Vil Bro’s Articles at Defenda Seu Dinheiro, Page 75
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    Geral

    Como se preparar financeiramente para chegada do bebê

    30 de janeiro de 2013

    Não iremos nos ater no tipo de relação de onde este bebê foi originado, nem se foi planejado ou não, mas como sua chegada é iminente, iremos nos ater às questões financeiras que tal assunto aflinge.

    Algo que já preocupa logo de partida é a saúde da mãe, que agora deverá ser acompanhada periodicamente por médico até o parto e depois deste, com mais frequência do uma mulher em período fértil já frequenta.

    E aqui já entra a questão, você já tinha plano médico, e de preferência da melhor categoria possível? Uma boa opção seria utilizar o de sua empresa esses apresentam menos problemas com descumprimento de contratos? Você vai usar saúde pública? Já listou as melhores opções de saúde pública? Você irá pagar por todo este tratamento médico.

    E não se esqueça que não é possível mais fazer convênio médico após a mulher estar grávida.

    Um situação ideal seria já estar com um bom plano de saúde antes da cegonha ser convocada, mesmo que isso não esteja nos planos.

    Outro ponto, que vai trazer bastante gastos e deve ser bem planejado é a montagem do enxoval e quarto do bebê. Deverá decidir se vão aproveitar roupas de outros filhos, ou mesmo sobrinhos, filhos de amigos, doação, comprar tudo do zero, o mesmo vale para os móveis, carrinho de bebê, bebê conforto, moisés, banheira, trocador…

    O quarto destinado ao bebê ou bebês, vai que são gêmeos, trigêmos, afff, rsrsrs, será reformado? Vai reformar o próprio quarto do casal ou outro cômodo ?

    Na questão das roupas, fraudas, já fez as contas se compensa fazer um chá de bebê, um chá de fraldas, ou dispensar esta parte. A diferença entre os dois tipos de chá é que no primeiro além de fraldas também se planeja o ganho de parte do enxoval, já no chá de fralda os convidados levam exclusivamente fraldas. Se decidir não fazer confraternização, pode focar só nos custos de montar todo enxoval .

    Um ponto muito crucial é o parto, o ponto chave. Pesquise muito antes, vejam quais hospitais dispõe de bons plantonistas e que não gere custo extras para o médico obstetra do pré-nal fazer e/ou acompanhar o parto. Verifique tudo com seu médico , e assim como com o convênio médico, caso não seja particular e nem público.

    Estive este ano numa palestra do Sr. Dinheiro, aquele que se apresentava no Fantástico (mais detalhes leia Resumo Expomoney São Paulo 2012 (13/01/2013)) onde mesmo falou sobre um estudo que o primeiro filho aumento os custos da família em 50%, e o segundo, assim por diante, em 20%. Pense sobre isto.

    Planeje, poupe, pense, reflita, viva e reinvente soluções cuide e seja feliz.

    Uma vida é algo muito sagrado, nos esforcemos até onde for possível, até o sobrenatural se preciso, para valorizá-la ao máximo. Como diz o ditado, os filhos são o nosso maior tesouro, uma dádiva de Deus. Aproveitemos então.

    Até o próximo post.

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    Controle emocional no mercado financeiro

    30 de janeiro de 2013

    Você aguenta oscilação no mercado financeiro?

    Está preparado para os solavancos que ocorrem, principalmente no curto e médio prazo?

    O mercado costuma ser uma gangorra, o sobe-e-desce é diário, e quem quer investir em renda variável, tem que aguentar isto, ter estratégia e controle de risco para não sofrer ou sofrer o mínimo possível com estas oscilações.

    Mesmo na renda fixa, imóveis, ouro, prata, moeda, entre diversos outros tipos de investimentos, possuem oscilação eu seus preços, embora muito menor que a renda variável. Até para oscilações menores é preciso ter estômago para suportá-las e aguentar ver o dinheiro que valia tanto no momento que investiu valer bem menos no momento atual.

    A psicologia no mercado financeiro é uma área que estuda e auxilia o investidor a compreender a influência de suas atitudes, emoções e comportamentos nos investimentos. Esta movimentação nos preços dos ativos negociados no mercado financeiro resulta da interação de uma série de emoções demonstradas pelos investidores.

    O mercado tem influência de emoções negativas como ganância, raiva, medo, fadiga, preguiça, ansiedade e correlatas.

    Quem tiver qualquer uma destas energias no mercado será um forte canditado a ter seu dinheiro tomado pela “banca” (alusão as bancas de cassino). Se o investidor / especulador no mercado financeiro conseguir cultivar energias positivas como, respeito, confiança, paciência, humildade , bem estar, fé e correlatas, aumentam as chances do mercado lhe recompensar por isto. Operadores do mercado financeiro bem sucedidos adotam posturas, ações e medidas positivas, logo, eles costumam gozar de sucesso tanto no mercado como na vida, geralmente.

    Se você não aguentar volatilidade, investimentos de riscos e voláteis, como por exemplo, a bolsa de valores, definitivamente este aí não é o seu lugar.

    Se a toda hora segue a manada na eufôria e pânico, sempre fazendo a coisa errada, comprando topo e vendendo fundo, sem a mínima estratégia e controle de risco aliado ao controle emocional, com certeza a renda variável não é a sua praia. Será preciso dominar suas emoções primeiro antes de embarcar neste tipo de mercado.

    O assunto de psicologia nos investimentos é muito vasto e quem se interessar mais pelo assunto deve pesquisar o tema Finanças Comportamentais. É possível encontrar muita coisa sobre isto na internet ou mesmo nas livrarias ou bibliotecas mais focadas em finanças, contábeis e economia.

    Para encerrar eu deixo dois gráficos de conhecimento comum no mercado financeiro, além de uma frase do Basster (Maurício Hissa, investidor, palestrante e escritor). Um dos gráficos está com textos em português e outro inglês, porém é fácil o entendimento. Ambos demonstram claramente o humor dos investidores do pânico a euforia, e vice-versa, revelando-se como se vai de um estado emocional ao outro, e claro, nesta mudanças de estados emocionais, muitos investidores acabam fazendo muitas besteiras com o dinheiro que possuem, perdendo grande parte ou mesmo todo seu dinheiro. Apena uma minoria de traders(operadores no mercado financeiro) tem habilidade de tirar proveito destas oscilações sobe-e-desce dos preços.

    Frase do Basster: “Quem não sabe brincar, não pode descer para o play. Trader é coisa séria, não é brincadeira.”

    Procure ter domínio próprio, não seja levado pelas emoções, principalmente da plateia, tente por a razão acima da emoção para ter mais chances de sucesso no mercado financeiro.

    Trader Feliz

    A Trader's Mind (A Mente de um operador no mercado financeiro)

    Até o próximo post.

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    Como lidar com o fracasso financeiro

    30 de janeiro de 2013

    Como sabe-se este é um problema que atinge muitas pessoas e é muito difícil buscar ânimo, rever os erros e dar a volta por cima, buscando ficar até melhor do que estava antes de ter quebrado.

    Claro, que para se chegar nesta resposta, além de ter que responder umas tantas outras perguntas para si próprio, e para quem decidirá por qual investimento optar, será necessário responder muito mais outras perguntas, e antes mesmo de respondê-las, o que se faz muito importante, é ter feito a lição de casa para que sempre sobre dinheiro para investir, nunca se gastar tudo o que se tem e mais um pouco, e sempre estar no vermelho, o que nada mais, nada menos, seria estar alavacancado sempre, mês após mês, alguns até anos após anos, até quebrar de vez, e perder tudo que se tem, em casos extremos, lógico.

    Apesar da tarefa ser difícil, é possível se reerguer após ter quebrado financeiramente, temos vários exemplos de pessoas que chegaram ao fundo do poço e se levantaram. Na matéria abaixo é possível ver os casos de dois famosos e bem sucedidos investidores brasileiros que conseguiram dar a volta por cima após quebrarem: Lírio Parisotto e Márcio Noronha. Vale muito a pena ler com carinho esta reportagem “Nem sempre se ganha”, publicada tempos atrás na antiga revista Invista, agora Infomoney.

    Os anos se passam e muitas vezes as pessoas se debatem com seus com fracassos financeiros. É muito difícil alguém atravessar a vida sem erros na vida financeira e na vida em geral, dificilmente alguém irá enriquecer sem tropeçar de vez em quando pelo caminho, exceto, claro, aqueles que nasceram em berço explêndido, tem um grande patrimônio a herdar. O melhor jeito de se lidar com os imprevistos financeiros seria se preparar para eles.

    Resiliência no aspecto financeiro é uma qualidade essencial que todos devem ter, uma vez que todas as pessoas enfrentam problemas financeiros em algum momento.

    O ponto chave é ser capaz de se recuperar. Aí vem a pergunta: Como?

    Esta palavra resiliência significa a capacidade de retornar ao formato original após ter esse formato deformado por forças externas, onde um bom exemplo é a esponja que por mais que você a esprema, ela volta ao formato original.

    As pessoas que chegaram ao fundo do poço financeiro podem e devem contar a ajuda dos amigos, parentes, colegas e mesmo de consultores especializados no assunto para se reerguerem financeiramente.

    Renegociar dívidas, trocar juros mais alto, por juros mais baixo. Se era empresário, e quebrou, voltar a trabalhar como empregado numa empresa privada ou mesmo pública, neste último caso é necessário investir em estudo e esforço para passar num bom concurso público. Nesta nova ocupação, aproveitar para aos poucos ir montando um novo plano negócio, acumular dinheiro e melhorar o crédito para retomar antigos projetos empresariais ou começar novos.

    É possível se ver livre das dívidas. A primeiro coisa a fazer é listar os gastos que podem ser interrompidos, isto é, cortar aquilo que não é essencial em sua vida. Hoje em dia é possível negociar as dívidas, em alguns casos seu valor até chega a diminuir.

    Após liquidar as dívidas é necessário uma reestruturação na maneira de levar a vida. Se tiver excedentes,será necessário poupar,para conquistar uma estabilidade financeira, buscando acumular ativos que gerem renda para o futuro visando uma boa aposentadoria. Ter crédito dá a falsa sensação de que pode-se ter mais do que pode-se pagar, sendo que isto pode ser um caminho curto para se quebrar, caso este crédito não seja bem administrado. Não esqueça deste ponto.

    Enfim, é isto, espero que tenham realizado uma boa leitura, aproveitado e gostado do post.

    Dar a volta por cima após um fracasso financeiro é bem possível, só depende de você não desistir, buscar forças e apoio para vencer mais este desafio na vida, e nunca se esqueça, que exemplos de vitória sobre o fracasso não faltam na história da humanidade. Se inspire.

    Até o próximo post.

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    Qual a melhor estratégia no mercado financeiro?

    29 de janeiro de 2013

    Estratégia é igual preparar neston, existe 1001 maneiras, invente 1.

    Este papo constante que lemos e ouvimos por aí que isto é melhor do que aquilo é tudo relativo.

    Vai do ponto de vista e habilidade de cada um, ou seja, depende da tal da competência.

    Se um investidor tiver estratégia, qualquer tipo de ativo e qualquer tipo de mercado lhe servirão para ter êxito no seu propósito que é o de aumentar o seu patrimônio ao longo dos anos, e para quem vive exclusivamente do mercado financeiro, tirar o próprio sustento dia após dia, semana após semana, mês após mês, ano após ano…

    A única coisa que não serve como estratégia é ir pela cabeça dos outros sem saber validar o que lhe foi falado, dito ou escrito.

    Não se pode esquecer que o único e exclusivo responsável pelo seu próprio sucesso ou fracasso será você mesmo com base em suas decisões tomadas.

    É preciso evoluir e parar de por a culpa nos outros pelos seus erros e apenas atribuir a si as glórias do seu sucesso. Será mais do que necessário amadurecer isto para ter êxito no mercado financeiro.

    E existem diversos tipos de estratégias para se escolher como investir tudo numa mesma modalidade de ativo e/ou mercado, diversificar entre vários ativos de vários mercados, usando para isto, estudo e conhecimento próprio, consultoria especializada, o próprio gerente do banco, etc..

    Uma coisa muito importante relativo ao tipo de estratégia escolhida e usada é sempre coloca-lo à prova, de preferência antes, fazendo o uso de simulações, seja em um caderno, numa planilha eletrônica ou em um sistema de simulador no computador local ou pela internet. Estes tipos de testes no mercado financeiro, principalmente se tratando de sistemas automatizados para investir (trade systems), também são conhecidos como backtesting. E através destes sucessivos testes, será possível, antes de por dinheiro real, mensurar qual a eficiência da estratégia.

    Como dizem na gíria do mercado, quem não sabe brincar, não deve descer para o play.

    Segue um link sobre um livro bem radical e arrojado sobre estratégia, no caso até mais focado em renda variável, mas que pode abrir também a mente para renda fixa. Lembrando que assim como todo e qualquer livro ou material usado para polir o próprio conhecimento, não se faz necessário seguir tudo que ali se fala à risca, ou nem mesmo seguir, mas é muito bom pelo menos ler e refletir. Talvez haja um grande choque com o que se pensa a respeito do assunto estratégia, mas no mínimo, ajuda a abrir a mente para o assunto, principalmente para quem ainda não tem estratégia ouesteja montando uma:

    Os Axiomas de Zurique

    É possível também ler este livro em papel, pois existe para vender nas livrarias, e isto fica ao gosto de quem for ler.

    Até o próximo post.

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    Resumo Expomoney São Paulo 2012

    29 de janeiro de 2013

    Há alguns anos eu tenho frequentado a Expomoney, grande evento de mercado financeiro, realizado todos os anos aqui na cidade de São Paulo/SP e em outras mais espalhadas pelo Brasil.
    A Expomoney é um circuito de eventos focado na Educação Financeira e nos Investimentos para a formação de investidores individuais.

    E lá se encontra conteúdo para pessoas que estejam dando seus primeiros passos no mercado financeiro, estudantes, curiosos, uma pessoa comum que apenas queira aprender mais sobre finanças pessoais e sair do vermelho, além de passar pelo pequeno, médio e grande investidor, etc…

    Com certeza ninguém ficará desamparado neste tipo de evento, que tem para todos os gostos, dentro do escopo a que se propõe. Eu recomendo fortemente a visita ao mesmo.

    Como este ano que passou eu precisei fazer um relatório para a pós-graduação que comecei a fazer em finanças, eu tive a ideia de desmembrar a parte do relatório e deixar apenas a parte do conteúdo para compartilhar com quem tiver interesse em ter um resumo do que presenciei por lá em 2 dias de eventos que tive presente.

    Geralmente são 3 dias de evento em São Paulo/SP, quinta-feira à sábado, eu estive na quinta e sábado.

    Clique aqui para ler o resumo

    Até o próximo post.

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    Como e por que diversificar os investimentos?

    29 de janeiro de 2013

    O principal motivo para se diversificar os investimentos é diluir os riscos que se tem em suas diversas aplicações financeiras, quanto maior o seu montante de dinheiro aplicado, maior dever ser esta diversificação.

    A maioria dos riscos é possível mitigar com a diversificação, porém o risco sistêmico, aquele que afeta tudo e todos, e maioria das vezes, inesperado, este é o mais difícil de se proteger.

    O risco sistêmico advém das interligações e interdependência entre os agentes de um sistema ou mercado, onde a insolvência ou falência de uma única entidade ou grupo de entidades pode provocar falências em cadeia, o que implicaria em levar o sistema inteiro ou o mercado como um todo à falência.

    O risco do capital próprio investido na empresa reflete o risco sistêmico ou de mercado, que pode ser dividido em risco do negócio (associado à gestão de exploração da empresa) e risco financeiro (ligado à estrutura financeira).

    Outros tipos de risco, apenas de forma resumida, para se alertar do que deve se proteger na hora de diversificar os investimento:

    – Risco não sistêmico ou específico: é aquele que envolve uma empresa específica e, às vezes, os seus concorrentes mais correlatos. Este é um tipo de risco que pode ser reduzido através da diversificação de investimentos. Uma empresa que siga uma estratégia de diversificação vai expurgando aos poucos o risco específico dos seus negócios, ficando, em última análise, sujeita apenas ao risco de mercado;

    – Risco de crédito: se refere à possível incapacidade de uma instituição financeira responsável pela emissão de títulos de valores mobiliários honrar os compromissos assumidos com investidores. O default (calote) pode ser causado por problemas financeiros oriundos de má gestão, obrigações contratuais que não foram cumpridas pela contraparte, dificuldades com planos econômicos, entre outros.

    – Risco de negócio: define-se como a incerteza inerente às estimativas do resultado operacional, isto é, o resultado antes de impostos e encargos financeiros (EBTDA). O risco de negócio varia de uma empresa para outra, além de variar ao longo do tempo. Ele depende de fatores como: instabilidade da procura, volatilidade do preço, etc…

    Para diversificar os investimentos será necessário aportar um percentual em cada tipo de aplicação, seja renda fixa, renda variável, imóveis, etc.. E se tiver muito capital, a diversificação será maior, para assim mitigar ainda mais os seus riscos. Tendo pouco capital, a diversificação excessiva não será tão eficiente, pois parte do pouco capital investido perderá rentabilidade no pagamento de taxas, o que para o pequeno investidor não compensa.

    O site a seguir, para quem interessar em ver um exemplo prático de diversificação com percentuais, tipos de aplicação e tudo mais, basta acessar Como Diversificar Investimentos Corretamente.

    No mais é isto, espero que gostem e aproveitem as informações aqui prestadas de alguma forma.

    Até o próximo post.

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    Como fazer sobrar dinheiro para poder investir?

    29 de janeiro de 2013

    A primeira coisa a se fazer é procurar sair do vermelho, não gastar tudo o que se tem, e no meio deste processo, até concluí-lo ir trocando dívida cara por dívida barata, ou seja, contrair empréstimo a juros menores para pagas a dívidas com valor e juros maiores.

    E como citado no artigo anterior, vale a pena lembrar da frase do livro Pai Rico Pai, Pobre Robert Kiyosaki e Sharon Lechter (2004):

    “Crie bons hábitos, especialmente na área financeira. Pague a você mesmo (em economias ou investimentos), antes de fazer qualquer outra coisa com seu dinheiro.”

    Quando estiver organizando suas finanças pessoais, é importante seguir um tipo de script:

    – Como citado acima é muito importante regularizar suas contas.

    – Quando as dívidas não forem mais um problema, será possível identificar pontos a trabalhar no orçamento para que possa economizar.

    – Feito estes dois primeiros passos chegou o momento de trabalhar com o dinheiro a seu favor e investir o dinheiro poupado.

    Nunca esqueça a enorme diferença entre investir e poupar, pois ao economizar e guardar dinheiro, pode-se estar deixando escapar alguma alternativa que lhe reponha algumas perdas ao longo do tempo. Para evitar tal fato é bom conhecer isto: inflação e taxa de juros.

    Para ver o efeito do tempo na prática basta ver o exemplo a seguir:

    – Um cidadão gasta em uma das suas compras rotineiras, semanal, quinzenal, mensal, seja o prazo que for, R$ 330,00 para levar alguns itens. Passado algum tempo, digamos 6 meses, comprando os mesmos itens, no mesmo local, ele gasta R$ 50,00 a mais, por que isto acontece?.

    Trata-se da elevação de preços (inflação) que, embora hoje em dia seja menor, nunca deve ser esquecida pelos consumidores. Fato que facilitará a percepção de que ao trancorrer do tempo, o dinheiro perde o seu valor, ou seja, o seu poder de compra.

    Dado isso, é importante considerar outro conceito que é a taxa de juros. Para corrigir essa perda de valor ao longo dos anos, os juros são considerados tanto quando se investe o dinheiro, como quando se financia uma determinada compra. Apenas para efeito de ilustração, atualmente a nossa taxa de juros básica, SELIC, está 7,25% a.a..Na maioria das vezes, o retorno de uma aplicação é menor do que o efeito dos juros sobre o que se deve, um bem financiado, por exemplo, a poupaça rende 5,25% a.a. e uma geladeira financiada pagará de juros no mínimo 12% de juros a.a. .

    Levando-se em conta que agora consegui-se economizar para poder poupar, é bom saber que ninguém acerta nos investimentos por pura sorte o tempo todo. A maior parte dos bons resultados se deve ao preparo do investidor e/ou especulador, que acumula o máximo de informações e experiência ao longo dos anos, antes de dar qualquer passo. Se manter bem informado proporciona maior segurança para investir, além de deixá-lo ciente de que os riscos existem e é preciso analisá-los de forma muito cautelosa.

    Existem muitas opções para se investir e recomenda-se que se apure o máximo de dados de cada modalidade antes de tomar sua decisão. Veja a seguir um resumo de algumas modalidades de investimento:

    – Títulos de dívida (uma espécie de “vale”, desmonstrando que foi emprestado dinheiro a um governo ou companhia e que descreve os termos de reembolso), como exemplo, Títulos de Dívida Externa, Títulos de Dívida Pública, Títulos Pós-fixados, Títulos Privados, Títulos Pós-fixados, Títulos Pré-fixados e Títulos Públicos

    O Governo emite títulos do tesouro direto como: LTN, NTN, LFT, etc..

    As empresas emitem por exemplo debêntures, commercial papers, etc..

    Os bancos emitem títulos como CDB, RDB, letras hipotecárias, letras cambiais, letras de crédito imobiliário, certificado de recebíveis imobiliários, etc…

    – Fundos de Investimentos (usando uma definição da Anbima pode-se dizer que são “condomínios que reúnem em um mesmo lugar diversos investidores com objetivos e necessidades semelhantes”).

    As classes de fundos são: de curto prazo, referenciado, renda fixa, ações, multimercado, cambial e dívida externa.

    Tipos de fundos de investimentos: Fundos DI e Renda Fixa, Fundos de ações, Fundos multimercado e Fundos cambiais.

    Caso queira saber mais sobre tipos de fundos, acesse o site da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) http://www.anbima.com.br .

    – Ações (uma ação representa a propriedade de uma empresa).

    Os acionistas possuem uma parte da empresa (menor fração do capital dessas empresas) e têm direito a uma parte dos lucros e, conforme o tipo de ação, um voto sobre nas decisões administrativas da companhia.

    As companhias emitem ações para aumentar o capital social e os recursos levantados podem ser utilizados para diversos fins, principalmente futuros investimentos.

    Os lucros da empresa podem ser divididos entre os acionistas, na forma de dividendos ou juros sobre capital próprio, que são os proventos, que podem ser pagos mensalmente, trimestralmente, anualmente, etc…

    Uma ação listada de uma empresa será negociada no pregão de uma bolsa de valores, sendo que no Brasil, até o momento, só temos uma, que é a BM&FBOVESPA.

    Foi deixado aqui um resumo das posibilidades de aplicações para serem utilizadas após ter êxito em sair do vermelho e estiver liver para investir , este assunto é muito vasto, mas vale a pena se informar…

    Sites e/ou páginas consultadas para fazer este post:

    Qual o melhor investimento?

    Finanças práticas

    Até o próximo post.


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    Qual o melhor investimento?

    29 de janeiro de 2013

    Quantas vezes você já se perguntou qual o melhor investimento para mim ou qual o melhor investimento para minha família?

    Claro, que para se chegar nesta resposta, além de ter que responder umas tantas outras perguntas para si próprio, e para quem decidirá por qual investimento optar, será necessário responder muito mais outras perguntas, e antes mesmo de respondê-las, o que se faz muito importante, é ter feito a lição de casa para que sempre sobre dinheiro para investir, nunca se gastar tudo o que se tem e mais um pouco, e sempre estar no vermelho, o que nada mais, nada menos, seria estar alavacancado sempre, mês após mês, alguns até anos após anos, até quebrar de vez, e perder tudo que se tem, em casos extremos, lógico.

    Dado que você poupou, poupa e poupará sempre, sobrou dinheiro, não ficou no vermelho, nem você e nem sua família, vamos as perguntas que você deve se fazer para decidir qual investimento optar:

    1) Qual o prazo que você quer investir?

    Se o prazo for médio, ou mesmo curto, não deve correr muito risco, evitar aplicações de renda variável, e muito menos operações alavancadas, aqueles onde cada real aportado vale por exemplo cinco reais, ou seja, vai se ganhar em cima de cinco, mas perder em cima de cinco.

    Neste caso, seria melhor optar por aplicações de baixo / médio risco, como a boa e velha poupança, LCI (Letras de Crédito Imobiliário), Fundos de Renda Fixa com baixa taxa de administração ou até mesmo Tesouro Direto.

    Agora se ao fazer suas contas, descontar os custos que vai ter com tal aplicação e verificar que a rentabilidade ficou maior do que na poupança, por exemplo, então valerá a pena pagar por tais custos.

    A nossa taxa de juros está bem baixa nos últimos tempos, atualmente SELIC 7,25% com tendência de queda, logo deve-se prestar muito mais atenção nos custos dos investimentos, que são as taxas cobradas pelas instituições financeiras e impostos cobrados pelos governos. Isto faz uma tremenda diferença na hora da escolha do investimento.

    Se o prazo para investir for longo, vários anos, e você suportar correr mais riscos, não ter medo de perder, em troca de rentabilidade maior, aplicações como Renda variável (bolsa de valores e afins), Fundos Multimercados, FII (Fundos de Investimentos Imobiliários) ou até mesmo arriscar mais ainda, se conhecendo o que se faz, claro, ou pagar para alguém que conheça, seja um especialista autonônomo ou um área de um banco de investimentos, por exemplo, poderia investir/especular em mercado futuro, mercado de commodities, mercado a termo, enfim, mercado de derivativos, onde irá se deparar com risco de perdas elevadas para tentar obter ganhos elevados.

    2) Quanto você quer investir?

    Se for pouco dinheiro, não se esqueça, que custos da aplicação comerão boa parte do seu retorno, tanto na renda fixa como variável.

    Neste caso é imprescindível que sejam aplicações onde não se tenha custos, alguns exemplos foram citadas no item 1), exceto, claro, que mesmo pagando por tais custos, você ganhe mais do que nas aplicações que não cobram, sendo assim, você vai ter que fazer contas, ir para o excel, para calculadora, para o caderno, para a prancheta, para o “papel de pão” (rascunho), para onde de quiser, mas vai ter que calcular, anotar e chegar nas suas conclusões.

    É bom evitar ficar fazendo contas só de cabeça, pois elas são enganosas.

    3) Você vai ficar sem dormir se perder este dinheiro investido?

    Se perder o dinheiro investido vai fazer você perder o seu sono, vai te trazer problemas financeiros familiares? Se sim, você deve correr o menor risco possível.

    Caso não vá te fazer falta, você aceita perder, em troca de ganhar mais do que aplicações mais convencionais de baixo risco, então, você pode aceitar aplicações de médio e alto risco, como as citada no final do item 1).

    No final das contas, o investimento ideal será aquele que está de acordo com o prazo que você quer investir, de acordo com o prazo que você pode investir, com suas preferências pessoais e conhecimento da mecânica do mercado em suas diversas nuances e do tanto de risco que você suporta correr, dado tudo isto, será o ponto onde você vai montar sua estratégia de investimentos, seja no curto, médio ou longo prazo, nunca se esquecendo que o objetivo ao longo dos anos é fazer o patrimônio sempre crescer, e sempre poupar ciência do que se pretende fazer com dinheiro no futuro, tudo que se lê e recomenda é que o dinheiro não deve ser um fim, mas sim um meio.

    Embora existam pessoas que para elas o dinheiro é fim, a adrenalina do “game”, ganhar mais e mais dinheiro, acumular mais patrimônio no transcorrer dos anos, a faça sorrir, a faça viver bem, a faça viver satisfeita.

    Como diz o ditado, “cada cabeça, uma sentença”.

    E para quem quer poupar, ou continuar poupando, vale uma frase do livro Pai Rico Pai, Pobre Robert Kiyosaki e Sharon Lechter (2004):

    “Crie bons hábitos, especialmente na área financeira. Pague a você mesmo (em economias ou investimentos), antes de fazer qualquer outra coisa com seu dinheiro.”

    Até o próximo post.

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    Como fazer uma festa de forma econômica?

    29 de janeiro de 2013

    Se faz mais do necessário planejar muito bem antes o que se quer fazer, quanto se está disposto a gastar, quantos convidados terá, quais os tipos de convidados, o tipo de espaço que será realizado o evento, o tipo de comida, bebida, música, etc..

    Lembre-se uma maior economia demanda mais orgnização e tempo voltados para o evento.

    Após definir isto, é que vem os passos da economia, do como gastar menos, aqui vão algumas dicas:

    – Só convide pessoas intimamente ligadas a festa que se quer propor;

    – Evite comprar os itens da festa ou serviços para a prazos de pagamento muito longo, onde os juros sobre o valor gasto façam o seu evento ficar muito mais caro do que aparentava custarr;

    – Procure por um espaço que acomode todos os convidados, de fácil acesso e baixo custo;

    – Evite contratar um buffet, pois você estaria pagando pelo serviço deles, sendo um custo adicional à organização da festa;

    – Procure alguém que te ajude a decoração do ambiente, caso se faça necessário. Existem inúmeros sites, vídeos e revistas que ensinam esta parte de decoração de forma simples e baixo custo. Fica muito mais barato comprar tudo e montar você mesmo;

    – Prepare toda a parte da comida, tanto salgada como doce. Caso você não tenha dotes culinários, pesquise vários fonecedores e avalie o custo benefício, dando prioridade para a qualidade dos produtos. Você não quer que a sua festa seja lembrada pelo descuido com a comida. Seja criativo e busque cardápios diferentes e econômicos;

    – O espaço que for alocado para festa deve ter condições de manter a bebida sempre gelada, que assim como a comida deve ser comprado com uma pequena margem para cima, por que os penetras (convidados inesperados) sempre aparecem;

    – Coloque música ambiente e não gaste com contratação de DJ e banda de música, exceto se tiverem conhecidos que toquem de graça ou a baixo custo. Contudo se o objetivo da festa é curtir a música, pesquise suas opções;

    E pronto, curtam a festa com baixo custo.

    Até o próximo post.

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    Como filtrar informações – parte 3

    29 de janeiro de 2013

    Neste artigo será concentrado apenas em como filtrar informações na internet, mais especificamente em comunidades virtuais para trocas de informações como fóruns, chats, blogs, twitter, newsgroup, mailisting e correlacionadas.

    Um tipo de participante nestas comunidades que estão aí apenas para azucrinar, jogar a qualidade para baixo, “por fogo” na comunidades, chegando ao ponto até de destruí-las são os trolls. E para perturbar com trolls, pessoas de forma individual ou em grupos, claro, mal intencionados, criarão diversos perfis falsos (fakes) para impetrar os seus ataques, distorcendo todo e qualquer assunto, atraindo as pessoas sérias e incautas para suas discussões imbecis e sem foco, apenas provocativas e desvirtuadoras de assunto.

    Eles usam e abusam do spam em comunidades virtuais muitas vezes, onde tal atividade costuma ser mai conhecida como flood(inundação de posts).

    Está sendo usado abaixo um artigo muito bem escrito sobre o assunto para ilustrar melhor o que foi dito até agora. Vejam a seguir:

    Troll (internet)

    Não alimente os trolls

    Um troll , na gíria da internet, designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão, provocar e enfurecer as pessoas envolvidas nelas. O termo surgiu na Usenet, derivado da expressão trolling for suckers (lançando a isca para os trou.xas), identificado e atribuído ao(s) causador(es) das sistemáticas flamewars e não os trolls, criaturas tidas como monstruosas no folclore escandinavo.

    O comportamento do troll pode ser encarado como um teste de ruptura da etiqueta, uma mais-valia das sociedades civilizadas. Perante as provocações insistentes, as vítimas podem (ou não) perder a conduta civilizada e envolver-se em agressões pessoais. Porém, independentemente da reação das vítimas da trollagem, o comportamento do troll continua sendo prejudicial ao fórum, pois o debate ou degenera em bate-boca ou prossegue sendo vandalizado pelo troll enquanto este tiver paciência ou interesse de atuar.

    Há várias sistemáticas desenvolvidas por trolls para atuar num fórum de Internet, entre elas:

    Jogar a isca e sair correndo: consiste em postar uma mensagem de polêmica grande já esperando uma grande reação de cadeia e flame war. Porém o troll não se envolve mais na discussão, some após a mensagem original e se diverte com a repercussão. Uma forma mais branda é postar noticias polêmicas (às vezes mensagens não-verídicas) só para observar a reação da comunidade.

    Induzir a baixar o nível:alguns trolls testam a paciência dos interlocutores, induzem e persuadem a pessoa a perder o bom senso na discussão e apelar para baixaria e xingamentos. Com isso, o troll “queima o filme”, consegue que a pessoa se auto-difame na comunidade por ter descido a um nível tão baixo.

    Repetição de falácias: outro método usado que induz ao cansaço, aqui o troll repete seu conjunto de falácias até que leve seu interlocutor à exaustão, alegando depois ter vencido a discussão após o abandono do oponente.

    Desfile intelectual: um troll pode ter um bom nível intelectual, vocabulário sofisticado diante de outros discursantes, desfilar referências e contradizer os argumentos dos rivais por conhecimento e pesquisa, muitas vezes expondo-os ao ridículo e questionando sua formação educacional.

    Motivações

    Alguns trolls se destacaram mais do que os outros como o grupo do ‘over’. O que motiva um troll a agir geralmente são: auto-afirmação, ideologia, fanatismo, sacanagem ou simplesmente ociosidade. Em entrevistas na Usenet, trolls famosos confessaram que buscavam apenas um pouco de atenção e combater o tédio do cotidiano. A maioria deles também portava alguma característica mal-resolvida de personalidade, como trauma, fracasso financeiro e amoroso e até patologias psicológicas.

    Grupos

    Alguns trolls simpatizantes por determinado assunto agem em grupo, muitas vezes numerosos. Dentro desse grupo alguns tem papel na argumentação, outros na ridicularização e outros apenas na concordância, intimidando o adversário emocionalmente e quase sempre o levando a abandonar a discussão. É muito difícil combater trolls em grupo, sendo um Moderador necessário para banir todos em caso de persistência.

    Em certos fóruns esses indivíduos podem ser forjados por uma única pessoa, respondendo por várias pessoas virtuais diferentes para embasar sua própria opinião ou discutir consigo mesmo. Esse recurso é conhecido como clone e sua eficácia depende da eficiência do Moderador de um fórum que pode facilmente identificar clones por números IP.

    Há casos de um moderador se aliar a um grupo de trolls e atraírem vítimas a expor a sua opinião e discordância aos temas debatidos mas que logo em seguida são massacrados por todos. Isso gera o sentimento de satisfação a todos da comunidade. Esse fenômeno é recente e atualmente observado em blogs e comunidades do Orkut, onde os moderadores/autores atuam por meio da intolerância, preconceito e provocação (disfarçados de opinião) e junto formam um elo comunitário de auto-afirmação.

    Processo

    Como descrito por Robert Bond em The International Review of Law, Computers & Technology (Revisão Internacional da Lei, Computadores e Tecnologia), trolls frequentemente demonstram um comportamento padrão.

    O artigo ‘The Art of Trolling’(A Arte de um Troll), publicada na web, considera que um “troll” não é um monstro rabugento que vive embaixo de uma ponte abordando passantes, mas mais alguém que posta sua opinião com a intenção de produzir um grande volume de respostas levianas. O conteúdo de uma postagem de um troll costuma atingir diversas áreas. Pode consistir numa aparente contradição tola do senso-comum, uma ofensa deliberada aos leitores ou um largo pedido para postagens sequenciais…

    Combate

    Não alimente os trolls

    Antigamente acreditava-se que para combater trolls de forma eficiente, aos usuários e frequentadores de comunidades havia uma regra eficiente: Não alimente os trolls. (do inglês Don’t feed the trolls). Significava ignorar completamente alguém que se comporta como troll mesmo que a vontade de responder seja grande, para que ele morra por inanição. O fundamento dessa regra vem do fato de que se você discute com um troll, então ele já ganhou de você. Como um troll precisa de atenção para obter prazer e ser bem sucedido, ignorando um troll os usuários não apenas intimidariam seu ato como também provocariam profundo desgosto e frustração nele. O problema é que, quanto maior o quórum da discussão, mais difícil de se realizar essa tarefa, pois em qualquer grupo de debate sempre haverá alguém que responda ao troll. Mesmo que ninguém responda, nada é mais fácil do que convocar um segundotroll para discutir. Recentemente tornou-se comum observar a invasão de fóruns por grupos de trolls em que alguns “defendem” um ponto de vista e outros “defendem” o ponto de vista oposto apenas para baixar o nível da discussão, utilizando-se de argumentos estereotipados, falaciosos ou ofensivos.

    Aos internautas sem poder de moderação, cabe apenas colaborar com a moderação indicando a atuação dos trolls e solicitando providências. Se a moderação não atuar adequadamente, o melhor é simplesmente abandonar o ambiente, pois a presença de trolls põe em xeque a credibilidade do blog ou da comunidade. No Orkut é inútil denunciar trollagem à equipe do site, pois não são tomadas providências pela Equipe Orkut nem mesmo nos casos de comunidades criadas especificamente para organizar ataques detrolls contra outras comunidades.

    Aos moderadores de blogs, fóruns e comunidades, cabe evitar que um troll provoque estragos usando os poderes de moderação. As recomendações gerais são as seguintes:

    – Estabelecer regras de comportamento simples e claras, postadas em local bem visível para que não possa ser alegado seu desconhecimento.
    Vigiar o conteúdo das mensagens para se certificar que nenhum direito está sendo violado.

    – Cortar pela raiz comentários provocativos, banindo temporária ou permanentemente os autores e alertando frequentemente oscomentaristas de boa fé para não alimentar os trolls.

    – Ignorar ameaças (morte, processo) e agir friamente em face de um clima desestabilizado.

    – Não deixar se envolver ideologicamente contra a opinião do troll, pois isso leva à geração de novos trolls que discordam do anterior e têm respaldo da moderação. Isso abala a credibilidade do próprio fórum.

    – Fazer checagem de IP para certificar-se que não há clones.

    – Não costuma ser muito eficiente, mas pode-se dar um ultimato a um grupo de trolls quando esses começarem a passar dos limites.Não se deve hesitar em expulsar os trolls em caso de reincidência.

    – Deletar todas as mensagens dos trolls pode afastar contribuidores legítimos apenas levantando pontos de polêmica na comunidade. Por outro lado, não deletar pode gerar o efeito de “busca de troféu” em que trolls invadem um espaço mesmo sabendo que serão expulsos apenas para deixar sua marca. A aplicação de uma ou outra estratégia deve ser analisada caso a caso. O ideal é se instaurar uma política de flood e posts ofensivos nas regras.

    – Finalmente, há que se lembrar que a própria moderação pode ser composta ou infiltrada por trolls, caso em que só resta abandonar o ambiente.

    Temas

    Há muitos temas que são campo de atuação de trolls. No início do fenômeno na Usenet era observado embates de opinião sobre tecnologia: computadores, sistemas operacionais e empresas de tecnologia e até hoje esse é um grande motivador aos nerds e geeks que habitam comunidades. O termo nasceu nesse meio e ainda é mais conhecido e propagado nele.

    Em fóruns mais generalistas, a discussão política e de temas polêmicos é muito grande movimentando grande números de pessoas e opiniões. Atualmente o fenômeno pode ser constatado no Orkut, especialmente em comunidades de cunho político, como Direitos Humanos, Liberalismo e Marxismo. Há também um fenômeno de trolls que se unem em ideologias condenáveis e criminosas, como suporte ao nazismo, racismo, homofobia, abuso sexual de menores e difamação à mulher. Há também em menor quantidade movimentos trolls de religião, medicina, cinema e música (mais especificamente Rock).

    Trolls em diferentes tipos de mídia

    A par da evolução das técnicas de trolling, também as contramedidas evoluíram.

    Usenet – uma forma típica é o spam ou crossposting. Aqui o troll desrespeita regras de etiqueta importantes do grupo de discussão, sejam elas quais forem. De fato, existem grupos onde medidas drásticas tiveram que ser tomadas para limitar estes abusos.

    Lista de discussão (mailing list) – facilmente controlável, uma vez que são administradas e o troll pode ser banido (bloqueado).

    Fóruns – locais de discussão, por vezes intensa (sem necessariamente envolver trolls), é possível em alguns sistemas moderar o troll através do trabalho eficiente da moderação. Geralmente em fóruns são facilmente reconhecidos por suas atitudes, entre elas podemos citar: Uma de suas características em discussões em fóruns e postar ofendendo pessoas que ele não conhece, falando coisas do tipo “quem usa Sistema operacional XXX é bixa escrota” ou “essa música é de viaddos escrotos” e ainda “tem que ser um um doente retardado para comprar um placa de vídeo de não sei quantos mil reais”. Esses são alguns exemplos entre outros arroubos de recalque extremo. Em fóruns onde existe pontuação de usuários geralmente eles tem poucos pontos.

    Wikis – espaços de edição colaborativa, onde por vezes surgem conflitos difíceis de detectar: se um dos intervenientes é um troll ou se tem apenas uma opinião divergente. Nestes sistemas, o troll tende a tentar desacreditar a cadeia de poder (administradores, por exemplo), e posteriormente fazer-se de vítima, quando desmascarado.

    Blogs – nestes locais de livre expressão de opinião, o troll costuma deixar mensagens provocadoras, ou difamatórias. A facilidade da interligação entre diferentes blogs contribui para o crescimento do troll. Num fenômeno mais recente, existem agora BlogsTrolls onde os autores atiçam desconhecidos a opinar e os massacram com sua comunidade de apoio (outros comentaristas).

    IRC – outro meio de comunicação antigo, onde o troll se diverte através de uma grande variedade de técnicas, a desrespeitar as regras de etiqueta pré-estabelecidas. Neste meio pode ser banido ou expulso do canal (sala), ou mesmo do servidor, em casos mais graves.

    Orkut – Através da criação de perfil falso, o troll semeia o caos e a discórdia nas comunidades, quebrando toda e qualquer etiqueta. Só resta então à moderação expulsá-lo. Os trolls que usam perfis verdadeiros geralmente atraem muito ódio em seus perfis e passam a ser difamados na rede. Existem alguns grupos de trolls, como o antigo grupo “The invaders” e os “homens de bem”, que têm várias comunidades polêmicas. Outros atacam comunidades relacionadas a religião ou ateísmo, desrespeitando seus membros.

    Last.fm – Nesse site o troll costuma zombar das pessoas que ele considera que não tem um “bom gosto” musical ou escrevem coisas que a seu ponto de vista são “embaraçosas”, atacando nas páginas dos artistas ou perfis pessoais. Geralmente, a moderação costuma banir casos mais extremos.

    Público (jornal) – Na versão online do jornal público a maioria dos comentários são feitos por “trolls” que deturpam a notícia de acordo com a sua visão distorcida da realidade. Uma das características mais interessantes dos trolls do jornal público é o facto de a noticia não ser relevante para o seu comentário, sendo que inevitavelmente acabam por falar sobre ortografia, comunismo, fascismo, racismo.

    Arca de Noé (forum) – No fórum de discussão sobre animais Arca de Noé existem comentário feitos por trolls fanáticos dos direitos dos animais que costumam transformar “posts” sobre adoção ou aquisição de animais de raça em batalhas sobre os direitos dos animais. Os trolls podem também transformar “posts” sobre namoro ou acasalamento em batalhas sobre adoção de gatos abandonados sem qualquer respeito pelo objetivo inicial do tópico.

    Immaculatte (forum) – No fórum de discussão sobre a cantora Madonna, um usuário intitulado “Dona Maria” utilizava insistentemente o assunto estupro para causar reações enérgicas dos outros usuários, postando vídeos, fotos, contos, relatos, causando dor, medo, espanto, mal estar entre outros sentimentos negativos para com os outros usuários. O mesmo chegou a ser banido, mas voltando com outros nicknames, tais como “Dona Maria 2, Maria Adelaide, Maria do Recreio, Maria do Pillar, Maria Quitéria.

    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Troll_(internet)

    Leia tudo com muita atenção, frequentem as comunidades virtuais com mais critério, sejam elas de mercado financeiro, finanças pessoais, hobby qualquer, política, entretenimento, economia, religião, carros, não importa qual, fujam das que estiverem infestadas por esta raça de lixo, a escória da internet, trolls, flooders, fakers, spammers e mais tranqueiras virtuais, não percam o seu precioso tempo, e nunca se esqueçam de: jamais alimentar um TROLL !!!!

    Até o próximo post.