Esse é o melhor momento para comprar Bolsa de Valores…

…Segundo o Santander. Para os analistas Milane e Peretti do banco, as ações no Brasil estão no melhor momento em relação aos quesitos nível de preço e múltiplos baratos, além de indicadores de confiança que chegaram aos respectivos pisos.

Santander lista as 7 melhores ações e diz:

Algo que todos os analistas costumam fazer é projetar fluxos no futuro. O retorno passado não é garantia do futuro, porém os gráficos apresentados em análise do Santander mostram um passado bem eloquente quando falamos de rupturas políticas e o fato é que a história muitas vezes se repete. Os analistas do banco basicamente exortam seus clientes a fugir do medo que acompanha situações de profundo tensionamento social como agora e a começar a comprar ações.

Por que ir contra o mercado? O próprio Warren Buffet, citado no relatório, é um entusiasta das crises como oportunidades para fazer investimentos de maior risco, porém se isso não for o suficiente para convencer o investidor mais tímido, o gráfico acima mostra o que acontece com o Ibovespa, nosso principal benchmark de ações, em momentos como o que vivemos hoje. Basicamente, a Bolsa iniciou grandes e expressivos ciclos de alta em cada ruptura política como o golpe de 1964, a redemocratização de 1984 e o impeachment de Fernando Collor.

Ao olhar para um horizonte temporal mais longo, também é impressionante como aumenta o ritmo de crescimento da atividade econômica brasileira a cada grande crise política. Isto vem desde os tempos da República do Café-com-Leite, ou seja, antes da Revolução de 1930, que colocou Getúlio Vargas no poder.

Veja todas as ações indicadas com suas respectivas análises no link a seguir:

Santander lista as 7 melhores ações e diz: “esse é o melhor momento para comprar Bolsa”

Cabe salientar que o investidor deve ser capaz de montar a própria estratégia, avaliar os riscos das indicações e verificar se vale ou não a pena o investimento.

Até mais.

There are 6 comments left Go To Comment

  1. Vilmar / Post Author

    #PETR4 PETROBRAS: Bank of America aumenta preço-alvo de R$ 16,20 para R$ 18,50
    São Paulo, 15 de setembro de 2016 – O Bank of America aumentou o
    preço-alvo dos papéis preferenciais da Petrobras de R$ 16,20 para R$ 18,50, um
    potencial de valorização de 41,2% em comparação com o valor de fechamento
    de ontem dos papéis, de R$ 13,11.

    Há uma expectativa positiva pela divulgação do novo plano de negócios da
    companhia, que deve ser divulgado na próxima semana. De acordo com o analista
    do Bank of America, Frank McGann, o plano deve focar na redução de débito e
    na disciplina do capex da companhia.

    McGann afirma ainda que o plano deve enfatizar também a venda de mais
    ativos. O analista aponta a queda dos preços do petróleo e as ações legais
    conjuntas abertas contra a Petrobras como os principais riscos para a empresa,
    limitando a recomendação a “neutro”.

    Camila de Lira / Agência CMA

    Edição: Leandro Tavares (leandro.tavares@cma.com.br)

  2. Vilmar / Post Author

    Petrobras (PETR3, R$ 15,18, -0,07%; PETR4, R$ 13,09, +1,71%)
    As ações ONs da Petrobras perderam força nesta tarde e encerraram no negativo, enquanto os papéis PNs seguiram em ganhos. Lá fora, os preços do petróleo também mostraram volatilidade hoje e viraram para queda, com o contrato futuro do Brent registrando baixa de 1,66%, a US$ 48,44 o barril, enquanto o WTI caía 1,19%, a US$ 46,42 o barril.

    Durante seu programa de estreia na InfoMoneyTV, na última segunda-feira, o analista técnico da Clear Corretora, Bo Williams, disse que a ação da Petrobras era uma das que constam na sua lista de “proibidas vender”, vendo como alvo o patamar dos R$ 20,00. Nos preços atuais, sua projeção entregaria um ganho de mais de 50% ao investidor (confira o programa “Tendências” na íntegra clicando aqui).

    Ainda no radar da empresa, a Petrobras e a Statoil anunciaram ampliação da cooperação nas Bacias de Santos e Campos. O memorando assinado não tem cláusulas vinculantes, mas indica a intenção das duas empresas em trabalhar conjuntamente, em um horizonte de dois anos, para viabilizar esses projetos, informou a Petrobras em comunicado. Os valores envolvidos dependerão das negociações que serão feitas a partir da assinatura do documento.

    “As companhias trabalharão para avançar em propostas para participação conjunta em futuras licitações na área de exploração. Isso dá continuidade à parceria que as empresas já têm no Brasil e no exterior, além de capturar valor por meio do uso de novas tecnologias de aumento de recuperação de petróleo e da simplificação de atividades operacionais. ‘Os resultados que já alcançamos nas nossas parcerias na área de exploração são prova de que a Petrobras é capaz de manter seus interesses estratégicos ao mesmo tempo em que encontra formas de contornar as evidentes restrições de capital nesse momento’”, explicou Parente. Atualmente, a Petrobras e a Statoil estão consorciadas em 13 blocos, em fase exploração ou de produção, sendo 10 no Brasil e 3 no exterior.
    Infomoney

  3. Vilmar / Post Author

    #ESTC3 #KROT3 #SEER3 #ANIM3
    10h38 : Kroton estuda associação com a Estácio

    A Kroton informou que vem estudando internamente e de forma sigilosa uma potencial combinação de seus negócios com a Estácio Participações S.A.. Para determinação dos valores das empresas em uma potencial combinação de negócios, a Companhia considera, com base em estudos internos com apoio dos nossos assessores, uma relação de troca de 0,977 ações ordinárias de emissão da Kroton para cada ação ordinária de emissão da Estácio baseada no preço médio ponderado pelo volume de negociação das ações das empresas na BMFBovespa para os 30 (trinta) pregões imediatamente anteriores a este Fato Relevante. Com base nesta relação de troca, as ações da Companhia, após as emissões necessárias, seriam distribuídas entre os acionistas da Estácio e da própria Companhia na proporção de, aproximadamente, 15,7% e 84,3%, respectivamente. A companhia informa ainda que não existem no momento negociações diretas nesse sentido, mas que envidará esforços para viabilização do negócio. A notícia é, a princípio, muito boa para ambas as empresas, podendo provocar valorizações em ambos os títulos. Ressaltamos, entretanto, que tal operação de fusão seria de grande complexidade e acreditamos que teria forte oposição das autoridades, dada a concentração de mercado que dela resultaria.

  4. Vilmar / Post Author

    Lopes Filho – 17h18 : Análise das medidas anunciadas

    Esperava-se medidas mais concretas, de impacto no curto prazo, visando a reversão da trajetória explosiva do déficit para este ano, previsto em R$ 170,5 bilhões, e da dívida bruta, acima de 68% do PIB.

    No fim, o que veio foram medidas mais estruturais, voltadas à estabilização da dívida no longo prazo, mas que também podem trazer resultados já neste ano.

    Basicamente, foram três medidas anunciadas: limitação a zero do crescimento das despesas primárias, colocando como teto a inflação do ano anterior; antecipação de R$ 100 bilhões de subsídios ociosos do BNDES para o Tesouro e extinção do Fundo Soberano (FFIE), que até abril contemplava uma poupança em torno de R$ 2,4 bilhões, sendo 96,8% em ações do Banco do Brasil. Falemos então sobre cada uma destas.

    Limitação a zero para o crescimento das despesas. É uma medida estrutural que deve tornar mais previsível a evolução das despesas públicas nos próximos anos. Irá ao Congresso como PEC, sendo definidos os critérios de vinculação para as despesas neste teto. Importante salientar que os subsídios já definidos para este ano, como do Plano Safra, não serão cortados, se mantendo no mesmo patamar. Não teremos, no entanto, o anúncio de novos estímulos. O mesmo se aplica para as áreas de Saúde e Educação, com despesas vinculadas.

    Antecipação na devolução de recursos no BNDES para o Tesouro. São R$ 100 bilhões ociosos no BNDES que devem retornar ao Tesouro, sob a seguinte forma: imediatos R$ 40 bilhões; em um ano R$ 30 bilhões e no ano seguinte mais R$ 30 bilhões. Estimativas indicam uma economia em torno de R$ 7 bilhões para os cofres públicos com esta operação, devido à diferença entre as taxas que o Tesouro paga para captar e o que recebe do BNDES. Além disso, o Tesouro deve reduzir a emissão de títulos para o pagamento da dívida.

    Extinção do Fundo Soberano (FFIE). Dos R$ 2,4 bilhões disponíveis, 96,8% são ações do Banco do Brasil (BB). Meirelles disse que a venda destas ações deverá ser cautelosa, obedecendo a evolução de “preço e demanda”. Será um “movimento cuidadosamente avaliado para não criar movimentos artificiais ou bruscos”. O governo deve “detalhar esta estratégia no devido tempo”. Estimativas de ganho variam entre R$ 1,7 bilhão e R$ 2,0 bilhões para os cofres públicos.

    Comentários finais. Estas medidas são importantes se tivermos uma leitura de mais longo prazo, mas esperava-se algo mais concreto e imediato. Medidas complementares devem ser anunciadas, não estando descartada a criação de novos impostos. Importante que estas sejam bem absorvidas pelo mercado, sendo um importante passo para o restabelecimento da confiança dos agentes. A Reforma da Previdência ainda será objeto de debate, devendo ser deixada para um segundo momento seu anúncio.

  5. Davi /

    Excelente Artigo, Estou amando visitar este site maravilhoso, sempre tem artigos ótimos.

    Parabéns !

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