[BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Polícia prende envolvidos em esquema pirâmide financeira Kriptacoin
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[BITFRAUDE BREAKINGNEWS] Polícia prende envolvidos em esquema pirâmide financeira Kriptacoin

21 de setembro de 2017

chega de fraude bitcoin - Kriptacoin: polícia prende envolvidos em esquema pirâmide financeira com moeda digital

A Justiça de Defesa do Consumidor do Distrito Federal informou que as fraudes podem gerar prejuízo a 40 mil de pobres incautos gananciosos investidores!!

A Polícia Civil do Distrito Federal e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios deflagraram nesta quinta-feira (21) a Operação Patrick, contra a empresa Wall Street Corporate, investigada por suposto esquema de organização criminosa, estelionato, lavagem de dinheiro, uso de documentos falsos e por crime de pirâmide financeira por meio do uso da moeda digital Kriptacoin.

Nesta manhã forma cumpridos 13 mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão no Distrito Federal, Águas Lindas e em Goiânia. Por meio do Twitter, a Polícia Civil informou que o esquema pode ter movimentado R$ 250 milhões. Até às 11h, 11 suspeitos já haviam sido presos em Brasília, além de sete carros de luxo terem sido apreendidos e colocados no estacionamento do Departamento de Polícia Especializada.

A 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), do MPDFT informou que as fraudes podem gerar prejuízo a 40 mil investidores, que eram convencidos a aplicar dinheiro na moeda digital. A organização criminosa atuava por meio de laranjas, com nomes e documentos falsos.

Segundo as investigações, o esquema teve início no fim de 2016 e ganhou força a partir de janeiro deste ano. Nele, os integrantes da organização se passavam por executivos e prometiam altos rendimentos com o negócio, com ganho de 1% ao dia sobre uma moeda virtual falsa.

Quanto mais investidores fossem recrutados para participar do negócio, maior a promessa de ganhos, com bônus de 10% por pessoa cooptada. Assim, o lucro crescia proporcionalmente à quantidade de aplicações feitas na cadeia. O problema é que tudo não se passava de um golpe.

No programa “Mundo Bitcoin” da última terça-feira (19), o diretor de operações da FoxBit, Guto Schiavon, ao responder perguntas dos leitores, comentou sobre algumas moedas, incluindo a Kriptacoin, já alertando que não era um esquema muito confiável. Além disso, ele falou sobre o que é preciso ficar atento para evitar cair em golpes como esse.

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Até o próximo post.

4 Comments

  • Reply Vil Bro 22 de fevereiro de 2018 at 18:48

    22 FEV, 2018 11H01
    Criptomoedas: MPF defende manutenção da prisão preventiva de proprietário da Kriptacoin
    Falsa moeda digital fez 40 mil vítimas e gerou R$ 250 milhões de lucro aos sócios. Réu responde por crime contra a economia popular, lavagem de dinheiro, organização criminosa e estelionato

    O MPF (Ministério Público Federal) defendeu a manutenção da prisão preventiva de sócio-proprietário da Kriptacoin – apontada como uma moeda virtual falsa disfarçada de empresa de marketing multinível.
    A manifestação foi encaminhada ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) na terça-feira (20) em habeas corpus que requer a revogação da prisão do réu, detido desde 21 de setembro do ano passado. Ele responde por crime contra a economia popular, lavagem de dinheiro, organização criminosa e estelionato.

    As investigações da Operação Patrick apontaram que, de janeiro de 2016 até setembro de 2017, em diversos locais do território nacional, os donos da empresa obtiveram lucros na casa dos R$ 250 milhões em detrimento de 40 mil vítimas. Alessandro Ricardo de Carvalho Bento – que solicitou o habeas corpus – é proprietário da Kriptacoin Goiânia e um dos principais integrantes da organização criminosa.

    No entendimento da subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo, que assina o parecer, a prisão preventiva de Alessandro Bento é extremamente necessária, pois, se o réu estiver solto, pode praticar novos delitos.

    “Temos certeza de que a restrição de liberdade é necessária à garantia da ordem pública face à ocorrência ou real possibilidade de reiteração criminosa”, afirma Linôra Araújo, ressaltando que a medida atende à jurisprudência da Corte Superior.

    Para o MPF, as alegações da defesa de que o réu tem condições pessoais favoráveis, como ocupação lícita e residência fixa, não são suficientes para justificar a revogação da prisão preventiva. A subprocuradora-geral lembra ainda que Bento é reincidente em crime doloso, já tendo sido condenado por tráfico de drogas e falsificação de documento público.

    O caso
    O esquema criminoso foi descoberto após investigação policial que contou com interceptações telefônicas, mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo bancário, conduções coercitivas, dentre outras medidas.

    A organização criminosa era bastante estruturada e cada integrante possuía função específica, sendo Bento um dos principais braços do esquema, que tinha outros 15 participantes diretos em sua cúpula. Ele era responsável pela elaboração das estratégias do negócio fraudulento, ocultação de bens e valores, além de ser profundo conhecedor do modo de operação utilizado.

    Após ser preso em 21 de setembro de 2017, Bento teve habeas corpus negado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios e também em decisão liminar do ministro Sebastião Reis Júnior, do STJ.

    Atualmente, o caso está na pauta da Sexta Turma da Corte Superior para ser analisado pelos ministros. Em sua decisão, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal destacou o fato de a Kriptacoin não ser uma verdadeira moeda virtual, mas apenas um instrumento para a prática de crimes de estelionato e economia popular.
    http://www.infomoney.com.br/onde-investir/noticia/7283505/criptomoedas-mpf-defende-manutencao-prisao-preventiva-proprietario-kriptacoin

  • Reply BOLHA MAN 22 de setembro de 2017 at 19:41

    Kriptacoin: Fernando Ewerton acumula ocorrências policiais
    Passagens incluem lesão corporal e injúria, entre outras. Este ano destruiu uma Ferrari em acidente e se recusou a fazer teste do bafômetro
    21/09/2017 17:23, ATUALIZADO EM 21/09/2017 18:50

    O desmantelamento da organização que criou a Kriptacoin revelou como estelionatários usaram a moeda virtual para lesar milhares de investidores do país. Entre os suspeitos, alguns acumulam diversas passagens pela polícia, como Fernando Ewerton Cezar da Silva, 30 anos.

    Herdeiro de uma grande concessionária de veículos do Distrito Federal, Fernando, que se apresentava como correspondente da Kriptacoin, é figura carimbada nas noites da capital. Conhecido por ostentar — costuma dirigir carros importados pela cidade — Fernando tem vários registros na polícia. As passagens são de lesão corporal, infrações no trânsito, acidente com vítima, danos a bem particular e injúria. O último acidente ocorreu em maio deste ano.

    O jovem estava com a namorada em uma Ferrari vermelha, no Lago Sul. O carro de luxo ficou completamente destruído depois de bater em outro veículo onde estavam mãe e filha de um ano e sete meses. Testemunhas contaram à Polícia Militar que o motorista da Ferrari estava em alta velocidade. O velocímetro do automóvel estaria marcando 120km/h. Ele negou.

    De acordo com informações da Polícia Militar, Fernando se recusou a fazer o teste do bafômetro e foi conduzido para a 1ª Delegacia de Polícia. A reportagem apurou que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de Fernando está suspensa devido a infrações cometidas em 2010, 2011 e 2012. Todas por alcoolemia ao volante. Por lei, só poderia dirigir após regularizar a situação junto o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran).

    Em 2007, Fernando e o irmão Felipe foram acusados de espancar, usando uma barra de ferro, um casal de turistas que estava em uma festa no Lago Sul. O caso também foi parar na polícia.

    Ostentação
    Em um vídeo que circulou no WhatsApp, Fernando aparece com Weverton Viana Marinho, 34 anos comemorando a compra da segunda Ferrari pelo grupo. Weverton e o irmão Welbert Richard Viana Marinho, 37, são sócios e diretores da empresa Wall Street Corporate, criadora da moeda digital Kriptacoin.

    Moeda virtual
    Fernando, Weverton e Welbert estão entre os presos na manhã desta quinta-feira (21) pela Operação Patrick, deflagrada pela Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor e Fraudes (Corf), em conjunto com a Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos do Consumidor (Prodecon).

    Os crimes investigados são: lavagem de dinheiro, organização criminosa, falsificação de documentos e criação de pirâmide financeira. Segundo a polícia e o MP, o grupo movimentou R$ 250 milhões. Cerca de 40 mil pessoas teriam investido na moeda e podem ter sido lesadas.

    Delegados, promotores e agentes de polícia cumpriram 13 mandados de prisão preventiva e de 18 de busca e apreensão no Distrito Federal, em Águas Lindas de Goiás e em Goiânia. A 8ª Vara Criminal de Brasília também autorizou a quebra de sigilo bancário, das redes sociais e o bloqueio de bens dos envolvidos.

    Os suspeitos criaram a moeda virtual no fim de 2016 e, a partir de janeiro deste ano, passaram a convencer investidores a aplicar dinheiro na Kriptacoin. A organização criminosa atuava por meio de laranjas, com nomes e documentos falsos.

    O advogado da empresa responsável pela Kriptacoin, João Paulo Todde, disse que as prisões são descabidas. “Uma operação show”, disse o defensor. Todde ressaltou ainda que não teve acesso ao inquérito, “mas sabe que não tem nada que comprove a lavagem de dinheiro, falsificação de documento ou pirâmide financeira”.
    https://www.metropoles.com/distrito-federal/kriptacoin-fernando-ewerton-acumula-ocorrencias-policiais

  • Reply Karine Goes 22 de setembro de 2017 at 13:24

    Amei!!

    Muito bom esse post, estou adorando visitar e ler os posts deste blog, sempre tem posts legais e com dicas interessantes, informações e muitas coisas boas…

    Parabéns !!!

    • Reply BOLHA MAN 22 de setembro de 2017 at 19:20

      Bom demais mesmo!!!!

      Estuda aí também:

      Criptomoedas São “Lixo”, Diz Investidor de Ouro John Hathaway
      21/09/20175

      Um notável gerente de ativos que se concentra principalmente no ouro disse uma palavra áspera para simbolizar o mercado de criptomoedas esta semana: “lixo”.

      Falando com a Kitco.com, um site de notícias e dados de metais preciosos, John Hathaway, da Tocqueville Asset Management, tornou-se o nome mais recente a chamar o mercado de criptomoedas de “bolha”. Outros, incluindo o fundador Ray Dalio, da Bridgewater Associates e o investidor de ouro Peter Schiff, também emitiram advertências similares.

      Para Hathaway, não precisa pensar muito para saber que o mercado de criptomoedas está em uma bolha e concluiu chamando o estado atual das criptomoedas de “lixo” no início da entrevista.

      “É uma bolha absoluta – não há dúvida em minha mente que está em uma bolha”, disse ele ao site. Como seria de esperar, ele passou a comparar a capitalização de mercado global do mercado – US $ 126 bilhões de acordo com a CoinMarketCap – com o mercado de ouro.

      Hathaway argumentou:

      Claro que você pode ganhar dinheiro em bolhas a qualquer momento, mas você tem que sair. Não vamos esquecer que o valor de mercado total dessas criptomoedas é de US $ 180 bilhões ou menos, talvez um pouco menos agora – isso é pequeno comparado ao ouro.

      Ele também comentou sobre o argumento de que o mercado de ouro está tendo menos atenção dos investidores devido às criptomoedas.

      “Não é verdade”, acrescentou.
      https://portaldobitcoin.com/criptomoedas-sao-lixo-diz-investidor-de-ouro-john-hathaway/

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