão de hoje.

    De acordo com a tabela, uma pessoa que ainda tem muito tempo para se aposentar (45 anos), pode economizar uma quantia mínima de R$ 280 ao aplicar em investimentos com taxa real de 7% a.a. Por outro lado, o valor mensal sobe para R$ 3.200 quando a pessoa só tem 15 anos até a aposentadoria. Já no meio termo, ou seja, com 25 anos até a aposentadoria, o valor é de R$ 1.250.

    Com relação às melhores aplicações para atingir R$ 1 milhão, Zamboni recomenda títulos do Tesouro Direto que atualmente pagam o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) mais 5% ao ano, como é o caso do “Tesouro IPCA+ com juros semestrais e vencimento em 2035” (antiga NTN-B), que neste momento paga uma taxa de 5,12% a.a.- valor que varia diariamente. Tais títulos são garantidos pelo Tesouro Nacional e preservam o poder de compra, pois pagam a inflação (IPCA) acrescida de uma taxa real.

    Para quem aceita um pouco menos de segurança, mas ainda assim quer uma aplicação em renda fixa, o assessor recomenda debêntures de infraestrutura emitidas por algumas empresas de energia, que chegam a pagar taxas entre 6% a.a. e 7% a.a. e são isentas de Imposto de Renda. Este tipo de título tem mais risco de crédito do que o Tesouro Direto, por isso, é importante avaliar a qualidade da empresa antes de comprá-lo.

    Já para quem pode abrir mão um pouco mais da segurança em troca de uma maior rentabilidade, Zamboni indica a exposição ao mercado de renda variável ou aos fundos multimercados.

    Veja abaixo as tabelas elaboradas:

    Prazo até R$ 1 milhão (anos) Economia mensal Taxa Real (a.a.)
    45 R$ 280 7%
    25 R$ 1.250 7%
    15 R$ 3.200 7%
    45 R$ 500 5%
    25 R$ 1.700 5%
    15 R$ 3.750 5%
    Livraria

    Como trabalhar menos de 10 anos, conta alguém que se aposentou milionário em 5 anos

    10 de julho de 2017

    Como trabalhar menos de 10 anos, conta alguém que se aposentou milionário em 5 anos

    De acordo com Grant Sabatier, autor de Millenial Money, é possível lentamente, guardando entre 10% e 20% da renda e investindo com cuidado, ter uma aposentadoria confortável, porém chegar aos milhões muito mais rapidamente – como ele mesmo fez alcançando a aposentadoria após apenas 5 anos de trabalho.

    “Quando falo em acelerar a independência financeira, estou falando sobre aposentadoria em 10 anos ou menos a partir de agora, mesmo se você começar com muito pouco”, escreve. Para isso, é preciso fazer três coisas: ganhar bastante dinheiro, cortar suas três maiores despesas e investir o máximo que puder.

    Embora não seja um caminho fácil, Sabatier afirma que faria tudo de novo. “Havia semanas em que eu mal dormia e eu definitivamente não relaxava o tanto que gostaria. Foi a coisa mais difícil e intensa que já fiz em toda a minha vida”, afirmou, sobre sua primeira dica – a de ganhar o máximo de dinheiro possível.

    Da renda que recebia, o blogueiro guardava cerca de 80%. Com salário de seis dígitos, ele não tinha um carro de luxo e vivia em apartamentos pequenos – tudo em prol de sua meta: ir do zero à independência financeira em 6 anos.

    Passo a passo

    1) Matemática

    A jornada de Sabatier começou em 2010, quando sua renda anual era entre US$ 40 mil e US$ 50 mil e suas economias se limitavam a cerca de 5% desse valor. “Se eu conseguisse investir apenas US$ 5 mil por ano, mesmo com rendimento esperado de 6%, teria cerca de US$ 4.300 em 30 anos. Mesmo que isso pareça bastante, não será tanto em 30 anos, por causa de duas variáveis esperadas: impostos e inflação”, raciocinou.

    Ensina-se tipicamente que é necessário guardar 25 vezes suas despesas anuais para se aposentar cedo. “Quando fiz essas contas, determinei que precisaria guardar US$ 1.250.000”, explicou.

    2) Cortar gastos

    Após definir a meta, o foco é reduzir as três maiores despesas de qualquer pessoa: moradia, transporte e alimentação. “Na média, o norte-americano gasta 70% do dinheiro nesses três itens. Se você se mudar para um apartamento menor, for a pé para o trabalho e cozinhar em casa, pode, de forma realista, aumentar suas economias para 25% da sua renda ou mais. Eu aumentei para 40% e às vezes 80%”, relatou.

    Esses cortes permitiram que ele guardasse, de forma estimada, US$ 25 mil nos primeiros dois anos, que foram investidos entre 2011 e 2012 e se transformaram em US$ 100 mil.

    3) Investir a renda extra

    A matemática do dinheiro necessário para a aposentadoria fez com que o coach percebesse que ganhar US$ 50 mil por ano não seria o suficiente para agilizar a independência financeira. “Eu provavelmente tive mais de 25 empregos paralelos nos últimos anos, mas a coisa mais inteligente que fiz foi investir todo o dinheiro que pudesse da minha renda extra”, analisa.

    Ele conta que não tinha amarras: no mesmo dia, vendeu o projeto de um site por US$ 50 mil e aceitou cuidar do gato de um vizinho por US$ 60. Outras fontes de renda vinham com revendas de objetos que não usava mais ou de ingressos para shows a que desistira de assistir.

    Tudo isso foi aplicado em um índice de bonds com baixo risco e médio prazo. O blogueiro calcula que os cerca de US$ 35 mil investidos após algumas semanas se tornaram cerca de US$ 108 mil.

    4) Aumente a rentabilidade

    Quanto mais rápido conseguir aumentar a rentabilidade dos investimentos, melhor. Idealmente, o dinheiro deve render a partir de 25% ao ano, de acordo com o milionário. “Recentemente, estava observando os retornos dos meus investimentos em um período de 90 dias e percebi que havia conseguido ganhos de US$ 15 mil, mais dinheiro do que consegui em seis meses no meu primeiro emprego após a faculdade”, conta.

    5) Crie bons hábitos

    Saber quanto é necessário é importante, mas não é o suficiente para estar no caminho certo para a independência financeira. O cérebro humano funciona melhor quando transformamos metas longas em pequenas buscas diárias: no caso de Sabatier, ficou definida a necessidade de guardar US$ 50 por dia caso quisesse se aposentar em 30 anos.

    Cada dólar guardado além desses US$ 50 funcionava como um acelerador da aposentadoria. “A chave para construir riqueza está na verdade em seus hábitos diários. Quanto melhores os seus hábitos financeiros, mais dinheiro você fará, investirá e crescerá”.
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    Até próximo post.

    Geral

    Pesquisa Anbima: Existem 5 jeitos de lidar com dinheiro

    11 de maio de 2017

    O mote principal da pesquisa conduzida pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) foi entender a trajetória das pessoas para compreender suas relações com o universo financeiro.

    Este estudo foi feito com mais de 400 pessoas em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife ao longo de quatro meses, sendo que identificou os cinco perfis mais comuns que explicam o relacionamento dos indivíduos com o dinheiro. Do total de pesquisados, 25 pessoas foram acompanhadas durante um dia inteiro para entender sua vida e suas relações. O mote principal foi entender a trajetória das pessoas para depois compreender suas relações com o universo financeiro.

    homem-no-financeiro

    “O relacionamento com dinheiro é apenas mais um desdobramento da vida das pessoas. Para saber porque poupamos pouco, temos que entender quem somos”, afirma Aquiles Mosca, presidente do Comitê de Educação de Investidores da Anbima.
    Os cinco perfis aparecem em todas as classes sociais.

    Veja abaixo cada um deles:

    Despreocupado

    São pessoas com especial prazer na fluidez dos acontecimentos da vida e nas possibilidades que ela pode trazer. Sua personalidade é muito ligada aos estímulos externos e às pessoas que o cercam. Isso faz com que o despreocupado não se planeje nem se comprometa muito seriamente com nada, pois exigiria um foco e um horizonte mais estreito – para conseguir algo seria necessário abrir mão de outras coisas.

    Por outro lado, as pessoas desse perfil são muito competentes em aproveitar as oportunidades que aparecem à sua frente. Não está atento ao que acontece com seu dinheiro e isso fatalmente será um problema na sua vida. Porém, quando está em situação difícil o despreocupado não se desespera: sempre dá um jeito de superar um desfalque financeiro, por exemplo, conseguindo algum dinheiro emprestado ou doado. A relação do despreocupado com o dinheiro é fugaz – assim como ele entra, sai.

    Camaleão

    É aquele que aceita as coisas como são, adapta-se ao mundo em vez de fazer sua vontade vencer. Muitas vezes sente-se oprimido pelas dificuldades e pelas poucas oportunidades que chegam até ele, mas segue levando a vida. Ao aceitar as situações sem muito ânimo de modificá-las, tem como consolo saber que, apesar das dificuldades, ele consegue realizar aquelas coisas que são realmente importantes para ele.

    O segredo do camaleão para viver relativamente bem com pouco é ter a sua realização pessoal naquilo que é mais cotidiano, natural, e que exige pouco esforço financeiro. Costuma valorizar os prazeres simples: se tem o suficiente para um chopp com os amigos no final de semana, está tudo bem.

    Entre esses prazeres estão também as coisas mais intangíveis, pouco relacionadas com dinheiro: festas em casa com amigos, atividades ligadas a experiências físicas e/ou intelectuais. Nunca tem dinheiro para qualquer necessidade ou desejo extra, mas ele lida bem com os limites e, em vez de contorná-los, simplesmente adapta-se a eles.

    O dinheiro é algo bastante fugaz na sua vida, passa por ele rapidamente e logo é destinado a pagamentos de dívidas. Mas ele é criterioso: para ele todo dinheiro é dinheiro e o pouco rende “muito” na sua mão.

    Construtor

    O mais disciplinado dos perfis, o construtor gosta de ter sempre o controle da situação. Não se arrisca, prefere se sentir seguro em todas as situações. Ele desenvolve uma relação interessante com os limites que encontra pela vida, não se intimidando nunca por eles. Mas isso não significa que ele chega a desafiá-los; simplesmente batalha muito para realizar o que quer e acaba conseguindo, mas sempre pouco a pouco, com parcimônia.

    Costuma ter humildade e a persistência envolvida em suas realizações é o que confere valor a elas. Conquistar algo sem esforço não está nos seus planos, pois nesse caso ele seria privado de grande parte do prazer da conquista. Portanto, para o construtor, o esforço é parte intrínseca do valor do dinheiro, algo que imprime ainda mais importância à soma acumulada.

    O construtor tem muito orgulho de sua capacidade de organização e acaba sendo aquele a quem todos recorrem financeiramente. As pessoas com esse perfil dispensam grandes estratégias e ferramentas financeiras, pois cuidam do dinheiro dia após dia, em pequenas quantidades, mas de forma consistente.

    Sonhador

    Como o nome já diz, é movido por sonhos. Ele é impulsionado por uma grande força narcísica: uma ideia ou um plano que ele pensou e que acredita que lhe trará reconhecimento de todos à sua volta quando realizado. Tem uma mente inquieta, está sempre pensando em uma nova oportunidade de investir em algo, empreender, e é muito ligado nas oportunidades.

    Para este perfil o significado e o prazer proporcionado pelas coisas que faz – investimentos em negócios ou em si mesmo, como cursos, aquisições, etc – são muito importantes. Seus sonhos são sempre construídos em cima de valores e fortes crenças pessoais e por isso o sonhador é resiliente – mesmo quando seus planos não saem como esperado ele permanece orgulhoso, otimista e acreditando no futuro.

    O excesso de confiança no sonhador alimenta a ideia de que o universo conspira a seu favor, fazendo com que ele se comporte impulsivamente e “se jogue”. Para ele “qualquer quantia não é dinheiro” e muitas vezes perde oportunidade de construir uma poupança por acreditar que é inútil se preocupar com os pequenos valores que circulam no dia a dia.

    Planejador

    São pessoas pragmáticas, que vivem plenamente na realidade e sabem lidar bem com ela, o que faz deles indivíduos muito competentes no que se propõe a realizar. O planejador não se assusta nem se irrita com limitações, muito pelo contrário. Movido por desafios, consegue realizar o que deseja, apesar das limitações impostas pela vida, contornando ou ultrapassando aquilo que encontra pelo caminho.

    Ele é muito seguro de sua capacidade de organização e realização e confia na sua alta racionalidade. As metas são fundamentais para este perfil. O planejador costuma estipular para si mesmo objetivos a serem cumpridos em um tempo determinado e frequentemente isso o estimula a seguir em frente e crescer.

    Independentemente de sua classe social, o planejador é, em geral, alguém muito bem-sucedido em seu negócio, investimento ou trabalho. Quando sua renda é maior ele tende a saber mais sobre mercado financeiro e utiliza esses serviços para fazer o seu dinheiro crescer.

    Até mais.

    Geral

    Coisas para se fazer imediatamente se você quer viver de renda

    25 de outubro de 2016

    É possível viver de renda investindo bem o seu dinheiro, além de ter um bom planejamento e disciplina.
    Sem sombra de dúvidas que viver de renda, é o sonho de muita gente. Afinal de contas, quem não gostaria de ter uma vida sem se preocupar se terá fôlego financeiro para os próximos anos ou então sem ter que lidar com o stress relacionado ao trabalho. Conquanto, quais são os principais passos e medidas que são necessários tomar para conseguir alcançar essa meta? O portal InfoMoney conversou com assessores de investimento para entender melhor como as pessoas podem fazer para viver de renda. Confira a seguir:

    – Trace metas
    A meta final já está definida: viver de renda. No entanto, e as metas de curto e médio prazo? Quanto dinheiro acumular para conseguir viver o resto da vida de renda? O assessor de investimentos da XCare Investimentos Antonio Brown comenta que o investidor não pode esquecer de traçar metas realistas para atingir seu último objetivo.

    – Tenha disciplina sempre
    “Para o investidor que tem a intenção de viver de renda, é necessário ter muita disciplina. Criar o hábito de investir regularmente, definir o quanto precisa poupar por mês e ser fiel a essa estratégia”, comenta Carollyne Mariano, assessora de investimentos da Atlas Invest.

    – Invista bem
    “Tão ou mais importante do que a disciplina, escolher bons produtos é essencial na construção de uma carteira, qualquer aumento de rentabilidade que o investidor consiga, ao longo do tempo, fará muita diferença. Pensando no longo prazo, busque sempre investimentos que tragam rentabilidade real, ou seja, que tragam retornos acima da inflação, um bom exemplo são os títulos do Tesouro Direto chamados IPCA + e até mesmo as ações”, aponta Carollyne.

    – Deixe a ansiedade de lado
    Se planejar financeiramente para viver de renda é uma meta de longo prazo que não é simples de ser alcançada. Assim, certamente, você enfrentará subidas e descidas do mercado financeiro no caminho e precisa estar preparado. “Ter paciência para o investidor de longo prazo é fundamental, deixar a ansiedade de lado e almejar a colheita dos frutos lá na frente”, comenta Carollyne.

    – Procure assessoria profissional
    “O planejador financeiro ajudará no posicionamento do investidor quanto ao seu momento de vida, ajudará na seleção dos produtos financeiros além de traçar metas que deverão ser alcançadas em determinado período”, aponta Antonio Brown.

    5 coisas para se fazer imediatamente se você quer viver de renda
    infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/5662545/coisas-para-fazer-imediatamente-voce-quer-viver-renda

    Até mais.

    Geral

    Previdência privada (IR) ou LCI (isenção)?

    24 de novembro de 2014

    Sempre que chega-se ao fim do ano muitos investidores fazem esta pergunta a si próprios: vale a pena investir em previdência privada, modalidade PGBL, para obter a restituição de IR no ano seguinte?

    Esta pergunta nunca foi fácil. Atualmente está ainda mais difícil com a quantidade de ativos ofertados isentos de imposto de renda no mercado.
    De fato, o PGBL sempre foi a aplicação “queridinha” dos clientes para o final do ano, visando a restituição de IR no ano seguinte.
    O PGBL trata-se apenas de um diferimento de imposto de renda, desta forma no fim da aplicação, o investidor pagará imposto sobre o valor total resgatado, tanto rendimento quanto principal. Ele obtém vantagem está justamente na postergação do pagamento desse imposto. Logo se torna possível capitalizar esse IR postergado.
    No caso dos instrumentos isentos, os recursos investidos já forma tributados, o que implica em não existir restituição.

    Neste artigo PGBL ou LCI? Qual o melhor investimento para esse fim de ano? a TAG Investimentos fez a conta e chegou a uma conclusão bem prática para o prazo de 10 anos de investimento.
    Eles consideraram o IPCA em 6,5% e a taxa de juros em 11,25%. Confiram a seguir:

    – Se a opção (ao PGBL) for uma LCI/LCA a uma taxa de 97% do CDI, o PGBL é melhor desde que ele rode acima de 86% do CDI.
    – Se a opção (ao PGBL) for uma debênture incentivada AAA com prêmio de 5% acima da inflação, o PGBL é melhor desde que ele rode acima de 92% do CDI.
    – Se a opção (ao PGBL) for uma debênture incentivada A com prêmio de 7,5% acima da inflação, o PGBL é melhor desde que ele rode acima de 114% do CDI.

    Ressalta-se que na análise acima não foram levados em conta a questão sucessória (ausência de inventário), onde a previdência sempre leva vantagem.
    Leia também:

    1. Previdência privada vale a pena?
    2. Aposentadoria e o rei dos dividendos
    3. Luiz Barsi: O Rei dos dividendos na BM&FBOVESPA
    4. Viver de renda e independência financeira
    5. como se aposentar

    6. Quando se aposentar?
    7. Principais aplicações de Renda Fixa

    Até o próximo post.

    Geral

    Quando se aposentar?

    1 de setembro de 2014

    Toda pessoa acaba em algum momento de sua vida tendo a necessidade de requerer algum amparo prestado pela Previdência Social e para isto o Direito Previdenciário, em muitas situações, socorre os trabalhadores e segurados que não tiveram suas necessidades atendidas. Aí costuma ocorrer a seguinte pergunta: – Quando devo me aposentar?

    A resposta para esta pergunta parece ser simples e provavelmente a maioria deve ter respondido: “quando eu alcançar o tempo necessário para isto”. No entanto, para quem é segurado do Regime Geral de Previdência Social (INSS) esta pode não ser a melhor escolha. Existe boa parte dos trabalhadores consciente de que para uma aposentadoria por tempo de contribuição integral é preciso contar com 30 anos de tempo de serviço para a mulher e 35 anos para o homem.
    Infelizmente para muitos é comum o desconhecimento de como esta aposentadoria será calculada. Aqui é justamente onde este sistema de cálculo pode ser útil para avaliar o melhor momento de se aposentar.

    Existem muitas queixas de aposentados que se lamentam por ter adquirido um mau aposento e vários deles questionam o fato de que o valor da aposentadoria ficou muito abaixo do último salário que recebiam quando ainda estava na ativa.
    O que acontece é que atualmente a aposentadoria é calculada através de uma média das contribuições recolhidas à previdência social desde julho de 1994 até o requerimento do aposento, excluindo-se do cálculo 20% das contribuições mais baixas, assim sendo, o primeiro ponto a esclarecer é que o valor da aposentadoria não será necessariamente igual ao salário recebido no último emprego, porém o cálculo do valor da aposentadoria por tempo de contribuição não termina por aí.
    O resultado da média das contribuições acima referida ainda será multiplicado pelo fator previdenciário. É nesta etapa do cálculo que a pergunta que inicia este texto pode ter uma de suas respostas.
    O fator previdenciário é uma formula matemática criada pela Lei 9.876/99. O resultado dele tende a ser um número menor que 1 (um) e, mas há alguns casos que ser maior que 1.
    Explicando melhor:
    – Se uma segurada mulher requereu, no ano de 2014 sua aposentadoria contando com 30 anos de contribuição, aos 48 anos de idade, o resultado do fator previdenciário será 0,561408. Isso quer dizer que se a média de suas contribuições for de R$ 1.000,00, a sua aposentadoria será de R$ 561,40. Assim sendo, para se ter uma aposentadoria com o mesmo valor da média, o resultado do fator previdenciário tem que ter o resultado final no valor 1 (um).

    Para entender a influência do fator previdenciário no resultado da aposentadoria é importante dizer que nesta fórmula serão levadas em consideração algumas variáveis como: expectativa de vida, idade e tempo de contribuição.
    Ao passao que quanto maior a idade e o tempo de contribuição, melhor a chance do resultado chegar próximo de 1 (um) ou até mesmo ultrapassar esta marca. Em contrapartida um pedido de aposentadoria com pouca idade e com a contribuição mínina exigida pode resultar num fator previdenciário muito desfavorável para se obter um bom valor no aposentadadoria.
    Embora o fator previdenciário considere mais de uma variável, chama-se a atenção para o fator idade. Caso o trabalhador tenha 1 ano a mais na idade, esse trará um benefício maior do que 1 ano a mais no tempo de contribuição. Por que esta observação? Pelo simples fato de que o fator previdenciário só leva em consideração a idade cheia, desconsidera os meses. Explica-se com exemplo a seguir:
    – Segurado homem atinge o tempo de 35 anos de contribuição e conta com 55 anos e 10 meses de idade. O fator previdenciário considerará a sua idade como sendo 55 anos, desconsiderando os meses. O resultado para este exemplo seria um fator de 0,719789, porém se neste caso tal segurado resolva esperar 2 meses para pedir sua aposentadoria, atingindo assim os 56 anos de idade, o seu fator previdenciário será de 0,744989. Veja que neste caso, apenas 2 meses de espera para solicitar o benefício já influenciarão bem no resultado do fator previdenciário para melhor. Isto resultado uma aposentadoria com mais benéfico.

    Conclui-se que quando aparecer à pergunta “Quando devo me aposentar?”, você deverá fazer uma análise e descubrir se adiar o pedido de aposentadoria em 1 mês, 1 ano ou em alguma outra fração de tempo propícia, isto não lhe resultaria num valor bem mais satisfatório na sua aposentadoria. Não se esqueça que as combinações são diversas e podem ser simuladas antes do pedido de aposentadoria, contanto inclusive com equipes de apoio do próprio INSS elucidar estas questões. Basta ligar e agendar. Confira:
    Agendamento de Atendimento na Previdência Social
    http://agencia.previdencia.gov.br/e-aps/servico/142
    como-se-aposentar
    Fonte de consulta: tca.com.br/capa/canais.php?id=7&idpergunta=207

    Leia também:

    1. Previdência privada vale a pena?
    2. Aposentadoria e o rei dos dividendos
    3. Luiz Barsi: O Rei dos dividendos na BM&FBOVESPA
    4. Viver de renda e independência financeira

    Até o próximo post.