JHSF3 de queridinha do mercado às páginas policiais.
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JHSF3 de queridinha do mercado às páginas policiais.

3 de junho de 2016

Em pensar que a JHSF já teve suas ações cotadas em valores em acima dos atuais, agora está perto dos centavinhos e corre o risco de precisar de agrupamento para continuar sendo listada em bolsa de valores.

Seria mais uma vítima e causadora da bolha imobiliária no Brasil devido à força que tiveram para alavancar o crédito junto com muitas outras construtoras, incorporadoras, bancos, lobistas e políticos, fato que levou uma manada de incautos em número gigante a se endividar fortemente pensando que eram classe média, que o país tinha emprego pleno, que os preços iriam valorizar para sempre e nunca ficariam desempregada para precisar devolver o imóvel, a casa e outros bens de consumo de alto valor para os bancos?

Gráfico de JHSF3

“Pimentel cobrou R$ 5 milhões em propina do grupo JHSF” – 02/06/2916 16:57

4 Comments

  • Reply Vilmar 16 de agosto de 2016 at 14:17

    JHSF (JHSF3, R$ 1,84, -5,15%)
    As ações da JHSF desabaram até 12,89% nesta manhã, a R$ 1,69, indo para sua maior queda desde julho de 2009, após a Polícia Federal deflagrar nesta manhã a 6ª fase da Operação Acrônimo, que investiga esquema de tráfico de influência para liberação de empréstimos do BNDES. Estão sendo cumpridos mandados em Minas Gerais e São Paulo de busca e apreensão e condução coercitiva. Os alvos são a construtora JHSF e o instituto de pesquisa Vox Populi.

    Além disso, a companhia reage à divulgação do balanço do 2° trimestre. Após o resultado, o BB Investimentos cortou a recomendação da ação para underperform (desempenho abaixo da média), de market perform (desempenho em linha com a média), citando fracos dados operacionais e caro valuation.

    No trimestre, o lucro líquido da JHSF foi de R$ 47,9 milhões, alta de 185% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando somou R$ 16,8 milhões. Já a receita líquida caiu 48%, passando de R$ 179,2 milhões para R$ 92,9 milhões. O Ebitda somou R$ 123,4 milhões, alta de 79%, enquanto o Ebitda ajustado subiu 100%, a R$ 136 milhões.
    m.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/5442605/jhsf-desaba-ate-tem-maior-queda-anos-com-operacao-acronimo

    • Reply Vilmar 16 de agosto de 2016 at 15:05

      Lopes Filho – 11h45 : JHSF PART teve lucro de R$ 45,18 milhões

      No 2T16 o lucro líquido foi de R$ 45,184 milhões, 297% acima do lucro do 2T15. A receita líquida atingiu R$ 92,9 milhões, 48% menor do que a do 2T15, principalmente em função da receita bruta da Incorporação, que foi negativa em R$ 13,1 milhões, impactada por provisão para distrato. O resultado financeiro foi negativo em R$ 65,8 milhões, prejuízo 62% maior do que o do 2T15. A receita financeira caiu por efeitos de estorno de variação monetária da carteira de incorporação e pela posição de caixa, mantida em dólares ao longo do 2T16. A despesa financeira cresceu principalmente por aumento de spreads nas linhas de financiamento.

  • Reply Vilmar 21 de julho de 2016 at 18:09

    Small cap dispara até 33% com possível venda de 5 shoppings; empresa diz que não comentará rumor

    Segundo informações do Broadcast, o fundo de investimento norte-americano Blackstone iniciar conversas para comprar uma fatia de 50% no portfólio de shopping centers da JHSF

    SÃO PAULO – As ações da JHSF (JHSF3) dispararam na Bovespa nesta quinta-feira (21), após o fundo de investimento norte-americano Blackstone iniciar conversas para comprar uma fatia de 50% no portfólio de shopping centers da empresa, entre eles, o Cidade Jardim, segundo informações do Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, com fonte próxima das negociações. Os papéis da JHSF subiram 28,95%, a R$ 1,96, mas atingiram na máxima do dia valorização de 33,55%, a R$ 2,03. Com a arrancada, as ações encerraram no maior patamar de fechamento desde agosto de 2015. Considerando o início do rali – no dia 6 de julho -, os papéis acumulam na Bolsa alta acumulada de 68%.

    Após o fechamento do pregão, a JHSF informou, por meio de comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) que não comenta rumores de mercado, mas que avalia constantemente oportunidades para maximizar o valor dos ativos nos quais investe.

    Segundo estimativas levantadas pelo Broadcast, o portfólio da companhia é avaliado em mais de R$ 2 bilhões e é composto por cinco empreendimentos: Cidade Jardim, Tucuruvi e Catarina Outlet Fashion, em São Paulo; Ponta Negra, em Manaus; e Bela Vista, em Salvador. A iniciativa é parte de uma estratégia da companhia para reduzir endividamento. A JHSF encerrou o primeiro trimestre com R$ 141 milhões em caixa e uma dívida líquida de R$ 1,2 bilhão, dos quais R$ 452 milhões com vencimento neste ano e R$ 322 milhões no ano que vem.

    As conversas sobre a potencial aquisição estão sendo conduzidas pelo Bradesco BBI, contratado pela JHSF para sondar o interesse de investidores. O formato da entrada do Blackstone está em estudo. Entre as opções estaria a aquisição de metade da participação em cada shopping, individualmente, ou até mesmo a realização de uma cisão (“spin off”) de toda a carteira, que se desdobraria em uma nova holding.

    Por outro lado, existe a possibilidade de o negócio ser postergado ou suspenso se a JHSF conseguir efetuar a venda pontual de algum ativo relevante e aliviar a sua dívida, avaliam interlocutores próximos ao assunto. O Shopping Tucuruvi – voltado para consumidores da classe C – já despertou, por exemplo, interesse da concorrente BRMalls (BRML3) e de ao menos um fundo de private equity. Na primeira rodada de negociações, o valor pedido pela JHSF para este ativo ficou perto de R$ 500 milhões, segundo fontes.
    Infomoney

  • Reply Vilmar 8 de junho de 2016 at 12:11

    JHSF vende por R$450 milhões ativo negociado com controlador

    Três meses após a JHSF anunciar o fechamento de um contrato de venda de ativos para a JHSF Global, empresa da família Auriemo (que controla a própria JHSF), a companhia informou que decidiu vender um dos imóveis para outro investidor.

    Trata-se de uma propriedade na rua 57, região nobre de Nova York. Seria o espaço onde a JHSF planejava construir o Hotel Fasano New York.

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